Terminal de Carga de Manaus, um dos maiores do Brasil, será o próximo a ser concedido à iniciativa privada

Infraero dá continuidade a nova política de mercado com licitações de seus complexos logísticos

Dando continuidade à consolidação de seu novo posicionamento estratégico na área de soluções logísticas, a Infraero publicou na última quarta-feira (5/7), no Diário Oficial da União (DOU), o edital de licitação para a operação e exploração comercial do terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto de Joinville/Lauro Carneiro de Loyola (SC). A licitação tem abertura prevista para 14/8.

A concessão da operação do complexo logístico de Joinville envolverá uma área total de 105.730 m², com preço básico inicial e preço mínimo mensal de R$ 500 mil, com investimentos vinculados de R$ 47,9 milhões e prazo contratual de 25 anos.

O Teca de Joinville foi inaugurado em 11 de dezembro de 1974 e conta com uma área atual de 2.627 m². A maior parte das cargas é proveniente e também tem como destino Alemanha, Itália, China e Estados Unidos. Os setores metal-mecânico, de fármacos, equipamentos médicos hospitalares e equipamentos automotivos são os carros-chefes da carga movimentada pelo complexo logístico. Entre janeiro e maio de 2017, o complexo movimentou 841,8 t de carga.

Além de Joinville, está em planejamento a concessão das operações do Teca do Aeroporto Internacional de Manaus/Eduardo Gomes (AM). Em Manaus, será concedida área de 49.382,53 m², com preço básico inicial de R$ 3 milhões e preço mínimo mensal de R$ 2,7 milhões, com prazo contratual de dez anos. O lançamento do edital está previsto para este semestre.

Licitações já concluídas – Cinco processos de concessões de complexos logísticos já foram realizados até o momento pela Infraero: Goiânia (GO), Curitiba (PR), Vitória (ES), São José dos Campos (SP) e Recife (PE). Os quatro primeiros já tiveram seus contratos assinados e, no caso de Goiânia e Curitiba, a empresa vencedora deverá assumir as operações dos complexos até o início do segundo semestre deste ano. O processo do Aeroporto do Recife está em fase de assinatura do contrato.

Todos os contratos em questão preveem prazo de concessão de dez anos, sem investimentos vinculados por parte das empresas concessionárias. Os valores de luva (preço mínimo mensal) totais obtidos com os cinco contratos somam R$ 2,95 milhões.

Nova postura estratégica de logística da Infraero – A Diretoria Comercial e de Soluções Logísticas Infraero adotou neste ano um novo posicionamento estratégico e de mercado na área de logística de carga, buscando expandir o portfólio de serviços e produtos de logística integrada oferecidos pela empresa e ampliando a parceria com a iniciativa privada nos negócios. Os processos licitatórios de diversos Tecas da empresa são um passo importante dessas novas diretrizes.

Além disso, a Infraero tem o objetivo de ampliar as oportunidades de operações multi e intermodais, agregando a expertise dos parceiros nos modais marítimo, rodoviário e ferroviário ao know how da Infraero no modal aéreo. As novas diretrizes permitirão inclusive a oferta futura de serviços como crossdocking, picking and packing, porta a porta, gestão de estoques, cargas de projeto e outros, além da consultoria e assessoria já disponibilizadas pela empresa.

Com seu novo posicionamento, a Infraero busca permanecer alinhada às melhores práticas de mercado, mantendo a competitividade no mercado e buscando todas as oportunidades possíveis para gerar valor, reduzir custos e garantir a máxima eficiência.

Mês da Logística de Carga na Infraero – No dia 1º de julho, foi celebrado o Dia da Logística de Carga da Infraero, data em que foi inaugurado, no ano de 1974, o primeiro complexo logístico da empresa, no Aeroporto Internacional de Curitiba. O marco registra a importância da atividade de logística de carga da empresa, elemento fundamental do trabalho da Infraero no desenvolvimento econômico do país, de acordo com as características de movimentação de cada complexo, e o novo posicionamento da empresa em sua abordagem de soluções logísticas vai ao encontro dos esforços para manter o dinamismo inerente às atividades de logística de carga.

