Dica da semana – RIYAD – Pratos que são destaques

Veja a dica da semana. Entre os pratos, destaque para as tradicionais esfihas especiais e as 14 opções do cardápio executivo, que oferecemos o dia todo nos shoppings, e de segunda a sexta (somente no almoço) na unidade do Cambuí. “Em especial, a picanha de cordeiro, salada oasis e arroz árabe, o “charuto de repolho” e a “abobrinha recheada e kafta”, afirma André Penna, um dos sócios do local.

O endereço da Unidade Cambuí é na Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). A Unidade Galeria fica no Shopping de mesmo nome, também em Campinas, assim como no Shopping Iguatemi Campinas.

O Riyad possui também Espaço Kids e Espaço Eventos no Cambuí. Confira!

RIOgaleão é o primeiro aeroporto das Américas a receber certificação para setor farmacêutico

riogaleao_cargo_003_0Obtenção da certificação CEIV Pharma, emitida pela IATA, consolida o terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim como uma das principais portas de entrada de produtos farmacêuticos na América Latina

O RIOgaleão Cargo(foto) é o primeiro aeroporto das Américas a obter o certificado CEIV Pharma (Centre of Excellence for Independent Validators) emitido pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA). O reconhecimento do programa, adotado mundialmente, é resultado de uma série de transformações no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim, com destaque para as melhorias em capacidade, infraestrutura e processos de armazenamento de produtos farmacêuticos, incluindo os que exigem temperatura controlada, e treinamento dos profissionais envolvidos. Os investimentos no RIOgaleão Cargo já ultrapassam R$ 30 milhões desde o início da concessão, em agosto de 2014.

Em cerca de um ano e meio, entre a assinatura do contrato com a IATA e a emissão da certificação, o RIOgaleão Cargo passou por diversas auditorias e treinamentos técnicos que atestaram que o terminal segue as melhores práticas e normas operacionais adotadas no mercado internacional. A garantia de qualidade dos serviços oferecidos e da integridade da cadeia fria, além de redução dos riscos e custos logísticos para os clientes deste setor estratégico, consolida o Aeroporto Internacional Tom Jobim como uma das principais portas de entrada de produtos farmacêuticos na América Latina.

Um dos principais elementos para a posição do RIOgaleão Cargo como importante player logístico na cadeia farmacêutica, e consequentemente para a conquista do CEIV Pharma, foi a abertura do TECA Farma 2, o que possibilitou a triplicação da capacidade de armazenamento de cargas refrigeradas. O Teca Farma 2 ocupa uma área de 11 mil m³ e é totalmente automatizado, tem dois ambientes de diferentes temperaturas (2° a 8° e 16° a 22°), docas climatizadas e é o único no País a contar com um transelevador, que propicia ainda mais agilidade na operação. No total, o Aeroporto Internacional Tom Jobim conta com 17 mil m³ de área de armazenamento com temperatura controlada.

Outras mudanças exigidas pela associação também foram adotadas como a revisão de procedimentos e a readequação de outros itens de infraestrutura. Esse mesmo processo de modernização garantiu ao RIOgaleão Cargo, no início deste ano, a Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) e a Autorização Especial (AE), conferidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que atestam que o terminal de cargas está em conformidade com as melhores práticas do setor e atende às exigências do órgão regulador. A Autorização Especial garante ao terminal o armazenamento de produtos controlados em zona primária.

Hoje, cerca de 22% da receita do Terminal de Cargas (TECA) do RIOgaleão está relacionada à movimentação de cargas farmacêuticas e sob  temperatura controlada – dentre elas, as principais campanhas de vacinação do país, que passam pelo terminal ao longo do ano. Segundo a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), as imunizações previnem mais de três milhões de mortes infantis, por ano, no mundo todo.

“Quando a cadeia logística movimenta produtos farmacêuticos e sob temperatura controlada, ela não está simplesmente transportando mercadorias: está carregando insumos, medicamentos e vacinas que irão ajudar a salvar vidas, beneficiando milhares de pessoas. A indústria farmacêutica encontra na carga aérea a velocidade e a eficiência de transporte que estes produtos de alto valor e sensíveis às variações de temperatura necessitam. Toda essa operação deve estar em conformidade com as boas práticas desde o início da coleta na origem até ser disponibilizada ao consumidor final. É nesse momento que o RIOgaleão Cargo entra em cena, e a obtenção do CEIV Pharma prova que estamos empenhados em garantir que operamos com os mais altos padrões de qualidade possíveis em nível global. Alcançar essa certificação significa que nossos clientes podem ter confiança de que sua carga será tratada de acordo com as circunstâncias e práticas mais adequadas e recomendadas, em todas as fases do processo”, afirma Patrick Fehring, diretor do RIOgaleão Cargo.

