Empresa de comércio exterior de Campinas está com duas vagas abertas para início imediato

A Tradeworks, empresa que há 21 anos presta serviços na área de comércio exterior, está com duas vagas abertas para atuação na matriz, em Campinas (SP), nos departamentos Comercial e Financeiro.

Confira os perfis:

  • Analista Financeiro

Requisitos e Principais Atividades:

– Superior completo;

– Domínio do pacote Office;

– Domínio em planilhas e custos;

– Experiência em contas a pagar, inclusão e autorização;

– Conferências em pagamentos online;

– Experiência em contas a receber, cobrança, lançamentos de NF’s e baixas em sistema;

– Experiência em faturamento e emissão de notas fiscais em sistemas.

Habilidades Necessárias:

– Organização e Dinamismo;

– Bom relacionamento interpessoal e espírito de equipe;

– Concentração e Capacidade analítica e domínio de custos;

– Boa comunicação verbal e escrita/redação.

  • Executivo de Novos Negócios

Requisitos e Principais Atividades:

O profissional irá atuar com prospecção, venda e manutenção de clientes em serviços de comércio exterior.

– Habilidades em vendas com referência em serviços

– Formação superior

– Inglês intermediário

– Comunicativo

– Possuir carro próprio

– Conhecimento pacote office

Para ambas as vagas, os interessados devem enviar o currículo, com pretensão salarial, para o e-mail recrutamento@tradeworks.emp.br até o dia 19/05. Utilizar o título “Analista Financeiro Tradeworks” ou “Executivo de Novos Negócios Tradeworks”.

Os benefícios oferecidos aos colaboradores Tradeworks são Vale Refeição, Vale Alimentação, Assistência médica, Seguro de vida, Assistência odontológica, Vale-transporte e Estacionamento.

EUA ultrapassam China e voltam a liderar exportações da RMVale

Aeroporto de São José dos Campos, também no Vale, segue em crescimento

Os Estados Unidos retomaram a liderança na balança comercial das cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba (RM Vale). No primeiro quadrimestre do ano, os americanos superaram os chineses e compraram R$ 3,010 bilhões em produtos fabricados na região. A China, que liderava o ranking desde janeiro deste ano, acumulou R$ 2,979 bilhões.

Mesmo perdendo a liderança, os dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostram que chineses aumentaram em 218,23% a importação de produtos da RMVale em 2017.

Os americanos permaneceram no topo da cadeia entre os compradores da região até o final do ano passado. Foram ultrapassados pelos chineses em janeiro.

No primeiro bimestre do ano, a China comprou R$ 2,264 bilhões da região e os americanos, R$ 1,268 bilhão. Diferença de quase R$ 1 bilhão para os asiáticos.

A China manteve o primeiro lugar entre os países que mais aumentaram, percentualmente, a importação de produtos feitos na RMVale. Entre janeiro e abril deste ano, os chineses elevaram em 218,23% a compra na região, enquanto que os Estados Unidos cresceram 3,85%. Os dois países representaram 52% do total importado da região no primeiro quadrimestre.

“Eles são fundamentais para a economia da região, mas os problemas políticos com a Coreia do Norte podem ter prejudicado as importações chinesas”, declarou o economista Fernando Lacerda à reportagem de OVALE.

Aeroporto tem crescimento de carga – Outra boa notícia do Vale do Paraía na semana foi que o Terminal de carga de São José dos Campos registrou crescimento de 6,81% no primeiro trimestre.

O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto de São José dos Campos/Prof. Urbano Ernesto Stumpf (SP) movimentou 211,5 toneladas de volumes. Esse resultado representa um crescimento de 6,81% em relação às cargas processadas no mesmo período de 2016, quando foram totalizadas 198 t. O setor de exportações registrou o maior crescimento, com aumento de 91,17% nos três primeiros meses deste ano – 130 t contra as 68 t movimentadas em 2016.

Para o superintendente do aeroporto, Aguinaldo Gomes, esse crescimento se deve às visitas às empresas do setor para divulgação dos benefícios disponíveis, além da participação e realização de Fóruns no Vale do Paraíba. “Certamente, os resultados mais significativos, iremos sentir ao longo do ano”, acrescenta.

O terminal de logística de carga de São José dos Campos atende principalmente os setores aeronáutico, farmacêutico, petroquímico, automobilístico, de telecomunicações e de informática em seu processamento de cargas. O complexo logístico também trabalha com a nacionalização de cargas oriundas de outros terminais e modais logísticos, vocação que está sendo expandida com o programa Vale FLEX.

Com informações do Jornal O Vale

Faurecia e ZF firmam parceria para produzir “Cockpit do Futuro”

A ZF e a Faurecia, líderes globais no fornecimento de sistemas para automóveis e caminhões, firmaram uma parceria estratégica que estará focada no desenvolvimento de tecnologias de segurança revolucionárias para o interior de cabines dos veículos que adotarão a condução autônoma. Com esta parceria especial de engenharia avançada, as duas empresas devem identificar e desenvolver diversas soluções para os assentos de motoristas e passageiros.

