Dica da semana Escritório Barreto Leme para não esquecer nada na contabilidade mensal

Olha bem para esta listinha e veja se algo te parece familiar:

  • Tomar decisões para um grande negócio;
  • Negociar com  fornecedores;
  • Definir novas contratações;
  • Pensar na pauta da próxima reunião;
  • Verificar o andamento do novo produto…

É muita coisa. Todos os dias para quem é Simples Nacional, profissional liberal e microempreendedor individual tem que lidar com todo este tipo de ação. Com este grande volume de trabalho é até normal que aconteçam alguns descuidos administrativos. E não estamos falando de esquecer de comprar o café de todas as manhãs, mas de situações mais complexas como a contabilidade.

Há empresários que descuidam da sua contabilidade e este “esquecimento” pode gerar alguns pontos críticos.

Além desta análise econômica, Marcos explica que não dar a atenção devida pode ocasionar, entre outras coisas, a perda de oportunidade de negócios: “Alguns clientes podem pedir seu balanço com os bancos,  para os bancos isso pode inclusive fazer com que o custo de captação de qualquer empréstimo possa ser reduzido. Não dá para deixar para depois.” alerta Marcos Rodrigues.

Ao organizar a contabilidade, o profissional precisa ter em mente o ponto crítico da questão fiscal. O presidente do Contabfácil explica que o empresário pode estar pagando mais impostos que o necessário, bem como estar perdendo o direito de continuar no Simples Nacional ou MEI, por exemplo.

Para evitar “esquecer” estas informações e pagar um preço muito alto depois, Marcos recomenda a utilização de uma ferramenta online que auxilie nesta organização fiscal para não perder futuros acordos:

“O empresário precisa ter em mente que qualquer relação comercial sempre será necessária a apresentação dos seus números contábeis. Aí estou falando para clientes, governo, bancos e fornecedores. Se o empresário tiver o hábito de usar este serviço online, ele reduz o risco de esquecer dados importantes e tem estes documentos sempre a mão.” conclui Marcos Rodrigues. 

Com informações: Paran@shop  e Escritório de Contabilidade Barreto
Leme (Fone 19 3308-1070 – veja anúncio nesta página do Portal LogNews)

Artigo: Razões para não entrar em pânico

positivo-brasilO Portal LogNews tem em seu DNA uma característica otimista nas mensagens que transmite semanalmente, sem perder, obviamente, o compromisso de divulgar as notícias relevantes do mercado, sejam elas quais forem. Nesta edição semanal, traremos a metade do copo cheio, em um Artigo de um Portal congênere – assinado abaixo – uma vez que todos os veículos de Imprensa do Brasil e do mundo já noticiaram o que aconteceu de mais importante na semana, no País. VALE A PENA A LEITURA.!

“Bem que diziam que esse Joesley não era confiável. 

Humor negro à parte, o Brasil continua não sendo para principiantes. É preciso ter estômago, resiliência e imaginação para lidar com os esquerdistas embusteiros e os pragmáticos argentários.  Onde é que essa gente enfia tanto dinheiro? Se trabalhassem um décimo do que roubam, esse País seria mesmo uma potência. 

Mas tudo que está errado com o Brasil pode ser consertado pelo que está certo. 

Se temos que aceitar que nossa classe política (e os maiores partidos do Congresso) são essencialmente um sindicato de vagabundos, por outro lado cabe apreciar que, no combate à corrupção sistêmica, nossas instituições não estão deixando pedra sobre pedra, nem varrendo nada para debaixo do tapete. 

Ainda assim, nem apenas de desconstrução vive um País. Uma República precisa de propostas, melhoria contínua, devoção. 

Por enquanto, a Lava Jato está removendo a erva daninha, mas caberá ao brasileiro saber plantar a nova safra — sem emoção, e sem empenhar seu voto ao primeiro clichê fácil que aparecer.  

