Kuehne + Nagel Brasil tem novo presidente

Depois de 18 meses longe da organização (após 11 de trabalhos para a empresa), Eduardo Razuck volta para assumir o cargo de Diretor Presidente da Kuehne + Nagel no Brasil. Razuck acumula 11 anos de trabalho pela empresa, 8 deles vivenciados internacionalmente, além de 5 anos de atuação no segmento de logística em terminais portuários e outros 3 anos na área de agenciamento de carga.

O estilo de gestão de Razuck é focado no capital humano. “Quero que o mercado veja a Kuehne + Nagel como o mais inovador, dinâmico e eficiente parceiro de logística integrada. Para isso será necessário muito foco no desenvolvimento de negócios, soluções, produtos e talentos”, diz.

Razuck teve destaque quando atuou na Kuehne + Nagel Guadalajara, no México. Chegou ao país após dois anos como Gerente de Rotas do produto marítimo, em São Paulo, para assumir a posição de Gerente Regional de Vendas e em apenas sete anos, se tornou Vice Presidente responsável por todas as filiais mexicanas.

Elog divulga resultados de ação solidária com a ONG Prato Cheio em 2015

A Elog, operador logístico controlado pelo grupo Ecorodovias, arrecada e distribui alimentos para entidades cadastradas na ONG Prato Cheio, que faz a captação dos doadores de alimentos e seleciona os locais aptos a receber esses produtos e com eles prepara refeições para pessoas em estado de vulnerabilidade social. Desde 2013, a empresa, por meio do projeto Logística Solidária, é responsável por parte do transporte da comida oferecida pela organização para entidades com foco em crianças, adultos e idosos.

De janeiro até novembro de 2015, a Elog distribuiu 62 toneladas de alimentos para 39 das 57 entidades atendidas pela Prato Cheio. A empresa mantém um veículo dedicado para as coletas em supermercado e hortifrutis, buscando frutas, verduras e legumes cuja aparência está fora dos padrões de qualidade para venda no varejo, porém ainda adequados para o consumo. A iniciativa busca o aproveitamento integral dos alimentos, utilizando todas as suas partes.

O total arrecadado pela Associação Prato Cheio, neste mesmo período, foi de 130 toneladas.

“Fazer a entrega desses alimentos é a maneira que encontramos de contribuir à sociedade, transformando a vida de pessoas e oferecendo o que sabemos fazer com excelência, que é a logística integrada”, comenta Philippe Masse de Souza, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Elog.

“Desde 2013, a Elog e a Prato Cheio, arrecadaram mais de 400 toneladas de alimentos por meio do projeto Logística Solidária. Com isso, complementamos mais de 27 milhões de refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade social, com alimentos frescos que seriam desperdiçados por comerciantes”, diz Patrícia Barbieri, gerente geral da Associação Prato Cheio.

Viracopos retoma projeto e planeja Aeroporto-Indústria para 2016

viracopos industria finalA Aeroportos Brasil Viracopos retomou o projeto para a implantação do aeroporto industrial no Aeroporto Internacional de Viracopos. O plano de construção do empreendimento no terminal vem desde a época em que o aeroporto era administrado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

A expectativa é que no segundo semestre de 2016 a estrutura de galpões já esteja instalada e apta a receber indústria que produzem para a exportação. Os investimentos, apenas na estrutura, serão de R$ 75 milhões (US$ 19,2 milhões). O Aeroporto Industrial Viracopos terá 300 mil metros quadrados e ficará dentro de um condomínio logístico que terá outras atividades produtivas. A concessionária projeta que o empreendimento irá atrair empresas de áreas como alta tecnologia e farmacêutica. O projeto do aeroporto industrial traz benefícios fiscais para as empresas que exportam produtos.

O gerente de Novos Negócios da Aeroportos Brasil Viracopos, Jorge Lobarinhas, afirmou que o empreendimento traz vantagens competitivas para as indústrias que se instalarem no aeroporto industrial e também para Viracopos. O executivo disse que, além dos benefícios fiscais que o aeroporto industrial vai proporcionar às indústrias, outro fator positivo é que as companhias não irão mais precisar movimentar cargas pela via rodoviária. “Um grande problema hoje é o sinistro com cargas. As empresas que se instalarem no aeroporto industrial não precisarão movimentar cargas fora. Os componentes importados chegarão em Viracopos e irão direto para as fábricas. Os produtos acabados sairão das plantas industriais e irão direto para o terminal de exportação”, esclareceu. Ele revelou que já existem interessados em locar áreas.

