“GPA+” anuncia projetos de marketing para o estado de São Paulo no segundo semestre

Mesmo diante de turbulências, empresa tem recebido consultas sobre patrocínios e visibilidade de marca. “Esse é o momento de gerar leads e aparecer para o comércio exterior”

As empresas com interesse em mostrar seus produtos e serviços para o mercado de comércio exterior e logística no estado de São Paulo, já possuem uma agenda. A “GPA+” – especialista em marketing de conteúdo e relacionamento – anunciou sua programação para o segundo semestre de 2017.

A turbulência política e econômica pela qual passa o Brasil, ainda não cancelou nenhum compromisso do Grupo.  “É lógico que (a turbulência) afeta, mas assim como nós, algumas empresas entendem que este é o momento de se mostrar ao mercado por dois motivos: a prioridade em se manter vivo no radar dos clientes e prospects e a possibilidade de ser lembrada, assim que a retomada chegar”, assegura Nilo Peralta, diretor da GPA+.

A empresa anunciou projetos para as Regiões Metropolitanas de: São Paulo, Campinas, Sorocaba, São José dos Campos Vale do Paraíba) e Atibaia, esta última, novidade, como área de atuação da empresa. “Atibaia vem se destacando com números surpreendentes da indústria e também na agricultura, a exemplo de 25% da produção nacional de flores e reconhecimento como capital nacional do morango”, lembra Nilo Peralta.

As ações embora regionais, repercutem sem limite de fronteira por conta das ferramentas online e são desde eventos intimistas, como o Happy Comex e o Gourmet Comex, passando por White Paper, além de Fóruns presenciais e online (Webinar). Esse é o momento de gerar leads e aparecer para o comércio exterior”, conclui Peralta.

Mais informações sobre adesões através do e-mail mkt@gpamais.com.br ou (19) 99299-1987.

Chery começa a montar Tiggo 2 em Jacareí

Produção ainda ocorre em pré-série, mas estreia do SUV é aguardada para este ano

A Chery começou a montar em sua fábrica de Jacareí (SP), no Vale do Paraíba, as primeiras unidades do Tiggo 2, novo utilitário esportivo compacto mostrado durante o Salão do Automóvel, em novembro passado. A produção ainda ocorre em pré-série, mas chegada às concessionárias é aguardada antes do fim de 2017. A promessa inicial era para o primeiro semestre.

O carro mostrado no salão tinha motor 1.5 flex. O comprimento informado é de 4,20 metros, ou 2,3 centímetros a menos do que um Jeep Renegade. A distância entre eixos tem 2,55 m, o que garante espaço razoável no banco traseiro. O novo SUV será produzido num primeiro momento apenas com câmbio manual.

Ele será montado ao lado do QQ, hoje o modelo mais barato do mercado brasileiro (R$ 25.990). As primeiras unidades do Tiggo 2 resultaram em contratações pontuais e o sindicato local acredita na abertura de novas vagas quando ele estiver efetivamente em linha.

A Chery garante que a chegada do SUV não impedirá a volta do Celer à linha de montagem. Segundo a montadora, ele teve a produção interrompida em abril por causa de estoques elevados, mas, de acordo com informações obtidas pela Automotive Business, a interrupção ocorreu há mais tempo.

O fato é que o Tiggo 2 vai trazer à rede Chery um carro do segmento mais disputado do País. A primeira geração do Tiggo deixou de ser montada no Uruguai em 2015, passou a vir direto da China, mas no primeiro semestre as vendas do modelo foram interrompidas. 

Fonte: Automotive Business

Anvisa reduz significativamente prazos de liberação em portos e aeroportos

Monitoramento da ABRAIDI constata melhoria da Anvisa. Guarulhos que teve um pico de espera, em abril, de 35 dias úteis agora, em junho, ficou em 10 dias. Viracopos, em 06. Veja outros.

A Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde – ABRAIDI constatou que a liberação sanitária de cargas para produtos importados pela Anvisa caiu significativamente no mês passado, em relação a maio e abril. A maior queda foi no aeroporto de Guarulhos que chegou demorar 35 dias úteis e agora está em 10 dias úteis. O aeroporto de Congonhas também reduziu de 26 para 7 dias úteis. Houve reduções ainda no aeroporto de Viracopos de 11 para 6 dias úteis e no porto do Rio de Janeiro de 11 para 10 dias. A única exceção ainda é o porto de Santos que mantém em 14 dias úteis a espera pela liberação sanitária de cargas. Todos os demais portos e aeroportos tem espera inferior a 6 dias úteis.

O conselheiro da ABRAIDI, Gil Pinho, explica que a melhora no cenário se deve ao fortalecimento do mecanismo de liberação remota feita pela Anvisa. “As cargas que não dependem de fiscalização física, apenas checagem documental, podem ser liberadas à distância por um funcionário da Agência que está em outro estado”, explica Pinho. “Isso agiliza todo o processo e diminui a espera, como constatamos no mês passado”, complementa.

