Hotel Nacional Inn pratica tarifas diferenciadas para visitantes do “Logística & Sorocaba”

O Hotel Nacional Inn já está recebendo reservas com valores diferenciados para quem se identificar como visitante do evento “Logística & Sorocaba”. Confira abaixo a nova tabela

TARIFA ACORDO “LOGISTICA & Sorocaba”

Tarifas válidas paras dias 01 e/ou 02/06

Apartamento Single – LUXO………………………………………………………………………………………….R$ 141,80 diária

Apartamento Double – LUXO……………………………………………………………………………………….. R$ 198,80 diária

Apartamento Single – SUPERIOR…………………………………………………………………………………..R$ 161,80 diária

Apartamento Double – SUPERIOR………………………………………………………………………………… R$ 218,80 diária

Incluso: café da manhã e não cobramos nenhuma taxa de serviço.

***As tarifas e a disponibilidade estão sujeitas à alteração sem aviso prévio mediante disponibilidade***

E-mail reservas: reservas@nacionalinnsorocaba.com.br

Governo Temer recua e novas concessões de Aeroportos voltam para o TCU

Nesta quarta-feira(18), o secretário do novo Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), Moreira Franco, afirmou que o governo do presidente interino Michel Temer deve rever os editais da terceira rodada de concessões dos aeroportos (Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis), em consulta pública, e submetê-los novamente à análise do Tribunal de Contas da União (TCU). Pelos quatro aeroportos, o lance mínimo fixado nas minutas dos editais é de R$ 4 bilhões — valor que poderá ser alterado, porque a nova orientação é que o Executivo não interfira mais nas taxas de retornos dos investidores.

Ao ser perguntado sobre a nova rodada de concessão, prevista para acontecer em agosto, Moreira respondeu. “As críticas do TCU são severas. Tem de voltar para lá. Já erramos muito nessa área por pressa. Aí se perde mais do que se ganha”, finalizou Moreira Franco.

Com informações: O Globo

Aeroportos concedidos podem ter suspensão de outorga

Além das dificuldades dos Concessionários, Infraero não tem como pagar, e governo deve aceitar adiamento de quitação de R$ 2,3 bi

As dificuldades financeiras dos concessionários dos aeroportos privatizados a partir de 2012, combinadas com a penúria orçamentária da Infraero, devem frustrar em mais de R$ 2,3 bilhões as receitas do governo federal este ano. Por causa das dificuldades da Infraero, as concessionárias privadas poderão ser beneficiadas com a suspensão da cobrança de outorgas nos terminais privatizados — Galeão, Guarulhos, Brasília, Viracopos e Confins —, o que não está previsto nos contratos. Isto porque a estatal, em crise e sem condições de arcar com o pagamento, detém até 49% das concessões e teria de fazer aportes para que o sócio cumpra seu compromisso com a União

O secretário do novo Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), Moreira Franco, disse ao GLOBO que o assunto deve ser examinado com cuidado, justamente pela situação da estatal.

— Não é só o sócio privado que não tem dinheiro. O público (a Infraero) também não tem — afirmou Moreira Franco, ao se referir ao pedido dos operadores para não pagar as outorgas.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está avaliando o pedido enviado pelos concessionários para não pagar R$ 2,3 bilhões, dos quais R$ 932,8 já venceram. O restante vence em julho, sendo R$ 1 bilhão só pelo operador de Guarulhos, que já avisou que não vai recolher a quantia.

A Infraero teve prejuízo de R$ 3 bilhões em 2015, depois de um resultado negativo de R$ 2,1 bilhões em 2014, e a perspectiva é acumular novas perdas neste ano. Com a entrega dos aeroportos à iniciativa privada, a estatal perdeu receitas e ainda teve de acompanhar o sócio privado nos investimentos. Ao julgar os editais das privatizações, o Tribunal de Contas da União (TCU) havia recomendado que a estatal ficasse de fora das concessões, mas o Executivo ignorou as sugestões. Já na próxima rodada de privatizações de terminais, a Infraero ficará de fora.

Para ter maior poder de negociação, as concessionárias criaram a Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (Aneaa), que negocia diretamente com a Anac a suspensão dos pagamentos.

