Atraindo clientes

Visitou a redação do Cruzeiro do Sul, o gerente executivo regional da Aurora Eadi, Henrique Debiazi (foto de Erick Pinheiro) quando foi recebido pelo Editor Chefe do Jornal. A Aurora é uma estação aduaneira do interior na rodovia senador Ermírio de Moraes, a Castelinho, e faz toda a alfândega e embarque/desembarque de produtos para exportação e importação. Procurando atrair mais empresas da região, de qualquer tamanho, Henrique citou exemplo de empresa de Minas Gerais que usa os serviços aqui em Sorocaba.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul – Sorocaba (SP)

Indicadores sugerem ritmo maior na atividade em junho

Os primeiros indicadores antecedentes disponíveis e a base reprimida de maio sugerem que o mês de junho será marcado por uma recuperação da atividade, após queda aguda no mês passado, como resultado da greve dos caminhoneiros. Apesar da expectativa de volta gradual à normalidade, os economistas estão divididos quanto às projeções para o segundo trimestre: alguns já esperam queda no Produto Interno Bruto (PIB), enquanto outros ainda veem variação positiva, ajudada pelos bons números de abril.

A maioria dos indicadores antecedentes de maio já estão disponíveis e pintam um quadro trágico. Segundo dados dessazonalizados pela Tendências Consultoria, a produção de veículos caiu 24%, o fluxo de veículos pesados nas estradas recuou 27,7%, a expedição de papelão ondulado despencou 22,7%, a produção de petróleo da Petrobras encolheu 2,2% e o consumo de energia foi 0,5% menor. Só a confiança do industrial subiu 0,1%, mas o período de coleta do indicador da FGV foi anterior a greve e, portanto, não captou seus efeitos.

Entre os antecedentes do varejo, a venda de veículos caiu 11,1%, o fluxo pedagiado de veículos leves encolheu 11,4%, o indicador Serasa de atividade do comércio recuou 2,3%, enquanto as consultas ao Usecheque e ao SPC tiveram baixas de 0,4% e 0,7%, respectivamente, e a confiança do consumidor teve perda de 2,8%, nas séries ajustadas pela consultoria.

“Para maio já há bastante informação e provavelmente veremos uma queda forte da indústria”, observa Felipe Salles, economista do Itaú Unibanco. “A grande dúvida é o que vai acontecer depois, se será um efeito permanente ou temporário na economia. Aparentemente, com os poucos dados de junho disponíveis, será um efeito passageiro.”

Entre dados preliminares de junho já disponíveis, Salles cita a importação de produtos correlacionados com a produção industrial e o consumo de energia, que já registram altas de 12% e 1,2% neste mês, conforme números divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) e pela Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), ajustados pelo banco.

Segundo Lucas Souza, economista da Tendências, os dados de junho também deverão ser beneficiados pela base deprimida de maio. “É possível que as [variações nas] margens venham positivas, porque as margens de maio vão ser muito negativas”, avalia.

Para maio, o Itaú projeta quedas de 9,8% para a produção industrial, de 3,5% para as vendas do varejo ampliado e de 6,2% para a atividade de serviços. Em abril, os três indicadores surpreenderam positivamente (com altas de 0,8%, 1,3% e 1%, respectivamente), sugerindo que o segundo trimestre começava bem, antes de ser atropelado pelos efeitos do protesto dos condutores.

O PIB Mensal Itaú cresceu 0,6% em abril e o banco projeta uma queda de 2,1% para maio. Ainda assim, a instituição estima um crescimento de 0,6% para o PIB do segundo trimestre, na comparação trimestral dessazonalizada. Segundo Salles, isso se explica em parte porque o maior impacto da greve foi sobre a indústria, que tem menor peso no PIB (18,5% em 2017), em relação, por exemplo, ao setor de serviços.

A Tendências também espera um número positivo para o PIB de abril a junho, embora sua estimativa tenha sido reduzida para 0,2%, contra 0,8% no momento mais otimista. Segundo Souza, os números positivos de abril, a esperada recuperação em junho e algum efeito do saque do PIS/Pasep nos últimos dias deste mês devem contrabalançar em parte a queda de maio.

