Eleição no Sindicomis/ACTC é adiada para 30/01/2026

A CHAPA RENOVAÇÃO – formada por um grupo de empresas unidas e em oposição à atual gestão da Entidade – informa que a Assembleia Geral Extraordinária para eleição da nova diretoria do SINDICOMIS / ACTC, inicialmente prevista para 22/12/2025, foi reagendada para 30/01/2026.

A decisão foi motivada pelo prejuízo ao calendário eleitoral, não só pela judicialização do Pleito, como também, no entendimento da CHAPA RENOVAÇÃO, pela data original escolhida muito próxima às festividades de Natal, prejudicando o deslocamento dos Associados para exercerem seu direito democrático do voto.

A nova data foi definida em reunião entre a Comissão Eleitoral e as duas chapas inscritas no pleito, com a presença de suas respectivas assessorias jurídicas. Após ampla discussão, todas as partes envolvidas manifestaram concordância com o adiamento do processo eleitoral.

Aeroporto de Guarulhos tem novo plano de investimentos que deve superar R$ 4bi

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e a concessionária GRU Airport apresentaram, nesta quinta-feira (11), o novo plano de investimentos do Aeroporto Internacional de Guarulhos, São Paulo, o maior terminal do país e principal porta de entrada de turistas estrangeiros no Brasil. O conjunto de obras e modernizações, estimado em R$ 2,5 bilhões até 2029, tem como objetivo ampliar a capacidade operacional, fortalecer a segurança, melhorar a experiência dos passageiros e preparar o aeroporto para o crescimento da demanda nacional e internacional nos próximos anos.

De acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o aeroporto de Guarulhos movimenta atualmente 15% da movimentação aérea nacional e 29% do fluxo internacional de passageiros. Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o terminal é um ativo importante do setor aéreo. “Guarulhos é estratégico para a aviação brasileira e cada melhoria aqui representa mais desenvolvimento, empregos e oportunidades para o país”. O ministro afirmou que, sob a liderança do presidente Lula, a aviação vive seu melhor momento em mais de uma década e ressaltou que o novo ciclo de investimentos reverte a ausência de obras estruturantes nos anos anteriores, ampliando o conforto dos passageiros e fortalecendo a competitividade do setor.

Costa Filho ressaltou que os investimentos privados, mobilizados pela Portaria 93 e pelo programa Investe+ Aeroportos, somam cerca de R$ 1,8 bilhão, valor que, somado ao plano da concessionária, eleva os aportes totais a mais de R$ 4 bilhões. Segundo o ministro, “esse conjunto de obras consolida Guarulhos como um dos principais hubs do hemisfério sul e impulsiona a economia, já que cada turista que chega ao país gera emprego, renda e oportunidade para os estados brasileiros”.

Durante a apresentação, o diretor-presidente da GRU Airport, Osvaldo Garcia, destacou que o ciclo atual representa o maior volume de investimentos desde a inauguração do aeroporto, há mais de 40 anos, com mais de 25 intervenções previstas. Segundo ele, “estamos promovendo uma transformação profunda na infraestrutura, com expansão de terminais, modernização dos sistemas de bagagem, obras em pistas e pátios e o retrofit completo do Terminal 2”. Garcia reforçou que a renovação da frota de ônibus e a atualização do sistema elétrico seguem padrões internacionais de segurança e eficiência.

Infraestrutura e segurança – A repactuação do contrato de concessão, homologada pelo Tribunal de Contas da União em outubro de 2024, permitiu retomar obras estruturantes e estender o prazo contratual até novembro de 2033. O novo marco regulatório fortaleceu o diálogo entre Governo Federal, TCU e concessionárias e deu origem ao Programa AmpliAr, que já leiloou 13 aeroportos no Nordeste e na Amazônia Legal, com R$ 730 milhões previstos em investimentos, ampliando a capacidade e a conectividade da aviação regional.

