Maxion Wheels inaugura nova fábrica de rodas de alumínio em Limeira, no interior de São Paulo

maxionA Maxion Wheels, uma divisão da Iochpe Maxion S/A, inaugurou nesta terça-feira, 21 de junho, a sua nova fábrica de rodas de alumínio em Limeira. A planta está localizada no mesmo terreno onde hoje está instalada a unidade que produz rodas de aço para veículos leves.

A segunda planta na cidade vai fabricar rodas de alumínio para veículos leves, gerando aproximadamente 500 empregos quando o projeto estiver totalmente implementado. Nesta primeira fase da nova fábrica, a planta de alumínio terá capacidade produtiva de 800 mil rodas/ano e, em sua segunda fase, terá uma capacidade eventual de produção de 2 milhões de rodas/ano.

Segundo Marcos Oliveira, CEO da Iochpe-Maxion, a nova fábrica vai atender a alta demanda do mercado nacional por automóveis com este tipo de roda. “Os consumidores brasileiros seguem uma tendência global em busca de veículos mais sofisticados, mais completos, e as rodas de alumínio passam a ser uma exigência nos novos modelos de automóveis’’, ressalta. Além deste investimento em Limeira, recentemente a Maxion Wheels expandiu em 50% a capacidade produtiva de sua planta localizada na cidade de Santo André, Estado de São Paulo, que também produz rodas de alumínio e hoje já colhe os frutos da crescente demanda do mercado.

Don Polk, Presidente da Maxion Wheels para a região das Américas, ressaltou o empenho dos colaboradores como fator predominante para o sucesso desta nova fábrica. “Mesmo em um momento de forte crise, a Maxion Wheels continua liderando a indústria de rodas devido ao comprometimento e esforço dos nossos colaboradores. Produzimos um componente de segurança fundamental para a mobilidade do mundo, as rodas. Como diz o nosso slogan, “Wheels Matter”, ou as rodas são importantes.

Para poder atingir um alto nível de excelência em nossos produtos e serviços contamos com as nossas pessoas, agradece o Presidente.

A escolha pela cidade de Limeira e região ocorreu naturalmente. O ótimo relacionamento com a comunidade e o fato de já possuir uma planta produtiva na cidade, com toda logística preparada, know-how tecnológico e de desenvolvimento instalado no Centro de Excelência, proporcionando grande sinergia para o negócio, pesou a favor. Além disso, o interior de São Paulo tornou-se um polo automotivo competitivo, com uma extensa cadeia de fornecedores, presença das grandes montadoras globais com novas plantas, e altos investimentos e expansões das unidades atuais.

Renault economiza R$ 6,5 milhões apenas ao trocar aeroporto cargueiro para chegada de sua importação ao Brasil

Responda rápido: é mais barato trazer uma carga de peças de um aeroporto a 13 km de distância ou de outro a 436 km? O bom senso indica que a primeira opção tem tudo para ser correta, mas não quando se trata da fábrica Renault em São José dos Pinhais (PR), bem próxima do aeroporto de Curitiba (Afonso Pena), que no ano passado começou a importar componentes via terminal de cargas aéreas de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, e com isso economizou apenas em 2015 cerca de R$ 6,5 milhões, algo como R$ 37 por veículo produzido.

Todos os meses a Renault precisa trazer por via aérea de 5% a 10% dos componentes importados usados na produção no Paraná. São principalmente itens eletrônicos, cabos e até alguns tipos especiais de parafusos não fabricados no Brasil, que representam a carga aproximada de um avião por semana. Há anos essa operação vinha sendo feita pelo aeroporto mais próximo, que assim como a fábrica também fica em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Isso até o ano passado, quando a equipe responsável pela logística da cadeia de suprimentos levantou que o frete para lá custa € 3,60 por quilo transportado, enquanto esse valor baixa para cerca de € 2 no terminal de Guarulhos.

