Brasil é o segundo país mais atrativo do mundo para receber investimentos em energias renováveis

eolica-finalPaís foi o quarto em crescimento de energia eólica em 2015

O GWEC – Global World Energy Council divulgou, em abril, seu relatório anual com dados mundiais de energia eólica, o 2015 Global Wind Market Report. O Brasil é um importante destaque deste trabalho, já que a capacidade instalada brasileira de energia eólica tem apresentado crescimentos que se destacam na América Latina e também no ranking mundial da entidade. O relatório mostra que, em 2015, foram adicionados 2,75 GW de energia eólica à produção do País, com novas 1.373 turbinas em 111 parques eólicos, superando a marca dos 2,5 GW instalados em 2014.

“O Brasil tem alguns dos melhores ventos do mundo, três vezes superior à necessidade de eletricidade do País”. Este ano, o recorde de geração eólica do Brasil foi quebrado por produzir 10% da demanda nacional de energia no dia 2 de novembro, mostrando o excelente desempenho operacional da energia eólica no Brasil. O sólido crescimento da indústria eólica brasileira deverá continuar: o governo brasileiro, em conjunto com a indústria eólica, estabeleceu uma meta de alcançar 24 GW de energia eólica de em 2024, cobrindo 11% da geração do Brasil. A energia eólica já contratada para 2019 deve trazer capacidade instalada total de 18,67 GW”, aponta o relatório do GWEC, que também afirma que “o Brasil segue como o mercado mais promissor na América Latina”.

Na análise mundial, o GWEC afirma que 2015 foi “um ano sem precedente para a indústria eólica, já que as instalações do ano passaram a marca de 60 GW pela primeira vez na história e ultrapassando 63 GW de nova capacidade eólica. O último recorde havia sido em 2014 quando 51,7 GW foram instaladas no mundo todo”.

De acordo com o GWEC (veja ranking abaixo), o Brasil foi o quarto país em crescimento de energia eólica no mundo em 2015, atrás da China, Estados Unidos e Alemanha e representando 4,3% do total de nova capacidade instalada no ano passado no mundo todo. “Mesmo com a crise econômica que o Brasil está atravessando, a indústria eólica segue crescendo e tem se destacado cada vez mais, com perspectivas muito otimistas. Esta semana, por exemplo, a Empresa de Pesquisa Energética – EPE habilitou 802 projetos para o Leilão A-5 2016, que será realizado em 29 de abril, para contratar energia elétrica para ser fornecida a partir de 2021. No total, foram 29.628 megawatts de capacidade instalada de várias fontes. E a notícia importante é que a principal fonte desses projetos habilitados é a eólica, com 17.131 MW”, avalia Elbia Gannoum, presidente da ABEEólica.

Em capacidade instalada total em 2015, o Brasil aparece no ranking do GWEC em 10º lugar, com 8,715 GW de capacidade instalada. “Consideramos que este é um cenário muito bom, visto que a energia eólica é uma indústria relativamente nova no Brasil e que decolou nos últimos cinco anos, devido ao desenvolvimento de uma cadeia produtiva local eficiente, com a fabricação em território nacional da maior parte das máquinas e equipamentos utilizados no mercado eólico e o cumprimento pelos fabricantes do prazo para a nacionalização de sua produção, conforme regras de financiamento do Programa FINAME do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. Devemos passar a Itália em breve, se não já passamos dado o crescimento reduzido apresentado pelo País nos últimos três anos”, explica Elbia.

Para 2016, o GWEC faz previsões otimistas, em linha com as avaliações da ABEEólica: “A previsão é instalar mais de 3 GW de energia eólica (…), o que representa um investimento de R $ 18 bilhões”.

Para acessar os dados completos do relatório, clique aqui.

No início do ano de 2016, o Brasil alcançou a marca de 9 GW de capacidade instalada na Matriz Elétrica Nacional, o que, em termos de geração efetiva, corresponde à usina hidrelétrica de Belo Monte. De acordo com dados de março de 2016, a capacidade está em 9,2 GW distribuída em 369 parques eólicos.

Em 18/4/16, verificou-se um novo e importante recorde de geração eólica do subsistema nordeste, 4.600 MW às 10h06, representando 43% da carga deste subsistema, com um fator de capacidade de 74%.
Em 2015, foram cerca de US$5 bilhões investidos, 41 mil empregos gerados, mais de 11 milhões de residências recebendo energia elétrica proveniente da fonte eólica mensalmente.

