Dica da Semana Riyad – Carré de cordeiro ao pesto amarelo

Saboroso carré de cordeiro ao pesto amarelo. Acompanha arroz árabe. Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458.O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço Eventos. Confira!

Auditores – Fiscais pedem a saída do secretário da Receita, Jorge Rachid

Rachid decidiu postergar a negociação para a regulamentação do bônus de eficiência e servidores intensificarão movimento até 30 de junho.

Cerca de 150 auditores fiscais da Receita Federal fizeram manifestação, na manhã desta quarta-feira (13/6), em frente ao Ministério da Fazenda, na Esplanada. Os servidores reivindicam o cumprimento do acordo salarial feito com o Governo Federal em 2016 e a saída do secretário Jorge Rachid.

Uma das principais exigências é a regulamentação do bônus de eficiência de R$ 3 mil, além do salário. Segundo a categoria, o líder do órgão não os representa mais. Rachid decidiu postergar a negociação do bônus com o governo sem consultar a classe.

De acordo com o segundo vice-presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), Luiz Henrique Behrens Franca, o objetivo é marcar uma audiência com o ministro para semana que vem. “Mas, desde já, mostrar nossa indignação”, afirmou.

A intensificação d movimento, segundo ainda o Sindifisco, será de 13 a 30 de junho, mantida 30% dos serviços essenciais nas Aduanas de Zonas primárias (portos e aeroportos) e Portos Secos (EADI).

Com informações do Correio Brasiliense

ABDI e FGV preparam maior estudo já feito no Brasil sobre rotas logísticas

A matriz de transporte de cargas no Brasil é dependente do sistema rodoviário. Com isso, o custo com logística acaba tendo impacto no preço final dos produtos vendidos no país, afetando a competitividade da indústria. Segundo a Ilos, consultoria especializada, o gasto total com logística – soma de transporte (60%), estoque (31%), armazenagem (5%) e administrativo (4%) – alcança o equivalente a 12% do produto interno bruto brasileiro. Para a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a rediscussão da matriz de transporte de carga é essencial para o futuro da economia do país. Em conjunto com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a ABDI prepara estudo estratégico sobre o tema no contexto da quarta revolução industrial.

“A última greve dos caminhoneiros abriu uma janela de oportunidade para rediscutirmos a logística no país. Uma discussão urgente e necessária. Este estudo será o maior já feito no país e poderá nortear o estado sobre os investimentos necessários que devem ser feitos nos próximos 15 anos”, diz o presidente da ABDI, Guto Ferreira.

Com a quarta revolução industrial, já em curso, o Brasil precisa se preparar para ter logística 4.0. É da porta da fábrica para fora, até o consumidor, onde está o maior desafio a ser enfrentado para se ter uma entrega ágil e segura correspondente ao ganho de produtividade esperado na indústria. “Hoje o custo é alto e ineficiente, dentre outros motivos, pela pouca diversificação de modais de transporte”, avalia Ferreira. De acordo com o Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), do Ministério dos Transportes, o ideal para o país seria aumentar o escoamento da produção por trens e navios. Para tornar o sistema brasileiro mais equilibrado, a utilização de ferrovias deveria aumentar 35% e de hidrovias, 29%.

Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) apontam que de cada dez produtos transportados no Brasil, seis são enviados por rodovias. As ferrovias são utilizadas em 20,7% dos deslocamentos e o transporte aquaviário responde por 13,6%. Encerram a lista os tipos dutoviário (4,2%) e aéreo (0,4%).

Segundo o ranking do Banco Mundial de desempenho logístico, o Brasil aparece na 65º posição. Comparado às economias emergentes dos BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o país fica apenas na frente da Rússia. A África do Sul, por exemplo, aparece 31 posições à frente, ocupando o 34º lugar. Os dados são de 2014.

“Para recuperar o tempo perdido, temos que investir em infraestrutura, mas também em inovação. As startups têm oferecido boas soluções de logística para a indústria brasileira”, explica o presidente da ABDI. Outro ponto a ser considerado, segundo Ferreira, é o investimento em novas soluções de transporte. A ABDI firmou uma parceria com a Hyperloop Transportation Techonologies (HTT), em abril deste ano, para instalar um Centro Global de Inovação em Logística no país. Com operações previstas ainda para este ano, a inciativa abrigará a divisão de pesquisas de logística, um laboratório de fabricação e um ecossistema de empresas líderes globais, startups, universidades, inovadores, cientistas e governos do mundo inteiro que estejam focados em resolver crescentes demandas em logística. O centro fica em Contagem (MG) e tem investimento previsto de R$ 26 milhões.

