Roda Viva – Mudanças nas cadeiras do COMEX e da Logística. Veja os ajustes nas carreiras de Wilmar Gomes, Hélio Dapena, Eliane Assis e Adam Cunha.

roda em altaSempre aqui na coluna “Roda Viva”, divulgaremos as mudanças no dinâmico mercado de comércio exterior e logística.

Nesta edição trazemos algumas mudanças recentes de empresa ou de cargo, pelas quais passaram alguns profissionais conhecidos e reconhecidos pelo mercado.

Wilmar Gomes – Experiente profissional com passagens na UTI e na Schenker, assumiu como Executive Director/Partner na Gluck Recursos Humanos – Headhunter Comex / Logistica / Supply Chain.

Hélio Dapena – Deixou a ABV e assumiu como BGS Sales Executive Manager na Brink’s Brazil.

Adam Cunha – Permanece na ABV, agora na função de Gerente Comercial de Cargas da Aeroportos Brasil Viracopos S.A. Anteriormente ocupava a função de assessor da presidência para assuntos de logística de carga.

Eliane Assis – Assumiu na ABV (Aeroportos Brasil Viracopos) como Commercial Consultant.

Fonte: Linkedin

Mesmo após anúncio do aumento salarial, Receita permanece com atrasos na liberação de cargas em Guarulhos e Viracopos. Confira como foi a quinta-feira nos dois principais aeroportos cargueiros do País.

Mesmo após anúncio do aumento ao funcionalismo, incluindo a categoria de Auditores-Fiscais,  o comando de greve disse que vai esperar documento oficial do governo para convocar assembleia que decida sobre continuidade da paralisação.

Confira de acordo com o SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros, como foi a quinta-feira(28/07) nos principais aeroportos cargueiros do País.

Aeroporto de Guarulhos:

Setor de Exportação: Atendimento somente de Perecíveis e Animais Vivos
Apenas 01 fiscal conferiu 03 DE’S
Setor de Importação: Não houve conferência física
Setor de Trânsito: As 60 senhas foram normalmente. 

Aeroporto de Viracopos:

Setor de exportação: Sem atividade (Greve)
Setor de importação: Sem atividade (Greve)
Setor de trânsito:       Sem atividade (Greve)

Saída de cargas “verdes”: operação pente fino, passagem obrigatória pelo scaner, causando lentidão na operação.

Câmara Brasil-Alemanha receberá encontro na área de finanças e comércio exterior

Um café da manhã com muito conteúdo promete movimentar a comunidade de comércio exterior e finanças durante evento promovido pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha.

O evento será na Câmara Brasil-Alemanha, na  Rua Verbo Divino, 1488, 3º anda –  Chácara Santo Antônio, São Paulo/SP – e acontecerá na próxima terça-feira, dia 09/08, a partir das 09h.

Neste evento haverá um café da manhã e uma palestra intitulada “Oportunidades de Redução de Custos de Importação” que será ministrada pela executiva de Supply Chain do Grupo V. Santos, Regina Affonso.

Serão abordados tópicos de benefícios fiscais e redução de custos, visando o atual cenário de crise e instabilidade econômica do Brasil, de forma que as empresas importadoras e exportadoras possam aumentar sua competitividade.

Faça já a sua inscrição. As vagas são limitadas! Inscreva-se aqui: https://goo.gl/IXfS83.

Regional São José dos Campos do CIESP é a 2ª de SP em volume de exportações

A Regional de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, ficou em segundo lugar entre as 39 regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), em volume de exportações. O valor dos bens locais vendidos para o Exterior atingiu US$ 2,92 bilhões.

Já a Regional Campinas do CIESP ficou em 5º lugar. Balanço divulgado na última quarta-feira (27) O valor das exportações apontou que US$ 1,38 bilhão no primeiro semestre deste ano seguiu para fora do País. O montante caiu 6,1% em relação ao período de janeiro a junho de 2015, quando o total foi de US$ 1,47 bilhão. A regional ficou atrás de São Paulo (US$ 4,3 bilhões), São José dos Campos (US$ 2,92 bilhões), Santos (US$ 1,97 bilhão) e São Bernardo do Campo (US$ 1,55 bilhão).

