Último dia para garantir Transporte Executivo para o Happy Comex e Movimat

Reservas limitadas para o transporte Campinas X São Paulo serão encerradas nesta sexta-feira, 09/09

A empresa de ônibus Style Bus, com 20 anos de mercado, será a responsável pelo transporte dos executivos e empresários de Comércio Exterior e Logística da Região de Campinas, convidados para participarem do 14º Happy Comex e da Movimat 2016.

A facilidade atenderá aos convidados que participarem dos eventos que ocorrerão no dia 21 de setembro, no Expo Center Norte, Pavilhão Branco, em São Paulo. O transporte executivo oferecerá itens de conforto como ar condicionado, serviço de bar e TV.

Porém, os interessados devem agilizar o seu pedido de reserva. “O transporte rodoviário exige identificação prévia de passageiros. Por isso, antecipadamente, devemos informar os nomes e RG das pessoas transportadas. Convoco os interessados que façam contato com a GPA+ até esta sexta-feira(09/09) para assegurarem sua reserva”, alerta Nilo Peralta, organizador do evento. 

Ficha Técnica:

14º Happy Comex- Clube de Networking

Local: Expo Center Norte – Pavilhão Branco – SALÃO VIP DA MOVIMAT

Data: 21/09/2016 – quarta-feira

Horário: 18h às 22h

Patrocínio: ELOG, Haganá, Sindasp e Movimat

contato@gpamais.com.br

Exportação de carros registra aumento de 626% em São José dos Campos

Terceiro maior exportador do país, município teve alta no número de automóveis vendidos para o exterior em 2016, de acordo com dados oficiais do governo federal. Em Taubaté também foi registrado crescimento

A venda de automóveis para o exterior foi uma das molas propulsoras do aumento das exportações de São José em 2016 e ajudou a diminuir o déficit da balança comercial de Taubaté.

São José teve um aumento de 626,69% na exportação de automóveis de janeiro a agosto deste ano comparado ao mesmo período de 2015. O volume comercializado saltou de R$ 3,471 milhões para R$ 25,224 milhões. Com isso, a participação do setor no total dos produtos exportados pela cidade aumentou de 0,04% em 2015 para 0,26%, neste ano.

Em Taubaté, a exportação de automóveis subiu 23,06%, saltando de R$ 711,9 milhões no ano passado, nos oito primeiros meses, para R$ 876,1 milhões neste ano. Trata-se do principal produto vendido pela cidade ao exterior, representando 47,16% do total. No ano passado, a participação era de 37,65%. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Em São José, o segmento de veículos para transporte de mercadorias também cresceu no período, com aumento de 95,62%, passando de R$ 363,9 milhões no ano passado, entre janeiro e agosto, para R$ 712 milhões neste ano. A participação desse item no ranking das mercadorias exportadas por São José cresceu de 4,04% para 7,25%.

A lista continua liderada pelo segmento da aviação, responsável por 77,03% das exportações da cidade, com R$ 7,5 bilhões em 2016. O resultado representou 10,61% de alta ante 2015, com R$ 6,8 bilhões.

O crescimento é explicado pelo desempenho da picape S10 no Mercosul. Fabricado em São José, pela General Motors, o veículo teve vendas maiores para Argentina e México, o que levou a GM contratar 769 trabalhadores. Com isso, a Argentina comprou 116,50% a mais de São José neste ano comparado a 2015, e o México, 81,89%.

Na região, os Estados Unidos são os maiores compradores, com 34,6% do total, seguidos da China (9,42%) e Argentina (9,16%). México está na sexta colocação, com 5,57%.

Fonte: O Vale

Aché inaugura Laboratório de Qualidade em SP

O Aché acaba de inaugurar o Laboratório de Qualidade na Biosintética, unidade da empresa em São Paulo. Com uma estrutura de 350 m², o laboratório contará com 32 funcionários, entre especialistas, mestres e doutores, destinados à realização de desenvolvimentos analíticos em concordância com as normas legais para manutenção de portfólio.

Com isso, a companhia ganhará autonomia na realização de testes que antes eram feitos por empresas especializadas contratadas. No novo espaço serão desenvolvidos estudos envolvendo renovações de registros, pós-registros, análise de performance e triagem científica.

“Além de proporcionar mais agilidade para a realização de testes, teremos também a informação centralizada dentro da empresa, o que possibilita uma maior velocidade de processamento e compartilhamento de informações, além do controle da sustentabilidade de todos os processos realizados dentro de casa”, avalia Gabriela Mallmann, diretora de Qualidade e Assuntos Regulatórios do Aché.

A inauguração é fruto de investimentos de R$ 14 milhões, em estrutura física, contratações e equipamentos de ponta no setor farmacêutico internacional. O laboratório faz parte dos aportes previstos pelo Aché no ano em que completa 50 anos, que devem ser da ordem de R$ 160 milhões para Inovação, Qualidade, Excelência Operacional e Desenvolvimento de Produtos.