Mas já há quem veja um PIB do segundo trimestre negativo, caso do Bradesco e da GO Associados, ambos com projeção de queda de 0,3% para as contas nacionais no período. “Abril foi relativamente bom, mas junho provavelmente não devolve tudo o que foi perdido em maio, então uma parte [do que foi perdido] não vai ser compensada”, diz Luiz Castelli, economista da GO.

O analista projeta um recuo de 16,6% para a produção industrial em maio e tem viés de baixa para sua estimativa de um crescimento de 2% para o PIB em 2018. No boletim Focus, as estimativas do mercado já estão em 1,76%, em queda há sete semanas.

Fonte: Valor Econômico

Armadores criticam aumento de quase 17% das tarifas no Porto de Santos

O aumento de 16,7% nas tarifas aplicadas no porto de Santos (SP) foi mal recebido pelos principais armadores de longo curso que atuam no Brasil. A reclamação é de que a elevação vem muito acima da inflação do período e pode prejudicar as exportações brasileiras.

O tamanho do reajuste foi definido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e começou a ser aplicado no dia 14 de junho. A Codesp, responsável pela administração do porto de Santos, desejava um aumento superior a 50%.

Todo mercado esperava um reajuste de até 4% ou 5%, para acompanhar a inflação”, diz Claudio Loureiro, diretor-presidente da Centronave, entidade que congrega as principais empresas de navegação de contêineres no longo curso que atuam no país. “Na verdade, não deveria ter aumento algum pelo resultado da Codesp no ano passado. Eles prestam um serviço e teriam que levar para as tarifas os ganhos de eficiência.”

LATAM é reconhecida como a companhia aérea da América do Sul

O Grupo LATAM Airlines foi eleito como a companhia aérea da América do Sul com a Melhor Experiência Global de Passageiros (Best Overall Passenger Experience Global Airline) nos Prêmios APEX Passenger Choice 2018.

As pontuações da APEX sobre as companhias aéreas classificam a experiência a bordo com base em comentários de milhares de passageiros avaliados de forma independente. Os critérios incluem a experiência como um todo, o conforto do assento, o serviço a bordo, a comida e a bebida, o entretenimento e o Wi-Fi.

“Para a LATAM, a experiência a bordo é fundamental para os passageiros e, por isso, escutamos continuamente os comentários de nossos clientes. Seguimos investindo em novas ferramentas digitais, entretenimento de bordo e melhoras tanto no serviço como na comida. No ano passado, fomos premiados como uma das empresas aéreas líderes no ranking e, neste ano, é uma honra sermos reconhecidos também por termos a Melhor Experiência Global de Passageiros. Nosso compromisso é sempre com os passageiros, tanto dentro como fora do avião”, diz Eduardo Costa, diretor sênior de Comunicação e Experiência de Clientes do Grupo LATAM.

O prêmio, que foi entregue ontem (19) durante a cerimônia de premiação APEX TECH en Los Angeles, soma-se ao reconhecimento recebido pela LATAM no ano passado, no qual foi reconhecida como “Five Star Global Airline” no ranking mais importante de companhias aéreas globais. A empresa é uma das empresas aéreas latino-americanas e uma das três do continente a fazer parte da categoria, que avalia mais de um milhão de voos de 428 companhias aéreas em todo o mundo.

A “Airline Passenger Experience” (APEX em sua sigla em inglês) é uma organização sem fins lucrativos que trabalha há quatro décadas para avaliar e ajudar a melhorar todos os aspectos da experiência aérea desde o design, construção e instalação dos sistemas de assento, entretenimento, comunicações, lounges nos aeroportos e serviço de bordo.

LATAM Airlines Group S.A — O Grupo LATAM Airlines é o principal grupo de companhias aéreas da América Latina e um dos maiores do mundo em conectividade. Oferece serviços aéreos para cerca de 140 destinos em 25 países, e está presente em 6 mercados domésticos da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru) e mantém operações internacionais na região e para Europa, Estados Unidos, Caribe, Oceania e África.

LATAM Airlines Group tem em torno de 42 mil funcionários com mais de 1.300 voos diários e 67 milhões de passageiros transportados ao ano.

