Novo Hyundai “ix25” será fabricado em Piracicaba e chegará ao mercado em fevereiro

Penúltimo mês do ano, novembro será duplamente importante para a Hyundai no Brasil: além de iniciar a produção do ix25 em Piracicaba (SP), a empresa vai expor o carro pela primeira vez no País, no Salão do Automóvel de São Paulo.

O início das vendas está programado para janeiro ou fevereiro de 2017.

O utilitário-esportivo compacto, terceiro produto nacional da Hyundai no País (já são feitos aqui o HB20 e o HB20 S), deve manter a mesma base mecânica das versões de topo dos “irmãos”, com motor 1.6 flexível de até 126 cv e câmbio manual ou automático de seis velocidades.

Com 4,27 metros de comprimento, 1,78 m de largura, 1,63 m de altura e 2,59 m de distância entre os eixos, o ix25 é um pouco maior que o HB20 S. As medidas do sedã são de, respectivamente, 4,23 metros, 1,68 m, 1,47 m e 2,50 m.

Revelado em abril de 2014, durante o Salão de Pequim, o utilitário-esportivo surgiu como um protótipo, mas com linhas bem próximas às da versão de produção.

Posteriormente, a Hyundai confirmou os planos de produzir o modelo, que seria global e feito sobre a mesma plataforma do HB20 e i20. O primeiro país a receber o ix25 foi a China, ainda no final de 2014. Outro mercado importante a ter o utilitário-esportivo compacto já à venda é o indiano.

Nos mercados onde já vendido o ix25 traz itens como rodas de liga leve de 17 polegadas, luzes diurnas de LEDs, central multimídia com tela de cinco polegadas sensível ao toque e navegador GPS, seis air bags, bancos com revestimento de couro e até câmera na traseira.

Em alguns países, o jipinho recebe um nome diferente. Ele é oferecido como Creta, em alusão à mais populosa das ilhas da Grécia.

Quando a Hyundai confirmou que faria utilitário, o Jornal do Carro antecipou sua produção nacional (além do nome ix25) para logo após o lançamento do HB20 e do HB20S reestilizados – o que ocorreu no ano passado.

Concorrência. No Brasil, o ix25 chegará para participar do segmento que mais está em evidência no mercado, o de utilitários-esportivos compactos. O líder dessa categoria é o Honda HR-V, seguido pelo Jeep Renegade – ambos lançados em 2015.

Em 5 de agosto, chegará às concessionárias do Brasil o Nissan Kicks, que já está em pré-venda. Além disso, até o fim do ano o pioneiro EcoSport receberá atualizações.

Com informações: Com informações: O Estado de S.Paulo

Governo não descarta imposto sobre combustíveis para reduzir déficit

Se o governo optar por elevar a carga tributária para garantir um rombo menor nas contas públicas em 2017, o mais provável é que eleve a Cide sobre os combustíveis, informaram fontes da área econômica. A alta do tributo poderia garantir arrecadação de R$ 5 bilhões a R$ 10 bilhões, dependendo das alíquotas a serem aprovadas. O governo também avalia alterações no Imposto de Renda.

A possibilidade de alta nos tributos foi admitida nesta terça-feira, 5, pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, após reunião com o presidente em exercício, Michel Temer. “Estamos trabalhando na receita e obviamente envolve diversos setores de atividade econômica, a retomada da confiança, o investimento, a infraestrutura. Temos de pensar também em privatização e venda de ativos”, disse. Questionado se o aumento de impostos também está neste horizonte, respondeu: “Estamos considerando e vamos divulgar as conclusões ainda esta semana”.

A intenção de Temer era definir a nova meta fiscal hoje, mas não houve consenso na equipe. Enquanto a área econômica defende um déficit de R$ 150 bilhões, podendo ser até mesmo R$ 140 bilhões, há na área política quem defenda a repetição da meta deste ano, de rombo de R$ 170,5 bilhões, que ainda assim já imporia aperto adicional de gastos. Meirelles negou a divergência.

Sem chegar a um acordo, o Planalto adiou a definição da nova meta para esta quarta-feira, 6, segundo o relator do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Wellington Fagundes (PR-MT). Ele se disse favorável à elevação da Cide, desde que a receita seja partilhada com Estados e municípios. Em sua opinião, o governo vai adotar a elevação da alíquota da Cide para reforçar o caixa e diminuir o rombo fiscal projetado para 2017.