O presidente da ABDI está em missão na Califórnia, Estados Unidos, onde visitou a sede da Hyperloop, na última segunda-feira (11). Nesta quarta (13), será selada parceria que vem sendo construída desde o ano passado. Em São Francisco, Guto Ferreira vai assinar um acordo com uma das maiores aceleradoras de startups do mundo. Com presença no Brasil, a Plug and Play participou de iniciativas de sucesso mundial como o Google, PayPal e Dropbox. A ABDI irá associar a marca da agência ao da Plug and Play e participar do ecossistema gerenciado pela empresa.

Fonte: ABDI

Novelis já avalia nova expansão de fábrica no Brasil

Apesar das incertezas políticas e econômicas que já estão pesando sobre previsões de economistas para o Produto Interno Bruto (PIB), a fabricante de produtos de alumínio Novelis segue acreditando que o mercado vai se recuperar de anos em baixa e se prepara para não ficar para trás. As perspectivas se fortaleceram e já fazem a subsidiária do grupo americano no Brasil pensar em uma expansão de capacidade.

Segundo o presidente da Novelis na América do Sul, Tadeu Nardocci, sempre que os sinais de consumo do alumínio apontam para cima, o alerta para possíveis investimentos se acende. Agora, com praticamente todo seu parque industrial ocupado em Pindamonhangaba (SP), para seguir em rota de crescimento, a empresa vai sentar em breve para discutir a possibilidade.

“Quando tivermos mais solidez dos números da economia e das tendências de mercado, vamos até a matriz para conversar sobre esse investimento futuro”, disse Nardocci ao Valor. A ideia só deve amadurecer a partir do ano que vem. “Os próximos meses ainda são uma incógnita, mas com maior mercado precisaríamos produzir mais. Só é muito cedo ainda para projetar quanto teríamos de aumentar”.

Se sair até 2020, será a segunda expansão do parque da Novelis, no Brasil, nesta década. Em 2013, a empresa completou um investimento que elevou sua capacidade para 600 mil toneladas por ano. Desde então, surfou na relativa resiliência do setor de latas, sua grande especialidade, e agora funciona com utilização de 90%. Só nos últimos sete anos, foram US$ 920 milhões em investimentos para expansão.

O mercado brasileiro de alumínio sofreu com a desaceleração econômica no país e a posterior recessão, que derrubaram o consumo do metal para o pior nível nesta década. A demanda recuou de 2014 a 2016, mas começou a se recuperar lentamente, no ano passado, ainda ficando em patamar inferior a 2015.

Se aumento da produção sair até 2020, será a segunda expansão do parque da Novelis, no país, nesta década.

Mas o segmento que importa à Novelis, o de embalagens – mais da metade de seus embarques -, ficou praticamente estável no ano passado. “O importante é que começamos a retomar o consumo de alumínio no Brasil. Todos nossos indicadores de desempenho mostram recuperação do mercado”, comentou Nardocci.

Mesmo dentro dessa estabilidade em embalagens, porém, o que a companhia enxerga é a possibilidade de ganhar mais espaço. O executivo explica que, atualmente, menos da metade dos refrigerantes e bebidas alcoólicas vendidos usam latas de alumínio, algo que ele crê ser possível mudar. A expectativa é que essa relação se inverta nos próximos anos.

No ano passado, a fatia de cerveja comercializada em latas foi de 45%, aproximadamente, depois de ficar em 43% em 2016.

Nos quatro primeiros meses deste ano, a parcela subiu para 48%. “Acreditamos que há espaço, sim, para alumínio representar mais do que a metade desse mix”, disse o presidente da Novelis na América do Sul, ressaltando que o refrigerante ainda é dominado pela garrafa PET, mas há perspectiva de aumento da lata, hoje com 7%. “E, neste ano, temos um fator adicional de consumo, que é a Copa do Mundo.”

Já no ano fiscal de 2018, findo em março, a receita líquida da Novelis na região cresceu 27% frente ao exercício de 2017, para US$ 1,9 bilhão. O resultado significou aproximadamente 17% das receitas totais no grupo americano ao redor do mundo.

