Neo Rodas investirá R$ 10 milhões em Vinhedo até 2018

A Neo Rodas investirá cerca de R$ 3 milhões na aquisição e instalação do equipamento Zwarp Test, voltado a testes de fadiga bidirecionais e destinado à homologação de novos produtos. O anúncio ocorre dias depois de a fabricante completar seu primeiro ano de operação, em 1º de outubro. O investimento na fábrica, em Vinhedo (SP), faz parte de um pacote de R$ 10 milhões previsto até 2018.

O equipamento deve entrar em operação no primeiro trimestre do ano que vem. “Atualmente, como não existe uma máquina similar disponível no Brasil ou em regiões próximas, a cada desenvolvimento as rodas devem ser enviadas à Europa, geralmente Alemanha, onde são realizados testes em laboratórios homologados pelas montadoras, ou nas próprias montadoras”, afirma o diretor de operações da empresa, Ivens Pantaleão.

“Além do ganho financeiro, o mais significativo estará na resposta rápida aos clientes e na redução dos prazos de desenvolvimento. Hoje, além do tempo de envio das amostras, temos de negociar as ‘janelas’ de teste com os laboratórios, que são bastante concorridos”, recorda o executivo.

A fábrica da Neo Rodas atua no segmento de rodas automotivas de alumínio exclusivamente para o mercado original. Fornece para montadoras de veículos leves e utilitários instaladas no Brasil e no Mercosul como FCA Fiat Chrysler, Volkswagen, General Motors, Caoa Hyundai, Mitsubishi, BYD e Lifan.

Em 2017 a empresa investiu R$ 5 milhões em uma nova célula de usinagem que elevou sua capacidade produtiva de 3mil para 4 mil rodas por dia. No primeiro semestre a empresa registrou alta de 30% nas vendas sobre o mesmo período do ano passado.

Fonte: Automotive Business

TMD Friction inaugura fábrica em Salto

A TMD Friction do Brasil, fabricante das pastilhas e lonas de freio da marca Cobreq, realizou a cerimônia de inauguração de sua nova planta em Salto nesta semana.

O projeto de investimento de R$ 142 milhões recebeu apoio da Investe São Paulo, a agência de promoção de investimentos e exportações ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.

“É muito bom estar aqui e ver a conclusão de um projeto em que trabalhamos tanto. E quero que todos da empresa saibam que vamos continuar atuando em parceria para que as futuras expansões da empresa sejam um sucesso”, afirmou Sérgio Costa, diretor de desenvolvimento de negócios e relações institucionais da instituição durante o evento.

O apoio dado pela agência foi reconhecido também pelo diretor executivo da empresa no Brasil, Edilson Jaquetto. “Nos ajudaram a encontrar um lugar onde pudéssemos manter nossos colaboradores que estavam trabalhando em Indaiatuba e ao mesmo tempo atender nossos clientes de forma ainda mais eficiente”, explicou.

A equipe da Investe São Paulo acompanhou a TMD Friction na visita a diversos terrenos em dez municípios da região, além de ter ajudado no relacionamento com a CPFL para a ligação de energia elétrica.

A nova unidade da TMD Friction representa o maior investimento do grupo japonês Nisshinbo, ao qual a TMD pertence. A necessidade de expansão fez a empresa trocar seus 82.000 m² (zona urbana) de área total e 18.000 m² de área construída em Indaiatuba, onde operava desde 1975, por respectivamente, 100.000 m² e 32.000 m². Adicionalmente, a nova unidade oferece a possibilidade de expansão, por se tratar de um distrito industrial.

“Apesar dos muitos desafios, fizemos um excelente trabalho na construção da fábrica e conseguimos atingir todos os nossos objetivos. Vamos agora trabalhar para consolidar nossa posição de destaque no mercado de materiais de fricção na América Latina”, afirmou John Hudson, CEO e presidente da empresa.

Já o prefeito de Salto, José Geraldo Garcia,  ressaltou não só a importância do projeto para o município e a região, mas o esforço que sua equipe tem feito para atrair novos empreendimentos. “Temos o objetivo de tratar o empresário da mesma forma que a Investe São Paulo, fazendo com que se sintam bem-vindos e encorajados a investir”, disse.

Também realizaram discursos o diretor-geral da TMD Friction na América do Sul, Marcoabel Moreira, o EVP para Américas da TMD Friction, Greg Scheessele e o representante da Nishinbo Holdings Kazuhiro Iwata.