Quando a bomba nuclear caiu ontem à noite, numa explosão ouvida do Planalto Central aos prédios mais metidos da Faria Lima, detonaram-se biografias que, num grau ou outro, já se sabiam comprometidas. Michel Temer, o jurista sempre cauteloso com as palavras, deixou-se trair pelas mesmas.  Foi transformado de líder da ‘Ponte para o Futuro’ em protagonista de ‘Meu Passado Me Condena”, de oráculo da travessia pós-petismo em patrocinador da obstrução de Justiça e facilitador de corrupção passiva.  Aécio Neves foi promovido de ’tem algo estranho, mas não sei bem o que é…’ a ex-político que ‘tinha um futuro brilhante’ (sem maldade). 

Um Presidente que assumiu prometendo zelar pela liturgia do cargo foi flagrado negociando sua ‘previdência’ de R$ 50 milhões no subsolo do Palácio do Planalto, negociando com um empresário implicado em inúmeras operações policiais. E deu sua benção a uma ‘mesada’ pra silenciar o político identificado pela população como o mais corrupto do país. 

Temer fará o cálculo político que é sua segunda pele. Se achar que pode sobreviver à hecatombe, dará explicações, lutará por uma sobrevida. Faria mal ao País. As evidências parecem por demais avassaladoras para que o Presidente mantenha um mínimo de legitimidade, e o Brasil já está cansado de surpresas — pelo menos, as deste tipo. 

Às 19:30 horas de ontem, ‘Fora Temer’ deixou de ser o slogan da esquerda sem assunto para se transformar numa proposição razoável, que atende aos interesses do País, desde que Brasilia não invente casuísmos e se atenha ao texto constitucional. 

Chegamos, por fim, ao que realmente interessa nessa novela de quinta categoria: as reformas. Muita gente dirá que a agenda de reformas foi para o brejo com a biografia de Temer.  Este site discorda. Com ou sem Temer, a história recente brasileira já demonstrou que, nas crises, as reformas tendem a se transformar em antídoto contra a turbulência, em vez de suas vítimas. 

É nas crises que as reformas mais se justificam e que seu valor resta mais explicitado. O País tem a sorte de ter um Ministro da Fazenda perfeitamente apto a ser o fiador deste processo, um Banco Central independente (para todos os efeitos), uma equipe econômica séria e dedicada, além de diagnóstico e prognóstico prontos para execução. 

Se Temer de fato renunciar, o cargo passa interinamente a Rodrigo Maia, que, como presidente do Congresso, deve convocar uma eleição indireta em até 90 dias.  Qualquer brasileiro poderá se candidatar, e, por mais que às vezes tenhamos a impressão de que ‘não sobra ninguém’, este site consegue pensar em muita gente que honraria o cargo. A presidente do Supremo Tribunal Federal, por exemplo. 

Abaixo, sugestões práticas para cada grupo de brasileiros no novo mundo que começa hoje. 

Deputados e senadores – A crise de confiança que volta a nos assombrar pode ser bastante minimizada pelos senhores. Basta que afirmem amanhã, para cada microfone e em cada discurso na tribuna, que vão aprovar as reformas que a economia brasileira exige, não importando os vendavais da política.  Acreditem: se a crise não for contida logo e a confiança evaporar, a crise de verdade surgirá na urna de 2018, com um candidato populista que fará Donald Trump parecer um homem sensato. 

Empresários – Peguem o telefone e liguem para seu Congressista.  (Gravem a conversa, por via das dúvidas). Expliquem que o que está em jogo é maior do que A, B ou Temer. O Brasil não é fulanizável.  

Editores de jornal, rádio, sites e TV – Não se demorem no escândalo.  Não alimentem a histeria.  Este é, sim, o capítulo mais dramático da Lava Jato, mas o País precisa de um horizonte, e a conversa civilizada sobre este destino comum acontece na plataforma equânime da imprensa — que responde à liderança editorial dos senhores. É preciso imaginar o futuro, e não perder tempo autopsiando o passado.  A PF já está no caso. 