O pedido para não pagar as outorgas anuais, que é um valor fixado no contrato, já teve parecer favorável da Secretaria de Aviação Civil (SAC), anexada ao Ministério dos Transportes na gestão de Temer. A justificativa foi a situação financeira dos operadores. A Anac fez a consulta ao órgão, que é o responsável pelo Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), para onde vão os recursos das privatizações dos aeroportos. 

FREIO NO CRÉDITO DO BNDES – A assessoria de imprensa da Anac informou que não há prazo prazo para a decisão. No pedido encaminhado ao órgão, os operadores citam a crise na economia, a queda no movimento nos aeroportos e a mudança brusca no cenário em relação a 2012, quando começou o processo de privatização.

Mas as dificuldades financeiras dos concessionários — que têm 51% de capital privado e 49% da Infraero — também refletem a dificuldade de acesso às linhas de crédito do BNDES. Não bastasse o envolvimento dos sócios dos concessionários na Lava-Jato — a Odebrecht está no consórcio do Galeão; a OAS, em Guarulhos; a Engevix, em Brasília; e a UTC, em Viracopos —, o banco de fomento passou a exigir garantias muito altas para liberar recursos depois que constatou que os projetos de investimento e exploração dos terminais são pouco sustentáveis do ponto de vista financeiro para a duração dos contratos, de 25 a 30 anos.

Fragilidade que, em boa parte, decorre das outorgas bilionárias que as empresas se propuseram a pagar para vencer os leilões. Em Guarulhos, por exemplo, a Invepar, que tinha a OAS como sócia, tem um passivo de R$ 16,2 bilhões, valor 373,5% maior que o mínimo fixado pela Anac. No Galeão, cujo consócio vencedor tem a Odebrecht como sócia, a conta é de R$ 19 bilhões só com a outorga para pagar em 25 anos.

O operador do Galeão deixou de recolher à União R$ 854,2 milhões em 7 de maio e já gastou todo o empréstimo-ponte do BNDES, no valor de R$ 1,1 bilhão, para fazer os investimentos obrigatórios para as Olimpíadas. Confins e São Gonçalo do Amarante (em Natal) depositaram em juízo R$ 68 milhões e R$ 10,5 milhões, respectivamente. Guarulhos tem uma dívida de R$ 1 bilhão, e Viracopos, de R$ 159,67 milhões, com vencimento em 11 de julho. 

ÚNICO PAGAMENTO FOI EM JUÍZO – Apesar da crise, os operadores pagaram no prazo a parcela das outorgas fixas (que variam entre 2% e 15% da receita bruta dos aeroportos) no valor total de R$ 260 milhões, segundo a Anac. O compromisso venceu no dia 15 de maio.

O concessionário RIOGaleão informou que “estuda com os órgãos competentes a solução adequada para a reprogramação do pagamento da parcela fixa, possibilidade prevista em contrato”. A prestação vence no próximo dia 7 de junho.

A GRU Airport, que administra o aeroporto de Guarulhos, confirmou ontem que não constituiu a conta reserva, na qual deveria aportar a parcela anual da outorga, que vence em 12 de julho. A concessionária informou, ainda, que já teve um pedido de postergação desse prazo negado pela Anac. Em comunicado ao mercado, Gustavo Figueiredo, diretor de relações com investidores da GRU Aiport, explica que a empresa quer adiar a quitação de julho para dezembro. “Em que pese esse indeferimento, há pedido da Aneaa no mesmo sentido”, diz o executivo, que não explica os motivos do não pagamento.

A Aneaa reiterou que ainda não houve resposta da Anac sobre os pedidos de suspensão dos pagamentos e acredita que a mudança de governo deve atrasar um pouco mais a análise do pleito, já que a nova diretoria da agência reguladora não foi nomeada.

Das cinco concessionárias, a CCR, que administra o aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, foi a única que depositou a outorga devida à Anac, de R$ 74,4 milhões, mas o fez em juízo. A empresa diz que cobriu R$ 100 milhões em investimentos que caberiam à Infraero, e isso gerou desequilíbrio nas finanças. Por isso, pede a prorrogação dos prazos. A concessionária de Viracopos, em Campinas, não se pronunciou.

Com informações: O Globo

Infraero Cargo aposta na aproximação com o mercado. Empresa realiza encontro com Despachantes Aduaneiros no Aeroporto de Manaus

A Infraero reuniu na última terça-feira (17/5) cerca de 40 despachantes aduaneiros para um brunch de negócios no terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Manaus/Eduardo Gomes (AM).  O objetivo foi apresentar aos profissionais o novo modelo de negócios da empresa na prestação dos serviços no modal.

