Aeroporto de Teresina registra alta de 12% na movimentação de cargas em 2015

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto de Teresina (PI) registrou alta de 12% na movimentação de cargas em 2015. Enquanto em 2014 foram movimentadas 94 toneladas, em 2015 foram 108, todas na modalidade de importação. Em 2015, o Teca recebeu 3,6 toneladas de cargas importadas pelo modal aéreo, e 104,3 pelo marítimo, representando um total de cerca de 108 toneladas de cargas recebidas.

O superintendente do Aeroporto de Teresina, Sânzio Renato Teixeira, atribui este crescimento na movimentação de cargas à forte influência das visitas realizadas para captação de novos clientes.

Os principais tipos de cargas movimentados no Teca são: máquinas para indústria gráfica, material de pesca, equipamentos para laboratório, kits para pesquisa de universidades e peças de máquinas para reposição.

O terminal de cargas do Aeroporto de Teresina foi inaugurado em 13/09/1976 com área total de 800m², sendo 470m² para importação e exportação, 50m² para área administrativa, e 250m² destinados a artigos perigosos e ao manuseio das cargas. Em sua estrutura estão disponíveis diversos equipamentos para armazenagem e capatazia (movimentação) das cargas, a exemplo de  empilhadeiras, plataforma hidráulica para carga e descarga, paleteiras, balanças e equipamentos de raios-x.

A Rede TECA – Considerados portões de entrada do desenvolvimento econômico do país, os 23 Terminais de Logística de Carga da Infraero contam com equipamentos de última geração, como câmaras frigoríficas, instalações para carga viva, áreas especiais para cargas valiosas, material radioativo e demais artigos perigosos. A infraestrutura moderna permite que os mais diversos tipos de produtos sejam armazenados de forma ágil e segura.

A Infraero disponibiliza toda a infraestrutura necessária para a atracação/descarregamento, pesagem, unitização/desunitização e expedição, tanto para embarque quanto desembarque. Isso reduz os custos, além de disciplinar a circulação de veículos e pessoas em áreas restritas que requerem máxima segurança nas operações, em atendimento às legislações. Os terminais são também equipados com Circuito Fechado de TV – CFTV, com monitoramento 24 horas por dia, vigilância armada, raios-X e pórticos detectores de metais.

Tecnologia de ponta – Para controle das cargas, a Infraero Cargo utiliza o Sistema TecaPlus, desenvolvido para gerenciar o curso da logística da carga dentro dos terminais. Os volumes armazenados nesse sistema recebem uma etiqueta adesiva contendo código de barras, onde constam de suas principais informações. Essa ferramenta tem como objetivo a automação e a atualização do endereçamento das cargas, tornando o processo de movimentação e localização muito mais ágil.

Relacionamento com o cliente – A Infraero Cargo sempre coloca seus clientes como principal foco dos processos de negócio, com o intuito de perceber e antecipar suas necessidades, para então atendê-los da melhor maneira. Para isso, ela presta uma assessoria personalizada de desempenho, que demonstra, por meio de relatórios e outras ferramentas, em que fase do processo logístico são encontrados gargalos, bem como propõe estratégias para eliminação destes.

Além disso, a Infraero Cargo está preparada para analisar e avaliar os custos das operações de cada cliente, com a realização de estudos de vantagem de serviço, permitindo que tenham um melhor controle, sem comprometer os resultados esperados e ainda aumentando a previsibilidade das operações.

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Segunda semana de janeiro registrou superávit de US$ 621 milhões

dolarNa segunda semana de janeiro (cinco dias úteis), a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 621 milhões, resultado de exportações de US$ 3,145 bilhões e importações de US$ 2,524 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 6,067 bilhões e as importações, US$ 5,596 bilhões, com saldo positivo de US$ 471 milhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A média das exportações do período chegou a US$ 629 milhões, valor 7,6% maior do que a média da semana anterior (US$ 584,4 milhões), em razão do aumento nas exportações de básicos (25,3%) – petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grão, carne de frango, café em grão, carne bovina e algodão – e manufaturados (2,1%) – principalmente açúcar refinado, aviões, pneumáticos, motores para automóveis, hidrocarbonetos e derivados halogenados, tubos e acessórios de plásticos, calçados e etanol.

Já as vendas de produtos semimanufaturados decresceram em 19,2% – celulose, açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada, semimanufaturados de ferro ou aço, madeira serrada ou fendida, madeira em estilhas.

Do lado das importações, a média diária foi de US$ 504,9 milhões, o que representa uma diminuição de 17,8% em relação à média da primeira semana de janeiro (US$ 614,4 milhões). Essa retração se deve, principalmente, à queda nos gastos com equipamentos mecânicos, equipamentos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos, plásticos e obras, farmacêuticos, instrumentos de ótica e precisão.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de janeiro (US$ 606,7 milhões) com o mesmo período de 2015 (US$ 652,6 milhões), houve decréscimo de 7%, em razão da queda nas vendas de produtos manufaturados (-15,8%) – açúcar refinado, aviões, motores para veículos, autopeças, medicamentos, hidrocarbonetos, bombas, compressores e partes, e etanol – e de produtos semimanufaturados (-11,3%) – catodos de níquel, ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, óleo de soja em bruto, açúcar em bruto, catodos de cobre e couros e peles.

