Logística e Segurança na importação de Agroquímicos são as apostas da Luftwege para crescer 100% neste setor em 2024

Agroquímicos ou Defensivos Agrícolas são substâncias essenciais usadas no setor agro para proteger os cultivos do ataque de pragas e doenças. O Brasil é líder nas importações de agrotóxicos. Foram 283 mil toneladas importadas durante o ano de 2022, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O mercado de produtos para proteção de cultivos movimentou cerca de US$ 20 bilhões no Brasil durante a temporada agrícola de 2022/23, segundo a Consultoria Kynetec. De acordo com o estudo, esse resultado representou um crescimento de 43% na comparação com o ciclo 2021/22, quando alcançou aproximadamente US$ 14 bilhões. A disparada nas vendas acompanhou o aumento da área plantada no Brasil, que atingiu 90 milhões de hectares no período.

Atenta aos números e com expertise no mercado, a LUFTWEGE – operador logístico de serviços de comércio exterior com origem no Despacho Aduaneiro – tem trabalhado para atingir a expressiva marca de crescer 100% no setor de Agroquímicos em 2024.

 

Colheita e Tratamento do solo – Criada em 1993, ou seja, há mais de 30 anos no mercado, a empresa se especializou na Consultoria para as empresas que desejam importar produtos ou insumos deste segmento. O primeiro semestre naturalmente é o período de colheita, todavia, já a partir do início do segundo semestre ocorre um aumento gradativo nas importações, pois este é o momento de preparar o solo para o cultivo e, consequentemente, o início das importações de agroquímicos. “Neste período essas operações chegam representar 45% a 60% de nossos negócios”, revela Rogério Grecchi, diretor da LUFTWEGE.

 

Segurança Ambiental – Outra variável importante é a segurança. A Lufwege monitora suas operações para colaborar com o combate a crimes agrícolas e ambientais. A empresa está atenta às ações internacionais para o combate do mercado de insumos agrícolas ilegais. “Estamos aptos para atender os clientes nos principais portos, aeroportos e fronteiras secas do Brasil”, lembra Grecchi, que também é Vice-Presidente do SINDASP, Entidade que representa os Despachantes Aduaneiros em SP.

A LUFTWEGE oferece ainda soluções logísticas que possam diminuir os custos das operações de importação, a exemplo de Terminais, Transportadora, Agentes de Carga, além de ofertar assessoria auxiliando nas descrições de mercadorias, conferência, aprovação de documentos e contato com fornecedores no exterior. “Nossa previsão de crescimento é muito boa, principalmente porque nossos clientes comentam positivamente sobre nosso trabalho, não só no dia a dia, mas em todo suporte que oferecemos para empresas já estabelecidas no mercado e para as que estão iniciando. Estamos trabalhando forte para que possamos atingir a meta de 100% de crescimento em 2024”, finaliza Grecchi.

OEA Integrado ANVISA entra em vigor em 26/05

No Brasil, o Programa OEA, implementado em 2015, é gerido pela Receita Federal. O Operador Econômico Autorizado é definido como um parceiro estratégico da Receita Federal, que, após comprovar o cumprimento dos requisitos e critérios do Programa OEA, é certificado como um operador de baixo risco e confiável. Portanto, tem direito aos benefícios oferecidos pela Aduana Brasileira, relacionados à maior agilidade e previsibilidade de suas cargas nos fluxos do comércio internacional.

A participação da Anvisa no programa reforça a parceria e a integração da instituição com os demais entes da Administração Pública anuentes em atividades de comércio exterior, convergindo para a modernização e a atualização dos processos de trabalho nessa área.

OEA-Integrado Anvisa é a certificação do importador já certificado no Programa OEA da Receita Federal do Brasil (OEA-Conformidade – OEA-C), qualquer nível, e OEA-Segurança (OEA-S), e que cumpra com os critérios de admissibilidade exigidos pelo Programa OEA-Integrado Anvisa.

Com entrada em vigor a partir de 26/05/24, podem aderir de forma voluntária ao Programa OEA Integrado-Anvisa, as empresas que atuam como importadores diretos de produtos sujeitos à vigilância sanitária sob sua detenção de regularização no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), das 5 categorias de produtos: medicamentos, dispositivos médicos, cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes, saneantes ou alimentos.

Indústria farmacêutica anuncia nova fábrica no Sul de Minas

A CIMED, uma das maiores indústrias farmacêuticas do Brasil, anunciou recentemente a construção de uma nova fábrica em Minas Gerais. O CEO da companhia, João Adibe, fez o anúncio durante uma missão oficial nos Estados Unidos, onde se encontrou com o governador Romeu Zema e empresários. Essa nova fábrica em Minas Gerais é parte de um plano estratégico da CIMED para expandir suas operações e fortalecer sua presença no mercado nacional.

O local exato da nova operação será definido nos próximos dias, mas a expectativa é que a nova fábrica gere centenas de empregos, beneficiando a economia local.

João Adibe, CEO da CIMED, ressaltou a importância dessa nova operação para a companhia durante o recente encontro na Brazilian Week, em Nova York. Segundo Adibe, além de expandir a estrutura já existente, a nova fábrica em Minas Gerais trará mais crescimento e agilidade aos processos da empresa.

A CIMED já possui duas unidades em Pouso Alegre, no Sul de Minas, e a nova fábrica complementará essas operações. A expansão não só reforça a aliança da CIMED com Minas Gerais, como também destaca o compromisso de longa data da empresa com o estado, que começou há mais de duas décadas.