Ao final de 2015, em termos mundiais, o Brasil foi classificado na 10ª posição dentre as maiores capacidades instaladas acumuladas e na 4ª posição considerando as novas potências eólicas instaladas. (GWEC)

Em 2015, a energia eólica foi a fonte que mais cresceu na matriz elétrica brasileira, responsável pela participação de 39,3% na expansão, seguida pela energia hidrelétrica (35,1%) e energia termelétrica (25,6%).

A energia eólica finalizou 2015 com 6,2% de participação na matriz, com uma capacidade instalada de 8,72 GW, números que indicam o aumento de 46,1% em relação à capacidade instalada em 2014, o maior crescimento, em termos percentuais, considerando os 10 países que mais instalaram nova capacidade eólica, seguido de Polônia (33%) e China (27%).

Os 2,75 GW de energia eólica instalados no ano passado representam um novo recorde de instalação no Brasil, porque superam a marca dos 2,5 GW instalados em 2014.

De acordo com o relatório “Climatescope 2015”, produzido pela BNEF, o Brasil é o segundo país mais atrativo do mundo para receber investimentos em energias renováveis no ranking liderado pela China.

Fonte: Canal Bioenergia

Receita Federal simplifica exportações de micro e pequenas empresas

Objetivo do governo é ampliar as exportações de 0,8% para 5% do total

A Receita Federal simplificou as exportações para micro e pequenas empresas. Instrução Normativa publicada nesta terça-feira, 6, permite às empresas optantes do Simples Nacional escolherem um operador para cuidar de todo o processo de exportação, como empresas de transporte expresso habilitadas pela Receita Federal.

Hoje, a facilidade já é permitida para exportações remetidas pelos Correios, que continuam sendo um dos operadores autorizados pelo fisco. Sem o operador autorizado, as empresas têm que cuidar de toda a burocracia para exportar, como cadastros e solicitações de licenças. “O que queremos é que a empresa mantenha o foco em seu ramo de atuação e não na burocracia.

É uma grande desburocratização”, afirmou o coordenador-geral de Administração Aduaneira, Ronaldo Feltrin. Ele disse ainda que as exportações via operador autorizado terão ainda prioridade na inspeção aduaneira e desembaraço mais ágil. De acordo com Feltrin, o objetivo do governo é ampliar as exportações das micro e pequenas empresas, que hoje correspondem a 0,8% do total, para cerca de 5%.

Fonte: PE&GN

Regiões de São José dos Campos e Santos registram maior crescimento no roubo de cargas ao longo do ano

Já Campinas e Sorocaba apresentam queda. Capital e a Grande São Paulo respondem por 81% das ocorrências

O índice de roubo e furto de cargas no Estado de São Paulo no mês de setembro manteve a curva de crescimento e registrou alta de 39% em relação ao mês de setembro de 2015, segundo dados do Boletim Econômico Tracker-Fecap, elaborado pelo Grupo Tracker – maior empresa de rastreamento e localização de veículos do Brasil com cerca de 350 mil clientes – e a Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) – referência na área de Gestão de Negócios.

“O que mais nos chamou a atenção foi o crescimento na Capital (59%) e Grande São Paulo (22%) que, juntas, correspondeu a 81% das ocorrências em todo o Estado. O aumento foi seguido por Campinas com 6% das ocorrências, Santos 4%, Piracicaba 3%, Ribeirão Preto e São José dos Campos com 2% e Sorocaba com 1%”, afirma Frederico Lanzoni, do setor de Inteligência Competitiva do Grupo Tracker. As regiões de Araçatuba, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Bauru não foram incluídas no gráfico por apresentarem participação no registro de ocorrências inferiores a 1%.

