Feira italiana de calçados deve gerar mais de US$ 24 milhões

A participação da delegação de 42 marcas brasileiras na feira calçadista italiana Expo Riva Schuh, ocorrida em Riva Del Garda entre 10 e 13 de junho, deve gerar US$ 24,47 milhões em negócios alinhavados. A previsão está no relatório da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Segundo a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruísa Scheffel, foram quase 800 contatos realizados com compradores do Líbano, Israel, Emirados Árabes, Rússia, Polônia, Filipinas, Canadá, Líbia, Itália, Tailândia, Espanha, Alemanha, Cingapura, Taiwan, França, Inglaterra, Chipre, Noruega, Índia, Eslováquia, Sérvia, Bulgária, Grécia, Líbano, Arábia Saudita, Portugal, Japão, Ucrânia e Estados Unidos. “Desses, mais de 300 foram inéditos. A feira realizou, in loco, a venda de mais de 530 mil pares de calçados, que geraram US$ 7,5 milhões, valor quase quatro vezes maior do que o registrado na mostra do ano passado”, conta.

A 88ª edição da feira Expo Riva Schuh contou com 1,5 mil expositores dos principais players calçadistas do mundo e recebeu a visita de mais de 11 mil compradores, a maioria deles da Europa e Oriente Médio. A próxima edição do evento, que acontece duas vezes por ano, será entre 13 e 16 de janeiro de 2018.

“Força-Tarefa Remota” da ANVISA agora também no Aeroporto de Viracopos

24.05.2016 Fachada da AnvisaApós insistentes gestões junto à ANVISA, o SINDASP retransmitiu uma divulgação importante ao setor: a Chefia do Posto da ANVISA do Aeroporto de Viracopos anunciou que a força tarefa à distância, iniciada em Guarulhos foi estendida para aquela unidade da Agencia A entidade foi à Brasília-DF (foto) diversas vezes em busca de resultados positivos nos tempos de liberação da ANVISA.

Tendo em vista o aumento crescente da demanda para análise dos processos de importação nos postos da Coordenação de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados de São Paulo (CVPAF/SP) – Guarulhos e Congonhas, a Anvisa ativou no final de maio uma Força-Tarefa, formada por servidores de outros seis estados, para suporte à análise documental e liberação remota desses processos.

A medida se fez necessária para evitar demora na liberação de cargas nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo. Monitoramento realizado pela Anvisa identificou que os prazos nesses postos estão muito acima do esperado.

Desta forma, a Força-Tarefa foi instituída com a participação de servidores do Paraná, Goiás, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Paraíba.

A estimativa é que, com essa iniciativa, cerca de 300 processos sejam analisados diariamente, reduzindo imediatamente a fila de análise dos processos de importação da CVPAF/SP, obtendo, em duas semanas, uma redução do atual prazo médio para a liberação de cargas de 30 para apenas sete dias.

Nesta semana a novidade atingiu a um dos maiores centros cargueiros do País: o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

SINDASP CONECTADO – Outra novidade anunciada pelo SINDASP dá conta que o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo recentemente aderiu às mídias sociais, com a criação dos perfis nas redes sociais Facebook e Linkedin e que tem por objetivo trazer maior aproximação e, com isso, acentuar o relacionamento com os seus associados.

Nas páginas de ambas as redes sociais serão veiculadas as principais informações relacionadas ao Sindicato, além de compartilhar as notícias gerais de interesse da categoria.

O SINDASP convida a todos para seguir a entidade nos endereços abaixo:

Facebook – https://www.facebook.com/sindasp.aduaneiros/

Linkedin – https://www.linkedin.com/company-beta/16231503/

Embraer negocia com Portugal a 1ª exportação do cargueiro KC-390

kc 390O governo de Portugal autorizou a negociação para a compra de cinco cargueiros KC-390, da Embraer (foto). Se concretizado, o negócio será a primeira venda no exterior do avião, principal aposta da divisão de defesa da fabricante brasileira.

A decisão ocorreu na semana passada, e não é comentada pela Embraer. Além dos cinco aviões, há a opção por mais uma unidade e a compra de um simulador de voo do aparelho. O valor total não é divulgado, até porque cada negócio tem sua particularidade de financiamento e configuração da aeronave —no mercado, estima-se que o KC possa custar em torno de US$ 80 milhões.