A nova fábrica da CIMED em Minas Gerais deverá gerar centenas de empregos, contribuindo significativamente para a economia local. A iniciativa de construir uma nova fábrica demonstra a confiança da CIMED no potencial de crescimento de Minas Gerais e a importância do estado na estratégia de expansão da companhia.

Produção de higiene e beleza – A nova fábrica da CIMED em Minas Gerais será dedicada principalmente à produção de produtos de higiene e beleza, um segmento em crescimento no mercado brasileiro. A produção de medicamentos, por sua vez, continuará sendo realizada nas unidades de Pouso Alegre, onde a estrutura será ampliada para armazenamento de matéria-prima e produtos acabados.

Com mais de 600 produtos no catálogo e uma distribuição nacional que abrange cerca de 90 mil pontos de venda, a CIMED está bem-posicionada para atender à crescente demanda por produtos de higiene e beleza no Brasil. A nova fábrica permitirá à CIMED aumentar sua capacidade produtiva e fortalecer ainda mais sua presença no mercado.

Cimed – A empresa atua há 47 anos e, até hoje, permanece totalmente brasileira. São mais de 600 produtos no catálogo e uma distribuição nacional para cerca de 90 mil pontos de vendas atendidos diretamente, com presença em mais de 98% das farmácias brasileiras.

Seu complexo fabril está localizado em Pouso Alegre (MG), e o centro de distribuição central e a indústria gráfica da companhia em São Sebastião da Bela Vista (MG), além de contar com mais de 26 centros de distribuição espalhados pelo país.

Somente para a fábrica inaugurada no final de 2023, foram investidos R$ 450 milhões, sendo R$ 300 milhões destinados à infraestrutura e equipamentos de nova geração.

Parceira “Levu” e “DHL” traz voos ligando Campinas à Manaus e Recife

A “DHL Supply Chain” anunciou a chegada do primeiro avião cargueiro da empresa no Brasil, em parceria com a operadora aérea brasileira LEVU Air Cargo.

Serão rotas regulares entre Campinas, Manaus, Recife e Belém, permitindo acesso dos clientes aos benefícios do modal aéreo de carga: agilidade, segurança e confiabilidade.

“Este projeto representa não apenas um investimento significativo no mercado brasileiro, mas também o resultado de nossa visão ousada e do trabalho incansável de nossa equipe, cujos destaques são listados abaixo”, divulgou a empresa em suas redes sociais.:

• Alta frequência, garantia de embarque e conexões para outras cidades, aumentando a integração entre mercados e regiões, contribuindo com o desenvolvimento econômico geral

• Aumento de nossa capacidade operacional através das novas filiais que estão sendo abertas em cada uma das cidades atendidas, com geração de empregos diretos e indiretos

“Agradeço a todos os envolvidos neste projeto, bem como aos nossos clientes e parceiros por sua confiança contínua. Juntos, continuaremos a superar barreiras e a impulsionar o progresso em direção a um futuro logístico mais ágil e eficiente. Mais uma opção para nossos clientes com voos ligando Campinas à Manaus e Recife”, encerra o Post.

Após aumento de impostos de importação, Siderúrgicas anunciam R$ 100,2 bilhões em investimentos até 2028

Empresas do setor siderúrgico anunciaram na última segunda-feira (20) um investimento de R$ 100,2 bilhões no Brasil até 2028. O valor foi divulgado em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com ministros da área econômica no Palácio do Planalto.

O investimento ocorre em contrapartida à decisão do governo de aumentar impostos sobre a importação de alguns produtos de aço, de acordo com o volume comprado. O setor reclamava de concorrência desleal com o metal estrangeiro, levando a uma alta ociosidade para a indústria brasileira do aço.

Segundo o presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil, Jefferson de Paula, o setor representou um investimento de R$ 162 bilhões nos últimos 15 anos, e gera dois milhões e 900 mil empregos. Porém, apesar da capacidade instalada para produzir 51 milhões de toneladas, a produção em 2023 foi de apenas 26,6 milhões.

Ele citou ainda o grande aumento na importação de aço nos últimos anos e que, atualmente, os importados representam 26% do aço utilizado no Brasil. Desse valor, a maioria vem da China, maior produtor do mundo. “Apenas em 2023, as importações chinesas representaram 58% das importações no Brasil”, afirmou de Paula.

Em abril, o governo federal anunciou a elevação para 25% do imposto de importação sobre 11 produtos do aço, além de estabelecer uma cota de volume de importação para cada um deles. Na prática, a tarifa mais elevada só será cobrada para importações maiores do que a cota. Nos demais casos, ela mantém a taxa atual, entre 12 e 13%.

O presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Ricardo Alban, por sua vez, citou que outros setores enfrentam problemas de concorrência com as importações, como petroquímico, químico, fertilizantes e construção civil.

Crescimento da importaçãoEm coletiva de imprensa após o anúncio, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou que a cota de importação é uma medida inédita no Brasil.

“Houve uma grande preocupação em relação à importação de aço. Nos últimos anos, teve um crescimento muito grande da importação, levando a uma ociosidade de uma indústria de base importante”, comentou o vice-presidente. Ele destacou ainda que foram aplicados cinco mecanismos antidumping, ou seja, contra a comercialização de produtos abaixo do preço de mercado, e que outras 10 investigações estão em curso.

Para Alckmin, os anúncios de investimentos de outras indústrias, como a automobilística, representam um aumento do consumo de aço no país e, consequentemente, uma oportunidade para diminuir a ociosidade do setor siderúrgico.