Sony inicia importação de smartphones no Brasil e Xiaomi não lançará novos modelos

sony-xperia-xa-2-w782Os celulares da Sony eram fabricados no Brasil de forma terceirizada por Foxconn, em Indaiatuba (SP), e Arima, em Jundiaí (SP). Questões tributárias estão no centro do afastamento de empresas fabricantes do Brasil.

A Xiaomi e Sony mudam estratégia para smartphones no Brasil.

As duas grandes fabricantes de smartphones, a chinesa Xiaomi e a japonesa Sony, adotaram estratégias que sinalizam um distanciamento do Brasil. A Xiaomi informou não pensar em lançar novos modelos no país no curto prazo. Já a Sony abandonou a fabricação local e passou a importar celulares. Os anúncios foram feitos no momento em que o consumidor passa a comprar aparelhos mais caros e fabricados no país.

Xiaomi sem lançamentos – As alterações a que a fabricante se refere são anova forma de partilha do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) entre estados, que afetou sobretudo empresas de comércio eletrônico. A empresa vendia seus celulares apenas pela internet.

A Xiomi acrescentou que outra das razões da mudança de rumos foi a volta da cobrança de PIS/Cofins de bens de informática e telecomunicações, a chamada “Lei do Bem”. O último aparelho a ser lançado no Brasil foi o Redmi 2 Pro, em outubro. De lá para cá, apresentou outros celulares, como o MI5 e o Mi Max.

Sony inicia importação – Sony também citou a extinção da isenção do tributo para computadores e smartphones que custassem até R$ 1,5 mil entre os motivos para se afastar do Brasil. Os novos Xperia X e Xperia XA, lançados neste mês, são importados e fazem parte dessa estratégia.

“A lei do bem foi suspensa e só temos produtos acima de R$ 1,8 mil, então decidimos importar esses modelos”, conta Ana Peretti, diretora de marketing da Sony.

Ela explicou ao G1 que a decisão foi tomada “tendo em vista todo o cenário macroeconômico do Brasil”, mas evita dizer que a crise tenha contribuído com a decisão de a empresa se afastar do Brasil.

O que pesou mesmo, diz, foi a tentativa de tornar a distribuição mais flexível. “Quando a gente fabrica aqui, o tempo para eu reagir à demanda aumentada. Por exemplo, demora mais para aumentar minha oferta do que quando ela é importada”, explica Peretti.

O novo posicionamento foi iniciado com Xperia Z5 e Z5 Premium, lançados em março deste ano. Até a guinada, os celulares da Sony eram fabricados no Brasil de forma terceirizada por Foxconn, em Indaiatuba (SP), e Arima, em Jundiaí (SP).

Sai interior de SP, entram China e Tailândia – A produção dos novos foi direcionada para fora do país. O Xperia X é fabricado na Sony da Tailândia. Já o Xperia XA continua a ser montado pela Foxconn, mas por uma das fábricas da empresa na China.

Peretti explica que o intuito da Sony é focar no segmento de smartphones mais caros. O Xperia X custará R$ 3,8 mil e o XA vai sair por R$ 1,8 mil. A faixa dos aparelhos com valor acima dos R$ 3 mil é a segunda que mais registra vendas no Brasil.

Segundo a consultoria de tecnologia IDC, que acompanha o mercado, a venda de unidades com esse preço cresceu 101% em relação ao mesmo trimestre de 2015. No mesmo período, a comercialização dos celulares entre R$ 1,6 mil e R$ 2 mil subiu 50%, o terceiro maior crescimento.

Apesar de apostar nas categorias de preço que mais vendem, a Sony muda no momento em que o brasileiro compra mais smartphones “nacionais”. Em 2015, 91,4% das unidades vendidas no país foram feitas internamente.

Com informações: G1

Lufthansa Cargo concede prêmio à DACHSER por cooperação global

Dachser_Lufthansa_Cargo_Award_2016A DACHSER, multinacional de logística com Sede na Alemanha, recebeu reconhecimento inédito pelo seu eficiente desempenho como provedor de logística, ganhando o prêmio “Planet Award of Excellence” da Lufthansa Cargo como parte de sua cooperação global.

Além de sua capacidade de inovação, estabilidade e da sustentabilidade de seus relacionamentos comerciais, a Lufthansa Cargo também se destaca através da taxa de crescimento de seus clientes em produtos individuais. Por exemplo, ano passado, a DACHSER transportou a maior parcela entre todos os seus parceiros de mercado com a Lufthansa Cargo, a líder europeia em frete aéreo.

 A transportadora aérea apresentou seu prêmio “Planet Award of Excellence” como parte de seu Conselho de Parceiros Globais, em Hamburgo. Thomas Reuter, Chief Operating Officer de Air & Sea Logistics, e Timo Stroh, Head of Global Air Freight, receberam o prêmio em nome da DACHSER. Reuter disse, “Estamos tão orgulhosos de que a excepcional cooperação com a Lufthansa Cargo resultou nesse prêmio. Nossos clientes se beneficiam todos os dias da qualidade extraordinariamente alta das cadeias de suprimento globais que criamos juntos. Nós vamos continuar aperfeiçoando nossa bem-sucedida cooperação.”

A capacidade de inovação da DACHSER recebeu elogios especiais. “Juntos nós aperfeiçoamos nossas interfaces e processos, e estamos felizes que a DACHSER se qualificou entre os usuários de eChannel mais ativos. Como um dos primeiros parceiros globais da comunidade de transporte aéreo de Frankfurt, a DACHSER fortaleceu Frankfurt como um centro para frete aéreo. Tudo isso resulta na mais alta qualidade para nossos clientes em comum, assim merecendo o Planet Award of Excellence” segundo o Dr. Alexis von Hoensbroech, Membro do Conselho de Produtos e Vendas da Lufthansa Cargo.