“Queremos estreitar ainda mais o relacionamento com esse importante elo da cadeia de negócios”, afirmou o gerente de Negócios em Logística de Carga do Aeroporto de Manaus, Nilson Teixeira de Melo.  Os despachantes aduaneiros são os representantes legais das empresas importadoras que atuam no terminal de cargas.

Durante o evento, o gerente de Prospecção e Fidelização da Infraero, Natan Machado de Campos Neto, fez uma apresentação detalhando o processo logístico e as possibilidades de flexibilidade negocial com os clientes. “Queremos apresentar aos nossos clientes e parceiros uma nova postura comercial, mais compatível com as expectativas e necessidades do mercado, com maior flexibilidade e oportunidades de gerar resultados para todos. Neste contexto, os despachantes são parte fundamental do processo. Queremos, cada vez mais, fortalecer esta parceria”, afirmou.

Natan também destacou a assessoria personalizada que é oferecida para as empresas que atuam nos Teca Infraero. Trata-se de um acompanhamento por meio de relatórios de desempenho operacional e financeiro, além de análise de toda a cadeia logística do importador, apresentando pontos e oportunidades de melhoria. “A assessoria gera melhorias no desempenho, redução de tempo e custo e aumento de segurança, entre outras vantagens”, ressaltou.

No encontro, os despachantes puderam ainda conhecer de perto o complexo logístico e os sistemas automatizados de armazenamento de cargas. “As novidades que a Infraero tem implementado na cadeia logística facilita bastante o atendimento às empresas, que hoje em dia não trabalham mais com grandes estoques, mas sim com o perfil Just in Time. Além disso, fiquei surpreso com a grandiosidade dos novos equipamentos investidos aqui, como os transelevadores, que não deixam a desejar para nenhum aeroporto da América Latina”, destacou o representante da Unimar Despachos, Egberto Bonfim.

CEVA aumenta em 67% sua a eficiência aduaneira em Viracopos

Empresa moderniza procedimentos de desembaraço aduaneiro no Brasil 

A CEVA Logistics, uma das líderes globais em gestão da cadeia de suprimentos, aumentou significativamente a eficiência de seus procedimentos de desembaraço no Brasil para simplificar o atendimento das exigências constantes de mudanças dos processos aduaneiros.

Vários procedimentos são exclusivos de importação e exportação de produtos de e para o Brasil e é vital que os clientes tenham as informações mais atualizadas ao seu alcance para garantir que os embarques sejam tratados da maneira mais eficiente.

“O objetivo é melhorar os processos para que possamos aumentar ainda mais nossa produtividade e, portanto, tornar a cadeia de suprimentos dos clientes mais competitiva. Para isso, criamos centros de excelência operacional em São Paulo e Campinas, o que nos permite focar nas fases técnicas e operacionais do processo”, afirma Rúbio Guimarães, diretor de Desembaraço Aduaneiro da CEVA no Brasil.

A natureza complexa dos processos aduaneiros no Brasil pode levar a atrasos para as empresas que não trabalham com um parceiro que esteja totalmente familiarizado em todos os aspectos de sua operação. A principal razão que faz com que os produtos fiquem parados na alfândega é a falta de documentação correta que precisa ser apresentada sempre que eles forem liberados. Com isso, há um prazo máximo para que sejam desembaraçados, caso contrário, podem ser apreendidos pela Receita Federal e depois leiloados ou destruídos.

O novo modelo da CEVA mantém o atendimento ao cliente, suporte técnico e implantação de procedimentos inovadores para processos aduaneiros integralmente dentro das filiais. As atividades operacionais internas são centralizadas para aumentar a eficiência e ganho de escala, proporcionando à CEVA maior tempo para se concentrar nas necessidades individuais dos clientes.

No Aeroporto de Viracopos (SP), a companhia já recebeu uma classificação positiva da autoridade aeroportuária pelo seu desempenho aduaneiro. Durante o ano de 2015, a empresa aumentou a eficiência dos procedimentos aduaneiros no aeroporto em cerca de 67%. Todos os meses, a CEVA realiza, aproximadamente, 800 processos de desembaraço aduaneiro no Aeroporto de Viracopos e mais de 3.000 em todo o Brasil.