Sobre a TMD Friction – A TMD Friction, uma empresa do grupo Nisshimbo, é a maior fabricante de material de fricção para veículos comerciais e de passageiros da indústria automotiva global.  A empresa possui três centros de pesquisa e desenvolvimento, 13 plantas industriais em oito países, comercializando também as marcas Textar, Pagid, Mintex, Don, Cosid e Dynotherm.

A empresa fornece seus produtos para todo o mercado nacional de reposição e para as principais montadoras existentes no país. Globalmente possui mais de 5.000 funcionários na área de freios e de material de fricção.

Exportação sobe 18,7% no ano e superávit renova recorde

A balança comercial registrou mais um recorde ao alcançar um superávit de US$ 53,283 bilhões de janeiro a setembro. O resultado, puxado pela continuidade do crescimento da exportação mesmo com um real levemente mais valorizado em relação ao começo do ano, levou o governo a recalcular as projeções e estimar um superávit ainda maior que a expectativa atual de US$ 60 bilhões.

No ano, o ritmo de crescimento das exportações foi bem mais forte que o das exportações. Enquanto os embarques registraram alta de 18,7% (para US$ 139,4 bilhões) de janeiro a setembro, os desembarques subiram 8,5% (para US$ 103,2 bilhões). Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), Abrão Neto, o aumento das exportações é influenciado tanto pela melhora na quantidade exportada (crescimento de 5,9%) como no preço dos produtos (12,5%).

“Pelas exportações, verificamos crescimento não só do valor, mas também das quantidades exportadas, em todas as categorias de produtos, além de aumento no número de empresas exportadoras”, disse Abrão.

O efeito do aumento de preços é visto principalmente no minério de ferro, que se valorizou 52,3% entre janeiro e setembro deste ano contra igual período do ano passado. Também registram alta contra um ano antes produtos como semimanufaturados de ferro e aço (33,8%) e açúcar bruto (20,2%).

Os produtos básicos foram justamente os que puxaram os números de exportação em setembro, com crescimento de 36,7%. Eles foram seguidos pelos manufaturados (como óleos combustíveis, tratores e automóveis), que cresceram 18%; e pelos semimanufaturados (como ferro fundido e madeira serrada), que cresceram 11%.

Apesar de ainda em patamares baixos em valores, as importações no ano estão em ritmo de recuperação ao registrar o décimo mês consecutivo de aumento em relação a um ano antes, o que indica retomada da atividade interna.

“É um indicativo positivo de recuperação da economia. Confirmaremos essa tendência nos próximos meses, mas é fato que a média diária de importações vem apresentando crescimentos nos três últimos trimestres”, disse o secretário. No acumulado até setembro o crescimento nas compras foi puxado pelo aumento de 35,3% em combustíveis e lubrificantes. Também subiram, embora em ritmo menor, as compras de bens intermediários (11,4%) e bens de consumo (5,7%).

No mês de setembro, a importação veio em ritmo mais acelerado, com alta de 18% contra igual mês de 2016. Na comparação mensal interanual, foi a maior taxa de crescimento do ano. O maior ritmo dos desembarques, diz José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), está de acordo com a melhora das expectativas para economia tanto para o quarto trimestre como para 2018.

Mantidas as expectativas atuais, diz Castro, uma reação maior das importações deve se tornar mais clara em 2018, o que deve pressionar o superávit comercial para baixo no ano que vem. A corrente de comércio, porém, que dá o tom do dinamismo econômico, deve melhorar.

Rafael Cagnin, economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), destaca que a importação brasileira tem alta elasticidade com a atividade interna. “A importação responde rapidamente com a economia girando um pouco mais. O desempenho bom de alguns ramos industriais, como bens de consumo duráveis da linha marrom e branca, também contribuem bastante porque o volume de componentes e de insumos importados nesses segmentos é expressivo, o que puxa a importação de bens intermediários.”

Por conta dessa elasticidade, o aumento das importações pode ser um sinalizador positivo, diz ele. “Mas há também o efeito do câmbio que pode fazer com que parte desse dinamismo escape para a importação.” O problema, explica ele, não está somente no câmbio, mas na questão da competitividade. O que preocupa, diz Cagnin, é que a recuperação muito lenta da economia pode dificultar às empresas a incorporação de novas tecnologias, o que é um desafio não somente para melhorar como para manter a competitividade.