Alfândega reduz em dois dias prazo para liberação de cargas no Porto de Santos

Aumento da equipe de atendimento e análise de documentos aceleraram processo da Receita Federal

Mudanças nos procedimentos necessários para o desembaraço de cargas de importação no Porto de Santos podem agilizar em até dois dias a liberação das mercadorias que desembarcam no cais santista. As novas regras entraram em vigor ontem. Agora, em cerca de três horas, os despachantes aduaneiros saberão se os produtos passarão por vistoria física ou apenas documental.

De acordo com o inspetor-chefe da Receita Federal na Alfândega do Porto de Santos, Cleiton Alves dos Santos João Simões, as alterações no procedimento foram definidas após estudos que tinham como objetivo agilizar a liberação de Declarações de Trânsito Aduaneiro (DTAs). O atendimento, que era feito por duas pessoas, foi ampliado e agora conta com dez servidores, que também atuam em regime de plantão durante a noite e aos finais de semana.

Antes, eram necessários cerca de três dias para a autorização de transporte das mercadorias. O pedido era feito pelos despachantes aduaneiros por meio de um envelope entregue na Alfândega. O material era analisado pelos fiscais e, em seguida, repassado aos terminais. Normalmente, segundo Simões, o repasse às instalações portuárias era feito ao final do dia, por malotes. Agora, este procedimento será feito de forma eletrônica.

“Trazendo a DTA, a equipe analisa a documentação e estando tudo ok, ela vai direto para o sistema, onde é indicado o canal de conferência imediatamente”, explicou o inspetor da Alfândega.

A expectativa da aduana é de que, em casos em que a documentação tenha sido entregue corretamente, a carga possa ser retirada no mesmo dia dos terminais. “Acreditamos, também, que a quantidade de erros documentais pode diminuir, já que, se houver algum, a atendente o indicará na hora”, destacou Simões.

O presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santos e Região (SDAS), Nívio Peres dos Santos, concorda que a medida será benéfica ao setor. “Vamos ter uma agilidade maior na liberação das cargas. Isso vai agilizar as operações e pode reduzir custos”.

Conferência – o pedido de liberação das cargas de importação ou das de exportação é registrado no Sistema de Controle do Comércio Exterior, o Siscomex. É ele, a partir de protocolos de análise de risco e do cruzamento de informações com outros bancos de dados federais, que determina qual o nível de fiscalização a ser aplicado em cada carregamento.

Na importação, as cargas são classificadas em quatro canais. São eles: o verde (o desembaraço dos artigos é automático e fiscalizações são dispensadas), o amarelo (o exame documental é feito e, se nenhuma irregularidade for percebida, a verificação do artigo é dispensada), o vermelho (os documentos devem ser apresentados e o fiscal tem de inspecionar o produto) e o cinza (são aplicados os mesmos critérios que no vermelho, além de ser exigido o exame preliminar do valor aduaneiro da carga).

Segundo o inspetor da Alfândega, além da classificação do sistema, os auditores fiscais também fazem uma análise de risco, que leva em conta a procedência das cargas, o tipo do produto importado e ainda a empresa importadora.

“Essa conferência de mercadorias também pode ser feita de forma remota através do nosso centro de monitoramento”, explicou Simões.

Com informações: Jornal “A Tribuna”

Novo CLIA no Sul de Minas é alfandegado pela Receita Federal

Centro Logístico Aduaneiro em Pouso Alegre (MG) nasce com forte parceria comercial e focado no desenvolvimento industrial da região

Após grande expectativa e muito trabalho de planejamento, preparação e cumprimento de todas as exigências necessárias, a Superintendência Regional da Receita Federal de MG, concedeu à A.G. Sul das Gerais, a licença para exploração do Centro Logístico Industrial Aduaneiro (CLIA) de Pouso Alegre. O Ato Declaratório Executivo No. 40 de 19/06/2017, foi publicado no Diário Oficial da União, fls.21, Seção 1, no último dia 20 de junho.

