DSV quer crescer 15% no Brasil

dsv airQuarta empresa 3PL do planeta faz primeiro pronunciamento no País após concluir ciclo de aquisição da UTI Worldwide: aumento de share e crescimento de 15% em 2017

Desde o início de 2017 a gigante Dinamarquesa DSV Global Transport and Logistics carrega em sua marca um time ainda mais completo no Brasil. A empresa concluiu totalmente o processo na aquisição da UTI Worldwide e a integração de todos os seus escritórios no País. O processo foi iniciado em 2016 para um negócio mundial de 1,35 bilhão de dólares. Uma cultura de forte foco no cliente, presente no DNA das duas empresas, contribuiu à época para viabilizar a aquisição.

Em seu primeiro pronunciamento no Brasil, a empresa, que igualmente já trabalha a marca DSV em todo o mundo, seguirá planos globais e quer se valer da robustez de quarta maior empresa 3PL (Thirdy-Party Logisics) do planeta em receita (revenue) após a aquisição da UTI Worldwide para traçar metas concretas no

Mercado brasleiro, como avalia Gustavo Silva, Managing Director da DSV no País. “O ano de 2016 foi de uma transição tranquila e de sucesso. Trabalharemos agora nossos produtos aéreo e marítimo encontrando o melhor dos “dois mundos”, trazendo vantagens competitivas para a DSV, permitindo realizar operações com inteligência de mercado nas novas oportunidades e também na manutenção dos nossos clientes atuais”.

Crescimento no Brasil – Após a aquisição, juntas, as empresas passaram a responder pela receita anual de 12,9 bilhões de dólares em 2014 levando o novo conglomerado ao quarto lugar, segundo dados do Journal of Commerce, em abril de 2016. Com esse status de força mundial a DSV quer se aproximar do mercado brasileiro, levando aos clientes processos de qualidade diferenciada na prestação de serviços logísticos. O aumento de share de mercado, segundo a empresa, será questão de tempo, com resultados já nos próximos 05 anos. “A meta para 2017 é crescer cerca de 15% no Brasil, mesmo em tempos de dificuldades na economia”, prossegue com otimismo Gustavo Silva.

Na entrega do produto a política da DSV vem sendo baseada em diferenciais como respostas rápidas, busca por alternativas e tratamento especial aos clientes, entregando algo extraordinário, que possa fazer a diferença neste mercado que é altamente competitivo. O resultado foi a criação de uma das redes de transporte e logística mais fortes do mundo, culminando com uma geografia e mix de negócios mais diversificados “Pretendemos fornecer uma experiência uniforme numa escala Global, criando um processo transparente, orientado para a garantia da qualidade e para a melhoria contínua dos serviços DSV”, conlcui Gustavo Silva.

Exclusivo: Aquisição da Polar Transportes pela DHL movimentou mais de R$ 300 milhões, afirma especialista

polar finalA DHL Supply Chain, especialista em contratos logísticos do Grupo Deutsche Post DHL, anunciou recentemente o controle da empresa brasileira de transporte rodoviário “Polar Transportes”, com Matriz em Campinas no interior de São Paulo, mantendo a equipe de gestão da empresa.

A transação ainda está sujeita à aprovação das autoridades concorrenciais brasileiras (CADE). À época do anúncio, em 17 de abril, ambas as partes concordaram em manter o valor da transação confidencial.  Porém, com exclusividade ao Portal LogNews, Juliano Graff, sócio-diretor da Master Minds – empresa paulista de investimentos e que assessora negócios em processos de fusões e aquisições – avaliou que “a operação movimentou cerca de US$ 100 milhões”, ou seja, mais de R$ 300 milhões, no câmbio atual.

A “Polar Transportes” – prestadora de serviços de transporte para a indústria de saúde e que conta com 400 colaboradores em tempo integral – é especializada em transporte com temperatura controlada e tem uma forte reputação em termos de tecnologia, qualidade e conformidade regulatória. A empresa, fundada em 1996, trabalha como prestadora de serviços para a DHL há mais de 15 anos e opera com uma frota de mais de 300 caminhões com cobertura nacional. A aquisição apoiará as ambições de crescimento da DHL em um mercado emergente chave e fortalecerá a oferta de soluções ponta-a-ponta do Grupo para a indústria de saúde no Brasil.