Para Fagundes, a adoção da Cide é fácil porque precisa apenas de decreto presidencial. Não precisaria, portanto, de aprovação de proposta pelo Congresso, como a CPMF.

O senador é autor de proposta de emenda à Constituição (PEC) que aumenta a fatia de Estados e municípios no bolo da Cide. Caso o governo a inclua como fonte de receita para o próximo ano, ele pretende atrelar a alta do tributo à aprovação de proposta que aumente a participação dos entes regionais.

O senador disse que as mudanças com os novos parâmetros para a meta fiscal de 2017 deverão ser encaminhadas na quinta-feira ao Congresso. Ele pretende trabalhar na elaboração de um parecer no fim de semana para tentar votar o projeto na Comissão Mista de Orçamento e no plenário do Congresso até quarta-feira da próxima semana.

Na noite de hoje ainda havia números variados para a meta. Rose de Freitas (PMDB-ES), líder do governo no Senado, disse que deverá ficar num déficit entre R$ 150 bilhões e R$ 160 bilhões. Admitiu que a alta de impostos está em discussão, mas acha ser difícil obter apoio popular para a medida após a gestão ter mantido aumentos para o funcionalismo público negociados pelo governo da presidente afastada Dilma Rousseff.

Rose reconheceu que, sem aumento de tributos não é possível fazer no próximo ano déficit menor que o projetado para 2016, de R$ 170,5 bilhões. “Vão ter de repetir a dose.”

Fonte: Estado de São Paulo 

V. Santos se antecipa e divulga ações para o VGM que entra em vigor hoje, 1º de julho

equipe sindaspDe acordo com a Portaria 164/16 do DPC e Resolução MSC 380(94), a qual adotou emendas ao Capítulo VI da Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar 1974 (SOLAS) da IMO (International Maritime Organization), resolve: Art. 1oTornar obrigatória, a partir de 1º de julho de 2016, a determinação da massa bruta dos contêineres embarcados no território nacional de acordo com os procedimentos estabelecidos nas normas em anexo. O VGM – Massa bruta Verificada – sigla na tradução, já está em vigor. 

Diante dessa nova instrução, alguns países adotaram a máxima em inglês “no VGM, no Gate” – em tradução livre, “sem VGM, não embarca no terminal” –, prometendo passar a proibir a entrada de containers sem a pesagem certificada. Não é o caso do Brasil, porém essa situação dá a dimensão de como o assunto tem repercutido no mundo todo, principalmente pela divergência de parâmetros quanto à pesagem dos containers.

Liderado por seu Presidente Valdir Santos, o Grupo V. Santos participou com uma equipe (foto) em recente encontro sobre o tema no Seminário promovido pelo Grupo Guia, específico para discussão da nova lei mundial de pesagem de containers.

Familiarizado com o tema, o Grupo V. Santos se antecipou e divulgou para parceiros e clientes um “Guia” com as principais dúvidas sobre o VGM, que pode ser conhecido aqui no LogNews.

Clique e confira o GUIA

Exportações nas indústrias de Sorocaba crescem 18% em maio

No acumulado dos últimos cinco primeiros meses, as exportações sorocabanas aumentaram 8,46%

As exportações da indústria de Sorocaba cresceram 18,43% em maio deste ano, chegando ao melhor resultado para um mês desde julho de 2015. O montante de US$ 126.376.449 do mês passado é 11,17% superior ao de maio de 2015, que atingiu US$ 113.674.331. No acumulado dos cinco primeiros meses, as exportações sorocabanas aumentaram 8,46%, no valor de US$ 540.148.453, livre de impostos e taxas. A desvalorização do real em relação ao dólar e a crise econômica no mercado interno influenciaram a alta das vendas para o exterior, afirmam economistas.

O aumento nas exportações ao longo dos primeiros cinco meses deste ano se deve à ampliação da participação de países da América Latina, além de Alemanha, China e Austrália na balança comercial sorocabana. Entre janeiro e maio do ano passado, os alemães — principais parceiros da indústria de Sorocaba — adquiriram US$ 36.621.276 em produtos locais. No mesmo período de 2016, o montante passou a US$ 41.487.182, o que representa avanço de 7,7%.

