Mais de mil transportadoras confirmam paralisação na semana do dia 30 de outubro. Conheça quem já aderiu, segundo Jornal.

Mais de mil transportadoras já confirmaram a paralisação de seus caminhões na semana das eleições para que seus motoristas possam comparecer às urnas, informou o Jornal do Caminhoneiro.

O objetivo do setor do transporte, é levar mais de 3 milhões de motoristas e funcionários votarem.

Entre as maiores empresas que já confirmaram a paralisação, estão:

  • JSL Transportes
  • RODOJUNIOR TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA
  • Comando Diesel
  • Transportadora Martinelli,
  • Hungaro Transportes
  • Transoeste Logística
  • Bordignon Transportes
  • 1500 Transportes
  • Sada Transportes
  • Transportadora Lunardi
  • TransMagnabosco
  • Transmagna
  • Fribon Transportes
  • Brasil Central
  • Comelli Transportes
  • Maroni Transportes
  • G10 Transportes
  • Transpanorama
  • Bertolini Transportes
  • Ouro Verde
  • Bom Jesus Transportes
  • Lontano Transportes
  • Cocal Transporte
  • Transben Transportes
  • Brambila Transportes
  • Brasil Novo

Fonte: Jornal do Caminhoneiro

Implementos rodoviários: base exportadora para a América Latina e o Continente Africano

O setor de implementos rodoviários não para de crescer e está ganhando cada vez mais destaque no Brasil. Em 2021, mesmo com os impactos da pandemia da Covid-19 e da crise econômica ainda evidentes, o setor faturou mais de R$ 15 bilhões apenas no Brasil.

Quem trouxe esses dados foi Alexandre Gazzi, vice-presidente do Departamento Rodoviário do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE), para a NEWSLETTER Intermodal Digital

Os implementos rodoviários formam uma categoria bastante ampla e que engloba vários produtos usados no transporte rodoviário. “São denominados implementos rodoviários os reboques, os semirreboques e as carrocerias destinados ao transporte rodoviário de carga, que operam conjuntamente com um caminhão”, diz Gazzi.

Ele complementa explicando que: “Os reboques e os semirreboques são tracionados por um caminhão do tipo ‘cavalo mecânico’ e as carrocerias são montadas sobre o chassi de um caminhão do tipo ‘plataforma’”.

Segundo Gazzi, a indústria de implementos rodoviários emprega, direta e indiretamente, mais de 50 mil pessoas no Brasil. Além disso, conforme comentamos no início deste artigo, apenas em 2021 foi injetado um montante de R$ 15 bilhões na economia nacional.

BASE EXPORTADORA – Com números tão significativos, fica evidente a relevância de termos uma indústria de implementos rodoviários fortes no Brasil. Sobre o assunto, Gazzi declara que “as características e dinamismo do mercado brasileiro de implementos rodoviários criaram equipamentos únicos e customizados às operações de um país com condições continentais, tipos de produtos transportados e formato das composições derivados de uma legislação moderna e única no mundo”.

O representante do SIMEFRE também acredita que a indústria nacional de implementos rodoviários mantém seu empreendedorismo e tem fortíssima presença na demanda de clientes. Além disso, é uma base exportadora para a América Latina e o Continente Africano.

Perguntado sobre as principais inovações que a indústria brasileira está desenvolvendo para o transporte de cargas, o especialista respondeu que “algo que está se consolidando entre os fabricantes brasileiros é o uso mais intenso de materiais alternativos, como aços de alta resistência, materiais compósitos e alumínio, com a finalidade de redução de tara e aumento de vida útil”.

Ele também acredita que está ocorrendo a introdução em maior escala de componentes eletrônicos nos produtos. “A fabricante Randon, por exemplo, apresentou um semirreboque com tração auxiliar de um eixo elétrico e o lançamento de uma linha New R, com materiais alternativos e componentes eletrônicos, com um sistema inovador de rastreamento e gestão de frota”, exemplifica.

Com informações: Intermodal Digital

De olho no transporte de cargas sensíveis, Asa Express quer aproximação ainda maior com mercado do interior de SP

A Asa Express quer uma aproximação ainda com o setor de cargas sensíveis do interior de São Paulo. A empresa, fundada em 1989, especializou-se no transporte rodoviário de cargas de importação e exportação. Ao longo dos anos investiu em aperfeiçoamento de pessoal, modernização da estrutura e frota de veículos. Desde então, a empresa com “DNA Express” vem se destacando cada vez mais por oferecer a melhor qualidade no serviço e atendimento aos seus clientes.

Consolidada neste segmento, a empresa quer agora buscar uma fatia maior e aposta no interior do Estado de São Paulo. Em uma dessas ações para atingir este objetivo, a empresa participará do tradicional almoço de networking, Gourmet Comex, que será realizado em novembro, na cidade de Campinas, o principal centro tecnológico do Brasil.

A Asa Express se destaca hoje pela qualidade de seus veículos e de sua equipe especializada. Com matriz no maior porto do Brasil – Santos (SP), também considerado o maior complexo portuário da América Latina, a empresa ainda conta com filiais localizadas estrategicamente nos principais aeroportos cargueiros para a eficiência do seu negócio, resultando em agilidade e segurança para esse serviço.

“Uma leitura que fazemos é a de que o os segmentos de cargas sensíveis, como tecnologia e automotivo, necessitam de um atendimento personalizado. Neste momento, nossos diferenciais farão toda a diferença. Estamos estruturados para atender e crescer nestes setores”, avalia Richard Faustino, diretor da Asa Express, ao citar os principais segmentos como o automotivo, de cargas sensíveis e de tecnologia.