O plano também prevê a ampliação da Delegacia da Polícia Federal no aeroporto, com novos scanners corporais, leitores faciais, 98 equipamentos de raio-x e 16 unidades EDS Standard 3, elevando o padrão de segurança do terminal. Inclui ainda a expansão de terminais, melhorias em pátios e pistas de táxi e a adoção de tecnologias avançadas de monitoramento e resposta a emergências, reforçando a eficiência operacional e a qualidade dos serviços aos passageiros.

Com esse conjunto de ações, o Governo Federal garante que Guarulhos continue operando com eficiência, segurança e qualidade de serviços compatíveis com sua posição estratégica no país. As melhorias também consolidam o aeroporto como um hub global de aviação.

Importações de autopeças mudam perfil e valor médio (US$) avança 38% em 5 anos

As importações de autopeças chegaram a US$ 21,96 bilhões no acumulado até novembro, o que representou alta de 13,3% sobre total de US$ 19,4 bilhões no mesmo período de 2024.

A China está no topo dos países que mais enviaram componentes para o Brasil, com fatia de 18,8% do total desse ano. Foram comprados US$ 4,12 bilhões em componentes automotivos no país asiático, o que representou alta de 16,5% no comparativo interanual.

Com a Argentina no topo, as exportações também cresceram este ano, mas em ritmo menor. A expansão foi de 7,6%, de US$ 7,23 bilhões para US$ 7,79 bilhões.

Com isso, o déficit comercial chegou a US$ 14,2 bilhões, resultado 16,6% superior ao observado no mesmo período de 2024 (US$ 12,15 bilhões), conforme dados divulgados pelo Sindipeças.

Segundo a entidade, as transformações tecnológicas do setor automotivo, caracterizadas por modelos elétricos, maior conectividade e sensorização, intensificaram as necessidades de componentes vindos do exterior.

Alto valor agregado – “Em termos históricos, observa-se que no período entre 2021 e 2025, o valor médio (US$) das importações de autopeças avançou 38% em comparação ao quinquênio que antecedeu à eclosão da crise pandêmica”, informa a entidade.

No caso das exportações, a desaceleração do ritmo de crescimento ao longo deste ano refletiu principalmente os tarifaços impostos pelo presidente Donald Trump em abril e agosto.

Em novembro, por exemplo, as exportações somaram US$ 681,3 milhões, queda de 3,1% frente a igual mês de 2024, puxada pela performance negativa para os Estados Unidos (-32,1%), México (-25,0%) e também a Argentina (-15,3%).

Em relação ao país vizinho, o recuo no mês passado foi pontual, consequência da desaceleração das vendas automotivas por lá. No acumulado do ano, contudo, verifica-se crescimento de 15,2% nas vendas para a Argentina, de US$ 2,5 bilhões para US$ 2,89 bilhões.

O mesmo já não ocorre com os Estados Unidos, que no acumulado até novembro reduziram as compras de autopeças em 13%, de US$ 126 bilhão para US$ 1 bilhão. As exportações para o México também caíram. O índice negativo foi de 19,6%, de US$ 851 milhões para US$ 684,8 milhões.

Importante registrar que em contraste com a queda das exportações em novembro, as importações seguiram em alta. Cresceram 10,9% sobre o mesmo mês de 2024, atingindo US$ 1,9 bilhão.

Com informações: https://www.autoindustria.com.br

67ª Cúpula do MERCOSUL em Foz do Iguaçu: Venezuela no centro do dissenso e acordo com a União Europeia segue sem desfecho

Por Marcelo de Castro*

Gostaria de refletir com vocês sobre uma coisa que me inquieta sempre que a política internacional decide brincar de comércio exterior como se fosse um tabuleiro de slogans. Saí da 67ª cúpula, em Foz do Iguaçu, com a sensação de que não assistimos apenas a mais um capítulo de negociações longas. Assistimos a um espelho. E o espelho, quando é honesto, não mostra o que a gente gostaria de anunciar. Mostra o que a gente precisa admitir.