O levantamento faz parte do “Monitoramento ABRAIDI de Liberação Sanitária em PAFs – Portos, Aeroportos e Fronteiras” que é feito desde 2014. O estudo contempla, além dos já mencionados, os aeroportos do Galeão, Curitiba, Maringá, Recife, Confins, Brasília e Porto Alegre e portos de Paranaguá (PR), Fronteira de Guaíra (PR), Recife (PE) e Suape (PE).

Para o conselheiro da ABRAIDI, Gil Pinho, a Anvisa tem outras alternativas que ainda precisa colocar em prática para melhorar, definitivamente, os processos de liberação. “Uma delas é a parametrização das cargas que, definida por faixa de risco, determinaria filas específicas para cada uma, ou seja, casos menos complexos seriam liberados mais rapidamente, sem que todos passassem desnecessariamente por uma checagem padrão”, explica Pinho.

Nesta semana, o diretor-executivo da ABRAIDI, Bruno Bezerra, esteve na sede da Anvisa, em Brasília, e foi informado que o projeto piloto de parametrização, que seria iniciado em agosto, vai ficar para dezembro. “A justificativa dos técnicos é que os modelos de formulários e os processos ainda estão em desenvolvimento na Gerência de TI da Agência, mas que a liberação remota será intensificada”, conta Bezerra.

O processo de fiscalização sanitária da importação de mercadorias é manual e necessita da checagem de inúmeras informações espalhadas em fontes diferentes. O importador tem que informar códigos, descrições e número de registro, que devem ser checados um a um nos bancos de dados da Anvisa. São aferidos os números e validades das Autorizações de Funcionamento (AFE); Alvará Sanitário (Vigilância Sanitária do município aonde o importador se localiza); os nomes e endereços dos exportadores; as condições de armazenagem da carga (zonas de temperatura); os certificados de esterilização, se for o caso; os dizeres de rótulo e embalagem na língua de origem. Em alguns casos, é realizada, inclusive, uma inspeção física, com contagem e verificação da conformidade da mercadoria com os documentos de embarque e transporte.

Terminal de Carga de Manaus, um dos maiores do Brasil, será o próximo a ser concedido à iniciativa privada

Infraero dá continuidade a nova política de mercado com licitações de seus complexos logísticos

Dando continuidade à consolidação de seu novo posicionamento estratégico na área de soluções logísticas, a Infraero publicou na última quarta-feira (5/7), no Diário Oficial da União (DOU), o edital de licitação para a operação e exploração comercial do terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto de Joinville/Lauro Carneiro de Loyola (SC). A licitação tem abertura prevista para 14/8.

A concessão da operação do complexo logístico de Joinville envolverá uma área total de 105.730 m², com preço básico inicial e preço mínimo mensal de R$ 500 mil, com investimentos vinculados de R$ 47,9 milhões e prazo contratual de 25 anos.

O Teca de Joinville foi inaugurado em 11 de dezembro de 1974 e conta com uma área atual de 2.627 m². A maior parte das cargas é proveniente e também tem como destino Alemanha, Itália, China e Estados Unidos. Os setores metal-mecânico, de fármacos, equipamentos médicos hospitalares e equipamentos automotivos são os carros-chefes da carga movimentada pelo complexo logístico. Entre janeiro e maio de 2017, o complexo movimentou 841,8 t de carga.

Além de Joinville, está em planejamento a concessão das operações do Teca do Aeroporto Internacional de Manaus/Eduardo Gomes (AM). Em Manaus, será concedida área de 49.382,53 m², com preço básico inicial de R$ 3 milhões e preço mínimo mensal de R$ 2,7 milhões, com prazo contratual de dez anos. O lançamento do edital está previsto para este semestre.

Licitações já concluídas – Cinco processos de concessões de complexos logísticos já foram realizados até o momento pela Infraero: Goiânia (GO), Curitiba (PR), Vitória (ES), São José dos Campos (SP) e Recife (PE). Os quatro primeiros já tiveram seus contratos assinados e, no caso de Goiânia e Curitiba, a empresa vencedora deverá assumir as operações dos complexos até o início do segundo semestre deste ano. O processo do Aeroporto do Recife está em fase de assinatura do contrato.

Todos os contratos em questão preveem prazo de concessão de dez anos, sem investimentos vinculados por parte das empresas concessionárias. Os valores de luva (preço mínimo mensal) totais obtidos com os cinco contratos somam R$ 2,95 milhões.

