Indústrias da região de Campinas criam 500 postos de trabalho em julho, informa Ciesp

empregoApesar do número positivo, instituição diz que é necessário ter cautela. No período de janeiro a julho foram registrados 2,1 mil desligamentos.

As indústrias da região de Campinas (SP) fecharam o mês de julho com um saldo positivo de contratações. Segundo balanço divulgado pelo Centro das Indústrias do Estado São Paulo (Ciesp) foram criados 500 postos de trabalho no período.

Apesar do número positivo, a instituição afirma que é necessário ter cautela, uma vez que, desde 2003, historicamente este mês apresenta resultados positivos. Mesmo assim, o Ciesp acredita que esses indicadores apontam para uma melhora tímida da economia nos próximos meses.

Setores – O nível de emprego industrial na região no mês de julho foi influenciado pelas variações positivas nos setores de veículos automotores e autopeças (1,73%); produtos alimentícios (1,38%); produtos químicos (0,35%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (1,46%).

Queda – No entanto, no período de janeiro a julho foi registrado um saldo de 2,1 mil demissões. Foram 900 desligamentos em fevereiro, 650 em março, 950 em abril, 250 em maio e 550 em julho, segundo dados do Ciesp. No primeiro semestre, apenas no mês de janeiro haviam sido registradas 700 contratações. Já nos últimos 12 meses, segundo a instituição, houve queda de 9,5 mil postos de trabalho na região.

A regional do Ciesp em Campinas atende a 500 empresas instaladas em Águas de Lindóia, Amparo, Artur Nogueira, Conchal, Estiva Gerbi, Holambra, Hortolândia, Itapira, Jaguariúna, Lindóia, Mogi Guaçu, Mogi-Mirim, Paulínia, Pedreira, Santo Antônio de Posse, Serra Negra, Sumaré e Valinhos. Entre elas há 58 multinacionais e 442 nacionais, que faturam média de R$ 37 bilhões por ano.

Fonte: G1

Atenção Transportadoras: multas de trânsito passam por reajuste e ficam até 65% mais caras

A partir do dia 1º de novembro passa a vigorar a Lei Federal 13.281 que estabelece reajustes de até 65% para as multas de trânsito. A infração gravíssima, que é de R$ 191,54, passará a ser de R$ 293,47, o valor punitivo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). As multas por infração grave passarão de R$ 127,69 para R$ 195,23; as médias de R$ 85,13 para R$ 130,16; e as leves de R$ 53,20 para R$ 88,38 – o reajuste nessa categoria será menor, de 60%.

Além da atualização inflacionária, a nova norma altera a tipificação de infração pelo uso do celular em trânsito, que passa a ser gravíssima – atualmente é infração média. E a nova lei também anistia os caminhoneiros que participaram de protestos por todo o país no final de 2015.

Desde que o novo CTB passou a vigorar, em 2000, as multas não eram reajustadas. A partir de novembro, haverá revisões anuais nos valores com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) do período. Ficou estabelecido também que os reajustes serão divulgados anualmente pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) com, no mínimo, noventa dias de antecedência de sua aplicação.

A nova lei ainda determina que todos os órgãos públicos municipais, estaduais e federais que emitem as multas de trânsito publiquem anualmente a receita proveniente com as cobranças. O órgão também será obrigado a repassar 5% do valor arrecadado ao Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset), ratificando uma norma de 1998. O Funset planeja e executa programas, projetos e ações de modernização e aperfeiçoamento das atividades do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) relativas à educação e segurança nas estradas.

Toda a arrecadação será destinada a atender exclusivamente despesas públicas como sinalização, engenharia de tráfego e campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. Essas receitas não poderão ser aplicadas em outras finalidades.

 

Fonte: Gazeta do Povo.

Palestra da V. Santos atrai bom público na Câmara Brasil Alemanha

A Executiva de Supply Chain do Grupo V. Santos Logística Internacional, Regina Affonso, proferiu palestra no último dia 09 de Agosto na Câmara de Comércio e Indústria Brasil Alemanha sobre oportunidades de redução de custos de importação.