Entretanto, os produtos básicos registraram crescimento de 2,9% – principalmente soja em grãos, milho em grãos, algodão em bruto, farelo de soja e petróleo em bruto. Em relação a dezembro do ano passado, houve queda de 20,5%, em virtude das quedas nas vendas de manufaturados (-41,5%), semimanufaturados (-6,9%) e produtos básicos (-2,6%).

Nas importações, a média diária até a segunda semana de janeiro (US$ 559,6 milhões) ficou 30,4% abaixo da média de janeiro do ano passado (US$ 803,5 milhões). Decresceram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-73,9%), siderúrgicos (-52,2%), veículos automóveis e partes (-39,7%), equipamentos elétricos e eletrônicos (-39,3%), borracha e obras (-34,8%), adubos e fertilizantes (-29,5%) e plásticos e obras (-29,4%). Quando comparado com dezembro de 2015, houve crescimento de 16,8%, pelos aumentos nas vendas de equipamentos mecânicos (51,4%), químicos orgânicos e inorgânicos (47,4%), plásticos e obras (43,5%), equipamentos eletroeletrônicos (39,7%), borracha e obras (26%) e siderúrgicos (15,1%).

(MDIC)

Viracopos – Setor de cargas continua tendo destaque nos números do terminal

Apesar do crescimento de voos de passageiros no Aeroporto Internacional de Viracopos nos últimos anos, as cargas ainda permanecem como uma das principais fontes de receita do terminal.
Verdade que, com a economia recessiva no ano passado, a movimentação de mercadorias caiu na importação e na exportação – mas a escalada do dólar, que registrou valorização de quase 50%, impediu a degradação das contas do terminal.
Outro fato positivo foi que a participação em receita de Viracopos nas importações brasileiras pelo modal aéreo
passou de 7,44% para 7,99% entre os anos de 2014 e 2015.
De acordo com informações da Aeroportos Brasil Viracopos, as receitas com cargas importadas (em reais) cresceram 14% no ano anterior.
Em compensação, o volume de importações caiu 20,02%, passando de 155.739 toneladas em 2014 para 124.560 toneladas em 2015.
Nas exportações, a redução foi de 14,61%. A quantidade baixou de 61.469 toneladas para 52.485 toneladas.
O cenário reflete o declínio da atividade econômica no País, principalmente do setor industrial. Viracopos é
o maior aeroporto em operações de cargueiros puros no País e cresce na participação de cargas de porão (em voos
de passageiros) para o Exterior.
O diretor-presidente da Aeroportos Brasil Viracopos, Gustavo Müssnich, afirmou que a conjuntura econômica
influenciou o movimento de cargas em Viracopos, mas que foram adotadas ações para garantir o fluxo de operações em 2015.
“Buscamos por mais eficiência e adotamos medidas para a fidelização dos clientes”, comentou. Ele ressaltou que o câmbio permitiu manter o equilíbrio das receitas com cargas em Viracopos, mesmo em um ano em que houve recuo no volume de mercadorias.
“Fomos auxiliados pelo fator dólar e também pelo crescimento de setores que operam cargas com alto valor agregado no aeroporto, que formam uma boa parcela de toda a nossa movimentação”, disse.
Segundo ele, a concessionária sempre busca novas alternativas para mais vôos cargueiros em Viracopos.“Estamos checando oportunidades na Europa e na Ásia”, afirmou.
Cargas domésticas Outra ação para garantir o incremento de receitas com cargas é a criação de um espaço
para armazenamento de operações domésticas. Após a mudança das companhias aéreas que operam voos nacionais, para o novo terminal de passageiros, que deve acontecer em março, o antigo terminal terá uso misto e um deles será abrigar as mercadorias que transitam dentro do País.
O diretor de Operações da Aeroportos Brasil Viracopos, Marcelo Mota, afirmou que o potencial do segmento é grande e passará a ser melhor explorado com o terminal de cargas domésticas. “Até o final deste ano, o terminal deverá estar pronto para acomodar as operações de cargas domésticas que hoje ocorrem em espaço das companhias aéreas”, disse.

(AAN/RAC)

MDIC E DEPARTAMENTO DE COMÉRCIO DOS EUA VÃO AUMENTAR INTERCÂMBIO NO SETOR DE SERVIÇOS

O Secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcelo Maia, esteve reunido na segunda-feira, dia 18 de janeiro, com o subsecretário de comércio dos Estados Unidos, Ken Hyatt, para debater questões bilaterais sobre o setor de serviços e de varejo.

Segundo Marcelo Maia, a reunião tratou de diversos temas, mas alguns temas foram transversais tanto para o lado brasileiro como para o lado americano, em especial o comércio eletrônico. “Estamos estudando o mercado de e-commerce europeu, mas também é importante entender como os norte-americanos trabalham com temas como direito do consumidor e questões trbutárias. Com base nessas experiências teremos os insumos necessários para criar um ambiente de comércio eletrônico mais seguro para as empresas que operam no Brasil”, avalia.

Entre outras pautas, o encontro tratou também do comércio bilateral de serviços profissionais, de regras específicas para logística refrigerada e questões sobre serviços de remessa expressa.

(MDIC)