“Esta parceria determinará outro passo importante para a Faurecia no desenvolvimento de um ecossistema de inovação de soluções de tecnologia para o ‘Cockpit do Futuro’. Como ambas as empresas possuem um forte conhecimento das necessidades dos nossos clientes, poderemos fornecer uma tecnologia única que irá garantir a segurança dos ocupantes do veículo em vários casos de uso de condução autônoma”, fala Patrick Koller, CEO da Faurecia.

“Juntos, somos mais fortes”, diz Dr. Stefan Sommer, CEO da ZF. “A eletrificação do veículo e a condução autônoma necessitam de tecnologias de segurança ativas e passivas inovadoras para serem bem sucedidas. Como uma das líderes globais em segurança, a ZF está empenhada em fornecer conceitos de segurança junto com a nossa parceira Faurecia”, completa.

A colaboração entre as empresas será baseada em compartilhamento de experiências e competências, e não envolverá troca de capital. “Ecossistemas em rede não são marca registrada apenas no Vale do Silício”, diz o Dr. Sommer. “A ZF e a Faurecia acreditam que a filosofia de ecossistema também funciona entre Paris e Friedrichshafen (cidades onde ficam as sedes de Faurecia e ZF) para fornecer produtos únicos para os nossos clientes ao redor do mundo”, acrescenta o CEO da ZF.

“Nossos clientes serão consideravelmente beneficiados com esta parceria. Juntos, podemos oferecer recursos de segurança interior completos para atender os desafios do futuro. O interior dos veículos do futuro será seguro, conectado e versátil”, comenta Patrick Koller.

Dependendo das preferências do cliente, as duas empresas também continuarão a trabalhar de forma independente em projetos atuais e futuros.

Para a criação das novas configurações de interior de cabines, os projetos se basearão em dois fatores essenciais: os interiores deverão ser altamente flexíveis e confortáveis, além de também serem capazes de oferecer o mais alto nível de segurança ativa e passiva.

Os assentos integrarão uma parte significativa dos dispositivos de segurança para os veículos que tiverem a tecnologia da condução autônoma, e poderão girar, reclinar e retornar ao modo manual de condução assim que o motorista desejar.

Com informações: Automonitor

Dica da semana Escritório Barreto Leme: Conselho Federal de Contabilidade discute compliance e integridade nos negócios

O vice-presidente técnico do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Zulmir Breda, participou, na segunda-feira (8/5), do 1.º Congresso do Pacto pelo Brasil, em Curitiba (PR), que discutiu o tema Calamidades x Eficiência da Gestão Pública. Na ocasião, Breda representou o presidente do CFC, José Martonio Coelho, e foi mediador do painel Eficiência e Boas Práticas em Compliance e Integridade nos Negócios.

“Não adianta ter códigos de conduta e sistemas de compliance se os instrumentos e recomendações não forem postos em prática. Além disso, o controle social, feito por alguém de fora, como o cidadão, é fundamental”, avaliou o vice-presidente. Em seguida ao painel, ocorreu a palestra magna do evento, proferida pelo juiz federal Sérgio Moro sobre o tema Transparência, Eficiência e Compliance.

O evento foi realizado em paralelo com o 8.º Encontro Nacional dos Observatórios Sociais, de 8 a 11 de maio. A proposta do encontro é criar uma agenda positiva para os públicos envolvidos, promover a cooperação técnica entre os Observatórios Sociais e consolidar alianças estratégicas nacionais para a eficiência da gestão pública e prevenção da corrupção.

Fonte: Jornal Contábil

IATA: Transporte aéreo de cargas no mundo cresce 14% em março na comparação anual

air cargo finalA demanda global por transporte aéreo de cargas, apurada em toneladas-quilômetro transportadas (FTK), cresceu 14% em março deste ano em relação ao mesmo período de 2016, de acordo com informações divulgadas na última quarta-feira, 3, pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata).

Já a oferta global por transporte aéreo de cargas, medida em toneladas-quilômetro disponíveis (AFTK), aumentou 4,2% em março deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado. Com isso, a taxa de ocupação global das aeronaves para o transporte de carga chegou a 47,4%, uma alta de 4,1% em um ano.

Em nota, o diretor o diretor geral da Iata, Alexandre de Juniac, o otimismo está retornando à indústria. “Março fechou um primeiro trimestre robusto com o maior crescimento anual no frete aéreo em seis anos e meio”.

Ao analisar o desempenho do transporte aéreo de cargas por região, a Iata destaca que, exceto a América Latina, todas as regiões analisadas (África, Ásia/Pacífico, Europa, Oriente Médio e América do Norte) tiveram um aumento na demanda no terceiro mês do ano.

Nos países latino-americanos, a demanda por transporte aéreo de cargas recuou 4,2% na comparação com março de 2016, enquanto a oferta diminuiu 1,9%. Desta maneira a taxa de ocupação para o transporte de cargas recuou 0,8 p.p., chegando a 31,9%.

O maior crescimento na demanda por transporte de cargas em março foi verificado na África, com uma alta de 33,5% na base anual, seguida pela Europa (+18,2%), Oriente Médio (+16,3%), Ásia/Pacífico (+13,6%) e América do Norte (+9,5%). 

Com informações do Estadão