Políticos bandidos – Se vocês achavam que ainda dava… think again.  Cunha recebendo mesada na cadeia… malas de dinheiro trocando de mãos em Brasilia…. solicitações anti-republicanas a grandes empresários…. Acordem da hibernação. 

Jovens – Testemunhem a História acontecendo diante de seus olhos, e aprendam a lição antes dela ir parar nos livros.  Não há atalhos na vida. Só trabalho duro. Defendam seus interesses pessoais, mas entendam que ninguém é uma ilha, e seus desvios podem prejudicar muita gente. 

Investidores de Bolsa – O Whatsapp está bombando com os profetas do apocalipse, mas, acredite: o Brasil não vai acabar. Nesta quinta, o mercado vai refletir a indecência dos nossos políticos e a suposta falta de visibilidade para o País — e vai projetar isso na perpetuidade.  Mas, depois do espasmo, o preço dos ativos voltará a refletir um País com demandas reprimidas, um número enorme de empresas eficientes, e, não sei se mencionei, um País cada vez mais próximo do império da lei. Não conheço um empresário que venderá uma ação de sua companhia amanhã por causa disso. 

Ademais, há visibilidade: o rito de substituição está escrito na Constituição. No Brasil, a imprensa é livre, o Supremo julga, os procuradores processam e a polícia prende. 

Só falta, realmente, colocarmos o País à frente de TODAS as agendas pessoais”.

Por Geraldo Samor – Brazil Journal – (17/05, às 23:55)

Movimentação de cargas cresce em portos e ferrovias no trimestre

porto de santos sO primeiro trimestre do ano registrou um aumento das movimentações de carga nos setores portuário e ferroviário, segundo dados da Secretaria de Política e Integração (SPI) do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. Os complexos portuários operaram 4% a mais do que no mesmo período do último ano, saltando de 233 milhões de toneladas para 242,5 milhões. Nas estradas de ferro, o volume de cargas foi de 116,6 milhões de toneladas para 123,5 milhões, um crescimento de 5,9%.

O Porto de Santos também contabilizou um aumento nesses três meses, mas menor, de 0,5%, somando 27,9 milhões de toneladas, segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

O período de apuração dos dados marca um momento histórico para a indústria agropecuária brasileira. Entre janeiro e março, foram produzidas cifras recordes da safra de grãos, com a estimativa de 220 milhões de toneladas a serem produzidas até o fim do ano.

Para o Governo Federal, esses índices mostram o princípio da retomada da economia. “Estes números reforçam a necessidade de políticas que privilegiem os investimentos em infraestrutura. Um novo ânimo tanto para o setor produtivo, quanto para o de infraestrutura”, disse o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella.

Nos demais modais, o cenário não se apresenta tão positivo, mas o Ministério informa que a situação começa a melhorar. Nas estradas e nos aeroportos, houve decréscimo no período – de 1% no consumo de óleo diesel nas rodovias e de 1,8% no transporte de cargas pelas vias aéreas. Mas março já mostrou uma tendência de alta.

Na análise comparativa apenas do terceiro mês de 2015 e 2016, o resultado demonstra o aumento no segmento aeroportuário, referente às cargas e passageiros, em 1,4% e 3,6%, respectivamente, segundo dados oficiais. No transporte rodoviário, a ampliação da utilização de óleo diesel foi de 2,1%. Nos aeroportos, após 19 meses consecutivos de retração, a demanda doméstica cresceu 5,4%.

Fonte: A Tribuna

Importação paulista cresce e confirma melhora

A se confirmar a tendência, será mais um sinal de reativação da economia, pois significa que as empresas instaladas em São Paulo estão ampliando suas compras externas

Há novos sinais de recuperação da indústria paulista. Aumentaram, entre o último trimestre de 2016 e o primeiro trimestre de 2017, os Coeficientes de Importação (CI) e de Exportação (CE) do setor industrial, segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A se confirmar a tendência, será mais um sinal de reativação da economia, pois significa que as empresas instaladas em São Paulo estão ampliando suas compras externas, tanto de insumos necessários à produção quanto de bens de capital para ampliar sua capacidade, e também exportando mais.