Foz do Iguaçu, por si só, dispensa metáforas fáceis. Ali a geografia não é paisagem: é método. A tríplice fronteira é o lugar onde a política vira rotina operacional, onde o tempo vira custo, onde o dado vira decisão e onde a indecisão vira fila. E fronteira, dita sem romantismo, é bem-estar social: é comida que chega, é remédio que não atrasa, é peça que mantém a fábrica rodando, é emprego que não evapora por falta de previsibilidade. Minha alma de economista e despachante aduaneiro sabe que, quando uma cúpula falha em produzir clareza, quem sente primeiro não é o plenário. É o cotidiano.

O ponto mais revelador não foi um gesto isolado, mas a incapacidade de fechar uma linguagem comum. A reunião existiu, os ritos foram cumpridos, os discursos foram feitos, mas o resultado político não conseguiu virar síntese. E quando um bloco regional não consegue transformar divergência em método, ele passa a depender do improviso. Improviso parece flexibilidade na tribuna, mas na fronteira ele se converte em insegurança, em exigência sobreposta, em contencioso, em decisão desigual.

Nesse cenário, a Venezuela não apareceu como “tema” e sim como prova de estresse. Não é uma discussão que aceite caricaturas, nem pelo drama humano envolvido, nem pela complexidade regional que a cerca. O problema, para o Mercosul, é institucional: quando a divergência sobre um assunto sensível ocupa o centro e não há mecanismo para produzir um mínimo denominador comum, a governança começa a falar por ausência. E a ausência, em comércio exterior, quase sempre vira um excesso em outro lugar: mais barreiras tácitas, mais custos de conformidade, mais incerteza para quem só quer operar corretamente.

Ao mesmo tempo, o acordo com a União Europeia continua orbitando como promessa e frustração. Depois de décadas, ele deixou de ser apenas um instrumento e virou símbolo. E é aqui que entra, em dose sutil, uma leitura psicanalítica do impasse: quando a assinatura se transforma no objeto absoluto do desejo, ela ganha contornos de fetiche institucional. O fetiche tem esse efeito: concentra a energia no desfecho imaginado e desloca o foco daquilo que, na prática, sustenta a integração no dia a dia. O “quase” repetido exaure por dentro, porque acostuma o sistema a viver de aproximações.

Faço questão de ajustar o tom para evitar alarmismo. Mesmo que a assinatura tivesse ocorrido, ela não mudaria o dia seguinte como passe de mágica. A natureza desses acordos é de médio prazo: depende de trâmites internos, etapas de implementação, adaptação regulatória e capacidade administrativa para virar previsibilidade real. O valor político do gesto é enorme, mas o efeito econômico é gradual. O dano maior, portanto, não é a ausência do efeito imediato. É a mensagem prolongada de incerteza, que corrói planejamento e investimento.

É aqui que a crítica precisa ser honesta e, ao mesmo tempo, útil. John Rawls escreveu: “Justice is the first virtue of social institutions.” Quando uma instituição não consegue alinhar o que declara com o que executa, a justiça falha na distribuição dos custos. Em comércio exterior, o custo do impasse não cai igualmente. Ele cai mais pesado sobre quem tem menos margem, menos acesso, menos capital, menos poder de barganha. A indecisão, nesse mundo, não é neutra. Ela escolhe perdedores.

Milton Friedman disse a mesma coisa com outra música: “There is no such thing as a free lunch.” Quando decisões são empurradas, alguém paga a conta. E quase sempre quem paga primeiro é a cadeia logística, com reflexo direto no bem-estar social. A diplomacia pode chamar de “tempo político”. A fronteira chama de “dias a mais”, “custo a mais”, “risco a mais”. E a vida comum chama de preço.