Com uma frota jovem e moderna, o Grupo LATAM Airlines conta com 314 aviões, incluindo Boeing 787, Airbus A350, A321 e A320neo como os modelos mais modernos em suas categorias.

O Grupo LATAM Airlines é o único grupo de companhias aéreas da América Latina e um dos três no mundo a ingressar no Índice de Sustentabilidade Dow Jones World, pelo quarto ano consecutivo, tendo sido reconhecido por suas práticas sustentáveis, com base em critérios econômicos, sociais e ambientais.

As ações do Grupo LATAM Airlines são negociadas na bolsa de Santiago e na bolsa de Nova York em forma de ADRs.

 

Fonte: Portal Fator Brasil

CNI defende redução de poder dos armadores

Responsável por uma parte significativa das exportações que saem dos portos do país, a movimentação de contêineres tem sido excessivamente onerosa para os exportadores, segundo análise da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A entidade atribui as dificuldades à alta concentração do mercado de armadores, responsáveis pela movimentação das cargas entre os portos mundiais, e à fiscalização deficiente do poder público.

O estudo da CNI, obtido em primeira mão pelo Valor, defende que a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) tenha mais poder e capacidade de atuação para evitar que os armadores se sobreponham aos exportadores nos transportes de longo curso.

“É um alerta que estamos fazendo de uma situação muito ruim e perigosa. A grande concentração do transporte de contêiner atinge diretamente o usuário desse modelo, que é o produto industrializado, o manufaturado”, afirma Wagner Cardoso, gerente-executivo de Infraestrutura da CNI.

Cardoso explica que existe uma tendência mundial de concentração de armadores, o que tem afetado globalmente o mercado de contêineres. A estimativa é de que as dez maiores companhias do segmento concentrem 79% do mercado.

Além disso, o cálculo é de que as três alianças marítimas globais – THE, 2M e Ocean Alliance – representem 90% da capacidade das rotas leste-oeste.

A entidade defende que, em todo o mundo, os governos têm tomado medidas para reduzir o poder dos armadores, que teriam maior capacidade de negociação em relação aos exportadores. “O Brasil, o governo e a Antaq não estão preparados para enfrentar esse problema mundial”, explica Cardoso.

Outro obstáculo para os exportadores brasileiros é que boa parte das operações envolvendo transporte de contêineres são no modelo FOB, sigla em inglês para “Free On Board”, em que o importador é responsável pela contratação do armador e pelo pagamento do frete. Nesse modelo, apesar dos custos não estarem completamente na mão dos exportadores, eles ficam sujeitos ao envio para os terminais portuários indicados pelos armadores, o que pesa sobre a logística das companhias. Em alguns casos, esses terminais são, inclusive, de propriedade dos armadores.

As contas da CNI estimam que os contêineres movimentem por ano algo em torno de US$ 100 bilhões, o que representaria pouco menos da metade das exportações brasileiras. No entanto, não há dado oficial que aponte o tamanho real do setor em relação ao total do enviado para o mercado externo.

Cardoso afirma que essas questões não se aplicam a negócios envolvendo Argentina, Uruguai e Chile, situações em que a participação brasileira na movimentação de cargas é assegurada por acordos bilaterais de reserva de mercado. A CNI diz que, mesmo nesses casos, o exportador também é prejudicado, pois o frete é superior ao estabelecido em um ambiente competitivo.

A leitura é de que a Antaq precisa ser capaz de fiscalizar possíveis sobretaxas aplicadas pelos armadores que encarecem o transporte. Cardoso cita, por exemplo, taxas de desbalanceamento por rotas de retorno com menos carga que a ida e cobrança por variação de preço do combustível marítimo, o chamado “bunker”. Além disso, a agência deveria ter mais acesso a dados e disponibilizar informação adicionais aos usuários.

“A CNI defende que sejam informados com transparência dados como os valores médios de fretes por cargas e rotas”, afirma o representante da CNI. A análise é parte de uma levantamento de 43 problemas do país que será entregue aos candidatos à Presidência da República, no início de julho.

 Por Valor Econômico