Essa quase inacreditável variação de 45% no preço do frete acontece especialmente porque existe grande número de companhias, mais de 20, que fazem voos cargueiros diários para o aeroporto paulista, aumentando a margem de negociação de preços que alcançam variações de 10% a 30% entre um fornecedor e outro. Já no Paraná são apenas três voos por semana de duas empresas.

“Por causa do movimento maior, a liberação de cargas em São Paulo também é mais rápida”, conta Luiz Renatto Quinalha, diretor de fabricação da Renault em São José dos Pinhais, que coordena o fluxo logístico de componentes da planta. Segundo ele, o frete rodoviário de Guarulhos a São José dos Pinhais é mais barato e em nada altera a viabilidade econômica da operação. O executivo lembra ainda que a mudança trouxe uma vantagem adicional: a maior previsibilidade, uma vez que a região de Curitiba usualmente apresenta condições climáticas adversas para o pouso de aeronaves, o que acontece mais raramente em Guarulhos.

“Não há nada mais caro do que parar uma linha de produção por falta de peças”, destaca Quinalha. Assim ele justifica o uso relativamente alto de transporte aéreo para trazer componentes importados. A via marítima é muito mais barata, o frete custa poucas dezenas de centavos por quilo, mas o executivo lembra que este modal gera um estoque de componentes em trânsito de 12 semanas em média. “Por isso precisamos constantemente usar a via áerea, quando não há tempo a esperar ou em casos de emergência”, explica. Ele recorda que no ano passado a Renault precisou locar três Antonov (o maior avião cargueiro do mundo), ao custo de € 700 mil cada, para trazer alguns itens de grande porte por causa de problemas enfrentados com um fornecedor local.

COMPETIÇÃO DE CORTE DE CUSTOS – “Conseguimos chegar ao corte do custo do frete aéreo quando a equipe de supply chain decidiu participar com esta iniciativa na nossa Copa de Redução de Custos, uma competição interna anual que tem por objetivo criar a cultura constante de redução de custos na empresa”, explica Quinalha. “Isso mostrou que o projeto funciona, a criação dessa cultura incentivou a mesma equipe que antes fazia as importações por Curitiba a procurar alternativas até impensáveis”, acrescenta.

O “pensamento fora da caixa” rendeu à equipe de sete pessoas o primeiro lugar no campeonato de 2015, que teve 491 iniciativas apresentadas por diversas equipes que reuniram 1,8 mil empregados. Ao todo o programa no ano passado trouxe redução de custos equivalentes a R$ 300 por carro montado, que com as 175,5 mil unidades produzidas no ano passado soma economia de R$ 52,6 milhões. Para este ano espera-se atingir nível parecido de cortes.

Quinalha conta que a equipe já trabalha em outros projetos logísticos bastante ousados de redução de custos. Um deles diz respeito às quatro linhas de caminhões que operaram no sistema milk run, em que um mesmo veículo passa em diversos fornecedores para transportar peças. O executivo lembra que normalmente esses caminhões chegam à fábrica com apenas 60% a 70% de sua capacidade ocupada. Para reduzir essa ociosidade e ganhar produtividade, a ideia é adotar o uso de veículos menores que fariam a consolidação das cargas em um ponto único ao lado de rodovias, com a transferência do conteúdo para carretas bitrem que fariam o percurso final até São José dos Pinhais.

Outro projeto em estudo consiste em aproveitar os espaços vazios de certos tipos de cargas no transporte marítimo. A ideia é preencher as lacunas com outros componentes menores. “No navio a cobrança do frete é por metro cúbico transportado. Se conseguirmos transportar mais itens em um mesmo espaço podemos trazer mais coisas pelo mesmo preço”, explica Quinalha. “São todos projetos que refletem diretamente no preço das peças e, por consequência no valor dos carros”, resume.

Com informações: Automotive Business

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Parque Tecnológico de São José dos Campos se torna o maior do País

O Parque Tecnológico São José dos Campos e o Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista (Cecompi) se tornam nesta semana uma só organização. Com isso, o Vale do Paraíba passa a abrigar o maior complexo de inovação e empreendedorismo do País, com um total 304 empresas e seis instituições de ensino e pesquisa. Na união das duas instituições prevaleceu a denominação Parque Tecnológico São José dos Campos, cuja sede fica no km 138 da Via Dutra (SP-RJ) em uma área de 25 milhões de metros quadrados.

