Porto de São Sebastião registra acréscimo de 32% nas movimentações em 2018

O ano de 2018 foi de crescimento para o Porto de São Sebastião (SP), que movimentou cerca de 718 mil toneladas de produtos, um aumento de 32% em relação ao ano anterior. Além disso, foi registrado também crescimento de 35% no número de embarcações que passaram pelo complexo portuário.

Na importação, os principais produtos operados foram o granel sólido, carbonato de sódio, sulfato de sódio, malte, cevada, ulexita e gipsita. Já na exportação, as principais movimentações registradas foram de cargas vivas (bovinos) e automóveis. Em 2018 o Porto de São Sebastião exportou aproximadamente 148 mil cabeças de gado, um aumento de 188% se comparado a 2017.

O crescimento na movimentação vem acompanhado de investimentos na segurança das operações, com a aquisição de um scanner, que funciona como um raio-x, e é capaz de visualizar o conteúdo no interior de um contêiner. Quando o caminhão passar pelo equipamento, as imagens captadas da carga serão enviadas à Receita Federal, que analisará se a mercadoria está de acordo com a legislação.

A nova tecnologia tornará a fiscalização mais eficiente, reduzindo o tempo de liberação das mercadorias de importação, exportação ou cabotagem. Com investimentos de R$ 4,2 milhões do governo do estado, o Porto de São Sebastião concluiu a instalação do scanner, que já está funcionando em fase de teste e terá suas operações iniciadas neste mês de janeiro.

Além disso, o porto vem aprimorando ISPS Code, sistema que segue normas internacionais de segurança para controle de acessos de pessoas e cargas, inclusive com monitoramento de navios, tornando as operações mais seguras.

Perspectiva de emprego em Sorocaba melhora em 2019

Indústrias, redes de supermercado e fast-food contratam na cidade neste início de ano

A procura pelas agências de emprego é tipicamente maior no início do ano e, de acordo com especialistas do setor, 2019 começa com o mercado aquecido em Sorocaba e boas oportunidades. Porém, é preciso se destacar em um cenário que ainda tem muitos desempregados. Estratégia ao buscar as vagas, qualificação e investir nos meios digitais são as recomendações.

“Janeiro e fevereiro são os meses em que a procura aumenta, porque as pessoas inovam. As que estão trabalhando buscam uma melhor colocação e as que estão desempregadas buscam emprego”, diz a gerente de Recursos Humanos do Grupo Panna, Marcele Ribeiro. Ela conta que a empresa tem intermediado em torno de 200 contratações por mês, número cerca de 20% maior em relação ao ano passado.

“O mercado está bem aquecido, mas também exigente porque sabe que tem muita gente parada”, afirma Marcele. A agência recebe uma média de 1 mil currículos por dia, incluindo os envios físicos e por e-mail. De acordo com a gerente de RH, a expectativa para 2019 é otimista também com os novos rumos do País. “Estamos muito confiantes em relação ao novo governo”, diz.
De acordo com Marcele, a área industrial está contratando, mas há também vagas estratégicas em diversos setores — sendo que essas demandam especializações como MBA e conhecimento em línguas estrangeiras. As redes de supermercado e fast-food que recentemente chegaram à cidade também têm boas oportunidades, especialmente para quem está à procura do primeiro emprego. A dica é se inscrever diretamente nos sites dessas redes.

Para a recolocação no mercado de trabalho é essencial ter um currículo atualizado, com as
informações mais recentes nas plataformas digitais de emprego e nos sites das empresas. Cursos e atualizações também fazem a diferença.

Marcele Ribeiro orienta para uma visão estratégica da busca de vagas. Mapear as empresas de interesse e entrar em contato direto com o responsável pela vaga seria um caminho mais eficiente. Ela explica que usualmente quando as oportunidades aparecem o responsável inicialmente questiona profissionais do meio antes de abrir a vaga para o mercado.

Outra dica é que o currículo seja remodelado para o perfil de cada vaga, sempre com informações verdadeiras, mas dando enfoque aos conhecimentos que possam se destacar para aquele posto de trabalho. “Analisar o perfil da vaga e montar o currículo dentro do requisito daquela vaga”, explica a gerente. Ela orienta os candidatos a darem atenção especial aos meios digitais como e-mail, sites das empresas e perfis em sites de emprego.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

RMVale exporta US$ 11,7 bilhões em 2018 e bate recorde histórico

Balanço divulgado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços aponta que o Vale do Paraíba no último ano teve crescimento de 8,75% nas vendas para outros países, alcançando o maior volume da sua história.

A RMVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba) exportou US$ 11,7 bilhões em 2018 e marcou o recorde dos últimos 22 anos, de acordo com a série histórica do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, que começa em 1997.

Desde então, em mais de duas décadas, o maior volume exportado havia sido anotado em 2008, com US$ 11,2 bilhões, e em 2017, com US$ 10,8 bilhões.  Os dados foram divulgados pelo governo federal nesta sexta-feira.

