Viracopos abre 300 vagas e Prefeitura de Indaiatuba promove Feira de Empregos

A Prefeitura de Indaiatuba (SP), em parceria com o Aeroporto Internacional de Viracopos e a empresa WFS, realiza no próximo dia 20 de janeiro, no Auditório do Paço Municipal, das 8h às 13h, uma Feira de Empregos e Oportunidades, com pelo menos 300 vagas de emprego para trabalhar no terminal aeroportuário.

As oportunidades são para a empresa WFS, prestadora de serviços para a companhia aérea Azul Linhas Aéreas. Os cargos atendem a três funções: Operador de Equipamentos, Auxiliar de Rampa e Auxiliar de Esteira com 100 vagas disponíveis para cada função.

O Operador de Equipamentos atua na operação e movimentação de equipamentos de solo no pátio de aeronaves. Entre suas principais atividades estão operar equipamentos, como trator, escada rebocável, QTU, QTA e carro elétrico, além de manobrar e posicionar os equipamentos junto à aeronave, assegurando que estejam devidamente calçados, com a área de segurança liberada, e realizando o carregamento e descarregamento conforme os procedimentos estabelecidos.

Já o Auxiliar de Rampa e de Esteiras atua nas operações no pátio de aeronaves, garantindo segurança, agilidade e excelência dos processos aeroportuários. Entre suas atividades estão o carregamento e descarregamento de bagagens, com atenção às normas de segurança e aos procedimentos de manuseio, além do correto posicionamento nas esteiras de rolagem.

A feira de seleção dos candidatos acontece no dia 20 de janeiro, na Prefeitura de Indaiatuba, localizada na Avenida Fábio Roberto Barnabé, nº 2.800 – Jardim Esplanada.

Serviço:
Feira de Emprego e Oportunidades
Data: 20 de janeiro (terça-feira)
Horário: das 8h às 13h
Local: Prefeitura de Indaiatuba – Avenida Fábio Roberto Barnabé, nº 2.800 – Jardim Esplanada II

*Crédito da foto: Divulgação/Viracopos

Rodo Import anuncia certificações, apresenta novos veículos e aposta no transporte de produtos com anuência ANVISA

A Transportadora Rodo Import – Sediada em Campinas e com 29 anos de atuação – obteve recentemente novas certificações ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Com a publicação no D.O.U. (Diário Oficial da União) no ano passado, a empresa se credenciou definitivamente para o transporte rodoviário de cargas que exigem cuidados para produtos controlados, sob anuência dessa Agência Reguladora.

Ao iniciar 2026 e atenta ao mercado que tem apresentado um crescimento consistente, impulsionado por fatores como o aumento da população idosa e a maior acessibilidade do sistema público de saúde, a tradicional Transportadora Campineira e pioneira no transporte de cargas high tech, ingressa firme agora no mercado de produtos com anuência ANVISA: aqueles relacionados a cosméticos, alimentos, medicamentos, medicamentos correlatos e sustentabilidade.

“A Empresa está credenciada para o transporte de cosméticos, perfumaria, produtos de higiene, produtos para saúde e correlatos, saneantes, produtos alimentícios, farmacêuticos e hospitalares, entre outros”, comemora Alexandre Luiz, diretor da Rodo Import. A empresa investiu este ano em equipamentos para transportar cargas de alto valor agregado no ramo farmacêutico, como um blindado refrigerado com tecnologia para atingir temperaturas de até – 29° C, apto ao transporte de materiais mais sensíveis, a exemplo de vacinas.

Crescimento 30% até 2027 – A indústria farmacêutica no Brasil tem movimentado valores expressivos. Em 2025, segundo projeções da consultoria IQVIA, a expectativa de crescimento anual é de 10,9%, atingindo R$ 240 bi em faturamento, impulsionado por canais não-varejo e e-commerce. Outras fontes apontam para valores ainda mais altos, como a consultoria Redirection International, que projetou um crescimento contínuo, com a indústria farmacêutica brasileira prevista para crescer cerca de 10% ao ano, ou seja, 30% até 2027.

A logística de transporte de medicamentos no Brasil precisa seguir normas e especificações para que o produto chegue ao destino no prazo e com a mesma qualidade que saiu da indústria. Esse tipo de transporte, além de envolver uma equipe técnica especializada, tecnologia e planejamento, somente pode ser realizado por empresas de logística que têm o certificado da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão responsável pelo controle sanitário destes produtos, além de seguir à risca as legislações do setor.

Além do farmacêutico responsável, da certificação da Anvisa e de toda documentação em dia, a transportadora tem que sinalizar todos os materiais transportados; manter os veículos com temperatura entre 2ºC e 8ºC para medicamentos termolábeis e entre 15°C a 25°C para demais medicamentos; higienização constante da frota e ter profissionais especializados no manuseio desses insumos, entre outros. “Estamos prontos para esta importante fatia do mercado,” finalizou Alexandre Luiz ao apresentar um de seus novos veículos (FOTO).

Barretos exportou US$ 33,4 milhões para 7 países sul-americanos em 2025

Relatório do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) apontam que as empresas barretenses embarcaram US$ 33,42 milhões em produtos para sete dos 12 países sul-americanos em 2025. O volume representa pouco mais de 9% dos US$ 356,8 milhões exportados pelo município no ano passado.