Terceiro principal comprador da indústria de Sorocaba, o México ampliou as importações em 4%, passando de US$ 19.304.278 para US$ 21.468.528. Outro crescimento foi nas exportações para o Chile, que nos cinco primeiros meses deste ano foram de US$ 20.850.005. O montante é 20,88% superior aos US$ 17.248.172 registrados de janeiro a maio de 2015. Já a Austrália, que no mesmo período do ano passado, importou US$ 2.216.090 em produtos sorocabanos, em 2016 chegou a US$ 14.528.330. O aumento foi de 555%.

Avanço tímido – Na avaliação do economista Lincoln Lima, professor da Universidade de Sorocaba (Uniso), o aumento das exportações está ligado, principalmente, à alta do dólar e a procura por mercados externos por empresas brasileiras como forma de driblar a crise econômica interna. Já a presença da Austrália entre os principais países de destino das exportações é reflexo de uma retomada na relação comercial, que já foi muito mais intensa, mas que nos dois últimos anos estava perdendo força. “Austrália que já foi o 12º destino das exportações de Sorocaba em 2008, fechou o ano de 2015 em 24º lugar. ” O crescimento das exportações no ano, no entanto, foi tímido, afirma Lima. Os dados de maio também não representam um grande avanço, segundo ele, porque esse mês sempre registrou alta. “As exportações sorocabanas em 2016 estão apresentando um desempenho um pouco melhor em relação ao mesmo período de 2015, porém esse desempenho ainda é tímido”, acredita o economista.

O secretário do Desenvolvimento Econômico e do Trabalho (Sedet) de Sorocaba, Geraldo Almeida, atribui a melhora nas exportações ao dólar. Ele acrescenta, contudo, que as empresas brasileiras estão sendo obrigadas a procurar o exterior para vender. “É uma lição para o brasileiro não ficar dependente só do mercado interno”, ressalta.

Inglaterra – A saída da Inglaterra da União Europeia, aprovada pela população do Reino Unido neste mês, pode ser outra contribuição para a melhora nas exportações de Sorocaba. Para Almeida, a notícia é importante, uma vez que a cidade possui duas grandes empresas britânicas e a terceira deve chegar em breve. “Para nós, o que vai acontecer é que será possível fazer mais acordos bilaterais. E pode ser que eles procurem mais o Brasil”, avalia.

O economista Lima, por outro lado, acredita que esse fato pode trazer riscos e oportunidades. “O maior risco seria a desaceleração econômica e a desvalorização da libra, que poderão reduzir as importações do Reino Unido e dificultar as exportações de Sorocaba para lá”, diz. No entanto, aquela é a região menos protecionista da Europa, de modo que a saída da zona do euro poderia intensificar as exportações sorocabanas para essa região, considera Lima.

Outro fato positivo para Sorocaba, conforme o secretário Geraldo Almeida, é a renovação do acordo automotivo entre Brasil e Argentina até 2020. Segundo ele, o país vizinho é destino de grande parte da produção metal-mecânica e automotiva da cidade. O Etios, fabricado em Sorocaba pela Toyota, também tem a Argentina como principal mercado.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

VW exporta novos Gol, Voyage e Saveiro

A VW do Brasil começa a exportar os novos Gol, Voyage e Saveiro. Mais de 13 mil unidades foram embarcadas para Argentina, México, Bolívia, Colômbia, Chile, Peru, Uruguai e Paraguai. A Saveiro abriu um novo mercado e passa a ser enviada para a Jamaica. A marca também enviará o Gol e a Saveiro para Honduras, o Gol para Curaçao e a Saveiro para o Panamá.

A VW recorda que o Gol é o carro mais exportado da indústria automobilística nacional, superando 1,3 milhão de unidades enviadas para 66 países. Em 2015, além de ser o modelo mais exportado do País, também foi o modelo mais vendido na Argentina.

O Voyage acumula em toda a sua história 400 mil unidades embarcadas e a Saveiro, 209 mil. Recém-lançados no mercado nacional, os novos Gol, Voyage e Saveiro são frutos de um investimento superior a R$ 560 milhões.

Nos últimos 45 anos a Volkswagen já exportou mais de 3,3 milhões de unidades montadas (automóveis e comerciais leves, sem contabilizar CKD) para 147 países nos cinco continentes.

As exportações de automóveis vêm ajudando a reduzir os efeitos da retração no mercado interno. De janeiro a maio deste ano as montadoras instaladas no Brasil enviaram ao exterior 172,7 mil unidades e registraram alta de 23,7% sobre os mesmos meses de 2015. 

Com informações: Automotive Business