Porto de Santos bate recorde na movimentação de cargas em fevereiro

Em fevereiro, a movimentação de cargas no Porto de Santos atingiu 9 milhões de toneladas, o maior volume já transportado pelo porto na história. As informações foram divulgadas pela Companhia Docas do Estado de São Paulo.

O resultado foi impulsionado pelas exportações. Os principais produtos de granéis vegetais sólidos (açúcar, milho e complexo soja) obtiveram os melhores resultados para o mês. Com isso, os embarques de mercadorias pelo Porto de Santos registram recorde mensal para fevereiro: 6,68 milhões de toneladas. O crescimento em relação a fevereiro do ano passado foi de 14,1%.

O complexo soja (grãos e farelos) foi o produto mais exportado em fevereiro no Porto de Santos: 2,35 milhões de toneladas, crescimento de 16% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em segundo o açúcar, com 1,15 milhão de toneladas e crescimento de 5% em relação a fevereiro de 2015. O terceiro produto mais embarcado foi o milho, que registrou aumento de 92,5% em relação a fevereiro de 2015 e marcou 497,8 mil toneladas embarcadas.

O complexo soja (grãos e farelos) foi o produto mais exportado em fevereiro no Porto de Santos: 2,35 milhões de toneladas, crescimento de 16% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em segundo o açúcar, com 1,15 milhão de toneladas e crescimento de 5% em relação a fevereiro de 2015. O terceiro produto mais embarcado foi o milho, que registrou aumento de 92,5% em relação a fevereiro de 2015 e marcou 497,8 mil toneladas embarcadas.

Com as exportações do mês passado, a participação do Porto de Santos na balança comercial brasileira chegou a 30,7%, elevação de 4.3 p.p. em relação aos números obtidos no ano passado. A movimentação no primeiro bimestre totalizou US$ 13,9 bilhões em cargas.

Viracopos inicia operações em novo Terminal de Passageiros definitivamente

maquete viracoposO dia 23 de abril de 2016 vai entrar na história de Campinas, da região, do Estado de São Paulo e do Brasil.

A partir dessa data, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em parceria com as companhias aéreas Azul, TAM e GOL, transfere todos os voos de passageiros para o novo terminal (T1).

Com a nova área liberada, o Novo Viracopos passa a ter capacidade para atender 14 milhões de passageiros/ano, em um terminal moderno, que oferece ainda mais conforto e segurança a seus usuários. Em 2015, 10,3 milhões de pessoas escolheram o aeroporto de Campinas para viajar.

Outras áreas do novo terminal serão liberadas gradativamente, de acordo com o aumento da demanda de passageiros, podendo chegar a uma capacidade de até 25 milhões de passageiros/ano.

A transferência operacional dos voos nacionais foi planejada e realizada em conjunto com as companhias aéreas. O objetivo é que as mudanças das operações sejam realizadas da maneira mais segura e cômoda para os passageiros, sem prejudicar os fluxos do aeroporto.

Novo ciclo – A transferência dos voos nacionais para o Novo Viracopos marca o fim de um ciclo iniciado em junho de 2014, quando o Píer A (internacional) foi inaugurado para ser utilizado por sete delegações estrangeiras que disputaram a Copa do Mundo no Brasil.

Na ocasião, também foram entregues os novos três pátios de aeronaves (com uma área total de 400 mil m²) e o novo edifício-garagem (com capacidade total para 4.000 veículos). Viracopos também finalizou, em 2014, a duplicação da via de acesso, a readequação das vias internas e a reestruturação do antigo terminal de passageiros (T0).

O novo terminal de passageiros começou a operar voos comerciais regulares internacionais no dia 29 de novembro de 2014.

Com a transferência dos voos, o antigo terminal de passageiros (T0) passará por reformulações e obras para que seja utilizado em outros modelos de negócios, que compreendem um terminal de cargas doméstico, áreas para escritórios e espaços para serviços.

“Recuperação econômica do Brasil passa pela logística”, afirma Pedro Moreira, presidente da ABRALOG

pedro moreira medalhaO presidente da Abralog, Pedro Francisco Moreira, foi condecorado com a Ordem do Mérito do Transporte Brasileiro – Medalha JK, láurea que a Confederação Nacional do Transporte criou em 1992 para homenagear personagens cujo trabalho profissional foi relevante para o transporte, em qualquer de suas modalidades.

A comenda tem como patrono Juscelino Kubitschek de Oliveira, que chegou à Presidência com o famoso plano de metas 50 Anos em 5. A decisão de conferir a honraria ao presidente da Associação Brasileira de Logística, em Grau de Oficial, foi do Conselho de Representantes da CNT.