Pioneira no transporte de cargas high-tech, Rodo Import completa 25 anos e movimentará 30 mil toneladas em 2022

Os dirigentes da Transportadora Rodo Import se orgulham ao lembrarem que a empresa foi pioneira no transporte de carga high-tech no Brasil, logo que iniciou as atividades em 1997. Não à toa, a empresa nasceu em Campinas (SP), em região reconhecida como o Vale do Silicio Brasileiro – numa referência às cidades americanas que formam um conglomerado de empresas de tecnologia.

Mas, a empresa cresceu, atende hoje todos os setores e, ao completar 25 anos, se apresenta forte ao mercado e com números operacionais animadores. A Rodo Import possui ainda mais motivos para comemorar.

Nos últimos 12 meses, a Transportadora coletou cerca de 30 mil toneladas de carga, mesmos volumes que projeta fechar o ano de 2022, com produtos que representaram R$ 16,6 bilhões, neste mesmo período. Além disso, em sua trajetória histórica, a empresa investiu e se organizou, consolidando-se em uma vigorosa infraestrutura administrativa e financeira “A Rodo Import acredita que a robustez financeira é a segurança para qualquer negócio, por isso possui uma sólida estrutura administrativa, que pode ser confirmada através das auditorias e certificados conquistados”, atesta Alexandre Luiz Raffi Filho, diretor da Rodo Import.

Em um desses avanços, recebeu a certificação OEA – Operador Econômico Autorizado – que consiste no reconhecimento pela Receita Federal aos operadores da cadeia logística internacional que demonstram capacidade de gestão de riscos relacionados à segurança física das cargas e à conformidade tributária e aduaneira, credenciando a Rodo Import a entregar vantagens aos seus parceiros de negócios.

Todos os tipos de mercadoria – Este é o transporte da Rodo Import, desde 1997 reconhecido pela eficiência na condução de produtos de alto valor agregado e de cargas sensíveis, além da qualidade e segurança de seu transporte rodoviário de carga e uma robusta infraestrutura administrativa e financeira. Tudo isso, a credencia para o transporte de qualquer tipo de mercadoria. em todos os segmentos. Traz ainda em seu bojo, uma frota diversificada e moderna para atender as mais variadas demandas, além de uma equipe especializada para entregar seus diferencias, ao lado de um leque de certificações.

A empresa tem Sede em Campinas, cidade que abriga o maior centro cargueiro da América Latina: o aeroporto de Viracopos. Possui ainda uma unidade no aeroporto de Guarulhos e atuação em todo Brasil, com destaque na Região Sudeste. “Por fim, vale destacar, que a essência da empresa carrega valores agregados de uma empresa comprometida, com fortes ações de sustentabilidade e responsabilidade social corporativa, finaliza Alexandre Filho.

 

Custos e agilidade atraem importadores e Trânsito Aduaneiro Simplificado cresce em DTA’s na AGESBEC

Em tempos de fretes elevados e aumento dos custos logísticos nas operações do comércio exterior brasileiro – essa última característica principalmente em função do aumento dos tempos de liberação – importadores e exportadores têm buscado alternativas para suas operações internacionais. São vantagens logísticas, tributárias e ganhos financeiros comparados às outras operações.

Em uma dessas soluções, a AGESBEC (Centro Logístico Alfandegado e Primeiro Entreposto Aduaneiro do Brasil) identificou em seu fechamento de setembro de 2022, o crescimento das cargas removidas no Porto de Santos para liberação na zona secundária do Terminal em São Bernardo do Campo, realizadas via DTA, usufruindo do Trânsito Aduaneiro Simplificado.

“Além de avanços em agilidade na liberação, as empresas identificaram a oportunidade na redução de custos logísticos, escapando dos altos valores de demurrage e também de movimentação, armazenagem e capatazia na zona primária no Porto de Santos ou ainda nos Aeroportos de Viracopos ou Guarulhos”, explicou Jefferson Satyro, CEO da AGESBEC.

As facilidades de remoção no trânsito aduaneiro para a empresa ganham ainda mais eficiência pela localização estratégica da AGESBEC. Em posição privilegiada, possui acesso direto ao Sistema Anchieta-Imigrantes e ao Rodoanel Mário Covas e está próxima de grandes centros logísticos de zona primária: 50km do Porto de Santos; 24km do aeroporto de Congonhas e 47km do aeroporto de Guarulhos.

Ainda assim, segundo dados da ABTRA – Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados, apenas 1,2% dos contêineres de Santos são removidos para liberação em um Porto Seco. Deste total, entre 2% e 3% são operados no regime de Trânsito Aduaneiro Simplificado. “É um número ainda muito baixo para as contrapartidas que são ofertadas pelo mercado”, avalia Satyro.

As vantagens de regimes aduaneiros especiais ainda não são de conhecimento de muitos embarcadores: apenas 45% das empresas se utilizam desses recursos no Brasil, segundo apontou uma pesquisa divulgada em agosto de 2022, pelas empresas Delloite e Becomex. “Mas, identificamos alguns setores atentos a estas oportunidades, com o de Energia renovável – solar e eólica – indústrias de base, farmacêutico e o varejo de luxo. Eles vislumbraram eficácia de Zona secundaria, através da inteligência aduaneira e a excelência operacional”, finaliza Satyro.