VIRACOPOS E RIOGALEÃO FIRMAM PARCERIA INÉDITA PARA AUDITORIA DE PROCESSOS

O Aeroporto de Viracopos e o RIOgaleão firmaram uma parceria inédita entre suas equipes de Segurança Operacional para a realização de auditorias de processos.  A primeira ação foi feita pela equipe do Aeroporto Internacional Tom Jobim, que realizou auditoria nas áreas de Operações, Resposta a Emergências, Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO) e Manutenção do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

“A iniciativa reflete a preocupação das concessionárias em inovar, trocar ideias e aprender as melhores práticas de Segurança Operacional”, ressalta Herlichy Bastos, diretor de Operações do RIOgaleão.

“Essa primeira cooperação e troca de experiências visa garantir a segurança dos passageiros, colaboradores e aeronaves, aprimorando a qualidade dos serviços no setor de orientação civil brasileira”, complementa Marcelo Mota, diretor de Operações de Viracopos.

Além disso, a medida cumpre com quesitos normativos obrigatórios de que a auditoria seja realizada por profissionais com conhecimento técnico apropriado e experiência comprovada e aceita pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Ainda este ano, a equipe de Viracopos irá ao aeroporto do Rio de Janeiro para dar sequência à parceria. ​​​​

(assessoria imprensa ABV)

Setor “Kids” busca exportações

Investe SP ajuda a exportar brincadeiras paulistas, trazendo compradores de loja de departamentos japonesa para conhecer produtos infantis 

São muitos os artigos e conceitos que São Paulo exporta para o mundo. E em tempos de recessão global, um setor que continua se desenvolvendo é o da economia criativa, que engloba cultura, design e novas tecnologias.

Para fomentar o desenvolvimento por meio da internacionalização desses e outros produtos e serviços paulistas, a Investe São Paulo iniciou esta semana, no dia 11 de janeiro, a segunda frente do SP Export: o Projeto Comprador, que consiste em roadshows com compradores internacionais.

O primeiro deles está sendo realizado com a grande rede de lojas de departamentos japonesa Isetan, e visa levar para o outro lado do globo artigos infantis como roupas, brinquedos, acessórios e até instrumentos musicais. A ação complementa o trabalho realizado pela facilitadora Suriana e a Apex-Brasil, agência de promoção de Investimentos e Exportação do Governo Federal. Paralelamente, um outro grupo de executivos fez visitas a estabelecimentos alimentícios.

“Somos hoje grandes exportadores de produtos agropecuários e minérios. Mas sabemos a importância de internacionalizar ativos intangíveis que tenham alto valor agregado, como design, arte e conceitos culturais”, explica o presidente da Investe SP, Juan Quirós. A agência de promoção de investimentos é ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, que tem um setor dedicado exclusivamente ao desenvolvimento da economia criativa e realizou diagnóstico deste importante mercado.

A Isetan realiza em sua sede, todos os anos, um evento onde são disponibilizados produtos de diversas marcas e setores do Brasil para o público japonês. Um dos objetivos da visita esse ano era alinhar com alguns produtores brasileiro a importação dos principais itens, normalmente intermediada pela Suriana.

“Nós gostamos de mostrar para as nossas crianças brinquedos que tragam a cultura do Brasil, que é um país tão distante, para sua própria realidade”, disse a chefe da divisão de produtos infantis da rede, Ryoko Noguchi, durante visita à Bromélia Filmes, estúdio produtor da Galinha Pintadinha. Em suas visitas a empresas de produtos infantis ela foi acompanhada por Hiroaki Haga, de uma importadora brasileira.

Além de personagens brasileiros famosos como a Galinha Pintadinha, o Peixonauta e a Turma da Mônica, a delegação japonesa conheceu também empresas pequenas. São negócios que ainda não exportam e podem receber apoio da Investe São Paulo em seu processo de internacionalização, como a Casa das Pipas e a CAS Brinquedos.

Confira a lista completa das empresas visitadas pelos executivos japoneses:
• Maurício de Souza Produções
• Tok Stok
• COM Desenho
• Mormai
• Grow
• Di Giorgio
• Casa das Pipas
• Bromélia Filmes
• Fishonauta
• Havaianas
• Choque Cultural
• COM Desenho

Segundo Quirós, o acompanhamento da comitiva da Isetan foi muito importante também porque serve como benchmark para as próximas. “O SP Export também compreende estudos e a construção de estratégias para maximizar as oportunidades de mercado para as empresas de São Paulo. Nossa equipe vai atuar sempre como facilitadora, articulando informações estratégicas e guiando o empresário por dentro das ferramentas de auxílio oferecidas tanto por órgãos governamentais de todas as estâncias quanto por entidades de classe no Brasil”, explicou.