De acordo com o Mdic, o maior parceiro comercial barretense é o Chile, que comprou US$ 11,6 milhões, com 3,2% de participação nas exportações do município.

A Argentina vem em segundo lugar na lista, comprando US$ 7,3 milhões, ou 2,1%. Bem próximo ficou o Paraguai, com importações que somaram US$ 7,1 milhões (2,0%). Na sequência, ficou a Colômbia, que movimentou US$ 4,4 milhões, com 1,2% de participação, e o Uruguai que adquiriu US$ 2,8 milhões (0,8%).

Bolívia (US$ 170 mil) e Peru (US$ 56,5 mil) foram os menores compradores. A cidade não exporta para cinco países do continente, entre eles, a Venezuela.

Fonte: https://jornaldebarretos.com.br

Acordo Mercosul-UE é assinado e cria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo

Após 26 anos de negociação, representantes dos blocos de integração regional Mercosul e União Europeia (UE) assinaram neste sábado (17), um acordo de livre comércio com potencial de integrar um mercado de cerca de 720 milhões de pessoas (450 milhões na UE e cerca de 295 milhões no Mercosul).

Aprovado por ampla maioria dos 27 países que integram a UE, o tratado foi assinado em Assunção, no Paraguai – país que, desde dezembro de 2025, preside temporariamente o Mercosul.

Protocolar, a assinatura do acordo comercial formaliza o fim da fase de tratativas técnicas e políticas iniciadas em junho de 1999, quando as partes começaram a negociar seus termos. O texto estabelece a gradual eliminação de tarifas de importação para mais de 90% do comércio bilateral, envolvendo bens industriais (máquinas, ferramentas, automóveis e outros produtos e equipamentos) e produtos agrícolas.

Após a assinatura, o texto será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país integrante do Mercosul. A entrada em vigor da parte comercial do acordo depende da aprovação legislativa, com previsão de implementação gradual ao longo dos próximos anos. De qualquer forma, a expectativa é que o tratado seja implementado gradualmente e que seus efeitos práticos demorem algum tempo para começar a ser sentidos, estabelecendo a maior zona de livre comércio do mundo.

Nesta quinta-feira (15), o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse crer que o acordo comercial entre em vigor ainda no segundo semestre deste ano.

Assinado, o Parlamento Europeu aprova sua lei e nós, no Brasil, aprovamos a lei, internalizando o acordo. A gente espera que aprove a lei ainda neste primeiro semestre e que tenhamos, no segundo semestre, a vigência do acordo. Aí, ele entra imediatamente em vigência”, afirmou Alckmin.

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) estima que a implementação do acordo pode incrementar as exportações brasileiras em cerca de US$ 7 bilhões e ampliar a diversificação das vendas internacionais brasileiras, beneficiando inclusive à indústria nacional.

Com informações: Agência Brasil

Porto de Santos fecha 2025 com 186,4 milhões de ton e recorde anual

A Autoridade Portuária de Santos (APS) informou, nesta quinta-feira (15), que a movimentação total de cargas do Porto de Santos (SP) atingiu 186,4 milhões de toneladas em 2025, com crescimento de 3,6% em relação a 2024 e maior volume já movimentado em um ano pelo terminal. O recorde foi consolidado com as 14,7 milhões de toneladas movimentadas em dezembro, 16,% acima da do mesmo mês do ano passado, que ficou em 12,7 milhões de toneladas. O fluxo de navios acompanhou o crescimento da movimentação, com 5,7 mil embarcações atracando no terminal, o que representou alta de 2,7% em comparação com 2024.

De acordo com dados divulgados pela APS, um dos destaques de 2025 foi a movimentação de carga geral conteinerizada, que superou 5,9 milhões de TEUs, com alta de 7,7% em relação a 2024. Em tonelagem, o total foi de 62,3 milhões de toneladas, 3,9% acima do registrado no ano passado.

Nos granéis sólidos, o volume movimentado chegou a 94,5 milhões de toneladas, com alta 4,2% com destaque para complexo da soja, com 44,9 milhões de toneladas e crescimento de 18,9%. A movimentação de celulose, com elevação de 21,5%, atingiu 9,9 milhões de toneladas.

Mas, segundo a autoridade portuária, foram registrados em 2025 quedas de 10,8% no movimento de açúcar, de 4,6% no de milho e de 6,3% no de granéis líquidos. A APS informou, no entanto, que em dezembro os granéis sólidos cresceram 36,7% e o milho, 44,9%, em relação ao mesmo mês de 2024.

As operações de embarque de cargas de exportação totalizaram 137,4 milhões de toneladas no ano, com crescimento de 4,6%, enquanto os desembarques, no fluxo de importação, mantiveram-se estáveis com aumento de 1% e 49 milhões de toneladas movimentadas. Segundo a APS, em 2025, passaram pelo Porto de Santos 29,6% de todas as mercadorias do comércio exterior do Brasil, contra os 29% registrados no ano anterior. A China manteve-se como principal parceiro comercial, sendo destino ou origem de 29,6% das transações.