O Mdic chama atenção ainda para as compras de bens de capital por importadores brasileiros, que cresceram pelo segundo mês consecutivo. Após um crescimento de 6,6% em agosto, houve aumento de 34,5% em setembro, sempre na comparação interanual. “Pode indicar uma tendência de recuperação dessa linha de importações, muito relacionada a investimentos. Confirmaremos essa tendência nos próximos meses”, ressaltou o secretário de Comércio Exterior.

Os dados também continuam mostrando uma melhora significativa na balança comercial de petróleo e derivados, que chegou a US$ 4,3 bilhões de janeiro a setembro. Um ano antes foi registrado déficit de US$ 446 milhões. Segundo Abrão Neto, os números são puxados pelo aumento de produção e também pela recuperação do preço da commodity (alta de 37,6%) contra um ano antes. Segundo ele, o saldo de petróleo e derivados também deve fechar o ano com superávit.

Apesar dos números positivos no acumulado do ano, os analistas do Itaú ressaltam que as exportações, que avançaram fortemente no início do ano, agora “se estabilizaram em patamar mais baixo, em linha com os preços internacionais de commodities menores”. Os fortes saldos em 2017, diz relatório do banco, é garantido por importações ainda em patamar baixo.

Fonte: Valor Econômico

Dica da Semana Riyad: experimentamos a Esfiha de Brigadeiro

Visitamos o Riyad e provamos a Esfiha de Brigadeiro. Além de aprovada por seu sabor delicioso, ela chega à mesa com muito requinte, com “fios” de chocolate por cima e em todo o prato, tornando-a ainda mais apetitosa. Ele está entre as esfihas doces e, realmente, é para quem gosta de uma sobremesa puxada no chocolate com essa característica.

Esta é a descrição da “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região que visitar o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad. A Esfiha de Brigadeiro é um pedido que recomendamos para os amantes da culinária árabe.

Fica a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458.

O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço para eventos e Delivery. Confira!

Atibaia receberá grandes nomes do Comércio Exterior e da Logística em novembro

A Região de Atibaia será palco de grandes debates sobre o comércio exterior e a logística no dia 08 de novembro. Inserida em posição estratégica, a cidade está distante 60 quilômetros de São Paulo, Campinas e Guarulhos e a 90 quilômetros de São José dos Campos. É cortada por importantes rodovias do Brasil – a Fernão Dias e a Dom Pedro I – e está a menos de 100 quilômetros das rodovias dos Bandeirantes, Anhanguera e Dutra. A cidade está próxima ainda dos aeroportos internacionais de Guarulhos (68 km) e Viracopos (82 km).

O Fórum Atibaia de Comércio Exterior e Logística trará grandes nomes para debater o setor para toda a Região. Além do reconhecido potencial produtor agrícola, com flores e morango, a cidade também tem se destacado pela atração de investimentos e pela implantação de indústrias e serviços na cidade. As 700 indústrias instaladas no local respondem por 1/3 do PIB do Município: R$ 5 bilhões. Grandes condomínios logísticos completam as opções para a cadeia na Região.

Temas atuais – Para o Fórum são aguardados renomados nomes para discutir temas relevantes como as novidades da Receita Federal para o SISCOMEX: a DU-E e a DU-IMP, a Classificação Fiscal, o futuro de Viracopos e Cases de Logística da Região, entre outros destaques.

Atibaia encontra-se entre as 100 melhores cidades do Brasil para investir em negócios, de acordo com um último estudo da Revista EXAME. Neste panorama, este evento reunirá os principais players do setor de comércio exterior e logística para debater temas, legislações recentes e apresentar soluções para alavancar esse potencial regional. As empresas devem estar preparadas para a eficiência diante das demandas de importação e exportação.

O evento tem a assinatura da “GPA+ Comunicação” e o Apoio da Prefeitura de Atibaia, da Associação Comercial e Industrial (ACIA) e do SINDASP (Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo). A AB&B é uma das patrocinadoras do evento, que acontece nas modernas instalações do Centro de Convenções “Victor Brecheret” (FOTO), na cidade. A entrada é franca, o estacionamento gratuito, porém as vagas são limitadas.

Mais informações: (19) 99299-1987, ou ainda por e-mail: mkt@gpamais.com.br.