Lobarinhas disse que o planejamento é que a obra fique pronta no segundo semestre de 2016. “Investiremos R$ 15 milhões (US$ 3,8 milhões) apenas na terraplanagem da área que vai abrigar o aeroporto industrial e também o condomínio logístico que terá outras atividades. Outros R$ 75 milhões (US$ 19,2 milhões) serão aplicados na estrutura dos galpões”. O executivo salientou que a expectativa é que as empresas instalem no local linhas de produção dos produtos que serão exportados. “Nós acreditamos em uma retomada em curto prazo. O projeto oferece vantagens fiscais e logísticas que vão trazer ganhos para os exportadores e também vai impulsionar a competitividade de Viracopos ao oferecer mais serviços para as empresas”, concluiu.

Fonte: Correio Popular

Apesar da crise, 36 fábricas abriram em SP em 2015. Conheça aqui algumas delas.

BYDDe janeiro a novembro, 36 projetos de investimentos foram realizados no Estado de São Paulo com apoio da agência do governo estadual Investe SP. No total, esses projetos somam R$ 9,082 bilhões em investimentos e a geração de 9.138 empregos. A região administrativa de Campinas recebeu a maioria dos novos investimentos: 21 projetos (58%), que correspondem a R$ 4,058 bilhões e 2.818 empregos.

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“As cidades da região têm se consolidado cada vez mais como polo científico e tecnológico no País”, explica Juan Quirós, presidente da Investe SP, lembrando que esses números correspondem aos projetos atendidos pela agência e cuja divulgação foi autorizada pelas empresas. Há ainda os que estão “em carteira” (no início do ano a agência divulgou que existiam 81 projetos de investimento em estudo), mas que não podem ser divulgados.

Em sete anos de operações, a Investe SP já atendeu 133 empresas, que resultaram em R$ 34,5 bilhões de investimento e na geração de mais de 60 mil empregos. Esses resultados levaram o governo estadual a ampliar a área de atuação da agência com a recente criação do SP Export, programa de incentivo à internacionalização de produtos e serviços paulistas. “Fala-se muito em crise, mas nós vemos o momento como uma oportunidade de fazer São Paulo crescer fora do Brasil”, reforça Quirós.

Prêmio Investe São Paulo – Na próxima quarta-feira, 16 de dezembro, a agência irá realizar a 4ª edição do Prêmio Investe São Paulo, criado para homenagear as empresas que investiram no Estado com apoio da Investe SP e cujos projetos entraram em operação no ano vigente.

As 24 premiadas de 2015 são: AKG do Brasil, Atento, BYD do Brasil, DAS Brasil, Dow, Exco Soluções em Ferramental, Goodyear Brasil, IBM Brasil, LiuGong Latin America, Mars Brasil (três unidades), Medtronic, Mexichem, Nacco Materials Handling Group, Natura Cosméticos, P&G, Python Engenharia, SKF, Termomecanica, Unilever do Brasil, Weidmann, Woodbridge Brasil e ZinkPower.

Dachser amplia seu compromisso social no Brasil e no mundo

Direitos da criança, educação, treinamento vocacional, proteção de recursos naturais. Enquanto continua sua colaboração de dez anos com a organização de assistência à criança Terre Des Hommes no estado indiano de Uttar Pradesh, a Dachser está ampliando seu compromisso social com novos projetos regionais no Brasil, na Índia, no Nepal, e na Namíbia. Nos próximos cinco anos, a provedora de logística investirá mais de 1.1 milhões de Euros em projetos de assistência local para trazer melhorias duradouras para a vida das pessoas ao ajudá-las a ajudarem a si mesmas.

“A logística aproxima pessoas, mercados e produção. Como uma empresa global, é nossa responsabilidade defender intensamente as condições de vida daqueles que não usufruem dos benefícios da globalização,” explica Bernhard Simon, CEO da Dachser.  “É preciso paciência e perspectiva a longo prazo para termos um impacto sustentável. É por isso que nós continuamos a apoiar o trabalho dos nossos parceiros, da Terre des Hommes, nos projetos na Índia enquanto também trabalhamos em outros países e continentes.”