O mais novo recinto alfandegado do Estado, com mais de 28.000 m2 de área de pátio e armazéns cobertos, está localizado no KM  791 da BR 381, Rodovia Fernão Dias, estrada federal que liga São Paulo a Belo Horizonte, tornando-se o ponto alfandegado para armazenagem de cargas de Minas Gerais, mais próximo das zonas primárias de entrada de cargas do estado de São Paulo.

As atividades operacionais terão início nos próximos dias, mas a comercialização dos serviços já está em pleno desenvolvimento e ficará sob responsabilidade da EGA Solutions. “Escolhemos a EGA como nosso corpo comercial, por toda sua expertise e reconhecida gestão comercial na armazenagem e movimentação de cargas, pois temos o firme propósito de acelerar o fechamento de negócios, trazendo ainda mais desenvolvimento e facilitando as operações de comércio exterior das empresas sediadas em toda a região, inclusive nas cidades do estado de São Paulo, que fazem divisa com o sul de Minas Gerais” explica o Presidente do CLIA POUSO ALEGRE, David Maciel.

A EGA Solutions já atua nos principais Portos, Aeroportos e Instalações Alfandegadas do Brasil, levando aos seus clientes alguns diferenciais importantes e suprindo carências no mercado de importação e exportação. “Temos mais de 35 anos de experiência em desenvolvimento comercial de Recintos Alfandegados e Logística Portuária. Estamos certos de que poderemos contribuir muito com o CLIA, pois além de termos uma força de vendas especializada já consolidada, estamos investindo no incremento do nosso time comercial e seremos um reforço importante para as pretensões de negócios na região. Ficamos muito honrados com a escolha da EGA pela diretoria do CLIA” disse Eduardo Guimarães de Assumpção, diretor presidente do Grupo EGA.

“Com frota própria, veículos rastreados e equipamentos para transporte de até 74 toneladas (Bi trens de 9 eixos), a EGA TRANSPORT, empresa do Grupo EGA, será diretamente envolvida para facilitar as transferências de cargas dos Portos e Aeroportos até o CLIA, com muita competitividade e integrada aos serviços do CLIA, gerando ainda mais competitividade”, explica o Diretor Comercial da EGA em MG,  Jeferson Carvalho.

As ações agora estão voltadas principalmente para montagem da estrutura de vendas e operacional. A procura pelos serviços já é intensa. Pouso Alegre já  reconhecida como polo industrial, se prepara para ser um grande centro logístico e de distribuição de cargas, especialmente por sua localização geográfica e pelas empresas já instaladas em todas as cidades do entorno, com destaque para o setor de saúde, tecnológico  e farmacêutico. “Os investimentos serão significativos. Empresas ligadas à saúde humana precisam de estrutura especial, inspecionadas pela ANVISA e Vigilância Sanitária, áreas limpas e com controle de temperatura. Esse será um dos nossos primeiros investimentos na área do CLIA, além da preparação, treinamento de pessoal especializado e segurança patrimonial, de suma importância para garantir tranquilidade aos nossos clientes”, reforça o Presidente do CLIA POUSO ALEGRE, David Maciel.

O CLIA contará com repartições das receitas federal e estadual, além de toda a estrutura para a realização do desembaraço aduaneiro de cargas de importação e exportação, com instalações que serão disponibilizadas para as atividades das comissárias de despacho e também para inspetores do MAPA e ANVISA, por exemplo.

Um projeto de criação do aeroporto internacional na cidade já está sendo retomado em função das facilidades que o CLIA trará para as operações de comércio exterior. Órgãos dos Governos Federal, Estadual e especialmente Municipal, apoiam o CLIA e todos os seus clientes para o fomento das atividades industriais e sociais não só da cidade, como de toda a região.