Nova postura estratégica de logística da Infraero – A Diretoria Comercial e de Soluções Logísticas Infraero adotou neste ano um novo posicionamento estratégico e de mercado na área de logística de carga, buscando expandir o portfólio de serviços e produtos de logística integrada oferecidos pela empresa e ampliando a parceria com a iniciativa privada nos negócios. Os processos licitatórios de diversos Tecas da empresa são um passo importante dessas novas diretrizes.

Além disso, a Infraero tem o objetivo de ampliar as oportunidades de operações multi e intermodais, agregando a expertise dos parceiros nos modais marítimo, rodoviário e ferroviário ao know how da Infraero no modal aéreo. As novas diretrizes permitirão inclusive a oferta futura de serviços como crossdocking, picking and packing, porta a porta, gestão de estoques, cargas de projeto e outros, além da consultoria e assessoria já disponibilizadas pela empresa.

Com seu novo posicionamento, a Infraero busca permanecer alinhada às melhores práticas de mercado, mantendo a competitividade no mercado e buscando todas as oportunidades possíveis para gerar valor, reduzir custos e garantir a máxima eficiência.

Mês da Logística de Carga na Infraero – No dia 1º de julho, foi celebrado o Dia da Logística de Carga da Infraero, data em que foi inaugurado, no ano de 1974, o primeiro complexo logístico da empresa, no Aeroporto Internacional de Curitiba. O marco registra a importância da atividade de logística de carga da empresa, elemento fundamental do trabalho da Infraero no desenvolvimento econômico do país, de acordo com as características de movimentação de cada complexo, e o novo posicionamento da empresa em sua abordagem de soluções logísticas vai ao encontro dos esforços para manter o dinamismo inerente às atividades de logística de carga.

Alfândega reduz em dois dias prazo para liberação de cargas no Porto de Santos

Aumento da equipe de atendimento e análise de documentos aceleraram processo da Receita Federal

Mudanças nos procedimentos necessários para o desembaraço de cargas de importação no Porto de Santos podem agilizar em até dois dias a liberação das mercadorias que desembarcam no cais santista. As novas regras entraram em vigor ontem. Agora, em cerca de três horas, os despachantes aduaneiros saberão se os produtos passarão por vistoria física ou apenas documental.

De acordo com o inspetor-chefe da Receita Federal na Alfândega do Porto de Santos, Cleiton Alves dos Santos João Simões, as alterações no procedimento foram definidas após estudos que tinham como objetivo agilizar a liberação de Declarações de Trânsito Aduaneiro (DTAs). O atendimento, que era feito por duas pessoas, foi ampliado e agora conta com dez servidores, que também atuam em regime de plantão durante a noite e aos finais de semana.

Antes, eram necessários cerca de três dias para a autorização de transporte das mercadorias. O pedido era feito pelos despachantes aduaneiros por meio de um envelope entregue na Alfândega. O material era analisado pelos fiscais e, em seguida, repassado aos terminais. Normalmente, segundo Simões, o repasse às instalações portuárias era feito ao final do dia, por malotes. Agora, este procedimento será feito de forma eletrônica.

“Trazendo a DTA, a equipe analisa a documentação e estando tudo ok, ela vai direto para o sistema, onde é indicado o canal de conferência imediatamente”, explicou o inspetor da Alfândega.

A expectativa da aduana é de que, em casos em que a documentação tenha sido entregue corretamente, a carga possa ser retirada no mesmo dia dos terminais. “Acreditamos, também, que a quantidade de erros documentais pode diminuir, já que, se houver algum, a atendente o indicará na hora”, destacou Simões.

O presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santos e Região (SDAS), Nívio Peres dos Santos, concorda que a medida será benéfica ao setor. “Vamos ter uma agilidade maior na liberação das cargas. Isso vai agilizar as operações e pode reduzir custos”.

Conferência – o pedido de liberação das cargas de importação ou das de exportação é registrado no Sistema de Controle do Comércio Exterior, o Siscomex. É ele, a partir de protocolos de análise de risco e do cruzamento de informações com outros bancos de dados federais, que determina qual o nível de fiscalização a ser aplicado em cada carregamento.

Na importação, as cargas são classificadas em quatro canais. São eles: o verde (o desembaraço dos artigos é automático e fiscalizações são dispensadas), o amarelo (o exame documental é feito e, se nenhuma irregularidade for percebida, a verificação do artigo é dispensada), o vermelho (os documentos devem ser apresentados e o fiscal tem de inspecionar o produto) e o cinza (são aplicados os mesmos critérios que no vermelho, além de ser exigido o exame preliminar do valor aduaneiro da carga).

Segundo o inspetor da Alfândega, além da classificação do sistema, os auditores fiscais também fazem uma análise de risco, que leva em conta a procedência das cargas, o tipo do produto importado e ainda a empresa importadora.

“Essa conferência de mercadorias também pode ser feita de forma remota através do nosso centro de monitoramento”, explicou Simões.

Com informações: Jornal “A Tribuna”