Recinto Aduaneiro DRY PORT Guarulhos é desalfandegado

O Recinto Aduaneiro de Uso Público – DRY PORT, situado na Avenida Orlanda Bérgamo, s/nº – Jardim Nova Cumbica – Município de Guarulhos/SP, administrado pela empresa DRY PORT SÃO PAULO S/A, foi desalfandegado pela SRFB, a se ver do Ato Declaratório Executivo nº 29, de 10 de agosto de 2017, da Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 8ª Região Fiscal.

O desalfandegamento teve como fundamento legal a cassação de medida liminar obtida em Ação Cautelar proposta pelo referido Recinto.

As cargas continuarão sendo desembaraçadas no local até a desocupação que ocorrerá dentro de 30 dias.

 

Dica da Semana Riyad – Carré de cordeiro ao pesto amarelo

Saboroso carré de cordeiro ao pesto amarelo. Acompanha arroz árabe. Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458. O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço Eventos. Confira!

 

Viracopos já deve entrar em novo pacote da União

Viracopos-VCP-CampinasAinda sob administração da ABV, Terminal Cargueiro registra crescimento do volume de cargas exportadas e importadas pelo 7º mês consecutivo 

Menos de 15 dias depois de os acionistas devolverem a concessão, o processo de relicitação do aeroporto de Viracopos, em Campinas, está prestes a ser iniciado.

O secretário especial do  Programa de Parcerias de Investimentos, Adalberto Vasconcelos confirmou essa semana ao Metro Jornal, que está estudando a possibilidade de incluir o aeroporto internacional de Campinas no novo pacote de concessões a ser anunciado pelo governo.

O conselho do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) deverá analisar, no dia 23 deste mês, a proposta de concessão à iniciativa privada de 19 aeroportos que hoje estão sob administração da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária). Segundo Vasconcelos, existe a possibilidade de Viracopos integrar esse pacote. “Não é certeza (que entre), mas como a devolução foi amigável e o processo já está aqui, é possível que entre”, disse o secretário, por meio de sua assessoria de imprensa.

Segundo o Ministério dos Transportes, deverão entrar no pacote, aeroportos de Santos Dumont, no Rio, Pampulha, em Belo Horizonte, além de capitais do nordeste como Recife, Maceió e Teresina.

No dia 28 de julho, os acionistas da ABV (Concessionária Aeroportos Brasil Viracopos), administradora do aeroporto, autorizaram a diretoria a iniciar o processo de devolução para que se faça nova licitação e a concessão seja passada para outro grupo.

Até o governo lançar um novo edital de licitação para encontrar outros investidores, a concessionária continua administrando o terminal. A ABV alega dívida de R$ 460 milhões. 

Crescimento na carga aérea – A movimentação de volumes de importação e exportação no Terminal de Carga do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou crescimento pelo sétimo mês seguido neste ano, reforçando a tendência de crescimento do comércio exterior por meio do aeroporto.

No mês de julho, as importações liberadas cresceram 43,02% em peso transportado pelo terminal de carga em relação ao mesmo período de 2016. No total, foram importadas 10.101 toneladas no mês passado, contra 8.346 toneladas em julho do ano passado.

Já no acumulado dos sete primeiros meses deste ano, o crescimento de peso movimentado na importação foi de 21,63% em relação ao mesmo período do ano passado.

Entre os destaques na importação (por peso movimentado), comparados ao mês de julho de 2016, estão os segmentos Metal Mecânico (com 57% de crescimento), Automotivo (com 90% de alta), Farmacêuticos (123%) e Tecnologia (43%). 

Exportação – No setor de exportação, também manteve-se a tendência de crescimento pelo sétimo mês seguido. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 20,79%. Deixaram o país em julho por Viracopos 5.472 toneladas contra 4.530 de julho de 2016.

No acumulado do ano, a alta das exportações foi 14,93% em relação aos sete primeiros meses de 2016, com um total de 35.238,08 toneladas.

Já entre os destaques na exportação, também por peso liberado, estão os segmentos: Alimentos/Bebida/Fumo, com 364% de alta em relação a julho de 2016, além de Automotivo (33%) e Calçados e Bolsas (26%).

O último apaga a luz?

aeroporto-aereo-manausUm dos remanescentes cargueiros, Terminal Logístico do Aeroporto de Manaus será licitado a partir da próxima semana 

A Infraero abrirá em 14/8 a licitação para operação e exploração do complexo logístico do Aeroporto Internacional de Manaus/Eduardo Gomes (AM). O edital já está disponível no portal da Infraero neste link, onde podem ser consultados os documentos referentes ao processo licitatório.

A concessão abrange uma área total de 49.382 m², compreendendo os três terminais de carga do complexo logístico do aeroporto, o prédio administrativo e a guarita de segurança. A arrematante, além da oportunidade de explorar as atividades diretas de logística de carga, poderá também agregar atividades acessórias à exploração do terminal, como restaurante, centro de treinamento, áreas de reparo e limpeza de caminhões, bancos e terminais de autoatendimento, armazéns não alfandegados, entre outras, sendo que não há investimentos vinculados previstos em edital. O prazo de vigência do contrato de concessão é de dez anos, com preço mínimo mensal de R$ 2,7 milhões e preço básico inicial de R$ 3 milhões.

