Ano começa bem em Viracopos: exportação cresce 56% e importação sobe 33%

viracopos novissimaPresidente da ABV, Gustavo Müssnich, acredita em um cenário de recuperação em 2017. Movimento de janeiro é extremamente superior ao mesmo período do ano passado 

O início do ano de 2017 animou os players de comércio exterior e logística que desenvolvem operações de comércio exterior no Aeroporto de Viracopos. O Complexo Cargueiro de Campinas(foto)  movimentou números significativos no mês de janeiro de 2017.

A exportação foi o destaque, responsável por 4.412 toneladas de carga contra 2.829 de janeiro de 2016, incidindo em um aumento de 56%. O movimento superou até mesmo o mesmo o mês de janeiro de 2015, quando o terminal campineiro processou 4.112 toneladas. O número de janeiro de 2017 é o maior volume para o mês, desde 2013 (5.140 ton.).

Já a importação respondeu por 9.358 toneladas no mês de janeiro, contra 7.011 toneladas processadas no mesmo período do ano passado. O número voltou ao patamar de 2015, quando o TECA (Terminal de Carga) de Campinas recebeu 9.571 toneladas de carga aérea.

“O mercado confia na capacidade cargueira de Viracopos e investimos constantemente em tecnologia, segurança e relacionamento. O aeroporto se consolida cada vez mais como o melhor Terminal de Cargas da América Latina e isso se reflete nos números. Acreditamos em um cenário de recuperação em 2017”, destaca o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich.

Receita Federal terá apresentação no 15º Happy Comex

receita federalEquipe de Fiscais da Inspetoria de Viracopos levará importantes informações aos convidados, no dia 23 de março, em Campinas(SP) 

Considerado um dos melhores “Cubes de Networking” do setor no Brasil, o Happy Comex chega a sua 15ª edição e volta a reunir a nata do comércio exterior e da logística de Campinas e Região.

A Inspetoria da Receita Federal em Viracopos, responsável pelos recintos alfandegados Libra Campinas e ELOG Campinas, além do próprio aeroporto local, será a principal atração da 15ª edição do Happy Comex, com uma apresentação de muito conteúdo aos presentes. O Inspetor Antonio Leal e o Inspetor Adjunto Camilo Cremonez serão os palestrantes do evento.

Mais informações: GPA+ (19) 3383-3555 – mkt@gpamais.com.br

Com o apoio do CIESP Campinas e do SINDASP, 15º Happy Comex terá assinatura da Heineken

Realizado em parceria com o CIESP Campinas(Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) – e com o apoio do SINDASP  (Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo), o Happy Comex é evento regular e ininterrupto desde sua primeira realização em 2010. O encontro semestral é organizado pela GPA+ Comunicação.

Heineken – Outro atrativo desta edição será a parceria com a Cervejaria Heineken, que levará sua marca e produto para o recém-inaugurado espaço de eventos Gratinatti & Grill, no dia 23 de março. O local é dotado de hall de elevadores e ambiente climatizado, além de estacionamento gratuito garantindo conforto e facilidades aos convidados, em espaço exclusivo.

Mais informações: GPA+ (19) 3383-3555 – mkt@gpamais.com.br

São Paulo bate recorde de novos exportadores em 2016

Número de empresas que exportou pela primeira vez cresce 126,1% no Estado, no período de um ano, chegando a 2.010 no total e representando 41,5% das brasileiras

O ano de 2016 foi marcado por uma intensificação nas ações de apoio às exportações pelo Governo do Estado de São Paulo, o que resultou em um aumento de 126,1% na quantidade de empresas paulistas que enviaram seus produtos ao exterior pela primeira vez com relação ao ano anterior. Foram 2.010 empreendimentos estreantes no mercado internacional contra apenas 889 em 2015.

Essas empresas representam quase metade das computadas em todo o País, que chegaram a 4.843. O número também mostra um salto na quantidade de novos exportadores brasileiros: em 2015 foram apenas 1.943, o que resulta em um aumento de 149,25% para 2016.

Os dados fazem parte de um estudo elaborado pela Investe São Paulo, a agência de promoção de investimentos e competitividade ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo (Sdecti), com base em informações disponíveis no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

“Nós já tínhamos a ideia de estender nosso escopo de serviços de incentivo à competitividade com atendimento de empresas que querem internacionalizar-se e a disseminação da cultura exportadora. Nossas projeções apontavam para uma desvalorização do câmbio e de uma desaceleração do consumo interno. A quantidade de empresas que passaram a exportar confirma que lançamos o programa na hora certa”, afirma o diretor da Investe SP, Sérgio Costa, referindo-se ao SP Export.