O mundo em que isso acontece também mudou de natureza. Protecionismo e seletividade viraram regra, e comércio virou extensão de segurança, tecnologia e reputação. Acordo hoje não é apenas tarifa: é origem, rastreabilidade, integridade, cláusulas ambientais, governança de risco, padronização de dados. Em outras palavras, é aduana. E a aduana contemporânea é cada vez mais digital, baseada em informação, interoperabilidade, gestão de risco e coordenação entre órgãos. Quando a política não entrega método, o técnico vira refém. E quando o técnico vira refém, a fronteira perde previsibilidade.

Por isso, a parte mais valiosa de um bloco regional raramente está na frase grande. Está na engrenagem silenciosa que reduz fricção: normas de origem que funcionam, procedimentos que se harmonizam, dados que conversam, controles integrados que evitam retrabalho, sistemas que entregam rastreabilidade com governança. Isso não rende aplauso, mas rende competitividade. E competitividade, aqui, não é slogan. É capacidade de fazer o fluxo acontecer sem punir o operador honesto.

É nesse ponto que o bilateralismo aparece como tentação. Quando o consenso regional é difícil, o atalho bilateral seduz com promessa de rapidez e controle. Só que, na operação, ele costuma criar inflação regulatória: cada acordo puxa regras próprias, exceções próprias, listas próprias, requisitos próprios. Multiplicado por vários parceiros, vira floresta normativa. E floresta normativa exige fiscalização mais dura, compliance mais caro, sistemas mais sofisticados. O ganho político pode existir. O custo de coordenação quase sempre cresce.

E o multilateralismo, tão criticado, não “morreu”. Ele mudou de função. Virou infraestrutura: linguagem comum, padrão mínimo, coordenação possível, previsibilidade técnica para evitar que o comércio vire Babel. O risco, hoje, é outro: que ideologias e urgências bilaterais contaminem as instituições, ou pelo menos tensionem seus líderes e seus instrumentos, empurrando o mundo para exceções permanentes, para seleções opacas, para regras que mudam conforme o vento. Quando isso acontece, o preço é pago na ponta por quem precisa de previsibilidade para produzir, importar, exportar e cumprir.

No fim, a 67ª em Foz do Iguaçu ensinou algo que não cabe em foto oficial. Blocos regionais não serão salvos por entusiasmo nem por liturgia. Serão salvos por governança. Governança é método para lidar com dissenso sem paralisar o conjunto. É proteger a agenda técnica do ciclo das paixões. É transformar digitalização em previsibilidade, não em verniz.

Minha alma de economista e despachante aduaneiro não pede um Mercosul perfeito. Pede um Mercosul funcional. Um Mercosul que entenda que, numa era em que o mundo negocia com filtros, com desconfiança e com pressa, a virtude mais estratégica de um bloco não é a retórica. É a capacidade de entregar fronteira como bem-estar social. Porque, quando a cúpula não decide, a fronteira decide por inércia. E a inércia, no comércio exterior, sempre cobra.

*Marcelo de Castro é Despachante Aduaneiro e Diretor de Marketing Institucional do SINDASP – Responsável pelas Relações Institucionais e Comunicação da ASAPRA — Asociación Internacional de Agentes Profesionales de Aduana, organização intercontinental com representação no Comitê Consultivo do Setor Privado (PSCG) da Organização Mundial das 

Despachantes Aduaneiros se reúnem com Receita Federal em Brasília por evolução na criação do Conselho de Classe Profissional da Categoria

O dia 9 de dezembro é reconhecido como o “Dia Internacional Anticorrupção”. Exatamente nesta data, líderes da Feaduaneiros (Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros) e dos sindicatos afiliados SDAERGS, SDAPRSC, SDAS, SINDACE, SINDAEES, SINDAEMG, SINDAERJ, SINDAM, SINDAPE e SINDASP estiveram na Subsecretaria de Administração Aduaneira (Suana/RFB), em Brasília/DF, para reafirmar o compromisso da categoria com a conformidade e a integridade das operações de comércio exterior e evoluir o diálogo institucional em torno da proposta de criação do conselho de classe profissional dos despachantes aduaneiros.

