Dica da semana: Ryiad anuncia novas promoções

Hoje e nas próximas semanas traremos aqui detalhes das novidades do restaurante árabe, como promoções no almoço, rodízio árabe e rodízio de esfihas

Hoje falaremos de uma das promoções, entre outras, que o Restaurante Riyad acaba de lançar: o rodízio de esfihas. São 07 sabores das deliciosas esfihas da casa, de segunda a quarta, das 19h às 22h. O valor é de apenas R$ 20,90, válido para consumo no local.

Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

Nas próximas semanas traremos aqui detalhes das novidades do restaurante árabe, como promoções no almoço, rodízio árabe e rodízio de esfihas. Confira aqui ou entre em contato.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458.

O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço Eventos. Confira!

 

“Força-Tarefa Remota” da ANVISA agora também no Aeroporto de Viracopos

24.05.2016 Fachada da AnvisaApós insistentes gestões junto à ANVISA, o SINDASP retransmitiu uma divulgação importante ao setor: a Chefia do Posto da ANVISA do Aeroporto de Viracopos anunciou que a força tarefa à distância, iniciada em Guarulhos foi estendida para aquela unidade da Agencia A entidade foi à Brasília-DF (foto) diversas vezes em busca de resultados positivos nos tempos de liberação da ANVISA.

Tendo em vista o aumento crescente da demanda para análise dos processos de importação nos postos da Coordenação de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados de São Paulo (CVPAF/SP) – Guarulhos e Congonhas, a Anvisa ativou no final de maio uma Força-Tarefa, formada por servidores de outros seis estados, para suporte à análise documental e liberação remota desses processos.

A medida se fez necessária para evitar demora na liberação de cargas nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo. Monitoramento realizado pela Anvisa identificou que os prazos nesses postos estão muito acima do esperado.

Desta forma, a Força-Tarefa foi instituída com a participação de servidores do Paraná, Goiás, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Paraíba.

A estimativa é que, com essa iniciativa, cerca de 300 processos sejam analisados diariamente, reduzindo imediatamente a fila de análise dos processos de importação da CVPAF/SP, obtendo, em duas semanas, uma redução do atual prazo médio para a liberação de cargas de 30 para apenas sete dias.

Nesta semana a novidade atingiu a um dos maiores centros cargueiros do País: o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

SINDASP CONECTADO – Outra novidade anunciada pelo SINDASP dá conta que o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo recentemente aderiu às mídias sociais, com a criação dos perfis nas redes sociais Facebook e Linkedin e que tem por objetivo trazer maior aproximação e, com isso, acentuar o relacionamento com os seus associados.

Nas páginas de ambas as redes sociais serão veiculadas as principais informações relacionadas ao Sindicato, além de compartilhar as notícias gerais de interesse da categoria.

O SINDASP convida a todos para seguir a entidade nos endereços abaixo:

Facebook – https://www.facebook.com/sindasp.aduaneiros/

Linkedin – https://www.linkedin.com/company-beta/16231503/

Embraer negocia com Portugal a 1ª exportação do cargueiro KC-390

kc 390O governo de Portugal autorizou a negociação para a compra de cinco cargueiros KC-390, da Embraer (foto). Se concretizado, o negócio será a primeira venda no exterior do avião, principal aposta da divisão de defesa da fabricante brasileira.

A decisão ocorreu na semana passada, e não é comentada pela Embraer. Além dos cinco aviões, há a opção por mais uma unidade e a compra de um simulador de voo do aparelho. O valor total não é divulgado, até porque cada negócio tem sua particularidade de financiamento e configuração da aeronave —no mercado, estima-se que o KC possa custar em torno de US$ 80 milhões.

Parte da fuselagem e das asas do avião são produzidas em Portugal pela OGMA, empresa controlada pela Embraer. O avião, que é montado em Gavião Peixoto (SP), tem partes produzidas também na Argentina e República Tcheca, países que compõem a lista de cerca de dez clientes potenciais do cargueiro.