Em 2016, o saldo da balança comercial do estado foi de US$ 15,36 bilhões. Pouso Alegre, cidade com cerca de 170 mil habitantes, dista 373 km da capital Belo Horizonte, porém encontramos distâncias mais curtas de alguns pontos importantes para o comércio internacional no estado de São Paulo. São 180 km da capital, 240 km do Porto de Santos e 220 km do aeroporto de Viracopos em Campinas, no interior do Estado.

No primeiro quadrimestre de 2017, as empresas da cidade importaram cerca de 50 milhões de dólares entre insumos, máquinas, equipamento e materiais diversos.

No maior aporte de sua história, Bosch investe 1 bilhão de euros ao se preparar para o futuro

bosch 1Na concepção de futuro da Bosch, a mobilidade está baseada no tripé automatização, eletrificação e conectividade. Para a multinacional, isso significa que o desenvolvimento de tecnologias se dá com foco na direção autônoma por meio da automatização de sistemas cada vez mais limpa e eficiente. Com a integração à “Internet das Coisas (IoT)”, os veículos vão ser capazes de se comunicar com diversos tipos de transportes e também com as casas inteligentes, tudo por meio da conectividade.

Certo desse futuro cada vez mais perto, a empresa anunciou recentemente a construção de uma fábrica de semicondutores na Alemanha na qual aplicará 1 bilhão de euros – maior investimento da multinacional em seus 130 anos de história – para produzir chips em discos de silício de base de 12 polegadas para atender tanto à crescente demanda gerada pela IoT quanto às aplicações no setor da mobilidade. A produção começa em 2019.

“Os semicondutores são os principais componentes de todos os sistemas eletrônicos”, afirmou Volkmar Denner, CEO mundial da Bosch. “Com o crescimento da conectividade e da automação, eles serão cada vez mais aplicados em diferentes áreas. Ao ampliar nossa capacidade de produção, estamos adquirindo uma base sólida para o futuro”, reforçou. De acordo com estudo da PricewaterhouseCoopers, o mercado mundial de semicondutores deverá crescer mais de 5% ao ano até 2019 com o fortalecimento dos segmentos de mobilidade e da Iot.

O Grupo Bosch anuncia que vem atuando fortemente para oferecer soluções multimodais atreladas às vertentes da automatização, eletrificação e conectividade. Na visão da empresa, essas tecnologias  vão tornar a condução mais segura, econômica, confortável e com menor impacto possível ao meio ambiente.

De acordo com o presidente da empresa no Brasil, Besaliel Botelho, a Bosch vem investindo muito no conceito da indústria 4.0, em que os processos de produção também estão conectados – a empresa alemã tem sua própria nuvem de armazenagem de dados. “A conectividade é uma tendência muito claro e a Bosch tem atuado fortemente par fazer esse futuro acontecer”, disse.

Análises da empresa estimam que cerca de 15% de todos os carros novos fabricados em todo o mundo terão um powertrain híbrido até 2025 – sistema que une o veículo a combustão à eletricidade. Os avanços tecnológicos da bateria são a chave para baixar o preço desses veículos.

Segundo esses prognósticos, até 2020 as baterias irão fornecer o dobro de densidade energética pela metade do custo atual. Com o apoio da parte elétrica, os motores à combustão do futuro irão consumir muito menos combustíveis e serão ainda mais limpos. O torque adicional do motor elétrico irá adicionar mais prazer ao ato de dirigir.

Além disso, a queda dos preços das baterias irão tornar os híbridos consideravelmente mais acessíveis.

Uma pesquisa realizada pela Bosch prevê que o aumento da automação, por exemplo, pode ajudar a reduzir ainda mais os índices de acidentes, pois torna o tráfego rodoviário mais seguro e eficiente. Em situações críticas, a tecnologia correta pode salvar vidas.

As novas tecnologias vão direcionar cada vez mais o mercado automotivo para a principal tendência do futuro, que são os veículos autônomos. Neste sentido, a Bosch é uma especialista em todas as tecnologias necessárias para a direção autônoma, que incluem não apenas freios, direção e powertrain, mas também sensores, sistemas de navegação e soluções de conectividade para dentro e fora do carro.