O Programa de Parcerias Globais Lufthansa Cargo Global é uma plataforma importante para o crescimento sustentado da Lufthansa Cargo e seus maiores clientes. Doze parceiros globais, a DACHSER inclusa entre eles, representam em torno de metade da receita da Lufthansa Cargo.

Sindipeças e Apex estimulam as exportações de autopeças

Para estimular as exportações de autopeças, ocorre em São Paulo, dias 20 e 21 deste mês, a 8ª edição do Projeto Comprador, com a participação de dezessete compradores internacionais de autopeças, trazidos ao País pelo projeto Brasil Auto Parts – Trusted Partners, que é resultado da parceria do Sindipeças com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Nesses dois dias, devem ser realizadas mais de 490 reuniões de negócios com 64 fabricantes brasileiras. Os compradores também farão visitas técnicas a fabricas.

Os compradores internacionais, de nove países, são Auto Magneto e Autopride (África do Sul), Derco (Chile), Superpolo (Colômbia), JG Parts (Costa Rica), Euro Part (Emirados Árabes), Ramy Trading (Emirados Árabes), IranMercedes (Irã), Interauto (México), MekkaParts (México), Jorges Auto Refacciones (México), Jorges Diesel(México) e Transmisiones Veracruzanas (México), Ditersa (Peru) Regauto (Peru) e Armtek (Rússia).

Segundo previsões do Sindipeças, as cerca de 470 empresas associadas devem registrar este ano faturamento nominal de R$ 63 bilhões, valor 4,5% inferior ao de 2015. Em 2017, espera-se crescimento de 2,7%, para R$ 64,7 bilhões. Importante considerar, no entanto que o crescimento nominal previsto é bastante inferior à inflação e à variação cambial passadas e projetadas. Portanto, haverá provável retração do faturamento real (ajustado à inflação e ao câmbio). Os investimentos este ano devem alcançar R$ 1,51 bilhão e subir para R$ 1,55 bilhão em 2016. O número de postos de trabalho chega a 164 mil e pode cresce para 164,4 mil no ano que vem.

O Sindipeças é a entidade que representa a indústria de autopeças instalada no Brasil, independentemente da origem do capital. Representa cerca de 470 indústrias, localizadas em vários Estados brasileiros.

A Apex-Brasil atua para promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Apoia atualmente mais de 12 mil empresas de 84 setores.

Com informações: Fonte: Apex-Brasil

Sindasp participa de três eventos no período de uma semana no interior de São Paulo

marcos faarneze sorocabaSorocaba, Atibaia e nesta quinta-feira(9), em Rio Preto, são as cidades que o SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – faz intervenções durante o período de apenas uma semana.

O presidente Marcos Farneze, presente nas ocasiões, leva a marca do SINDASP na abertura dos três encontros.

Em Sorocaba, no último dia 02, o diretor Valdir Santos também participou de um Painel sobre o Porto de Santos. Já em Atibaia a palestra foi da diretora Regina Teresin, que desenvolveu o tema “As possibilidades de auxílio ao futuro exportador quanto às regras e demais detalhes de seu processo”.

Nesta quinta-feira, 09/06, a equipe Sindasp encerra a corrida nas cidades com a participação na abertura do evento Desembaraça Brasil em São José do Rio Preto e com a palestra de encerramento do evento, quando a diretora Regina Teresin abordará “Princípios e Objetivos do Programa Brasileiro do Operador Econômico Autorizado (OEA).

Exportações de São José dos Campos crescem quase 20% em um ano

São José dos Campos, no Vale do Paraíba, exportou mais de US$ 1,7 bilhão em produtos entre janeiro e maio de 2016, o que representa um aumento de 19,8% com relação ao total exportado nos cinco primeiros meses de 2015, segundo os números mais recentes do Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior.

Somente no mês de maio, São José exportou US$ 379,3 milhões em produtos, principalmente aviões e equipamentos aeronáuticos. Trata-se do segundo melhor resultado mensal registrado este ano: em março, as exportações do município chegaram a US$ 466,7 milhões.

O resultado consolidou a quarta posição de São José no ranking dos principais municípios exportadores do país, atrás de São Paulo, Paranaguá (PR) e Rio de Janeiro.

São José dos Campos importou US$ 1,2 bilhão em produtos em 2016, deixando um saldo positivo de US$ 493,4 milhões na balança comercial. No mesmo período do ano passado, o saldo era de aproximadamente US$ 150,5 milhões.

As exportações para os Estados Unidos voltaram a crescer no último mês. O país respondeu por mais de 61% do total exportado por São José nos cinco primeiros meses deste ano. A China é a segunda, com 6,73%. Vêm depois Argentina (4,66%) e México (4,58%).

“O percentual dos Estados Unidos ainda está mais baixo que o observado no mesmo período do ano passado, quando o país recebeu mais de 70% do total das exportações joseenses. Ao contrário, o percentual da China disparou, passando de 0,75% a 6,71%. As vendas para a Argentina e o México também registraram aumentos significativos”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia.

“Estamos num momento de fortalecimento das relações comerciais com a China. No mês passado, o prefeito Carlinhos Almeida recebeu aqui no Paço Municipal os representantes do maior Parque Tecnológico daquele país para selar um acordo de cooperação com o Parque Tecnológico de São José, que depois da fusão com o CECOMPI passou a ser o maior do Brasil. Queremos consolidar essa parceria, que é estratégica para a cidade”, acrescentou.

Fonte: Prefeitura de São José dos Campos