BNDES muda regra de financiamento a empresas exportadoras

Banco vai priorizar empresas com faturamento de até R$ 300 milhões. Exportadoras dessa categoria terão taxa de 7,5%, a mais baixa do mercado.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta segunda-feira (5) que aprovou novas regras de crédito a exportadores. O banco dará prioridade para empresas com faturamento bruto anual de até R$ 300 milhões.

Para exportadoras nacionais nesta categoria, todos os recursos oriundos do BNDES — que poderão chegar a até 70% do total — será referenciado na TJLP (a taxa de juros de longo prazo do banco, hoje em 7,5% ao ano). A taxa é a mais barata do mercado.

Para as empresas exportadoras com faturamento acima de R$ 300 milhões por ano, a Selic — hoje em 14,25% – será a principal referência para os financiamentos. Nestes casos, a Selic será a taxa para até 70% dos empréstimos do banco para exportações de bens de capital e até 100% para bens de consumo, informou o banco.

Fonte: G1

 

Por votação célere de reajuste, Fiscais da Receita fazem protestos em aeroportos. Carga aérea pode sofrer atrasos na liberação.

RF finalEm mais uma investida para acelerar a aprovação do projeto de lei que vai aumentar os salários da categoria, os auditores fiscais da Receita Federal fizeram na quinta-feira, 1º de setembro, manifestações em diversos pontos do País. Empunhando faixas de protesto, os servidores ocuparam áreas em terminais internacionais de passageiros e em terminais de cargas em portos.

No Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, os auditores permaneceram em uma área no desembarque internacional de passageiros, no terminal dois, mas sem causar impacto nas operações do terminal. Segundo a assessoria da RIOgaleão, concessionária responsável pelo aeroporto, as atividades estão normalizadas.

No Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, os servidores estenderam faixas no terminal três, de embarque e desembarque internacional, mas as operações também estão em seu ritmo normal. “Não está causando nenhum impacto”, informou a assessoria da GRU Airport, responsável pelo aeroporto.

O Sindifisco, que representa os auditores, também previa manifestações para o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Mas o Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou que não há movimentação no terminal.

No caso de Viracopos, os auditores vinham atuando para barrar as operações no terminal de cargas, causando transtornos a importadores e exportadores. Mas nesta quinta o terminal de cargas está funcionando normalmente, segundo relatos de pessoas no local.

Porém, segundo o SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo, na véspera da movimentação, portanto, dia 31/08, o quadro era diferente e seguia o seguinte critério nos dois principais aeroportos cargueiros do Brasil:

-Aeroporto de Guarulhos: Os auditores não fizeram puxe de cargas e não realizaram nenhum tipo de atendimento.

-Aeroporto de Viracopos: Fila de caminhões na entrada do armazém de importação e as cargas não passaram pelo equipamento de raio x. Os auditores fiscais fizeram a operação documental na portaria antes das transportadoras serem liberadas para o carregamento da mercadoria.

 

 

Portos e fronteiras – Além dos aeroportos, o sindicato dos auditores anunciou ações nos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR) e Suape (PE), na Ponte da Amizade, fronteira do Brasil com o Paraguai, e também nos postos de Uruguaiana (RS) e Ponta Porã (MS). Também houve adesão no Porto Seco de Anápolis (GO).

Os protestos dos servidores da Receita Federal foram retomados para pressionar o Congresso a dar celeridade ao projeto de Lei nº 5864/2016, que trata do aumento salarial da categoria e da criação de um bônus de eficiência, pago aos servidores e a aposentados. O texto foi encaminhado em julho, após diversas manifestações dos auditores, que reclamavam da demora – a negociação havia sido concluída em março e previa efeitos já a partir de agosto deste ano.

O projeto tramita em regime de urgência, mas o Sindifisco teme que os prazos não sejam seguidos. Nas últimas semanas, líderes do PSDB se insurgiram contra o governo do presidente Michel Temer, que vinha concedendo os reajustes em meio ao cenário de severa restrição fiscal. Para tentar agradar o partido aliado, o governo orientou que os projetos de aumentos ainda em tramitação fossem contidos, pelo menos até a conclusão do processo de impeachment – cujo desfecho ocorreu na quarta-feira.

Insatisfeita com a mudança da posição do governo, uma ala do chamado Centrão (grupo de 12 partidos liderados por PP, PSD e PTB) chegou a defender nos bastidores que os projetos de reajustes ainda em tramitação na Câmara dos Deputados – como é o caso dos auditores – fossem engavetados de vez. Ainda não há definição se essa ideia será levada a cabo. Por enquanto, o projeto dos auditores segue em análise por uma comissão especial na Casa.

Mesmo sem a aprovação do texto, o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, adiantou na quarta-feira que todos os reajustes, sancionados ou em tramitação, já foram contabilizados no projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2017, ou seja, têm verba garantida. Apesar disso, destacou que a prática não se traduz em apoio aos projetos, apenas “é o correto do ponto de vista fiscal”.

 

Com informações: Estadão Conteúdo