“O transporte aéreo requer, atualmente, capacitações especiais para o manuseio de produtos farmacêuticos. O CEIV Pharma é um programa que procura implementar padrões internacionais de manuseio através da cadeia de suprimentos, endereçando os desafios da cadeia, incluindo as últimas conquistas no transporte de produtos farmacêuticos. O programa é a prova de que a indústria do transporte aéreo está realmente comprometida com os seus desafios e nos sentimos muito orgulhosos da certificação CEIV Pharma do RIOgaleão”, completa Carlos Ebner, diretor da IATA no Brasil.

 

CEIV Pharma (Centre of Excellence for Independent Validators)

O CEIV (Center of Excellence for Independant Validators) Pharma é um programa de certificação global padronizado, que treina e realiza avaliações para garantir o conhecimento necessário para o transporte de produtos farmacêuticos de cadeia fria. O objetivo da obtenção deste certificado é garantir que o armazenamento e o transporte de produtos da indústria farmacêutica estejam em conformidade com as melhores práticas e normas operacionais adotadas no mercado internacional, garantindo ainda mais qualidade aos serviços oferecidos e à integridade da cadeia fria, além de reduzir os riscos e custos logísticos para os clientes deste setor estratégico.

O RIOgaleão foi o primeiro aeroporto da América Latina a firmar contrato com a IATA para a obtenção do certificado e participa, desde abril de 2015, do programa adotado mundialmente, que consiste em auditorias e treinamentos técnicos no terminal de cargas.

Apesar da crise, empresa de autopeça Amvian antecipa nova fábrica no Brasil

Atibaia no interior de São Paulo recebe fabricante americana de bancos, que foi escolhida pela Volkswagen para substituir o grupo Prevent, com o qual rompeu contrato após longa disputa comercial; por falta de peças, marca alemã paralisou a produção e deixou de fabricar 150 mil veículos

O grupo americano Amvian, fabricante de estruturas para bancos automotivos, antecipará em quase meio ano o início das operações de sua fábrica em Atibaia (SP), agora previsto para abril. O motivo é atender a Volkswagen, sua mais nova cliente. O contrato de fornecimento com a montadora alemã, fechado em agosto, também exigiu do grupo a construção de um prédio extra para dar conta do aumento da produção.

A Amvian foi escolhida pela Volkswagen para substituir o grupo Prevent, com o qual rompeu contrato de fornecimento após uma longa disputa comercial. Sem bancos, a marca alemã teve de paralisar as linhas de montagem por várias semanas nas três fábricas de automóveis em São Bernardo do Campo, Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR) ao longo do ano passado. Ao todo, 150 mil veículos deixaram de ser produzidos em razão das paradas, segundo a montadora.

Por enquanto, as peças para a Volkswagen estão sendo feitas no condomínio industrial alugado pela Amvian em Atibaia em 2011 para atender demandas da General Motors e, depois, da Renault e da PSA Peugeot Citroën, enquanto a fábrica estava em construção em uma área própria na mesma cidade.

“Com o contrato da Volkswagen, o projeto foi antecipado em aproximadamente cinco meses”, afirma Leandro Marquesini Maricati, diretor geral da Amvian. Foi preciso também incluir um novo prédio, em tamanho igual ao que estava em obras. Em abril, a produção hoje feita no condomínio industrial será totalmente transferida para as novas instalações, que ainda não estarão totalmente concluídas.

Foram investidos na fábrica R$ 80 milhões, dinheiro bancado pela matriz, que vê no Brasil oportunidades para ganhar mercado, mesmo em tempos de crise. A unidade terá 57 robôs e adotará sistema de solda a laser que realiza o processo três a quatro vezes mais rápido que a solda comum, informa Maricati.

Sem férias. Em dezembro e início deste mês, enquanto a maioria das empresas de autopeças parou as atividades para as tradicionais férias de fim de ano – várias delas por prazo superior ao normal em razão da crise que reduziu as encomendas –, a Amvian operou a todo vapor. Os cerca de 680 funcionários só ficaram em casa nos finais de semana de Natal e Ano Novo.

Além de formar estoque para fornecer à Volkswagen a partir de segunda-feira, quando a montadora retoma atividades após quase três semanas de férias coletivas, a produção também foi acelerada para completar cerca de 15 mil carros prontos no pátio à espera de bancos desde o final do ano passado.

Do total de funcionários, 420 foram contratados nos últimos quatro meses e atuam na linha que produz peças para a Volkswagen. Pelo menos 5% deles são ex-funcionários da Keiper, empresa do grupo Prevent instalada em Mauá (SP), demitidos após o fim do contrato com a Volkswagen.

De origem familiar, a Amvian foi fundada em 1996 pelo empresário indiano Arvind Pradhan, que juntou as iniciais dos nomes dos três filhos para batizar a empresa: Amar, Vishal e Anne.

A Amvian pertence à holding P&C Group 1, que detém também a marca Camaco, e tem dez fábricas nos Estados Unidos, México, Alemanha, Polônia, Índia e Brasil. Emprega 3,5 mil funcionários e fatura cerca de US$ 600 milhões ao ano. Seus principais clientes globais são GM, Ford e Grupo Volkswagen.