Realizado por meio de convênio com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) firmado já em 2015, o SP Export envolve todo um conjunto de ações para ajudar a aumentar o número de exportações no Estado de São Paulo, com foco principalmente nas pequenas e médias empresas.

Foram realizados em 2016, por exemplo, três edições do Poupatempo do Exportador, que somaram mais de 200 atendimentos in loco a empresas das regiões de Sorocaba, Ribeirão Preto e Franca; a inclusão de 90 empresas no Projeto de Extensão Industrial Exportadora (Peiex); 16 palestras e workshops que registraram mais de 2.400 presenças; e duas missões comerciais ao exterior envolvendo os países Peru, Colômbia e Argentina, com a participação de mais de 200 empresários. 

Perfil – O estudo também revelou que quase todas essas empresas que ingressaram no mercado internacional realizaram remessas de até US$ 1 milhão: 93,6% das brasileiras (4.537) e 95,4% das paulistas, que representaram 42,3% (2.010) do total das exportações nesse valor dentro do País.

“O quadro reflete um dos ensinamentos que procuramos passar às empresas, que é o fato de que é sempre interessante começar a exportar aos poucos. Nossa expectativa, inclusive, é que o ano de 2017 feche com um número mais expressivo de empresas que fizeram remessas maiores, tendo debutado em 2017”, explica Costa.

O número total de empresas exportadoras também aumentou consideravelmente em 2016, alcançando a maior variação percentual já atingida desde 2001. Foram 11.048 empresas exportadoras registradas em 2016 contra 10.289 em 2015, ou seja, 7,3% a mais.

“O aumento refletiu diretamente no total registrado para o Brasil como um todo, já que 74% das empresas que exportam são paulistas. Isso mostra o acerto da política do Governo do Estado em incentivar ainda mais as exportações”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, o vice-governador Márcio França. 

Dados – Confira abaixo o resumo dos dados apresentados:

 

  Número de empresas exportadoras Número de empresas que exportaram pela primeira vez Número de empresas exportadoras Número de empresas que exportaram pela primeira vez
  Brasil São Paulo Brasil São Paulo
2001 20.238 8.604 3.656 1.428
2002 20.815 8.963 1.795 769
2003 21.909 9.334 1.420 559
2004 24.366 10.066 2.132 768
2005 23.726 9.880 1.706 631
2006 23.113 9.791 1.424 566
2007 23.537 10.096 1.667 680
2008 23.032 9.904 1.416 601
2009 22.434 9.831 1.447 627
2010 21.921 9.760 1.358 583
2011 21.951 9.679 1.350 567
2012 21.482 9.483 1.212 527
2013 21.814 9.610 1.258 563
2014 22.320 9.793 1.484 660
2015 23.548 10.289 1.943 889
2016 25.541 11.048 4.843 2.010

 Investe São Paulo

NTC&Logística recomenda a aplicação do índice de Defasagem nos valores de fretes praticados

A NTC&Logística, baseada em estudos feitos pelo DECOPE (Departamento de Custos Operacionais) da entidade e apresentados durante o último CONET&Intersindical, realizado em Rio Quente/GO, recomenda o reajuste imediato nos valores de fretes praticados pelas empresas.

Durante o último estudo, foi apresentado como ponto mais relevante para o desempenho das empresas de transporte de cargas durante o ano de 2016, o aumento dos custos do transporte, conforme apontado por 29,7% de todos os pesquisados nos dois segmentos (Cargas lotação e cargas fracionadas).

O dado apresentado acima, é diretamente ligado à queda de faturamento das empresas de transporte durante o ano de 2016, que chega, em média a 19,13%.

É altamente recomendado para a saúde financeira de todas as empresas que prestam o serviço de transporte de cargas, que os ajustes de seus valores de transporte sejam novamente analisados, e praticados conforme a defasagem apresentada durante o CONET&Intersindical, que foi de 18,30% em todo o Transporte Rodoviário de Cargas, sendo 11,77% em cargas fracionadas e 24,83% em cargas lotação.

Vale ressaltar, que essa análise, não visa aumentar o lucro de suas operações, e sim, evitar o prejuízo causado pela defasagem dos fretes em seus valores cobrados.

O Transporte Rodoviário de Cargas ganha um peso ainda maior, quando analisamos a sua representatividade para o país, movimentando em suas estradas, uma parcela considerável do PIB Brasileiro.

Por essa razão é fundamental reavaliarmos nossos preços, para mantermos a saúde financeira dessa atividade, fundamental para o país.