Ainda que o volume exportado seja menor do que em 2015, a Regional Campinas manteve a mesma posição no ranking do que no ano passado. Na lista das cinco maiores exportadoras do Estado, apenas Campinas (-6,1%) e São Bernardo do Campo (-9,6%) registraram queda na comercialização de produtos para outros países. São Paulo apresentou um aumento de 26,9%. São José dos Campos permaneceu estável em 1,1%. Em Santos, a alta foi de 9%.

Importações – A Regional de Campinas figurou como a segunda no ranking de importações. O primeiro posto foi ocupado por São Paulo, com um total de US$ 4,43 bilhões.

No primeiro semestre, as compras de insumos de outros países somaram US$ 3,73 bilhões na área de Campinas. Assim como as exportações, houve retração no volume importado. A queda foi de 23,3%. No ano passado, as importações atingiram US$ 4,87 bilhões de janeiro a junho.

A Regional de Campinas é a que tem o maior déficit comercial entre as 39 regionais. O volume chegou a US$ 2,34 bilhões no primeiro semestre de 2016. O saldo comercial caiu 30% em relação ao período de janeiro a junho de 2015, quando o valor atingiu US$ 3,39 bilhões.

Já a chamada corrente de comércio (soma das exportações e importações) apresentou uma baixa de 19,3%, caindo de US$ 6,35 bilhões para US$ 5,12 bilhões. 

Outras regionais – As exportações da Regional de Americana mantiveram-se estáveis em US$ 155 milhões. As importações atingiram US$ 234,4 milhões. A queda em relação aos US$ 321 milhões foi de 27%. O saldo fechou negativo em US$ 79,4 milhões.

A Regional de Indaiatuba apresentou uma alta de 9,3% nas exportações passando de US$ 506 milhões para US$ 553,1 milhões. As importações caíram 30,2% – o volume passou de US$ 953,52 milhões para US$ 665,72 milhões. O saldo fechou vermelho em US$ 112,58 milhões, queda de 74,8%.

A Regional de Santa Bárbara d’Oeste registrou uma subida de 36,5%. O valor cresceu de US$ 24,15 milhões para US$ 32,95 milhões. As importações caíram de US$ 126 milhões para US$ 57 milhões. O saldo encerrou o semestre com um déficit de US$ 24,12 milhões.

Fonte: Correio Popular

 

Santos responde por 29% da balança comercial no semestre

O Porto de Santos foi responsável por 29% da balança comercial brasileira no primeiro semestre deste ano. No período, o complexo santista apresentou as maiores participações mensais das duas últimas décadas.

No primeiro semestre a movimentação do Porto de Santos, em valores, atingiu US$ 45,6 bilhões, 29,0% do total arrecadado pelo Brasil, que é US$ 156,9 bilhões. As exportações somaram US$ 26,8 bilhões, 29,7% do total do País, US$ 90,3 bilhões. Já as importações somaram US$ 18,8 bilhões, 28,2% de todas as importações brasileiras, US$ 66,6 bilhões.

Os cinco países dos quais o Brasil mais importou, através do Porto de Santos, foram a China (19,7%), os Estados Unidos (17,6%), a Alemanha (10,5%), o Japão (4,8%) e a Coreia do Sul (4,3%).

Já os principais destinos das exportações brasileiras foram a China (19,5%), os Estados Unidos (11,0%), a Argentina (6,0%), os Países Baixos (4,6%) e o México (3,1%).

Entre as cargas mais importadas através de Santos aparecem o gasóleo (óleo diesel), vindo, principalmente, dos Estados Unidos, Reino Unido e Emirados Árabes Unidos, representando 1,69% das importações; seguido de caixas de marchas, provenientes do Japão, Indonésia e Coréia do Sul, com participação de 1,3%.

Nas exportações sobressaíram-se a soja, embarcada para a China, Tailândia e Irã, com participação de 17%; o açúcar, para a China, Argélia e Índia, com 9,38%, e o café, para os Estados Unidos, Alemanha e Japão, com 6,7%. 

Fonte: A Tribuna