Mais de 90 associados e clientes V. Santos lotaram o auditório da Câmara, em São Paulo.

Regina apresentou possibilidades de recuperação de PIS/COFINS e utilização de crédito acumulado de ICMS, por meio de recursos muitas vezes desconhecidos pelos empresários. Ela também abordou temas como o regime especial de Drawback, Ex-Tarifário e SISCOSERV.

A palestra promovida pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil – Alemanha teve um papel de extrema importância para os profissionais de comércio exterior e finanças, que buscam alternativas para o aumento de competitividade em diferentes segmentos de mercado.

Aeroporto de Guarulhos: recuperação judicial à vista? GRU Airport se defende

terminal4-aeroportoA GRU Airport, concessionária que opera o Aeroporto Internacional de Guarulhos, corre sério risco de paralisar suas operações. A afirmação é da Grant Thornton, responsável pela auditoria de seu balanço.

Dentre os fatores que podem levar a empresa a um pouso forçado, estão o prejuízo acumulado de R$ 666 milhões no semestre; o patrimônio líquido negativo de R$ 894 milhões (isto é, se a empresa vendesse tudo o que possui, ainda ficaria devendo); e o fato de que a GRU não reservou dinheiro para pagar a outorga fixa da concessão, que venceu em 11 de julho. Uma coisinha de R$ 1,1 bilhão.

A GRU é formada pela Invepar e pela sul-africana ACSA. As informações são do Valor.

Em nota Oficial, porém, a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A. rebate e informa que o plano de investimentos até 2032 é da ordem de R$ 6 bilhões. Desse total, mais de R$ 4 bilhões foram investidos nos primeiros quatro anos de gestão, atendendo às principais obras previstas no contrato de concessão.

O modelo adotado para a concessão de aeroportos exigiu um relevante investimento inicial que gerou uma necessidade de grandes aportes. Estes investimentos foram fundamentais para atingir a capacidade necessária para atender ao crescimento da demanda com o nível de serviço acordado. Tais investimentos foram previstos dentro do modelo de negócio e estão em linha com o retorno esperado.

Desde que assumiu a administração do Aeroporto Internacional de São Paulo, a concessionária realizou diversas obras de melhorias e implantação de novas tecnologias que resultaram na liderança da pesquisa de satisfação dos passageiros, na categoria de aeroportos que recebem mais de 15 milhões de passageiros/ano, além da terceira posição entre os aeroportos mais pontuais do mundo, segundo a consultoria britânica OAG.

Fonte: O Financista – 15.08.16 – 20:59h e Nota da GRU Airport

Viracopos implanta Câmara Climatizada Móvel na Exportação

foto frigoríficoA ABV – Aeroportos Brasil Viracopos – anunciou que foi implantado nas operações de Exportação no aeroporto de Viracopos, containers climatizados com “range” de 18°C à 22°C, a fim de atender de imediato uma  demanda relacionada às cargas perecíveis.

A ABV salienta, porém, que se trata de uma estrutura temporária, enquanto será concluído o projeto do complexo climatizado de VCP para cargas em Exportação.

O serviço já está disponível ao custo de R$ 70,00 por pallet de madeira ou volume com permanência de 24hs, contemplando o acompanhamento e monitoramento técnico 24hs de farmacêutico e equipe operacional do Terminal de Exportação.

Há exatos dois anos, em início de agosto de 2014, a ABV inaugurava um novo complexo frigorífico do Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de Viracopos. Além da modernização do local, foram construídas mais duas câmaras e uma antecâmara de armazenagem, passando de 13.000m³ para 21.000m³ de área total.

Na época, Viracopos passou a contar com 11 câmaras frigoríficas de armazenagem. Com isso, a capacidade foi ampliada naquela oportunidade em quase 40%.