Dica da Semana Riyad – Carré de cordeiro ao pesto amarelo

Saboroso carré de cordeiro ao pesto amarelo. Acompanha arroz árabe. Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458.O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço Eventos. Confira!

ELOG é vendida por R$ 90 mi

elogEcorodovias Infraestrutura e Logística fecha contrato com a Multilog para a venda da Elog

A EcoRodovias Infraestrutura e Logística fechou contrato com a Multilog para vender 100% do capital social da Elog. O valor total do negócio soma R$ 90 milhões, com liquidação em 84 parcelas mensais, iguais e sucessivas, corrigidas pela atualização do CDI, a partir da data do fechamento.

A conclusão da venda, contudo, depende da transferência das quotas do Ecopátio Logística Cubatão (Ecopátio) para a empresa e do pagamento da totalidade da dívida da Elog.

Com essa operação, a companhia venderá todas as unidades operacionais da Elog, que empregam 530 colaboradores diretos e incluem três centros logísticos e industriais aduaneiros (CLIAs), um porto seco, um centro de distribuição e a operação de Transporte Sudeste, exceto o Ecopátio.

A venda da Elog está em linha com a estratégia do Grupo EcoRodovias de dar foco a ativos de concessões rodoviárias.

A conclusão da alienação está sujeita ainda à verificação de certas condições precedentes, que incluem a aprovação prévia da Secretaria da Receita Federal do Brasil e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Com informações: Estadão Conteúdo

 

 

 

Conselho fiscal da concessionária do Aeroporto de Guarulhos aprova aumento de capital de R$ 850 mi

GRU-AirportO conselho fiscal da concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos aprovou aumento de capital de 850 milhões de reais, mediante a emissão de 1,104 bilhão de ações ordinárias, de acordo com a ata da reunião realizada em 6 de dezembro e divulgada nesta semana.

O aumento de capital será integralizado mediante aporte de capital pelos acionistas, na proporção de suas participações acionários, nesta terça-feira.

A Infraero, que detém 49 por cento da concessionária, vai subscrever 540,9 milhões de ações ordinárias, no valor de 417 milhões de reais. O Aeroporto de Guarulhos Participações (Grupar), composto por 80 por cento pela Invepar e 20 por cento da sul-africana Airports Company, vai subscrever 433,4 milhões de reais em ações. O preço de emissão das ações foi fixado em 0,77 real.

“Para fins de adequação, o capital autorizado será aumentado em 669,558 milhões de reais”, informou a concessionária.

O conselho de administração da concessionária também aprovou, em reunião no último dia 7, a contratação de dívida de 30 milhões de reais junto ao Banco Daycoval, de acordo com a ata divulgada também nesta semana.

Além disso, foi aprovada na mesma reunião a renovação do limite da conta garantida mantida junto à Caixa Econômica Federal, no montante de 50 milhões de reais, com apresentação de garantia de 100 por cento pela Invepar.

Camex zera Imposto de Importação para 1.116 máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil

Decisão reduz custos e incentiva novos investimentos produtivos no valor de US$ 2,4 bilhões em diversas regiões

Foram publicadas hoje, no Diário Oficial da União (DOU), as Resoluções Camex nº 90 e nº 91 que reduzem de 16% e 14% para zero o Imposto de Importação para bens de informática e telecomunicações e de bens de capital sem produção no Brasil. As reduções tarifárias que entram hoje em vigor, de acordo com o regime de ex-tarifário, são temporárias e as importações sem tarifas podem ser feitas até 30 de junho de 2019 de acordo com o que estabelecem as duas novas Resoluções Camex.

As empresas que solicitaram o benefício à Camex informam que os equipamentos serão utilizados em projetos que representam novos investimentos no valor de US$ 2,414 bilhões. Os principais setores contemplados em relação aos novos investimentos, serão: automotivo (19,8%), eletroeletrônico (10,9%) e bens de capital (10,7%).

Entre os principais projetos beneficiados estão a melhoria da qualidade e produtividade no processo produtivo de uma fábrica de automóveis; a produção local de smartphones, e a expansão de fábricas de painéis fotovoltaicos.

