Boeing entrega à Turkish Airlines cargueiro 777 Freighter

O primeiro cargueiro Boeing 777 Freighter entregue à linha aérea turca tem longo alcance, de 9.070 quilômetros, e transporta 112 toneladas de carga.

A fabricante de aviões comerciais Boeing e a Turkish Airlines comemoraram a entrega do primeiro cargueiro 777 Freighter para a companhia aérea da Turquia. Este é o primeiro dos 777 Freighter encomendados pela Turkish Airlines para este ano.

“A entrega do nosso primeiro 777 Freighter é um marco em nosso negócio de carga”, afirma M. lker Ayci, presidente do Conselho e da Comissão Executiva da Turkish Airlines. “Como uma divisão proeminente da Turkish Airlines, a Turkish Cargo aumentou seus destinos de transporte de carga atendidos de 55 para 73 desde o início deste ano, atingindo o volume de aproximadamente 1 milhão de toneladas de carga, com aumento de mais de 29% em relação ao mesmo período do ano passado. É, sem dúvida, um fato notável. Estamos seguros de que esta entrega agregará valor para o contínuo crescimento de nossas operações de carga e ainda permitirá que a nossa unidade, líder de mercado, possa competir, expandire alcançar curtos e longos destinos desde o nosso hub em Istambul.”

“Estamos orgulhosos em entregar o 777 Freighter para a Turkish Airlines”, destaca Marty Bentrott, vice-presidente sênior de Vendas da Boeing do Oriente Médio, Turquia, Rússia, Ásia Central e África. “O alcance desta aeronave, combinado com a sua capacidade de carga, faz com que este avião permita à Turkish Airlines crescer de forma sustentável com o seu serviço de carga global.”

O 777 Freighter, bimotor de maior alcance do mundo, é baseado na tecnologia avançada do avião de passageiros 777-200LR (Longer Range) e pode voar 4.900  milhas náuticas (9.070 quilômetros) com uma carga útil completa de 112 toneladas.

Com sede em Istambul, a Turkish Airlines é uma das companhias aéreas de crescimento mais rápido e sustentável do mundo. Transporta mais de 60 milhões de passageiros por ano, com voos diretos para 300 destinos em 120 voo doméstico em 1933 e o primeiro voo internacional em 1947. A Turkish Airlines foi fundada em 1933, com uma frota de cinco aviões, que transportavam um total de 28 passageiros.

Hoje possui 329 aeronaves em operação. Com 170 aviões sob encomenda e ainda os que estão em período de locação que termina no final de 2023, a frota da companhia, incluindo os modelos cargo, deverá chegar a um total de 500 aeronaves, o que é um objetivo importante da Visão 2023 da República Turca (projeto de desenvolvimento da economia turca) e que coincidirá ainda com o seu centésimo aniversário naquele ano.

 

Montadoras batem recorde de exportação

Resultado, 23% superior a janeiro de 2017, impulsionou produção e empregos no setor.

A indústria automobilística brasileira iniciou o ano com volume recorde de exportação para o mês de janeiro, com 47 mil unidades vendidas fora do País, alta de 23,6% em relação ao mesmo mês de 2017. O resultado ajudou a impulsionar a produção e os empregos do setor.

Mais da metade dos carros exportados foi para a Argentina, que segue sendo a principal cliente do Brasil. Em valores, foram exportados, ao todo, US$ 1,03 bilhão, 26% a mais que em janeiro do ano passado.

Por terem importado, nos últimos dois anos, volume de carros acima da regra estabelecida no acordo automotivo, montadoras argentinas terão de dar cartas de crédito ao governo local para evitar que eventuais calotes em multas a serem aplicadas ao final do acordo, em 2020. O chamado regime flex prevê que, para cada US$ 1 exportado para o Brasil, a Argentina pode importar R$ 1,5 sem impostos.

A produção de veículos em janeiro somou 216,8 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, volume 24,6% maior que o de um ano atrás.

Essa alta também teve reflexo nos empregos, com a abertura de 676 vagas e do retorno de 164 funcionários que estavam em lay-off (contratos suspensos).

As montadoras ainda têm 1.721 trabalhadores com jornada reduzida ou em lay-off. “Está havendo um crescimento gradual de empregos, gota a gota”, diz o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale. Em março passado o setor tinha 36 mil funcionários afastados ou com jornada reduzida. Desde 2014, quase 28 mil postos foram fechados.

Megale acredita que, após o retorno de todo o pessoal afastado, deve ocorrer mais contratações. Nos últimos meses, cinco empresas anunciaram aumento de turnos de trabalho e algumas operam com horas extras.

Há um receio entre as montadoras de que as fabricantes de autopeças não consigam acompanhar o ritmo da produção e falte componentes, pois os fornecedores também enxugaram seus quadros. “Há um descompasso e já vemos algumas montadoras com dificuldades em reforçar a produção”, diz Megale.

As vendas somaram 181,3 mil veículos, crescimento de 23% ante um ano atrás. Fábricas e revendas têm 228,7 mil unidades em estoque, equivalentes e 38 dias de vendas. Embora a média ideal seja de 30 dias, Megale afirma não ser preocupante pois tradicionalmente o ritmo de vendas em janeiro é mais lento. 

Rota. A Anfavea espera que o novo regime automotivo, chamado de Rota 2030, seja aprovado neste mês ou em março. A política industrial que deve vigorar pelos próximos 15 anos deveria ter entrado em vigor em janeiro, mas está parada no governo.

Um dos itens que trava a publicação é o incentivo anual de R$ 1,5 bilhão para as empresas investirem em pesquisa e desenvolvimento, a exemplo do que ocorreu no programa anterior, o Inovar-Auto. O Ministério da Fazenda resiste em aprovar a medida em razão do aperto do orçamento fiscal e só deve decidir sobre o tema após a reforma da Previdência ser votada.