Parte da fuselagem e das asas do avião são produzidas em Portugal pela OGMA, empresa controlada pela Embraer. O avião, que é montado em Gavião Peixoto (SP), tem partes produzidas também na Argentina e República Tcheca, países que compõem a lista de cerca de dez clientes potenciais do cargueiro.

Fonte: Folha de S.Paulo

Fretes marítimos podem se estabilizar

exportação marítimaSegundo uma fonte do setor, através da Rede Social Linkedin, com a divulgação dos resultados do primeiro trimestre dos principais armadores, pode-se concluir que a pressão por lucratividade seguirá firme no decorrer do ano e que possivelmente não haverá mudanças de capacidade, para que os fretes continuem a subir ou pelo menos se estabilizem. Segundo a fonte “A MSC por ser privada não divulga os seus resultados e acaba sendo sempre a grande pedra no sapato da indústria”.

Confira os dados:

tabela

Governo espera receita de R$ 43 bi com fim da Infraero

Cisão da Infraero e concessão de aeroportos à iniciativa privada são as apostas do governo para aumentar receita

O governo estima obter um ganho de R$ 43 bilhões com a cisão da Infraero e a concessão de seus 54 aeroportos à iniciativa privada. Serão seis blocos que juntarão “joias da coroa” e aeroportos pouco rentáveis ou deficitários. Com isso, a União deverá receber R$ 14 bilhões em outorgas nos 30 anos do contrato de concessão.

No período, deverão ser realizados investimentos estimados em R$ 17 bilhões. Outros 12 bilhões de impacto fiscal viriam de gastos que deixarão de ser feitos com a estrutura aeroportuária e recolhimentos de impostos.

Ainda há dúvidas, porém, se a oferta dos seis lotes será feita simultaneamente ou aos poucos. “Não é fácil privatizar 54 aeroportos, principalmente com essa característica sistêmica como tem nos administrados pela Infraero”, disse à reportagem o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella. Ele orientou a Secretaria de Aviação Civil (SAC) e a Infraero a estudar a composição dos lotes e analisar qual a melhor estratégia para os leilões. Uma decisão deverá ser tomada até o início de julho, para ser analisada pelo conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

A proposta atual, que poderá ser alterada, prevê seis lotes de concessão: dois no Sudeste, um no Sul, um no Nordeste, um no Norte e um no Centro-Oeste. Desses, o maior lote deverá ser o de Congonhas. O de Santos Dumont levará junto aeroportos como Jacarepaguá, Macaé e Vitória. No Nordeste, o lote terá os aeroportos de Recife, Maceió, João Pessoa e Juazeiro, entre outros.

“Todos os blocos são sustentáveis”, disse o ministro. Ainda restam na carteira da Infraero aeroportos importantes, como os de Manaus, Curitiba e Goiânia. No entanto, essa não é a primeira vez que o governo cogita conceder aeroportos em grupos reunindo os rentáveis e os deficitários. As iniciativas anteriores não avançaram.

Perto do fim. Seja de uma vez ou em fatias, a tendência é a Infraero acabar. Os funcionários da estatal serão transferidos para as concessionárias com estabilidade até 2021. Até lá, as novas administradoras dos aeroportos poderão oferecer programas de desligamento voluntário.

“A expectativa é que as concessionárias absorvam a mão de obra”, disse o ministro. O grupo que arrematar Congonhas ficará com cerca de metade dos funcionários da Infraero. O governo deverá propor a criação, nos próximos dias, da Nav Brasil. Ela absorverá uma parte do trabalho hoje exercido pela Infraero, que é o controle do tráfego aéreo. É provável que seja editada uma Medida Provisória (MP) com essa finalidade.

O processo de concessão de aeroportos brasileiros, iniciado em 2012, transformou a Infraero numa estatal deficitária. Ela não só perdeu as receitas de Guarulhos, Brasília, Viracopos, Confins, Galeão, Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre, como também passou a responder por metade dos investimentos realizados pelos cinco primeiros. Havia o desejo de avançar com as concessões, mas elas esbarraram no risco de uma fragilização ainda maior da estatal. Diante dessa constatação, os técnicos partiram para formular um novo modelo.

 

Fonte: Estadão Conteúdo