Em entrevista, o presidente da Abralog, que atua na logística há quase 30 anos, ofereceu a homenagem a todos os logísticos do Brasil, “que não se intimidam com a crise, pois é da essência de seu trabalho enfrentar dificuldades”. Segundo Pedro Moreira, “nesse ambiente em que o transporte é um dos atores principais, os profissionais envolvidos tem tentado fazer a diferença pelo fato de o seu trabalho ter um foco básico: reduzir custo, fazer mais com menos, fazer mais rápido e realizar com eficiência superior”.

Ele disse também “que o Brasil precisa de mais CNTs”, numa alusão aos 62 anos de trabalho da entidade, cujos levantamentos e estudos sobre o panorama do transporte e infraestrutura nacionais. A láurea foi entregue por Rodrigo Vilaça, presidente da Seção Ferroviária da CNT e vice-presidente de Relações Institucionais da Abralog.

O Presidente da Abralog, Pedro Moreira, afirmou que “a recuperação econômica do Brasil passa pela logística”.

Prumo Logística teve prejuízo de R$ 216,898 milhões em 2015

A Prumo Logística registrou prejuízo de R$ 216,898 milhões em 2015, um crescimento de 355% na comparação com o resultado também negativo de R$ 47,631 milhões reportado em 2014.

O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado pro-forma totalizou R$ 148,2 milhões em 2015.

De janeiro a dezembro de 2015, a receita operacional líquida teve expansão de 29%, para R$ 101,572 milhões.

Fonte: Isto é

Novas empresas de Jundiaí investem R$ 2 bilhões em 3 anos

Empresas interessadas para se estabelecer na cidade são de vários segmentos de baixa e alta tecnologia.

Desde 2013 Jundiaí recebeu R$ 2 bilhões em investimentos de novas empresas. Nos próximos meses estão previstas instalações de mais 12 com investimento de R$ 626 milhões e geração inicial de 800 novas vagas de emprego. A malha rodoviária já não é a única qualidade que determina a instalação de indústrias. Apesar de esta ter sido a principal qualidade e impulsionadora de investimento, atualmente não é a única determinante para os investidores se estabelecerem na cidade.

A desburocratização e rapidez para o trâmite administrativo, incentivos fiscais, além da existência do Centro de Inovação Tecnológica de Jundiaí (CitJun) são alguns pontos que colocam Jundiaí em posição de evidência e atratividade. “Por muito tempo Jundiaí recebeu empresas acreditando apenas que a logística seria suficiente. Perdemos muitos investimentos para cidades da Região. O trabalho da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia foi colocar a cidade em destaque novamente com incentivos fiscais – que não existiam aqui – e facilitar o processo administrativo para a instalação a partir de desburocratização e legislação adequada”, detalha o secretário da pasta, Marcelo Cereser.

Entre as iniciativas estão a criação do Parque Tecnológico a partir do CitJun e as leis ‘Emprega Mais’ e ‘Desenvolve Jundiaí’. “Essas iniciativas colocaram a cidade sob um olhar diferenciado para as empresas com base tecnológica. Em até 42 dias o processo para instalação está liberado, desde que o projeto – elaborado nas diretrizes do Desenvolve Jundiaí – tenha sido aceito”, analisa o diretor de Ciência e Tecnologia, José Dimas Gonçalves.

O diretor detalha que a partir do projeto entregue é possível analisar quais os enquadramentos e isenções que a empresa terá direito. “Quanto mais empregos de qualificados – e salários elevados – e maior movimentação monetária a empresa tiver, aliada a outros quesitos é possível identificar qual a porcentagem de isenção dos impostos municipais. Os descontos máximos são de 49% por até 12 anos”, detalha.

Múltiplas atividades – Entre as 12 empresas que estão já aprovadas para se instalar na cidade, os segmentos são dos mais variados, passando pela alta tecnologia, borracha, alimentos, bebidas, ciência, perfumes, automação, logística, caldeiras, higiene pessoal e atacadista. A expectativa é que gerem, inicialmente, 800 vagas. “É importante ressaltar que essas empresas estão chegando à cidade, e ainda não iniciaram o processo de seleção das vagas. A expectativa final é de que sejam criadas 1,5 mil vagas com os parques a pleno vapor”, detalha Gilson Pichioli, diretor de Fomento à Indústria da pasta.

O diretor destaca que a chegada dessas novas empresas também movimentam outros setores da cidade. De acordo com Pichioli, aproximadamente 30% dos quadros das empresas são de executivos já contratados, e que precisam de moradia para a família, saúde, educação e lazer. “É uma cadeia produtiva”, destaca.

Fonte: Jornal de Jundiaí