Receita Federal de Viracopos abre leilão e conta até com capacete de Ayrton Senna

A Receita Federal realizará no dia 25/05/2018 o segundo leilão do ano dos itens apreendidos no Aeroporto Internacional de Viracopos. Entre os 260 lotes estão bicicletas, vestuário, semi joias, instrumentos musicais, relógios, peças automotivas e industriais, vinhos, eletrônicos diversos como smartphones, ultrabook, notebook, óculos 3D, HD, codificadores, equipamentos para CFTV, impressoras dentre outros.

Também serão leiloados discos de vinil, câmeras e equipamentos fotográficos, capacetes, peças de aeronaves, equipamentos laboratoriais, itens de decoração, utilidades domésticas, ferramentas, roupas de mergulho, tapetes turcos, tecidos, parapente paraglider, livros diversos, espadas para colecionadores, capacete e réplica de macacão do piloto Ayrton Senna (foto), armaduras, entre outros.
O período de recebimento de propostas ocorrerá no período de 14/05 até 24/05/2018, às 21h. A Receita Federal de Viracopos ressalta que o leilão é todo eletrônico e poderão participar pessoas físicas e jurídicas.

O interessado em participar do leilão precisa possuir certificado digital bem como ter Certidão Negativa ou Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos Relativos aos Tributos Federais válida na data do leilão e emitida até o dia 24/05/2018.

Os itens a serem leiloados poderão ser visitados entre os dias 14/05 e 23/05/2018, das 9h às 12h e das 13h às 16h no Armazém de Mercadorias Apreendidas localizado no Aeroporto Internacional de Viracopos – acesso pela Portaria 1.

Vale ressaltar que na visitação não será permitido o acesso de pessoas portando equipamentos eletrônicos e bolsas. Os estacionamentos disponíveis são os localizados no sítio aeroportuário e há cobrança por período.

O edital completo (0817700/000002/2012) e a relação de mercadorias estão disponibilizados e podem ser consultados através do endereço abaixo:
https://idg.receita.fazenda.gov.br/sobre/acoes-e-programas/mercadorias-apreendidas/leilao/leilao-eletronico/copy_of_leilao-eletronico

Aurora EADI conquista a Certificação de upgrade da Norma ISO 9001:2015

Após receber maior nota histórica em pesquisa da Receita Federal junto aos usuários do Terminal, empresa ratifica compromisso com a excelência na prestação de serviços.

O final de abril foi marcado na Aurora EADI – “Porto Seco” provedor de soluções logísticas integradas e localizado em Sorocaba (SP) – pela passagem por um processo de auditoria no Sistema de Gestão da Qualidade.

Após verificação em quase todos os processos, realizada pelo Organismo Certificador Bureau Veritas Certification, a empresa obteve a recomendação da Certificação do seu SGQ – Sistema de Gestão Qualidade com “upgrade” da Norma ISO 9001:2008 para 2015 com “zero” não conformidade.

“Foi identificado durante a auditoria bom conhecimento dos processos auditados, bem como um grande envolvimento na gestão desses processos por todos os colaboradores auditados”, atestou Patricia Souza Rossi, Coordenadora de Sistema de Gestão Integrada da Aurora EADI.

O Upgrade da nova versão da ISO 9001:2015 busca o alinhamento do SGQ ao Planejamento Estratégico da empresa, implementando a mentalidade de riscos (através da ferramenta SWOT Analysis) não somente relacionados ao negócio, mas também na detecção e análise de riscos existentes em cada processo do SGQ.

Após receber maior nota histórica em pesquisa da Receita Federal junto aos usuários do Terminal, a Aurora EADI avança na certificação.  “Atingir mais esse objetivo ratifica o compromisso da empresa com a excelência na prestação de serviços”, finaliza Henrique Debiazi (FOTO), Gerente Executivo Comercial, da Aurora EADI

Até o dia 30/06/2018 todas as empresas certificadas deverão ter realizado seu up grade para a versão 2015 da 9001 ou da 14001, pois segundo a Bureau Veritas, no dia 15/09/2018 os certificados ISO 9001:2008 e ISO 14001:2004 serão cancelados.