“Adquirir o controle de nosso provedor de serviços de longa data Polar Transportes é uma grande oportunidade para nós em oferecer uma solução integrada de ponta-a-ponta para a indústria de saúde no Brasil. Estamos dando mais um passo para fomentar ainda mais nossa forte posição em um mercado emergente chave, que apoia nossa Estratégia 2020”, afirmou Javier Bilbao, CEO da DHL Supply Chain para a América Latina.

Uma pesquisa anual da DHL Supply Chain entre seus clientes mostra que o transporte com temperatura controlada tem sido a principal prioridade do setor por três anos consecutivos. Além disso, como mais e mais produtos lançados recentemente, como medicamentos biológicos e vacinas, têm requisitos de controle de temperatura, o segmento de cadeia fria deverá crescer em dígitos duplos.

“Tornar-se parte da DHL Supply Chain é uma notícia espetacular para nós”, diz Agnaldo Santos, CEO da Polar Transportes. “Desde a nossa fundação, desenvolvemos novas capacidades e geografias ao longo de duas aquisições. Tornar-se parte de nosso parceiro de longa data DHL Supply Chain está abrindo novas oportunidades de crescimento e estamos ansiosos para mesclar nossa expertise em cadeia fria com os recursos e competências de um player global”, finalizou Santos, no dia do anúncio oficial, ocorrido em meados de abril.

Empresa de comércio exterior de Campinas está com duas vagas abertas para início imediato

A Tradeworks, empresa que há 21 anos presta serviços na área de comércio exterior, está com duas vagas abertas para atuação na matriz, em Campinas (SP), nos departamentos Comercial e Financeiro.

Confira os perfis:

  • Analista Financeiro

Requisitos e Principais Atividades:

– Superior completo;

– Domínio do pacote Office;

– Domínio em planilhas e custos;

– Experiência em contas a pagar, inclusão e autorização;

– Conferências em pagamentos online;

– Experiência em contas a receber, cobrança, lançamentos de NF’s e baixas em sistema;

– Experiência em faturamento e emissão de notas fiscais em sistemas.

Habilidades Necessárias:

– Organização e Dinamismo;

– Bom relacionamento interpessoal e espírito de equipe;

– Concentração e Capacidade analítica e domínio de custos;

– Boa comunicação verbal e escrita/redação.

  • Executivo de Novos Negócios

Requisitos e Principais Atividades:

O profissional irá atuar com prospecção, venda e manutenção de clientes em serviços de comércio exterior.

– Habilidades em vendas com referência em serviços

– Formação superior

– Inglês intermediário

– Comunicativo

– Possuir carro próprio

– Conhecimento pacote office

Para ambas as vagas, os interessados devem enviar o currículo, com pretensão salarial, para o e-mail recrutamento@tradeworks.emp.br até o dia 19/05. Utilizar o título “Analista Financeiro Tradeworks” ou “Executivo de Novos Negócios Tradeworks”.

Os benefícios oferecidos aos colaboradores Tradeworks são Vale Refeição, Vale Alimentação, Assistência médica, Seguro de vida, Assistência odontológica, Vale-transporte e Estacionamento.

EUA ultrapassam China e voltam a liderar exportações da RMVale

Aeroporto de São José dos Campos, também no Vale, segue em crescimento

Os Estados Unidos retomaram a liderança na balança comercial das cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba (RM Vale). No primeiro quadrimestre do ano, os americanos superaram os chineses e compraram R$ 3,010 bilhões em produtos fabricados na região. A China, que liderava o ranking desde janeiro deste ano, acumulou R$ 2,979 bilhões.

Mesmo perdendo a liderança, os dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostram que chineses aumentaram em 218,23% a importação de produtos da RMVale em 2017.

Os americanos permaneceram no topo da cadeia entre os compradores da região até o final do ano passado. Foram ultrapassados pelos chineses em janeiro.

No primeiro bimestre do ano, a China comprou R$ 2,264 bilhões da região e os americanos, R$ 1,268 bilhão. Diferença de quase R$ 1 bilhão para os asiáticos.

A China manteve o primeiro lugar entre os países que mais aumentaram, percentualmente, a importação de produtos feitos na RMVale. Entre janeiro e abril deste ano, os chineses elevaram em 218,23% a compra na região, enquanto que os Estados Unidos cresceram 3,85%. Os dois países representaram 52% do total importado da região no primeiro quadrimestre.