“Até 2009, o grupo atuava apenas nos EUA, onde tem quatro fábricas, mas a partir daí começou a expansão para os demais países e, desde então, vem crescendo em média 15% ao ano”, diz Maricati, engenheiro mecânico de 42 anos que trabalhou na Keiper por 15 anos.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Armazenagem e Capatazia da carga aérea não sofreram reajuste neste início de 2017

O adicional (ATAERO) cobrado separadamente foi incorporado às tarifas nos aeroportos sem sofrer mudanças em seus valores finais. Publicação no D.O.U. pela ANAC confundiu veículos de comunicação.

Influenciada pela redação da publicação da ANAC no Diário Oficial da União (D.O.U.), o Portal LogNews e outros veículos de comunicação do País se equivocaram e publicaram semana passada que as tarifas de armazenagem e capatazia sofreram reajuste de 36% neste início de 2017. Porém, diferente do que foi informado, a mudança ocorreu apenas em raciocínio matemático, ou seja, as tarifas sofreram uma alteração no formato de cobrança, sem nenhum reajuste nos valores finais aplicados.

No Processo anterior – O ATAERO de 35,9% era cobrado no final e a conta ficava da seguinte forma: Armazenagem + Capatazia + ATAERO;

No Processo Atual – O ATAERO foi incorporado à tarifa de armazenagem e capatazia, desta forma temos: Armazenagem (incluindo ATAERO) + Capatazia (incluindo ATAERO).

Apesar disso, como detalhado acima, os valores de armazenagem e capatazia não foram alterados. O mesmo se aplica para as tarifas de embarque de passageiros.

Pedimos desculpas aos nossos leitores em tempo ainda de retificar tais informações, com a colaboração da Assessoria de Imprensa de Guarulhos(GRU Airport).

Fabricado na Toyota em Sorocaba, exportação do Etios cresce

A Toyota divulgou na quarta-feira(11) o desempenho de 2016, em que melhorou sua colocação no ranking nacional de vendas e aumentou sua participação de mercado. Com 180.406 unidades comercializadas no ano passado e 8,8% de market share, a montadora fechou 2016 na 5ª posição do mercado no País e registrou crescimento de 2,6% nas vendas em comparação a 2015.

O crescimento da marca em 2016 ocorre ao mesmo tempo em que a produção de veículos em geral no País caiu 11% em relação a 2015, conforme a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). As vendas de veículos novos, na mesma comparação, recuaram 20%, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

A empresa — que tem fábrica em Sorocaba, onde produz o Etios — também divulgou resultados recordes em produção e exportação. A produção em 2016 foi de 175.901 unidades, aumento de 1,1% em relação ao ano anterior. O compacto Etios teve 93.598 unidades produzidas enquanto o sedã médio Corolla registrou 82.303 veículos produzidos no período.

No ano passado, a Toyota do Brasil exportou 43.561 unidades para outros países da América Latina, com desempenho 16% superior a 2015, que teve 37.496 unidades exportadas. O destaque foi o Etios, nas carrocerias sedã e hatchback, segundo a montadora. Os números comprovam a boa aceitação do modelo na Argentina, Paraguai, Uruguai e Peru, informa a montadora. Em 2016 houve aumento de 17,5% no total exportado, com 26.424 unidades do Etios enviadas aos países vizinhos, ante 22.480 em 2015.

O volume de vendas do Etios no mercado nacional no ano passado foi de 67.768 unidades, de acordo com a montadora. “O Etios manteve um bom desempenho e atingiu números recordes de produção desde que começou a ser fabricado e vendido no País, em 2012. (…) A evolução positiva da família Etios pode ser observada pelo aumento de market share deste produto. O modelo foi responsável por 5,8% de todas as vendas no segmento de hatches compactos (aumento de 1,6 pontos percentuais em relação a 2015). Já as vendas do Etios Sedã representaram 10,3% do total vendido na categoria de sedãs compactos (aumento de 1,1 pontos percentuais se comparado ao ano anterior)”, informa a Toyota.

O Corolla manteve liderança no segmento de sedãs médios. “O modelo foi responsável por 48% das vendas totais na categoria. Foram 64.737 unidades comercializadas”, de acordo com a montadora. A Hilux tornou-se líder do segmento das picapes médias, com 33.969 unidades vendidas, cerca de 3,2% a mais que o total vendido em 2015.

Para o presidente da Toyota para América Latina, Steve St. Angelo, o bom desempenho da Toyota no Brasil ocorre apesar da queda significativa de todo o mercado nacional. “Continuamos comprometidos com o crescimento sustentável da operação da Toyota no Brasil, como demonstrado pelo anúncio recente de investimentos para a expansão da nossa nova fábrica de motores em Porto Feliz e a atualização contínua de nossa linha de produtos.”

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul