Dachser Brasil impulsiona processo de desembaraço aduaneiro da Tetra Pak

imagem aéreoEmpresa de origem sueca de soluções em processamento e envase de alimentos chega ao topo do Ranking de Eficiência do Aeroporto de Viracopos 

A Tetra Pak busca constantemente a melhoria contínua em seus processos de importação e exportação. Como resultado desse esforço, a empresa foi recentemente classificada em 1º lugar no segmento “Regime Especial Linha Azul”, no Ranking de Eficiência Logística de Viracopos / Campinas (SP). O ranking é baseado no tempo médio de liberação de carga de importação e é agrupado em diferentes segmentos.

Este é o resultado de uma parceria bem desenvolvida entre a Tetra Pak e a Dachser Brasil – subsidiária local da empresa de logística sediada na Alemanha. Além de seu know-how e experiência em comércio exterior, a Dachser compartilha o mesmo conjunto de valores da Tetra Pak: visão de longo prazo, qualidade e inovação.

Monitoramento de processos, identificação de gargalos e melhoria de processos, foram os fatores determinantes para essa conquista de acordo com Angel Santana, Managing Director Dachser Brasil. “A otimização e a coordenação dos processos internos, ligados e cronometrados com o regime aduaneiro no aeroporto, foram determinantes para a operação ser bem sucedida. Juntamente com a Tetra Pak, nos concentramos em comunicações, atividades operacionais e maior eficiência”, explica Santana.

Nos últimos dois anos, a Tetra Pak tem realizado progressos significativos na eficiência dos processos, obtendo por vários meses o segundo melhor tempo no desembaraço aduaneiro. “Os desafios são grandes, mas acreditamos que podemos, em parceria com a Dachser, evoluir cada vez mais. Estamos confiantes de que excelentes resultados como este continuarão a ser alcançados”, conclui Rosana Mello, Diretora de Suprimentos da Tetra Pak para o Norte, Central e América do Sul.

Chineses querem retomar projeto do trem-bala entre SP e RJ

Empresas chinesas estão interessados em retomar o projeto do trem-bala entre os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

O embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, disse ao presidente interino Michel Temer na semana passada que empresas chinesas estão interessadas no projeto, cujas estimativas de investimentos variavam entre cerca de 35 bilhões de reais, por parte do governo, e 50 bilhões de reais, na visão do mercado.

Temer foi convidado para um passeio de trem de alta velocidade na China, de Xangai para Hangzhou, durante a reunião em setembro de líderes do G20, em que ele vai discutir o projeto com o presidente chinês Xi Jinping, em reunião bilateral.

“Os chineses querem muito vender esse projeto ao Michel (Temer)”, disse uma fonte palaciana que pediu anonimato porque não estava autorizado a falar publicamente. “O Brasil não comprou ainda, mas a ideia é vista com simpatia”, completou.

Um porta-voz da embaixada chinesa em Brasília disse que não tinha conhecimento do conteúdo das discussões entre Temer e embaixador Li Jinzhang. Emails para Li não foram respondidos até a publicação desta reportagem.

Fontes do governo Temer dizem que, dada a situação fiscal do país, uma condição para o projeto do trem-bala ser retomado é as empresas interessadas bancarem sozinhas os custos, sem participação de recursos públicos.

Técnicos do governo defenderam várias vezes alternativas para ajudar a pagar a conta do projeto. Além das tarifas dos passageiros, poderia haver exploração imobiliária nos arredores das estações de embarque e desembarque.

A tese é de que condomínios de alto padrão poderiam ser construídos ao longo do trajeto do trem-bala, pois o serviço de alta velocidade viabilizaria o deslocamento diário de seus moradores para o trabalho nos grandes centros urbanos.

Entre as empresas chinesas que estariam interessadas em retomar o projeto está a China Railway Construction, segundo uma fonte do governo. A empresa não pôde ser imediatamente contactada para comentar.

Empresas chinesas acreditam que o projeto seja economicamente viável, mas querem que o governo brasileiro proponha um novo modelo de concessão, disse uma autoridade chinesa familiar às discussões, sob a condição de anonimato.

Fonte: Reuters

Governo eleva para 1,6% previsão de crescimento da economia para 2017

Os sinais de recuperação da economia levaram o governo a aumentar a previsão de crescimento para 2017. A estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) passou de 1,2% para 1,6% para o próximo ano, anunciou na tarde desta quarta-feira (17) o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Carlos Hamilton Araújo.

A projeção para inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 4,8%. Os números serão usados na elaboração do projeto da Lei Orçamentária Anual de 2017, que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto.

Segundo o secretário, o governo só divulgará o reflexo do aumento do crescimento econômico na arrecadação federal no envio do projeto. Caso as receitas subam mais que o esperado, o governo não teria de aumentar tributos para reforçar o caixa no próximo ano e cumprir a metade déficit primário (resultado negativo nas contas públicas desconsiderando o pagamento de juros) de R$ 139 bilhões em 2017.

De acordo com Araújo, as recentes melhorias nos indicadores financeiros e os sinais de recuperação da economia permitiram à equipe econômica reajustar a estimativa de crescimento para o próximo ano. Conforme o secretário, o país deve voltar a registrar crescimento econômico a partir do quarto trimestre deste ano.

“Em termos reais, a produção industrial cresce há quatro meses seguidos. A Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] mostrou sinais de estabilização na atividade do comércio, com crescimento de 0,1% em junho. Temos indicações de que o segundo semestre terá desempenho melhor que o primeiro. No nosso cenário base, estimamos crescimento do PIB no quarto trimestre em relação ao terceiro”, explicou o secretário.

Para 2016, a Secretaria de Política Econômica reduziu a previsão de contração do PIB de 3,1% para 3%. A projeção para o IPCA foi mantida em 7,2%.

As estimativas da equipe econômica são mais otimistas que as do mercado. Segundo o Boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgadas pelo Banco Central, o país deve fechar 2016 com retração do PIB de 3,2% e inflação de 7,31%.

Para 2017, os analistas de mercado preveem crescimento de 1,1% no PIB e IPCA de 5,14%.

Fonte: O Tempo.

Três empresas chegam ao interior de São Paulo

helices finalBYD chega com planos e 300 vagas. Aircraft Propeller Services instala-se em Atibaia e Guarujá Equipamentos se muda da Capital para Valinhos

Com a perspectiva de melhora no cenário da economia brasileira, a chinesa BYD vai começar a operar no final do ano a fábrica de painéis solares instalada em Campinas. Empresários chineses se reuniram ontem com o prefeito Jonas Donizette (PSB) e os secretários de Trabalho e Renda, Arnaldo Salvetti, e de Desenvolvimento Econômico, Social e Turismo, Samuel Rossilho, para assinar um convênio visando a contratação de 300 vagas de emprego para trabalhar na planta industrial. O Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT) fará uma pré-seleção dos trabalhadores. O investimento da BYD é de aproximadamente R$ 100 milhões e a empresa terá capacidade para produzir anualmente 200 MW em painéis solares – o suficiente para abastecer uma cidade de aproximadamente 400 mil habitantes por um ano. É o equivalente a um município do porte de Piracicaba, por exemplo. E a empresa tem planos de duplicar a capacidade no futuro.

A fábrica de Campinas será a única da BYD no País e a perspectiva da empresa é que os primeiros painéis solares saiam da fábrica em março do ano que vem. A unidade será instalada no mesmo espaço onde funciona a montagem de chassis de ônibus elétricos, também da empresa chinesa, no Terminal Intermodal de Cargas. A BYD já tem clientes para os primeiros lotes dos painéis solares que serão fabricados na planta campineira. Os nomes dos compradores não foram divulgados, mas são consórcios que venceram leilões de geração de energia realizados pela Aneel. O diretor de marketing e relações governamentais da BYD, Adalberto Maluf, explicou que os empregos serão para várias funções e diferentes qualificações. O CPAT vai fazer a pré-seleção dos interessados e encaminhá-los para avaliação da empresa. Parte dos funcionários embarcará para a China ainda no final deste ano para passar por treinamento. A vice-presidente mundial da empresa chinesa, Stella Li, afirmou que confia na recuperação da economia brasileira. Ela explicou que a escolha de Campinas para instalar a fábrica da empresa no País considerou fatores como mão de obra qualificada, logística e visão inovadora da cidade, que foi a primeira do País a utilizar um ônibus elétrico. A BYD tem planos para realizar outros investimentos em Campinas, entre elas a fabrica- ção de caminhões e empilhadeiras elétricas.

O vice-cônsul da China no Brasil, Niu Tao, também mostrou confiança na recuperação da economia brasileira e comparou os dois países. “O Brasil vive hoje um momento de dificuldade, mas o governo chinês acredita que o futuro certamente será muito bom. O Brasil é muito parecido com a China, com grande potencial e um mercado consumidor muito grande. E tem um grande trunfo, que são suas riquezas naturais”, disse. Para o secretário Samuel Rossilho, o início das atividades da empresa em Campinas é reflexo das ações realizadas há anos pelo município.

Considerada uma das 10 empresas mais inovadoras do mundo, também tem plantas industriais e escritórios nos Estados Unidos, Europa, Japão, Coreia do Sul, Índia, Taiwan e Hong Kong.

Hélices – Já a Aircraft Propeller Services, empresa americana que abre sua primeira unidade de manutenção de hélices no Brasil, instala-se em Atibaia e já começa a atender clientes na Sede que chegará a ter 30 funcionários.

A Aircraft Propeller Services (APS) anunciou na quarta-feira, 10 de agosto, o início das operações de sua primeira unidade brasileira, instalada em Atibaia. A empresa americana é uma das líderes mundiais em manutenção de hélices aeronáuticas, e já foi certificada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para realizar suas operações.

O projeto envolve, no total, investimentos de R$ 4,5 milhões, sendo que R$ 500 mil serão aplicados em 2017 após o aumento de demanda que está previsto com novos projetos, quando o número de funcionários deve passar dos atuais 11 para 30.

Empresa se muda para Valinhos – Por fim, quem está de mudança é a Guarujá Equipamentos que transfere a sua linha de produção da Capital para a RMC.

A fabricante de materiais para tratamento de água, esgoto e efluentes Guarujá Equipamentos anunciou ontem a transferência de sua linha de produção da Capital paulista para Valinhos. A empresa deverá ampliar sua capacidade em 30% até março do ano que vem, quando a construção da estrutura deve estar concluída – por enquanto, apenas um dos dois prédios previstos está em funcionamento.

Fundada em 1989, a Guarujá Equipamentos já esteve instalada em diversos endereços na Capital, e passa por sua primeira grande mudança. Segundo o diretor da empresa, Alexandre Ravagnani, a vinda para a Região Metropolitana de Campinas (RMC) começou em mar- ço, com 45 funcionários transferidos de São Paulo, mais vinte trabalhadores locais contratados até agora (entre 50 a 100 vagas ainda serão geradas até a conclusão do segundo prédio). “Do ponto de vista de pessoal, o Interior tem um nível profissional superior ao da Capital. A questão de logística também é muito boa, e a mão-de-obra é qualificada”, ressalta. Com faturamento de R$ 20 milhões anuais e investimento de R$ 3,5 milhões obtidos através do Investe SP, a expectativa da empresa é dobrar sua capacidade de produção já no ano que vem, especialmente através das exportações. “Trabalhamos com infraestrutura, um setor que está passando por uma forte crise no Brasil. Estamos trabalhando com capacidade mínima, mas a previsão é voltarmos aos níveis de dois anos atrás até a conclusão do segundo prédio” disse Ravagnani.

A empresa tem contratos com companhias de abastecimento em todos os Estados do país (inclusive com a Sanasa e a Sabesp), e exporta para países da América do Sul como Colômbia e Paraguai. Também está em negociação com o setor na Argentina.

A unidade será a primeira e única da América Latina licenciada para fazer a manutenção de hélices da UTC Aerospace Systems, antiga Hamilton Sundstrand, com capacidade de inspecionar e reparar hélices 586F com tecnologia de Wrap Compression.

“Com a certificação da Anac, a APS Brasil está bem posicionada para atender os operadores brasileiros das aeronaves ATR 42/72 e CASA CN295 – Azul, Passaredo, MAP, Total, Flyways e Modern Logistics, além da própria Força Aérea Brasileira. Estamos comprometidos a ajuda-los a otimizar custos operacionais e de transporte, diminuindo o tempo de reparo em suas aeronaves. Construímos esta oficina para os operadores Brasileiros”, afirma o vice-presidente de vendas e marketing da empresa, Dennis Santare.

Segundo ele, o investimento faz parte da estratégia global de negócios da empresa de construir uma rede de unidades em locais-chave ao redor do mundo. “O centro em Atibaia vai oferecer um ponto logístico conveniente e de alto custo-benefício para os clientes que já temos no Brasil”, explicou.

A APS também está trabalhando para conseguir a certificação da EASA (Agência de Segurança Europeia de Aviação, em inglês) até o fim do trimestre e para tornar-se um provedor de serviços terceirizados como ensaios não destrutivos, aspersão térmica, pinturas, entre outros.

Com informações: Correio Popular e Investe SP

Logística Farmacêutica em alta no país

A distribuidora farmacêutica One Medicamentos tem na mira dobrar de faturamento no próximo ano. A expectativa é fechar 2016 na marca dos R$ 30 mi e 2017 em R$ 60 mi. Para isso, conta não só com a performance na distribuição de remédios, como também de itens de perfumaria , vitaminas e nutracêuticos – esses dois últimos, o novo nicho de destaque nas farmácias.

Um dos poucos segmentos a não sentir os efeitos da crise, o setor farmacêutico avançou 10,6% nos quatro primeiros meses deste ano, segundo dados do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no estado de São Paulo. O número representa as vendas de remédios, mas as farmácias comemoram também o aumento do volume de vendas dos “não medicamentos” – itens como sabonete, escova de dente, tinta de cabelos, barbeador, cujas vendas acumulam crescimento ainda maior. Segundo a Abrafarma, a venda de itens de perfumaria já cresce mais do que a dos medicamentos (cerca de 14%), somando quase metade do volume comercializado em remédios.

Para fazer essa engrenagem girar, o grande desafio é manter abastecidas as 72 mil farmácias do país – 80% de pequeno porte. E para reduzir custos operacionais e manter a qualidade de entrega, entra em cena a logística farmacêutica, a bola da vez do setor.

É nesse filão que a One Medicamentos está de olho. “Enxergamos que havia uma demanda reprimida no Estado de São Paulo pelas entregas rápidas e investimos nesse diferencial, agregando ainda a possibilidade da realização de pedidos pequenos. Entregamos pedidos a partir de R$ 80,00 e em menos de 24h”, afirma Marcos Avelar, sócio da empresa, complementando que “um projeto de logística customizado permite que o varejo diminua os gastos com estoque”.

A exclusividade na distribuição de nutracêuticos e vitaminas da marca Liteé para todo o estado de São Paulo é outro diferencial. “É raro encontrar hoje alguém que não tenha incorporado ao menos uma cápsula de vitamina ou nutracêutico na rotina, como forma de cuidado com a saúde. Atrelar a exclusividade da distribuição de uma marca conceituada no mercado à nossa atuação, foi uma forma que encontramos para fidelizar nossos clientes”, completa. “A farmácia precisa ter um parceiro logístico que agregue valor ao negócio, com os nutracêuticos, é isso que estamos fazendo, pois o consumidor atual, quer entrar na loja e encontrar esses novos produtos, e esses precisam já estarem disponíveis nas gôndolas”.

“Para crescer, investimos em infraestrutura e expansão da área de atuação. Já temos uma área para estoque seis vezes maior do que a do ano passado e estamos trabalhando para, em 2017, passar a atender também toda a região Sul e, em 2018, atuar em Minas Gerais”, explica.

Para não perder de vista o pronto atendimento e agilidade de entrega, 130 profissionais compõem o organograma da empresa, que recebe pedidos online 24h, além do atendimento convencional via call center e consultores de vendas externos em horário comercial.

Fonte: DINO