Com crescimento de 8,75% nas exportações em 2018 na comparação com o ano anterior, a RMVale fechou o ano passado com um superávit de US$ 5,325 bilhões, um pouco menor do que o de 2017, que ficou em US$ 5,359 bilhões.

A diferença é explicada pelo aumento de 17,92% nas importações: US$ 6,452 bilhões no ano passado contra US$ 5,472 bilhões em 2017. O superávit de 2018 é o terceiro seguido na RMVale depois de uma sequência de 10 anos com déficit anual na balança comercial.

No período de 22 anos da série histórica do governo, a região soma 15 anos de déficit e sete com superávit. O pior ano, de acordo com os dados do Ministério, foi 2013, antes da crise econômica, com US$ 14,3 bilhões de déficit na balança. O último ano com saldo negativo foi 2014, com US$ 11,7 bilhões de déficit. No total, 23 das 39 cidades da RMVale exportaram ao menos um mês ao longo de 2018.

Os municípios valeparaibanos que mais venderam ao exterior durante o ano, entre os meses de janeiro e dezembro, que passou foram Ilhabela (US$ 4,2 bilhões), São José dos Campos (US$ 3,7 bilhões), Taubaté (US$ 959,6 milhões), Pindamonhangaba (US$ 934,7 milhões), Jacareí (US$ 712,9 milhões), São Sebastião (US$ 559,1 milhões) e Guaratinguetá (US$ 272,8 milhões).

SUPERÁVIT – Com somente US$ 162,4 mil importados em 2018, Ilhabela — cidade que é a líder absoluta de royalties de petróleo no estado de São Paulo, de acordo com o governo estadual — anotou o maior superávit da região no ano passado, com US$ 4,2 bilhões.
São José fechou o ano com US$ 2,3 bilhões, graças principalmente à indústria aeronáutica, Pindamonhangaba com US$ 441,1 milhões e Jacareí com US$ 47,5 milhões.
As outras principais cidades exportadoras registraram déficit na balança em 2018: São Sebastião (US$ -1,09 bilhão), Guaratinguetá (US$ -617,3 milhões) e Taubaté (US$ – 26,9 milhões).

Fonte: O Vale

Restaurante RIYAD – Dica Gastronômica: esfihas são especialidades. Clique e confira o sabor que é a nossa indicação

Que as esfihas são as especialidades do Riyad ninguém duvida. Mas, essa coluna sempre traz algumas dicas na semana.

Nas passagens pela casa, indicamos um sabor: lombinho. Sempre no ponto certo e uma massa inigualável, esta esfiha é certeza de sucesso.

Essa é a “Dica da Semana” do LogNews.

O endereço do RIYAD – Cozinha Árabe, da Unidade Cambuí, é na Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP).

Campineira TCEX agregará segurança para reduzir custos logísticos com certificação OEA

“Queremos um comercio exterior brasileiro cada vez mais transparente, seguro, isonômico e previsível”, afirma dirigente

A TCEX Logística Internacional, operador logístico com Sede na cidade de Campinas, instalada no Complexo de Escritórios Swiss Office, às margens da Rodovia Anhanguera, no interior de São Paulo, obteve a certificação de Operador Econômico Autorizado na modalidade OEA – Segurança, Agente de Carga no Brasil, implementado pela Receita Federal.

“E com grande orgulho que a TCEX conquista sua certificação, fato que garante o compromisso que já é expresso em sua Visão de Negócios: sermos o melhor e mais confiável provedor de serviços no que nos propomos a fazer. Essa certificação não só confirma esse propósito, mas também nos exige uma busca constante de melhoria dos processos com a segurança e parceria com Aduana e nossos clientes. Queremos um comercio exterior brasileiro cada vez mais transparente, seguro, isonômico e previsível”, destaca Elson Isayama, administrador da empresa.

O Ato Declaratório Executivo entrou em vigor com a publicação no Diário Oficial da União e foi assinado por Gustavo Vivas David – Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil, Chefe da Equipe de Gestão de Operadores Econômicos Autorizados da Alfândega da Receita Federal do Brasil no Aeroporto Internacional de Viracopos – Campinas/SP.

 

Redução do Ciclo Logístico – Segundo ainda Isayama, a certificação trará segurança às operações e, por consequência, redução do ciclo logístico em função da proteção que o processo oferece aos clientes. Um estudo da CNI – Confederação Nacional da Indústria –  indica que se o Brasil cumprir integralmente o cronograma de implementação do Programa Operador Econômico Autorizado (OEA) até 2022, no fim do próximo governo, esse programa sozinho conseguirá adicionar US$ 50,2 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) no acumulado dos próximos 12 anos, de agora até 2030. O cálculo considera, na prática, que o programa da Receita Federal atingirá em 2022 um percentual de 50% das declarações de  exportação e de importação registradas no Brasil.

O acréscimo que o Programa OEA trará ao PIB, ao longo dos próximos anos, diz respeito ao ganho de eficiência que as empresas terão com a desburocratização e a redução do tempo gasto nas operações.