O Coeficiente de Importação cresceu um ponto porcentual no período de comparação, passando de 20,5% para 21,5%. Isso significa que mais de uma quinta parte dos insumos é importada, com destaque para derivados de petróleo e biocombustíveis (+5,1%), produtos químicos (+3%) e indústrias diversas (+1,4%).

Os indicadores de alta de importação não são generalizados – oito setores diminuíram as compras externas, tais como produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, produtos têxteis e bebidas. Nestes casos, é possível que os produtos nacionais tenham sido mais atrativos para indústrias e consumidores locais, fato positivo para o produtor nacional.

Já o Coeficiente de Exportação evoluiu de 19,9% para 20,8%, mais pela quantidade exportada – que cresceu 5,5%, com ênfase em veículos automotores, derivados de petróleo, biocombustíveis e coque e metalurgia – do que pelos preços. Mas, ainda que o valor das vendas externas tenha crescido mais lentamente, é possível identificar um aumento da competitividade dos produtos brasileiros no mercado global. Além disso, entre os itens em que a exportação perdeu ritmo estão têxteis, couros, calçados e móveis, que já se beneficiam com a recuperação da demanda interna.

O vigor do comércio exterior deve ser medido menos pela evolução das exportações e do superávit comercial e mais pela corrente de comércio (soma de exportações e importações). Esta mostra o grau de abertura da economia para o exterior. Em 2017, até a primeira semana de maio, a corrente de comércio do País cresceu 16,3% em relação a igual período de 2016, passando de US$ 105,36 bilhões para US$ 121,07 bilhões.

Ainda são números baixos, mas sinalizam que a economia brasileira aos poucos retoma o dinamismo.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Criação de vagas formais é maior no interior do País

A corrida pela retomada do emprego no Brasil é liderada com folga pelas cidades do interior. Dados do Ministério do Trabalho mostram que 95,8% dos postos de trabalho gerados em abril, em nove dos maiores Estados brasileiros, vieram do interior. Em São Paulo, cada emprego criado na região metropolitana foi seguido por cinco vagas abertas no interior.

Somados, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo foram responsáveis pela criação líquida de 50,2 mil empregos no mês passado. Desses novos postos de trabalho, 48,1 mil foram no interior e só 2,1 mil vieram das regiões metropolitanas.

Os dados do Ministério do Trabalho revelam que o motor interiorano tem força especialmente no Sudeste e Sul. Só no interior paulista foram registrados 24,9 mil novos empregos, número quase cinco vezes maior que os 5,2 mil postos abertos na região metropolitana. O mesmo fenômeno aconteceu de forma ainda mais intensa em outros locais. Para cada emprego aberto na Grande Belo Horizonte, o interior mineiro teve seis novas vagas. Até mesmo em Estados com perda de emprego, como o Rio de Janeiro, o interior aparece em situação melhor: enquanto o interior fluminense gerou 1,2 mil vagas, a cidade do Rio perdeu 3,8 mil empregos em abril.

Para o pesquisador da área de economia aplicada da Fundação Getulio Vargas, Bruno Ottoni, os números mostram que o interior ganhou dinâmica própria e não fica mais a reboque da economia das capitais. “A economia brasileira tem apresentado essa saída das grandes cidades com redução da importância das capitais no crescimento do País”, diz.

Setores – Em abril, a geração de empregos foi observada em sete dos oito ramos da economia acompanhados pelo governo. O segmento de serviços liderou a abertura de vagas, com 24,7 mil novos empregos. Serviços médicos e odontológicos, transportes e comunicações e ensino foram os ramos que mais contrataram.

Em seguida aparecem agropecuária (14,6 mil vagas), indústria de transformação (13,6 mil postos) e comércio (5,3 mil empregos). O único setor que fechou empregos foi a construção civil, com 1,7 mil demissões.

Fonte: Folha da Região