Graças à conexão da internet, os motoristas podem rever compromissos ou planejar viagens, por exemplo. Com o aplicativo de casa inteligente da Bosch permite que os motoristas operem suas residências à distância, observando o que está acontecendo em torno da casa ou verificando se existe comida suficiente no refrigerador. Com o toque de um único botão, o aplicativo pode transmitir a lista de compras diretamente para o mercado.

Outra importante alavanca de inovação na Bosch neste cenário e que também rege os atuais desenvolvimentos da empresa é a crescente interconectividade das pessoas e dos produtos por meio da internet, bem como os novos serviços e modelos de negócios resultantes dessa conexão – a Internet das Coisas e serviços – que vão tornar a vida das gerações futuras mais segura, simples e eficiente.

Fonte: FutureTransport

Após recorde, número de exportadoras deve continuar crescendo, diz MDIC

O número de empresas brasileiras exportadoras deve continuar a crescer neste ano, na opinião o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços do Brasil (MDIC), Abrão Miguel Árabe Neto. No ano passado, o País já bateu recorde, com crescimento de 10% em relação a 2015, em um ano impulsionado pela fraca demanda interna em decorrência da crise política e econômica.

“A retração da demanda interna fez com que o mercado externo fosse mais importante ainda. Agora, no comércio exterior, é necessário que se tenha uma manutenção, uma regularidade. A expectativa é que o número de empresas brasileiras exportadoras cresça em 2017 e é o que tem acontecido nas exportações”, explicou Árabe Neto, em entrevista a jornalistas, durante o XVI Encontro Santander América Latina, evento organizado pelo banco na capital espanhola.

De janeiro a junho, a balança teve superávit de US$ 36,219 bilhões, o melhor resultado para o período da série histórica, com aumento de 53,1%. Considerando apenas exportações, o montante chegou a US$ 107,714 bilhões, alta de 19,3%, na mesma base de comparação. As importações alcançaram US$ 71,495 bilhões, crescimento de 7,3%.

O secretário classificou como “saudável” o crescimento das exportações no primeiro semestre e reforçou que a expansão foi vista em todas as categorias de produtos, tais como básicos, de produtos agrícolas, semifaturados e faturados. “As exportações de automóveis cresceram mais de 50% no primeiro semestre em relação a igual período do ano passado. Isso mostra um dinamismo”, avaliou ele.

Árabe Neto reforçou que a expectativa é de um saldo recorde neste ano. Tanto é que o governo revisou para cima a expectativa para o superávit na balança deste ano de US$ 55 bilhões para US$ 60 bilhões. Se confirmado, esse será o maior resultado positivo da história. O recorde anterior foi registrado no ano passado, quando a balança teve superávit de US$ 47 bilhões. À medida que a economia tenha mais fôlego, de acordo com o secretário, a expectativa é que as exportações do Brasil aumentem.

 

Burocracia – Do lado da necessidade de reduzir a burocracia e tornar o segmento mais eficiente, o secretário destacou que o Programa Portal Único de Comércio Exterior, nova iniciativa do governo brasileiro para reformular os processos de importação, exportação e trânsito aduaneiro, deve atuar em paralelo ao atual até a metade do ano que vem. Segundo Árabe Neto, 30% das exportações já foram abrangidas e até o final deste ano todas estarão contempladas. Já do lado das importações, a data esperada é 2018.

Trata-se da principal iniciativa de facilitação do comércio no Brasil, no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC). Estudo da FGV citado pelo secretário sinaliza que o Programa deve proporcionar um incremento adicional de 6% a 7% ao ano nas exportações. Além disso, de acordo com a mesma pesquisa, a projeção é de crescimento de quase US$ 24 bilhões no comércio exterior no primeiro ano de vigência do acordo, equivalente a uma expansão adicional de 1,5% no produto interno bruto brasileiro (PIB) e US$ 74,9 bilhões em 14 anos, correspondente a uma alta de cerca de 2,5% no PIB local.

Fonte: Estadão Conteúdo