O que são ex-tarifários – O regime de ex-tarifário consiste na redução temporária da alíquota do Imposto de Importação de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT), assim grafados na Tarifa Externa Comum do Mercosul (TEC), quando não houver a produção nacional equivalente. Ou seja, representa uma redução no custo do investimento e produz um efeito multiplicador de emprego e renda sobre segmentos diferenciados da economia nacional.

Setor de autopeças prevê crescimento sustentável

No próximo ano, os fabricantes de autopeças vão produzir e exportar mais. Se as projeções do setor se confirmarem tudo indica que a receita dessa indústria, em 2018, será a melhor desde 2013. A expectativa do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes é obter, em 2018, faturamento de R$ 82,6 bilhões, o que representará um crescimento de 7,4% em relação ao previsto para 2017, um ano que termina com resultado bem acima de todas as previsões feitas ao longo do ano.

O cálculo do Sindipeças indica que a receita dessa indústria em 2017 chegará a R$ 76,9 bilhões, 22% mais do que em 2016. “Superar os R$ 80 bilhões em faturamento em 2018 é uma boa aceleração em relação ao que prevíamos sete meses atrás”, destaca o presidente do Sindipeças, Dan Ioschpe.

Boa parte da recuperação da indústria de autopeças, depois de três anos de crise profunda, sustenta-se no incremento das exportações, tanto de veículos como de componentes. Com a crise, quando as vendas no mercado interno começaram a cair os fabricantes de componentes intensificaram visitas a feiras setoriais no exterior.

Nessa aproximação eles conseguiram espaço no mercado de reposição de outros países, inclusive em continentes mais distantes. Como acontece com as vendas externas das montadoras, a Argentina continua a ser o principal destino das exportações de componentes, com fatia de 30%. Mas os Estados Unidos aparecem em segundo lugar, seguidos de México, Holanda e Alemanha.

“A crise nos fez perceber que o mercado interno não deveria ser o foco principal. Acredito que as exportações continuarão a ter espaço importante mesmo quando as vendas no Brasil voltarem a crescer”, destaca Ioschpe.

Nas exportações, as previsões para 2018 só são superadas pelo resultado de 2014. A venda de autopeças ao exterior somará em torno de US$ 7,4 bilhões este ano e US$ 7,8 bilhões em 2018, segundo cálculos do Sindipeças. O resultado deste ano representará um avanço de 12,8% na comparação com 2016. Para 2018, a expectativa de crescimento é de no mínimo 6,5%.

A atividade desse setor no mercado externo já foi, no entanto, bem melhor. O auge foi em 2011, quando os embarques somaram receita de mais de US$ 11 bilhões. A partir de então, o valor anual começou a cair. Como os fabricantes de veículos e grandes empresas de autopeças têm importado em grandes quantidades, a balança comercial de peças continua negativa. O déficit para este ano será em torno de US$ 5,4 bilhões e para o próximo a expectativa é chegar a US$ 7,6 bilhões negativos.

Diante de um cenário mais otimista, os fabricantes de componentes preparam-se também para investir mais. Os programas previstos para o próximo ano, segundo pesquisa do Sindipeças com as maiores empresas do setor, somam US$ 770 milhões em investimentos. Trata-se do maior volume desde 2014. Naquele ano, os investimentos somaram US$ 1 bilhão.

Mas, ao contrário do que aconteceu no auge das vendas de veículos no mercado interno, não se fala mais em construir novas fábricas. A aceleração das linhas de montagem nos últimos meses refletiu-se nas fábricas dos fornecedores, que conseguiram reduzir a ociosidade média de 52% em maio de 2016 para 32% no último bimestre. Segundo Ioschpe, os recursos agora tendem a se voltar ao desenvolvimento de produtos e ferramentas para melhorar a produtividade.

Projeções apresentadas ontem pelo Sindipeças indicam, ainda, índices de crescimento sucessivos no ritmo das linhas das montadoras nos próximos anos, o que, a se confirmarem essas estimativas, o Brasil voltaria, em 2022, a ter uma produção de veículos equivalente ao que foi em 2013, recorde do setor. “Temos de reconhecer a década perdida, mas, ao mesmo tempo, contamos agora com previsões otimistas que não tínhamos meses atrás”, afirma Ioschpe.

Com informações: Valor Econômico