Megale diz que o valor está praticamente aprovado, mas falta consenso na forma de compensação. “O setor automotivo arrecadou mais de R$ 40 bilhões em impostos no ano passado e o R$ 1,5 bilhão é pouco para o que isso representa. ”Segundo ele, a não aprovação do plano pode levar empresas a reverem investimentos previstos no País.

Fonte: O Estado de São Paulo

Dica da Semana Riyad – Michui de Carne

Michui de Carne – Filet mignon cortado em cubos intercalados com cebola, tomate e pimentão grelhados no espeto. Acompanha pão sírio.

Esta é a dica da semana, “macia e saborosa”, do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região na hora de conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458.

O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço para eventos e Delivery. Confira!

Novo voo da Emirates de SP para Dubai terá oferta de 14 toneladas de carga

A companhia aérea Emirates terá mais cinco opções semanais de voos saindo de São Paulo para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e vice-versa, a partir do dia 5 de julho deste ano.

A empresa anunciou nesta semana um voo de Santiago do Chile a Dubai, que passará pela capital paulista.

A nova opção de partida da capital paulista será matinal. Atualmente, o voo da Emirates sai do Aeroporto Internacional de Guarulhos no início da madrugada e chega em Dubai no mesmo dia pela noite – horário local.

O novo voo sairá de Santiago do Chile nas segundas, quartas, sextas, sábados e domingos à 1h10, chegará em São Paulo 5h55, de onde partirá às 7h45, chegando nos Emirados às 5h15 do dia seguinte. O fuso de Dubai é sete horas a mais que Brasília – no horário de verão são seis horas.

De Dubai, o voo partirá nas terças, quintas, sextas, sábados e domingos às 9h05 e chegará em São Paulo às 17h do mesmo dia, antes de partir novamente, às 18h30, para Santiago do Chile, chegando 21h40. O voo diário que já existe de Dubai para a capital paulista tem saída dos Emirados em horário semelhante, às 9 horas.

A rota também será uma opção de transporte oferecido pela Emirates entre São Paulo e Santiago do Chile. O voo com partida de Dubai será o EK263 e o voo com partida do Chile será o EK264.

Com essa nova opção, a Emirates passa a oferecer 12 voos por semana entre São Paulo e Dubai com um adicional de 300 assentos para cada destino, segundo o vice-presidente sênior divisional de Operações Comerciais Oeste da Emirates, Hubert Frach. O outro voo Dubai-São Paulo – e vice-versa – é diário.

“Nos últimos 10 anos, nossos voos para São Paulo foram ganhando força tanto para passageiros quanto para cargas. Em março de 2017, atualizamos nosso serviço para São Paulo com um Airbus A380”, disse Frach, em material divulgado.

A nova rota será operada por um Boeing 777-200LR. O avião tem 38 assentos na classe executiva e 264 lugares na classe econômica. Ele também terá capacidade para transportar até 14 toneladas de carga.

O voo anunciado marca o início das operações da Emirates no Chile. Ele partirá do Santiago International Airport. A empresa afirma que a iniciativa sublinha o seu compromisso com a América do Sul.

No Brasil, além de São Paulo a Emirates também oferece voos diretos a Dubai saindo do Rio de Janeiro.

Balança Comercial: Brasil tem melhor janeiro em 12 anos

Exportações crescem puxadas por bens industrializados no primeiro mês do ano.

O aumento dos embarques de alguns tipos de grãos e de aviões fizeram a balança comercial fechar o primeiro mês de 2018 com o melhor saldo positivo registrado para o mês em 12 anos. Em janeiro, o país exportou US$ 2,768 bilhões a mais do que importou. Desde 2006, quando o saldo havia fechado em US$ 2,83 bilhões, o indicador não registrava um saldo tão expressivo para meses de janeiro. As exportações totalizaram US$ 16,968 bilhões em janeiro, com alta de 13,8% sobre o mesmo mês de 2017 pela média diária. As vendas externas bateram recorde para o mês desde o início da série histórica, em 1989.

As importações somaram US$ 14,199 bilhões, com um aumento de 16,4% na comparação o mesmo mês do ano passado.

As exportações tiveram crescimento tanto em relação aos preços (0,81%) quanto às quantidades (12,9%), em todas as categorias de produtos. Entretanto, o resultado positivo foi puxado especialmente pela venda de manufaturados, que no período registraram alta de 23,6%. “Esse aumento das quantidades exportadas está principalmente relacionado ao aquecimento da demanda mundial”, explica o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações, Herlon Brandão. “O PIB mundial cresceu mais de 3% em 2017 e espera-se que ocorra crescimento nessa ordem em 2018”, acrescenta.

Houve crescimento nos embarques de aviões (474%), óleos combustíveis (323%), açúcar refinado (294%) e máquinas para terraplanagem (171%), entre outros produtos. “A economia mundial aquecida demanda produtos brasileiros. Por outro lado, o Brasil tem aumentado a sua produção, principalmente de bens agrícolas, de petróleo, de minério. O investimento nessas áreas faz com que o país tenha excedente para ser exportado”, afirma Brandão.

Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2017 em US$ 67 bilhões, o maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2018 motivado principalmente pela recuperação da economia, que reativa o consumo e as importações.

A expectativa é que as importações se mantenham aquecidas ao longo do ano.  “Esperamos que as importações cresçam a taxas superiores a das exportações em 2018. A expectativa de crescimento do PIB é de 3%, o que deve incentivar a importação de bens. Isso vai fazer com que o saldo anual diminua, mas ainda positivo e entre os maiores da história, na casa dos US$ 50 bilhões”, explica Brandão.