Receita do polo industrial de Manaus cai 9,7% entre janeiro e novembro

O Polo Industrial de Manaus (PIM) registrou receita acumulada de R$ 72,7 bilhões entre janeiro e novembro de 2015. O valor é 9,7% inferior ao obtido no mesmo período de 2014 (R$ 80,5 bilhões). Em dólares, os US$ 22,3 bilhões alcançados até o penúltimo mês do ano passado representaram um encolhimento de 35,3% na comparação com os US$ 34,5 bilhões registrados um ano antes. Entre novembro de 2014 e igual mês de 2015, a cotação do dólar teve uma valorização de 48,19%, passando de R$ 2,54 para R$ 3,77. Com a divisa mais valorizada, as exportações apresentaram alta de 23,13% no acumulado de 11 meses de 2015, chegando a R$ 1,92 bilhão. Em termos de empregados, a Superintendência da Zona Franca (Suframa) registrou 92.681 pessoas em novembro. No acumul do ano, a média mensal ficou em 106.086. Em nota, a superintendente da Suframa, Rebecca Garcia, afirma que os resultados indicam a dependência das vendas internas das empresas instaladas no polo. “Isso decorre do fato de que o PIM nasceu para abastecer o mercado interno brasileiro, então, se o padrão das famílias brasileiras cai, automaticamente a indústria do PIM cai mais ou menos na mesma proporção.” Rebecca destaca que medidas já estão sendo adotadas para ampliar mercados e melhorar a competitividade dos produtos fabricados no polo, como a criação do Grupo Técnico Permanente, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Com receita de R$ 21,7 bilhões (US$ 6,6 bilhões), o segmento eletroeletrônico continua o carro-chefe do PIM (30% das vendas). Em seguida, estão os segmentos de duas rodas, com 16,7% de participação, e o de bens de informática, com 15,8%.

Fonte: Valor Econômico

Exportações somam US$ 2,922 bilhões na primeira semana de janeiro

As exportações brasileiras, na primeira semana de janeiro de 2016, com cinco dias úteis, somaram US$ 2,922 bilhões e as importações, US$ 3,072 bilhões, o que resultou num déficit comercial de US$ 150 milhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

No período, as exportações apresentaram média diária de US$ 584,4 milhões, valor 10,4% menor que a média verificada em todo o mês de janeiro de 2015 (US$ 652,6 milhões). Nessa comparação, observaram-se retração nas vendas externas de produtos das três categorias: manufaturados (-16,7%) – principalmente autopeças, açúcar refinado, motores para automóveis, óleos combustíveis, aviões e pneus –, básicos (-8,7%) – devido a trigo em grãos, café em grãos, minério de ferro, petróleo em bruto, carne de frango e carne bovina – e semimanufaturados (-1,8%) – especialmente por ferro fundido, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, catodos de cobre, couros e peles, semimanufaturados de ferro e aço e açúcar em bruto.

Em relação a dezembro do ano passado, quando o desempenho médio diário das exportações chegou a US$ 762,9 milhões, a retração foi de 23,4%, causada pela queda nas vendas de manufaturados (-42,1%) e de básicos (-13,5%). Por outro lado, as vendas de semimanufaturados, nessa comparação, apresentaram crescimento de 3%.

Do lado das importações, também na comparação pela média diária, verificou-se uma retração de 23,5%, de US$ 614,4 milhões na primeira semana de janeiro de 2016 contra US$ 803,5 milhões em janeiro de 2015. Nesse comparativo, houve queda, principalmente, nas compras de combustíveis e lubrificantes (-85,8%), siderúrgicos (-50,9%), automóveis e partes (-42%), equipamentos eletroeletrônicos (-35,7%), produtos de borracha (-31,2%) e produtos plásticos (-26,2%).

Frente a dezembro do ano passado, em que a média diária das importações foi de US$ 479,2 milhões, houve crescimento de 28,2%, causado pelas aquisições externas de químicos orgânicos e inorgânicos (+71,7%), equipamentos mecânicos (+57,%), produtos plásticos (+49,9%) e equipamentos eletroeletrônicos (+47,7%).

 

Órgãos Federais finalizam adesão ao Portal Único e empresas vão economizar R$ 50 bilhões na exportação e importação

UNICO FINALA desburocratização do processo de exportação e importação ganhou em dezembro a adesão de todos os órgãos federais envolvidos no trâmite aduaneiro, que passa a ser totalmente eletrônico pelo Portal Único do Comércio Exterior. Ou seja, a burocracia do papel está sendo eliminada para facilitar o fluxo comercial brasileiro com o mundo.

A implantação do portal pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) deve substituir em média 90 toneladas de papel todos os anos. Com isso, as empresas devem reduzir seus custos em até R$ 50 bilhões.

“O portal representa a estratégia brasileira de facilitação de comércio, com a redução de prazos e burocracias no processo de importação e exportação no Brasil”, afirma o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Daniel Godinho.

A integração virtual da parte do processo de comércio pertinente a órgão como a Receita Federal, Anvisa e o Ministério da Agricultura é uma das etapas de criação do portal, previsto para ser lançado formalmente em 2017.

Para o ministro Armando Monteiro, a unificação dos trâmites aduaneiros de diferentes órgãos irá facilitar o trabalho das empresas rumo ao mercado global. “Estamos dando um passo importante para simplificar os processos, tornando-os mais fluídos”, avalia.

As empresas vão deixar de utilizar serviços de despachantes e não vão precisar protocolar documentos físicos com a Anexação Eletrônica permitida pelo portal. A anexação parcial já é disponibilizada pelo Portal Sicomex, que recebe hoje 19 mil documentos eletronicamente todo dia.

Já em 2016, o processo de exportação será reduzido de 13 para 8 dias. O trânsito de importação será reduzido de 17 para 10 dias no ano seguinte. Isso deve levar o Brasil a figurar entre os países com melhor processo de comércio exterior. O papel envolvido na importação será reduzido em 97% e na exportação, em 95%.

De acordo com o secretário, as empresas vão conseguir reduzir em 40% os valores necessários para fazer transações comerciais internacionais. “Ao reduzirmos prazos, nós estamos reduzindo custos das empresas”, afirma.

O Banco Mundial estima que para enviar um contêiner aos Estados Unidos atualmente, por exemplo, as empresas brasileiras gastam US$ 2,215 mil com a burocracia de papel. “Ao final do nosso projeto, nós teremos reduzido os custos de importação e exportação no país em cerca de 40%, tornando bastante competitivas as nossas empresas para que possam se aproveitar do comércio internacional”, diz Godinho.