A região compreendida como Grande São Paulo refere-se a um conjunto de 38 municípios descritos a seguir: Arujá; Barueri; Biritiba Mirim; Caieiras; Cajamar; Carapicuíba; Cotia; Diadema; Embu das Artes; Embu-Guaçú; Ferraz de Vasconcelos; Francisco Morato; Franco da Rocha; Guararema; Guarulhos; Itapecerica da Serra; Itapevi; Itaquaquecetuba; Jandira; Juquitiba; Mairiporã; Mauá; Mogi das Cruzes; Osasco; Pirapora do Bom Jesus; Poá; Ribeirão Pires; Rio Grande da Serra; Salesópolis; Santa Isabel; Santana de Parnaíba; Santo André; São Bernardo do Campo; São Caetano do Sul; São Lourenço da Serra; Suzano; Taboão da Serra; Vargem Grande Paulista.

Para Erivaldo Costa Vieira, coordenador do NECON – Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica, o aumento do desemprego pode ajudar a explicar o avanço nessa modalidade de crime reflete sobre a natureza dos crimes. Ele ainda reflete sobre a natureza dessas ocorrências. “Diferente do que alguns pensam, o roubo de carga se concentra nas áreas urbanas, são roubos de oportunidade, mercadorias de baixo valor agregado, alimentos, cigarros e bebidas. Itens de fácil permuta no mercado ilegal e de ampla aceitação pela sociedade informal”.

O crescimento do número de ocorrências concentrou-se em quatro regiões: São José dos Campos, com a maior alta (70%), seguida por Santos (47%) e Ribeirão Preto (15%). A capital paulista e grande São Paulo, que respondem por 81% dos crimes de roubo de carga, registraram crescimento de 12%. Já as regiões de Campinas, Piracicaba e Sorocaba, com base nesse comparativo, registraram queda no número de ocorrências, com destaque para Sorocaba com a maior queda (13%).

Portal Nacional SEGS

Lenovo descontinua linha “baratinha” em briga por mercado de celulares top

Desde que a Lenovo comprou a Motorola em 2014, o portfólio de smartphones da empresa caiu de 30 modelos para os 10 atuais, indo da linha Moto (mais premium) até a Vibe (focada em bom custo-benefício). Mas a ideia para 2017 é reduzir ainda mais esse número, afirmou o presidente da área móvel da marca, Aymar de Lencquesaing, em um evento fechado para a imprensa, em Chicago (EUA).

A linha Moto de smartphones será a principal, enquanto a Vibe deixará de existir a longo prazo. Esse processo será gradual; os modelos atuais continuarão a ser vendidos e com a devida assistência aos clientes em 2017. Ainda não há, entretanto, uma data definida para extinguir a linha em definitivo.

O objetivo seria manter a estratégia de mercado da Motorola mais “focada” e brigar com os top de linha como Samsung S7 e iPhone 7. “Desde que compramos a Motorola estamos buscando pensar fora da caixa. O lançamento do Moto Z [que trouxe um conceito modular para adicionar acessórios e é o top de linha da marca] foi um movimento para mudarmos as regras do jogo. É difícil fazer isso”, definiu Lencquesaing.

Toda a estrutura de negócios da Lenovo deve mudar para priorizar a divisão de celulares, buscando estar entre as cinco maiores do mundo. De acordo com o vice-presidente, a Lenovo/Motorola atualmente ocupa a sexta posição mundial, sem especificar os parâmetros usados.

Um recente balanço da consultoria Gartner diz que as outras cinco seriam nesta ordem: Apple, Samsung, Huawei, Oppo e BBK (as três últimas chinesas) — a Lenovo caiu do top 5 no primeiro semestre deste ano. Apesar disso, a empresa diz que o braço de telefonia teve crescimento em mercados emergentes, como Ásia-Pacífico e América Latina.

No Brasil, a Lenovo/Motorola é a segunda colocada, com 21,4% do faturamento desse mercado no último mês de outubro –a Samsung segue como líder, segundo a consultoria GfK.

Mas não se preocupe, os celulares mais baratos da linha Moto, como o G Play ou o E, ainda vão existir e devem a brigar em sua faixa de preço. Já o phablet Phab 2 PRO, que usa tecnologia do Google para mapear o ambiente e criar realidade aumentada (aquela do Pokémon), continua nos planos da empresa.

Fonte: UOL Notícas

Dica da Semana – Riyad – Esfiha de Avelã

Um sabor sem comparação. Esta é a descrição da “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região que visitar o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad. A Esfiha de Avelã é um pedido que recomendamos para os amantes da culinária árabe.

Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458.

O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço para eventos e Delivery. Confira!