A concessão da operação das atividades do Teca de Manaus representa uma oportunidade para a ampliação do portfólio de serviços de um dos maiores complexos logísticos da América Latina, seguindo as novas diretrizes da Diretoria Comercial e de Soluções Logísticas da Infraero. O propósito é, além de expandir o portfólio de serviços e produtos de logística integrada oferecidos pela empresa, e ampliar a parceria com a iniciativa privada nos negócios.

Com essa política, a Infraero tem o objetivo de ampliar as oportunidades de operações multi e intermodais, agregando a expertise dos parceiros nos modais marítimo, rodoviário e ferroviário ao know how da Infraero no modal aéreo. As novas diretrizes permitirão inclusive a oferta futura de serviços como crossdocking, picking and packing, porta a porta, gestão de estoques, cargas de projeto e outros, além da consultoria e assessoria já disponibilizadas pela empresa.

“A ideia com a concessão do complexo de Manaus é, acima de tudo, aproveitar uma estrutura pujante e arrojada para oferecer serviços cada vez melhores para os clientes, aprimorando assim a cadeia logística da região e do país em um ritmo célere, alinhado com sua capacidade operacional e seu potencial econômico”, pontua Edson Antunes Nogueira, superintendente de Desenvolvimento de Negócios em Soluções Logísticas da Infraero.

Manaus e sua importância – Maior terminal de cargas da Rede Infraero, o complexo do Eduardo Gomes conta com uma posição estratégica, escoando a produção da Zona Franca de Manaus, e uma das maiores movimentações de carga pelo modal aéreo no Brasil inteiro.

Somente no primeiro semestre de 2017, o complexo manauara movimentou nas áreas de importação e exportação 15.449,3 toneladas (t), 3.688,2 t acima das 11.761,1 t processadas no primeiro semestre de 2016, um crescimento da ordem de 31%. Os principais itens movimentados nesse período foram componentes eletrônicos, produtos farmacêuticos, partes e peças de moto, metais e artigos de decoração. A ênfase em produtos de alto valor agregado na área de importação, além de demonstrar a importância e capacidade do terminal de carga, também chama a atenção para o potencial econômico do complexo.

Para sustentar a demanda, o terminal conta ainda com uma infraestrutura moderna e ampla, que inclui um transelevador para o armazenamento de cargas verticalizadas de importação exclusivo para as empresas habilitadas no regime da Linha Azul e um sistema de pesagem de cargas de importação inteiramente automatizado, entre outros diferenciais de infraestrutura.  O Teca tem capacidade máxima de movimentação de cerca de 960 mil toneladas anuais, tendo considerável margem de expansão operacional nas condições atuais.

Outras concessões logísticas na Rede Infraero – Além de Manaus, cinco processos de concessões de complexos logísticos já foram realizados até o momento pela Infraero: Goiânia (GO), Curitiba (PR), Vitória (ES), São José dos Campos (SP) e Recife (PE). Os terminais de Goiânia e Curitiba foram os primeiros a iniciar as operações com a nova parceira, que assumiu a concessão no mês de julho. Os demais terminais já tiveram seus contratos assinados, agora passando pelos trâmites de transição das operações.

Todos os contratos em questão preveem prazo de concessão de dez anos, sem investimentos vinculados por parte das empresas concessionárias. Os valores de luva (preço mínimo mensal) totais obtidos com os cinco contratos somam R$ 2,95 milhões.

Frete aéreo global atinge melhor primeiro semestre em 5 anos

panalpina-aviao-cargueiroA Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA) anunciou que o mercado global de frete aéreo sofreu um aumento na procura de cerca de 10,4%, em comparação aos primeiros seis meses de 2016. Este crescimento representa ainda o triplo do crescimento médio do setor (3,9%), verificado nos últimos cinco anos.

Alexandre de Juliac, CEO da IATA, afirma que “a carga aérea está sustentada numa economia global mais forte”, e que “a procura cresce a um ritmo mais rápido do que em qualquer momento desde a crise financeira global. A indústria está aproveitando esse impulso para acelerar a modernização do processo tão necessário e melhorar o valor que proporciona aos seus clientes”.

Na sua “newsletter” diária, a IATA explica ainda que capacidade de frete aéreo (medida em “freight tonne kilometers”) aumentou 3,6%, face ao período homólogo. E que nos primeiros seis meses do ano, os sinais da procura consolidam a ideia de crescimento, verificado nos meses anteriores, fato que potencializa os rendimentos das companhias aéreas do setor.

“O crescimento sustentado da procura de frete aéreo é consistente com uma melhoria no comércio global, com novas ordens de exportação globais permanecendo perto de um máximo de seis anos. No entanto, existem alguns sinais de que o período de crescimento cíclico pode ter atingido o pico”, refere a associação. Contudo, “independentemente desses desenvolvimentos, as perspectivas para o frete aéreo são otimistas, com a expectativa de crescimento da demanda a uma taxa robusta de 8% durante o terceiro trimestre do ano”, sublinha.