De educação à sustentabilidade – Os resultados dos projetos mostram que houve, na última década, uma melhoria permanente nas condições de vida de crianças e adolescentes de 136 vilarejos em áreas carentes do estado de Uttar Pradesh, no norte indiano.

  • Quase 17.000 crianças e mulheres foram educadas sobre seus direitos e receberam assistência para reivindicá-los ativamente na sociedade democrática indiana.
  • Mais de 15.300 crianças foram beneficiadas pela educação básica. Mais ou menos 60 porcento delas frequentaram escolas públicas ou privadas posteriormente. A evasão escolar diminuiu 40 porcento.
  • Cerca de 4.700 crianças – em sua maioria meninas – frequentaram centros de treinamento vocacional e fizeram cursos de computação e artesanato.
  • Crianças e adolescentes plantaram mais de 14.200 árvores nos locais do projeto; 117 unidades de compostagem e 112 sistemas de biogás foram instalados e 100 famílias receberam lâmpadas solares para que as crianças pudessem estudar a noite.
  • Noventa e sete escolas receberam tanques especiais de água potável e instalações sanitárias.

Atualmente, a Dachser apoia os seguintes projetos da terre des hommes em três continentes:

Brasil:

A partir do começo de 2015 até pelo menos 2017, a Dachser vai apoiar o trabalho do CEDECA (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente) de Limeira, uma cidade perto de São Paulo. O projeto vai atingir cerca de 500 crianças e adolescentes e busca fornecer uma saída de uma vida de crime e dependência de drogas. Juntamente com uma redução de agressividade e propensão à violência, as atividades do CEDECA irão reforçar a sensibilização das crianças para os seus direitos, incentivá-los a planejar objetivos pessoais e profissionais para o seu futuro e permitir o seu início na vida profissional.

Para conseguir isso, o CEDECA oferece trabalho educativo direto nas escolas e alternativa depois da escola, como aulas de dança, rima e futebol, bem como seminários em direitos das crianças por representantes das partes interessadas da sociedade civil e funcionários do governo, a fim de reduzir o preconceito e facilitar a cooperação entre as partes interessadas e o projeto social.

“Limeira tem a maior taxa de crianças e adolescentes que tem problemas com a lei em todo o estado de São Paulo”, diz Angel Santana, Managing Director Dachser Brasil. O projeto do CEDECA: “ O direitos das crianças de construir o futuro ” permitirá que as crianças de Limeira mudem essa situação. Nós vemos como nossa responsabilidade ajudar a desenvolver este projeto perto do nosso Escritório Regional no Brasil.”

 

Índia, Nepal:

Em Uttar Pradesh, a Dachser e suas organizações parceiras locais da terre des hommes planejam continuar seu trabalho bem sucedido até 2020. Isto inclui educação sobre direitos humanos e direitos da criança, promoção de organizações para as mulheres e para a juventude, instrução e treinamento, além da preservação e expansão de recursos naturais em 50 vilarejos. Um novo projeto será dedicado a melhorar as condições de vida dos Musahar, um grupo étnico indiano da região da fronteira com o Nepal que sofre discriminação extrema e tem dificuldades econômicas.

Acesso à água limpa, instalações sanitárias, educação e direitos das mulheres consolidados são o foco do terceiro projeto, que beneficiará três vilarejos no Nepal. Finalmente, terre des hommes ajudará jovens em Mangolpuri, uma das maiores favelas de Nova Deli, a voltarem à escola ou se tornarem profissionais qualificados através dos módulos de eLearning.

Bildung für San-Kinder und Jugendliche

Bildung für San-Kinder und Jugendliche

Namíbia:

Neste país, a terre des hommes e a Dachser estão trabalhando em um projeto conjunto que termina em 2017 para dar melhores oportunidades às crianças do povo San, também conhecido como os Bushmen. Como o grupo étnico mais antigo do sul a África, eles vivem em situação de grande pobreza nos entornos de grandes fazendas ou em favelas nos limites das pequenas cidades. O foco do trabalho deste projeto é o desenvolvimento inicial e apoio contínuo a assiduidade dos alunos da escola primária. Treinamento vocacional também é oferecido, especialmente às meninas para prepará-las para trabalharem em hotéis e pousadas, mas também para ensiná-las trabalhos com artesanatos.