Esse aumento foi possível porque o volume de vendas subiu 10,3%, para 523 mil toneladas, com melhora de mix e preços.

O mercado interno é o maior responsável pelo crescimento, com quase 85%, mas também as exportações. A maioria, ou 34%, dessas vendas ao exterior se destinaram aos Estados Unidos. “A estratégia da Novelis, globalmente, é produzir nas regiões em que opera e, depois, equilibrar o uso de capacidade entre as regiões, dependendo da demanda de cada local”, explicou Nardocci. “Os EUA têm um aumento de demanda muito interessante, então enviamos bastante para lá.”

Essa estratégia pode estar ameaçada com a sobretaxa de 10% que o governo americano impôs sobre importados de alumínio. Mas, por enquanto, o prêmio mais caro de entrega nos EUA tem compensado essa tarifa maior. “De qualquer jeito, foi um começo de ano agitado”.

Fonte: Valor Econômico

Receita Federal e Anac firmam parceria para ações de facilitação no transporte aéreo de carga

Na última quarta-feira (13), o secretário da Receita Federal, auditor-fiscal Jorge Rachid, e o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), José Ricardo Pataro Botelho, firmaram parceria para implementar ações de facilitação do transporte de mercadorias por via área e aprimorar a segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita. Eles assinaram Portaria Conjunta que autoriza formalmente o início dos trabalhos entre os dois órgãos.

Depois de criar e testar o modelo do OEA-Integrado com a Agricultura, o Programa Brasileiro de Operadores Econômicos Autorizados (OEA) entra na fase de iniciar tratativas com outros órgãos de Estado que controlam ou regulam processos associados ao comércio exterior para ampliar os benefícios oferecidos para as empresas certificadas como OEA. Essas empresas são reconhecidas pela Aduana Brasileira e consideradas de baixo risco em termos de segurança física da carga e de cumprimento das obrigações tributárias e aduaneiras.

Nesse sentido, foi firmada parceria da Receita Federal com a ANAC para, juntos, trabalhar na facilitação e segurança do transporte aéreo contra atos de interferência ilícita, de acordo com padrões internacionalmente aceitos pela aviação civil. Os atos de interferência ilícita são aqueles que colocam em risco a segurança da aviação civil tais como: invasão de aeronave, de aeroporto ou de instalações aeronáuticas; sequestro ou sabotagem de aeronave; e introdução de armas, artefato explosivos ou material perigoso, com intenções criminosas, a bordo de aeronave ou em um aeroporto.

Para o diretor-presidente da Anac, “a cooperação é de extrema importância para garantia das regras internacionais sobre o tema”. O secretário Jorge Rachid disse que “com essa parceria, a Receita Federal e a Anac dão mais um passo importante na ampliação do Programa OEA brasileiro, alinhado às melhores práticas que a Organização Mundial das Aduanas difunde junto a seus membros”.

Em negociação prévia, foi verificado que a certificação OEA-Segurança da Receita Federal contém várias exigências compatíveis com as especificações dos Anexos 09 e 17 da Convenção de Chicago, da qual o Brasil é signatário, convenção esta que estabelece, entre outros temas, definições e regras acerca da segurança de voo para o transporte aéreo internacional.

Nesse sentido, a integração de um programa de segurança da carga buscando proteger a aviação civil com o Programa Operador Econômico Autorizado (OEA) encontra alinhamento com as melhores práticas mundiais, bem como com o Projeto Portal Único do governo federal brasileiro.

Além disso, a integração do programa de segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita (AVSEC) dentro de um programa já consolidado como o OEA, com requisitos unificados e processos já padronizados, traz a redução de burocracia para as empresas, redução de custo para o Estado quanto ao processo de análise e de certificação de entidades, interlocução único da indústria com o governo (single window), participação da Receita Federal nos assuntos relacionados com a AVSEC nos fóruns pertinentes no Brasil e junto a OACI e a Organização Mundial de Aduanas (OMA), e principalmente, o envolvimento de todos com a proteção da aviação civil e a garantia de um sistema de transporte que contribua para aumentar a competitividade do país no comércio exterior, seja pela sua eficiência, seja pelos padrões de segurança que oferece à sociedade.

Fonte: Receita Federal