Fonte: Folha de S.Paulo

Fretes marítimos podem se estabilizar

exportação marítimaSegundo uma fonte do setor, através da Rede Social Linkedin, com a divulgação dos resultados do primeiro trimestre dos principais armadores, pode-se concluir que a pressão por lucratividade seguirá firme no decorrer do ano e que possivelmente não haverá mudanças de capacidade, para que os fretes continuem a subir ou pelo menos se estabilizem. Segundo a fonte “A MSC por ser privada não divulga os seus resultados e acaba sendo sempre a grande pedra no sapato da indústria”.

Confira os dados:

tabela

Governo espera receita de R$ 43 bi com fim da Infraero

Cisão da Infraero e concessão de aeroportos à iniciativa privada são as apostas do governo para aumentar receita

O governo estima obter um ganho de R$ 43 bilhões com a cisão da Infraero e a concessão de seus 54 aeroportos à iniciativa privada. Serão seis blocos que juntarão “joias da coroa” e aeroportos pouco rentáveis ou deficitários. Com isso, a União deverá receber R$ 14 bilhões em outorgas nos 30 anos do contrato de concessão.

No período, deverão ser realizados investimentos estimados em R$ 17 bilhões. Outros 12 bilhões de impacto fiscal viriam de gastos que deixarão de ser feitos com a estrutura aeroportuária e recolhimentos de impostos.

Ainda há dúvidas, porém, se a oferta dos seis lotes será feita simultaneamente ou aos poucos. “Não é fácil privatizar 54 aeroportos, principalmente com essa característica sistêmica como tem nos administrados pela Infraero”, disse à reportagem o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella. Ele orientou a Secretaria de Aviação Civil (SAC) e a Infraero a estudar a composição dos lotes e analisar qual a melhor estratégia para os leilões. Uma decisão deverá ser tomada até o início de julho, para ser analisada pelo conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

A proposta atual, que poderá ser alterada, prevê seis lotes de concessão: dois no Sudeste, um no Sul, um no Nordeste, um no Norte e um no Centro-Oeste. Desses, o maior lote deverá ser o de Congonhas. O de Santos Dumont levará junto aeroportos como Jacarepaguá, Macaé e Vitória. No Nordeste, o lote terá os aeroportos de Recife, Maceió, João Pessoa e Juazeiro, entre outros.

“Todos os blocos são sustentáveis”, disse o ministro. Ainda restam na carteira da Infraero aeroportos importantes, como os de Manaus, Curitiba e Goiânia. No entanto, essa não é a primeira vez que o governo cogita conceder aeroportos em grupos reunindo os rentáveis e os deficitários. As iniciativas anteriores não avançaram.

Perto do fim. Seja de uma vez ou em fatias, a tendência é a Infraero acabar. Os funcionários da estatal serão transferidos para as concessionárias com estabilidade até 2021. Até lá, as novas administradoras dos aeroportos poderão oferecer programas de desligamento voluntário.

“A expectativa é que as concessionárias absorvam a mão de obra”, disse o ministro. O grupo que arrematar Congonhas ficará com cerca de metade dos funcionários da Infraero. O governo deverá propor a criação, nos próximos dias, da Nav Brasil. Ela absorverá uma parte do trabalho hoje exercido pela Infraero, que é o controle do tráfego aéreo. É provável que seja editada uma Medida Provisória (MP) com essa finalidade.

O processo de concessão de aeroportos brasileiros, iniciado em 2012, transformou a Infraero numa estatal deficitária. Ela não só perdeu as receitas de Guarulhos, Brasília, Viracopos, Confins, Galeão, Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre, como também passou a responder por metade dos investimentos realizados pelos cinco primeiros. Havia o desejo de avançar com as concessões, mas elas esbarraram no risco de uma fragilização ainda maior da estatal. Diante dessa constatação, os técnicos partiram para formular um novo modelo.

 

Fonte: Estadão Conteúdo