 

 

Antaq autoriza aumento nas tarifas do Porto de Santos

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) autorizou um reajuste de 16,7% nas tarifas do Porto de Santos. No entanto, não há informações da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária) sobre quando as novas taxas deverão ser cobradas. A medida contraria, mais uma vez, os operadores do cais santista, que se queixam da alta tributação em suas atividades.

O montante arrecadado com tarifas é utilizado pela Docas para a melhoria do complexo portuário. Além de remunerar os serviços administrativos, as taxas cobrem os custos para manter as condições de navegação e o balizamento do canal de acesso, desde a entrada do estuário até os berços de atracação.

As redes e sistemas localizados na área do cais, como os de água, luz e telefone, bem como a vigilância, de responsabilidade da Guarda Portuária (Gport), também são custeadas com o montante arrecadado com as operações portuárias. A autorização para o reajuste das tarifas do Porto de Santos foi confirmada pelo diretor-geral da Antaq, Mario Povia, no dia  (4/5). Segundo o executivo, a decisão foi tomada pela diretoria da agência reguladora em sua reunião semanal na última quintafeira (2).

A Codesp foi quem apresentou o pedido de reajuste ao órgão regulador. Contudo, ao ser questionada sobre a medida ontem, negou, através de sua assessoria de imprensa, ter conhecimento sobre a deliberação. Por conta disso, a estatal que administra o cais santista também não informou quando pretende implantar o reajuste tarifário. A Autoridade Portuária se limitou a dizer que as atuais taxas estão vigentes desde 1º de dezembro de 2016. Segundo o diretor-geral da Antaq, Mario Povia, foi aberto um prazo de 15 dias úteis para que técnicos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão se manifestem caso tenham alguma ressalva ao projeto de reajuste da Docas. A equipe do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC) também analisará a proposta.

Empresários do setor previam um reajuste da ordem de 5%. Por conta disso, nos bastidores, o índice aprovado foi vista com preocupação. No ano passado, com o aumento de 14,1% na movimentação de cargas, que atingiu a marca de 129,8 milhões de toneladas, cresceu a receita obtida com o pagamento das tarifas portuárias. As taxas relativas à utilização da infraestrutura de acesso aquaviário, de acostagem e de faixa de cais corresponderam a mais de 50% (o equivalente a R$ 429,4 milhões) da receita operacional líquida, que somou R$ 848,6 milhões. O aumento foi de 13,4% em relação ao exercício anterior. Já a arrecadação das tarifas referentes à utilização da infraestrutura terrestre representou 11,5% da receita operacional líquida da Codesp. Nesse caso, foram R$ 98,4 milhões.

Tarifas – As tarifas pela utilização da infraestrutura do Porto são divididas em dois itens. O primeiro está relacionado à movimentação de cargas pelas embarcações, categorizando as taxas cobradas pela tonelagem ou por contêiner com carga. O segundo item destaca o espaço utilizado por navio atracado e por período de permanência no cais. Já as tarifas pela utilização do cais santista são cobradas de terminais arrendados no Porto. Para isso, são estipulados valores relativos à área arrendada.

Elas também classificam os valores das movimentações por produto ocorridas dentro ou fora das regiões arrendadas ou do berço de atracação. Navios de guerra fora de operação comercial e barcos utilizados no tráfego interno do porto são isentos da cobrança. Nessa lista entram as embarcações que recebem visitantes no cais da Marinha, que fica entre os armazéns 27 e 29 do complexo santista. Terminais criticam reajuste e cobram melhorias Órgãos que representam os terminais do Porto de Santos consideram “inoportuno” o reajuste de 16% nas tarifas da Codesp.

A Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP) e a Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (Abtra) lembram que isto ocorre logo após o aumento do Imposto Sobre Serviços (ISS), decretado no ano passado, e a obrigatoriedade do pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de áreas arrendadas no Porto de Santos, decretado no mês passado. “A tarifa é como se fosse taxa de condomínio. Aumentar, às vezes, é necessário quando há redução do movimento. Mas, em contrapartida, os volumes de carga crescem continuamente no Porto de Santos”, afirmou o presidente da ABTP, José Di Bella Filho, que é ex-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a estatal que administra o cais santista. Para o executivo, é fundamental que Autoridade Portuária, ao reajustar e receber tarifas, garanta a execução de obras de infraestrutura no complexo santista, principalmente em seus acessos terrestres e aquaviários.

“O setor não é contra, desde que contrapartidas e obrigações sejam garantidas”, destacou o presidente da ABTP. Segundo Di Bella, são necessárias de 8 a 12 horas para a saída de um navio e entrada de outra embarcação nos terminais do cais santista. Entre os fatores que causam esta lentidão, estão as restrições de navegação geradas pela falta de largura ou profundidade do canal de navegação do cais santista.

“As tarifas são importantes e precisam ser honradas, mas tem que ter uma contrapartida do setor. Se eu não tenho calado (profundidade necessária para a navegação de uma embarcação) para atender aos navios, não vou conseguir prestar o serviço com que me comprometi. Muito mais do que o valor, é o que ela oferece. Caro é o que não satisfaz”, destacou o presidente da ABTP.

Inoportunidade – O presidente da Abtra, Bayard Umbuzeiro Filho, concorda com Di Bella. “Não sou contra um aumento para criar um superavit, desde que se aplique na infraestrutura do Porto”, destacou.

Para Bayard, o reajuste de tarifas do Porto “é de uma inoportunidade ímpar”. Segundo o executivo, como consequência, os armadores (empresas proprietárias dos navios) aumentarão o frete e o valor do serviço e das cargas. “O reflexo quem vai pagar é a carga”, afirmou .

O presidente da Abtra aponta ainda que ficou “surpreso” com a decisão da Codesp de reajustar as tarifas portuárias. “A Abtra não tinha conhecimento disso. Fomos pegos de surpresa, apesar de sempre estarmos em diálogo”. O Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não foi notificado oficialmente sobre o plano de correção tarifária da Docas, mas que qualquer reajuste certamente reverterá em impacto nos custos da atividade portuária de Santos.

Fonte: ABTC

Conheça o “Top 25 freight forwarder EUA” em abril

Confira a lista dos 25 maiores em volume de carga, com origem nos EUA e destino mundo:

Ásia lidera ranking dos maiores importadores da RMVale em 2018

Depois de ter sido ultrapassada pela América Latina no primeiro bimestre do ano, a Ásia recuperou o posto de principal bloco comercial importador de produtos feitos no Vale do Paraíba.

No quadrimestre, os países asiáticos compraram US$ 1,35 bilhão das indústrias do Vale, alta de 28,69% comparado ao volume importando de janeiro a abril de 2017, com US$ 1,05 bilhão.

Com isso, a Ásia superou a América Latina (bloco que inclui o México), a Europa e os Estados Unidos (incluindo Canadá e Turquia).

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Os países latino-americanos importaram US$ 1,10 bilhão da RMVale no primeiro quadrimestre deste ano, crescimento de 18,71% ante os US$ 933 milhões comprados em igual período de 2017.

Blocos – A Europa superou os americanos e assumiu o terceiro lugar entre os blocos comerciais que mais importam produtos do Vale. Os europeus compraram US$ 538,3 milhões, o que representou um aumento de 47,78% ante os US$ 364,2 milhões do primeiro quadrimestre de 2017.

Já o bloco dos Estados Unidos, Canadá e Turquia reduziu as importações da RMVale em 44,03%, caindo de US$ 933 milhões de janeiro a abril do ano passado para US$ 532,2 milhões, no mesmo período deste ano.

China reforça importações – Entre as nações importadoras, a China lidera com US$ 1,16 bilhão da RMVale no primeiro quadrimestre de 2018, alta de 23,81% ante os US$ 937,2 milhões de 2017. Os EUA, que lideravam o ranking, reduziram as importações em 44,89%, com US$ 522,3 milhões contra US$ 947,8 milhões. Argentina comprou US$ 419,7 milhões.

Fonte: O Vale