“Eles são fundamentais para a economia da região, mas os problemas políticos com a Coreia do Norte podem ter prejudicado as importações chinesas”, declarou o economista Fernando Lacerda à reportagem de OVALE.

Aeroporto tem crescimento de carga – Outra boa notícia do Vale do Paraía na semana foi que o Terminal de carga de São José dos Campos registrou crescimento de 6,81% no primeiro trimestre.

O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto de São José dos Campos/Prof. Urbano Ernesto Stumpf (SP) movimentou 211,5 toneladas de volumes. Esse resultado representa um crescimento de 6,81% em relação às cargas processadas no mesmo período de 2016, quando foram totalizadas 198 t. O setor de exportações registrou o maior crescimento, com aumento de 91,17% nos três primeiros meses deste ano – 130 t contra as 68 t movimentadas em 2016.

Para o superintendente do aeroporto, Aguinaldo Gomes, esse crescimento se deve às visitas às empresas do setor para divulgação dos benefícios disponíveis, além da participação e realização de Fóruns no Vale do Paraíba. “Certamente, os resultados mais significativos, iremos sentir ao longo do ano”, acrescenta.

O terminal de logística de carga de São José dos Campos atende principalmente os setores aeronáutico, farmacêutico, petroquímico, automobilístico, de telecomunicações e de informática em seu processamento de cargas. O complexo logístico também trabalha com a nacionalização de cargas oriundas de outros terminais e modais logísticos, vocação que está sendo expandida com o programa Vale FLEX.

Com informações do Jornal O Vale

Faurecia e ZF firmam parceria para produzir “Cockpit do Futuro”

A ZF e a Faurecia, líderes globais no fornecimento de sistemas para automóveis e caminhões, firmaram uma parceria estratégica que estará focada no desenvolvimento de tecnologias de segurança revolucionárias para o interior de cabines dos veículos que adotarão a condução autônoma. Com esta parceria especial de engenharia avançada, as duas empresas devem identificar e desenvolver diversas soluções para os assentos de motoristas e passageiros.

“Esta parceria determinará outro passo importante para a Faurecia no desenvolvimento de um ecossistema de inovação de soluções de tecnologia para o ‘Cockpit do Futuro’. Como ambas as empresas possuem um forte conhecimento das necessidades dos nossos clientes, poderemos fornecer uma tecnologia única que irá garantir a segurança dos ocupantes do veículo em vários casos de uso de condução autônoma”, fala Patrick Koller, CEO da Faurecia.

“Juntos, somos mais fortes”, diz Dr. Stefan Sommer, CEO da ZF. “A eletrificação do veículo e a condução autônoma necessitam de tecnologias de segurança ativas e passivas inovadoras para serem bem sucedidas. Como uma das líderes globais em segurança, a ZF está empenhada em fornecer conceitos de segurança junto com a nossa parceira Faurecia”, completa.

A colaboração entre as empresas será baseada em compartilhamento de experiências e competências, e não envolverá troca de capital. “Ecossistemas em rede não são marca registrada apenas no Vale do Silício”, diz o Dr. Sommer. “A ZF e a Faurecia acreditam que a filosofia de ecossistema também funciona entre Paris e Friedrichshafen (cidades onde ficam as sedes de Faurecia e ZF) para fornecer produtos únicos para os nossos clientes ao redor do mundo”, acrescenta o CEO da ZF.

“Nossos clientes serão consideravelmente beneficiados com esta parceria. Juntos, podemos oferecer recursos de segurança interior completos para atender os desafios do futuro. O interior dos veículos do futuro será seguro, conectado e versátil”, comenta Patrick Koller.

Dependendo das preferências do cliente, as duas empresas também continuarão a trabalhar de forma independente em projetos atuais e futuros.

Para a criação das novas configurações de interior de cabines, os projetos se basearão em dois fatores essenciais: os interiores deverão ser altamente flexíveis e confortáveis, além de também serem capazes de oferecer o mais alto nível de segurança ativa e passiva.

Os assentos integrarão uma parte significativa dos dispositivos de segurança para os veículos que tiverem a tecnologia da condução autônoma, e poderão girar, reclinar e retornar ao modo manual de condução assim que o motorista desejar.

Com informações: Automonitor