 

Inaugurado em 2009, o Parque foi o primeiro a ser credenciado no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos. Sua atividade é diversificada, constituída por diferentes ambientes e tem a participação de empresas de vários segmentos econômicos, como aeronáutico, espacial, TIC, saúde e automotivo, dentre outros. Conta também com unidades de seis instituições de ensino e pesquisa, como as universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de São Paulo (Unifesp) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

 

O parque é o único no mundo em que são realizadas atividades das três maiores fabricantes mundiais de aviões: Boeing, Airbus e Embraer. Isso se deve aos vários ambientes que compõem a instituição. São três centros empresariais, onde estão 60 empresas de pequeno, médio e grande porte. Todas elas realizam atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). O PD&I é o foco também dos cinco Centros de Desenvolvimento Tecnológico, dedicados a projetos em Saúde, TIC, Aeronáutica, Águas e Saneamento Ambiental, e Construção Civil. Cada Centro conta com uma empresa-âncora e várias empresas menores.

 

Os laboratórios do Parque são também utilizados pelas empresas em seus projetos de inovação. São três laboratórios: de Estruturas Leves; de Simulação de Sistemas Críticos; e de Desenvolvimento em Manufatura. O Arranjo Produtivo Local de TIC reúne 66 empresas, desenvolvedoras de softwares, hardwares e serviços de TI, com foco principal em varejo, cidades inteligentes e indústria 4.0.

 

Já o Cluster Aeroespacial e de Defesa, encabeçado pela Embraer, reúne 116 empresas, distribuídas em seis Estados brasileiros. Elas atuam em consultoria, engenharia, serviços, indústria e manufatura, e defesa e segurança. O parque tem a sua própria incubadora de empresa e cuida de outras duas, externas, todas elas vinculadas ao Programa Municipal de Incubadoras de São José dos Campos. No total, são 32 empresas incubadas.

 

Outras 30 empresas estão nas Galerias do Empreendedor, programa de natureza socioeconômica realizado em três bairros da periferia de São José dos Campos.

 

Expansão – Estão sendo construídos mais um Centro Empresarial e dois laboratórios: um de Compatibilidade e Interferência Eletromagnética, e outro de Manufatura Digital e Prototipagem Virtual. Paralelamente, o parque se volta para a expansão imobiliária e a instalação de novos estabelecimentos de serviços para atender sua população de seis mil pessoas. Para isso, a administração está aberta a parcerias com empresas dos setores potencialmente interessados, como incorporadoras e construtoras imobiliárias, estabelecimentos bancários, restaurantes, lojas comerciais e prestadores de serviços diversos.

Empresa em Sorocaba fabrica máquina especializada em remoções especiais de pisos. Condomínios Logísticos e Industriais podem receber serviços

A goma de mascar (popular chiclete) ou sujeira que fica impossível de remover, bem como manchas de graxas, óleo, colas e adesivos, tudo, agora, pode ser limpo com extrema facilidade e higiene.

A empresa projetou e passou a fabricar a “Remover System IC2”, uma máquina de limpeza a vapor que trouxe soluções para estes tipos de sujeira.

Empregando três ações: Térmica x Química x Mecânica ela remove goma de mascar e demais impurezas com total êxito, em qualquer superfície, sem agredir o piso, o carpete, ou ainda as escadas rolantes.

Fácil de usar, leve e prática, com tecnologia na solução ergonômica correta ao seu operador. A empresa tem cases de sucesso em Shoppings e Aeroportos. Os armazéns logísticos e também condomínios industriais também passam a ser foco de trabalhos da empresa.

A INDÚSTRIA CORREA atende a partir de Sorocaba no (15) 3031.1447 / e-mail: contato@remover.ind.br.