A construção dessa proposta conta com a atuação conjunta da Feaduaneiros e dos sindicatos citados, com apoio institucional da CNC e em diálogo técnico permanente com a Receita Federal do Brasil. A expectativa das entidades é que, após a devida análise pela Administração Aduaneira, o texto possa ser encaminhado à Casa Civil da Presidência da República e, na sequência, submetido à apreciação do Congresso Nacional.

O encontro ocorre em um contexto em que indicadores internacionais – entre eles o Basel AML Index 2025, que posiciona o Brasil na 80ª colocação entre 177 jurisdições, com pontuação 5,40 em escala de 0 (menor risco) a 10 (maior risco) – reforçam a importância de fortalecer os mecanismos de prevenção e combate à corrupção, à lavagem de dinheiro e a outros ilícitos financeiros, especialmente nas operações de fronteira econômica. Trata-se de agenda de inequívoco interesse público e estratégico para o Estado brasileiro, associada à eficácia da política aduaneira e ao cumprimento de compromissos internacionais assumidos pelo país.

Conselho com Marca Registrada – Desde 2022, o fortalecimento institucional da profissão vem sendo discutido de forma estruturada, com especial impulso a partir do segundo semestre de 2024. Desse processo resultou a elaboração, pelas entidades representativas, de proposta de Projeto de Lei para criação do Conselho Federal dos Despachantes Aduaneiros (CFDA) e de Conselhos Regionais, concebidos como autarquias de direito público voltadas a orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício profissional, promovendo padrões elevados de ética, qualificação e conformidade em benefício da sociedade. A marca “Conselho Federal dos Despachantes Aduaneiros – CFDA” encontra-se registrada no INPI desde o início de 2023, evidenciando o grau de organização alcançado pela categoria.

Mobilizada, a categoria espera que o tema possa evoluir com mais agilidade, acompanhando o momento de transformações do comércio exterior brasileiro, que conta com a participação ativa dos Despachantes Aduaneiros na mudança dos novos processos de importação e exportação no Brasil.

Para as lideranças presentes, a criação do CFDA não se limita a uma pauta corporativa: configura-se como medida de governança pública, alinhada a compromissos assumidos pelo Brasil no âmbito da Organização Mundial das Aduanas, em especial o SAFE Framework of Standards 2025, que integra segurança, facilitação do comércio e demandas crescentes em matéria ambiental. Ao fortalecer autorregulação profissional, rastreabilidade e responsabilização, o conselho de classe é visto como uma das ferramentas para reforçar políticas de Estado em áreas sensíveis – aduaneira, fiscal, financeira e ambiental – e para consolidar um ambiente de negócios mais íntegro, previsível e sustentável.

Acordo de Cooperação com o SINDASP – Em novembro, o SINDASP – maior Entidade representativa dos Despachantes Aduaneiros no Brasil – e a Superintendência da Receita Federal do Brasil da 8ª Região Fiscal SP, igualmente a maior Regional do País, celebraram um Acordo Significativo de Cooperação Técnica. Uma parceria estratégica para aprofundar a colaboração entre os setores público e privado, com foco na melhoria contínua das operações aduaneiras e na criação de um ambiente de negócios mais eficiente e transparente.

Uma das frentes atendidas pela parceria, será o apoio do SINDASP no combate a crimes e a ilícitos na Importação. Em setembro, foi publicada a Portaria RFB nº 583/2025, que estabelece uma série de iniciativas que reforçam a atuação do fisco no enfrentamento de crimes e ilícitos relacionados a operações de importação. A medida reforça o compromisso da Receita Federal com a conformidade tributária e aduaneira, contribuindo para a prevenção de fraudes e o fortalecimento da integridade do comércio exterior brasileiro.