Empresa de Campinas exporta 60% da sua produção total de roupas de ginástica

fotos-exportacaoAs peças da Canoan estão nos Emirados, Egito e Catar. Empresa começou a exportar há menos de um ano.

O projeto de exportação da marca de roupas fitness Canoan, de Campinas, interior paulista, começou há 11 meses. Deu tão certo que hoje a empresa exporta para 26 países, incluindo os Emirados Árabes Unidos, Egito e Catar.

“Grande parte da distribuição é feita via e-commerce. Fazemos um trabalho ativo de prospecção de clientes pela internet e vemos o que eles estão buscando em matéria de vestuário”, conta Eduardo Gomes, gerente de Exportação da empresa.

A Canoan produz peças como regatas, tops, calças, macacões, bodies, saias, shorts, vestidos, bermudas e agasalhos de ginástica para mulheres. “Também produzimos private label (peças com a marca própria do cliente) e masculino por encomenda”, diz Gomes.

O executivo conta ainda qual é a peça mais vendida aos árabes. “O que se destaca muito no Oriente Médio é a calça fusô-sainha” explica. De acordo com o gerente, 60% das peças embarcadas para a região são deste modelo, cuja calça conta com uma cobertura similar a uma saia na altura dos glúteos.

Gomes revela também que os árabes gostam de peças produzidas com os tecidos emana e high-suplex. “O emana expele melhor o suor e o high-suplex tem mais elasticidade”, aponta. Além das calças fusô-sainha, os clientes do Oriente Médio compram ainda tops básicos e calças fusô comuns. As cores mais embarcadas para lá são as neutras, como azul-marinho, preto e cinza.

Nos países árabes, Gomes conta que as peças são comercializadas em dois shoppings em Dubai, nos Emirados, enquanto no Egito e no Catar elas são vendidas a atacadistas que fazem a revenda naqueles países.

Atualmente, o principal mercado da Canoan no exterior são os Estados Unidos, seguidos de Rússia e Espanha. Gomes não revela o volume de produção da empresa, mas diz que 60% do que é fabricado vai para o exterior.

O gerente também conta que, para os próximos seis meses, a empresa planeja ter distribuidores em todos os países para os quais está exportando, além de almejar um forte crescimento das receitas com o mercado internacional. “Já duplicamos a receita desde que começou o projeto de exportação e queremos quadruplicar”, afirma.

Com informações; ExportNews

Adesão do MAPA ao “OEA Agro” pode reduzir até 60% dos custos operacionais do comércio exterior

Ministro interino anunciou nesta quarta (16) que Mapa vai aderir ao OEA Integrado dia 13 de dezembro. Experiência na Suécia sinaliza redução de custos.

As empresas exportadoras e importadoras que aderirem, de forma voluntária, ao Programa Operador Econômico Autorizado – OEA Integrado – Agro poderão reduzir os custos operacionais entre 40% e 60%, segundo dados apurados na Suécia, pioneira na implantação do sistema. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai aderir oficialmente ao programa, coordenado no Brasil pela Receita Federal, no próximo dia 13 de dezembro, em São Paulo, anunciou nesta quarta-feira (16) o ministro interino Eumar Novacki. O OEA Integrado está alinhado ao Agro+, plano de desburocratização, simplificação e modernização do agronegócio.

“Esse procedimento vai premiar empresas que trabalham em conformidade com as normas do ministério”, disse Novaki, acrescentando que o país precisa avançar na modernização do comércio exterior agrícola. No primeiro trimestre do próximo ano, o OEA Integrado deverá envolver duas cadeias do agronegócio: o de exportação de carnes e a de importação de insumos para agroquímicos. Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luis Rangel, o programa piloto já deve estar em operação em janeiro.

Sorocaba tem a primeira fábrica de hidromel do País e busca exportação para os EUA

Está instalada em Sorocaba, e já entrou em operação, a primeira fábrica do Brasil a produzir hidromel em escala industrial. O empreendimento capitaneado pelos sócios Paulo Mendonça, Rafael Alexandre, Sarah Lisboa e André Werscheig Júnior resultou de pesquisas desenvolvidas ao longo de cinco anos e ganhou impulso a partir do convite feito ao grupo para que servisse a bebida durante o lançamento de um game voltado à temática medieval (com a qual a bebida possui estreita relação) por uma empresa de São Paulo.

 

O pioneirismo da iniciativa sorocabana é atestado pelo Ministério da Agricultura, já que outras ações de que se tem conhecimento envolvem processos artesanais para consumo próprio. Assim, concluída essa primeira etapa, o projeto teve sequência com a montagem da unidade propriamente dita onde o produto é fabricado.

A sede da Bee Gold, como a marca foi batizada, fica num galpão no Parque Vitória Régia, zona norte da cidade. O processo de produção é semelhante àquele empregado para a feitura do vinho. Começa com a fermentação, onde são utilizados ingredientes como levedura importada e o mel, até terminar com envase do líquido.

 

O hidromel já começou a ser distribuído e pode ser encontrado em casas especializadas. Num primeiro momento, são produzidas cerca de 4 mil garrafas ao mês e a bebida já tem mercado assegurado nos Estados Unidos. Os empresários evitam falar em números, mas asseguram que o potencial do segmento em nível local é bastante expressivo. A bebida é fabricada nas versões doce e frutada (melomel).

 

História – A saber: o hidromel tem uma história curiosa e ao mesmo tempo fascinante. Para começar é apontada como a bebida alcoólica mais antiga da humanidade. Sua origem remonta, segundo estudos, ao ano de 1.400 antes de Cristo. A versão mais difundida por especialistas dá conta de que o produto teria sido fabricado nas savanas africanas.

 

Lá, as incontáveis colmeias existentes eram inundadas e a fermentação acontecia naturalmente. Em outras palavras, a própria natureza se encarregou de fabricá-lo. O fluxo migratório entre os continentes acabou por espalhar o conhecimento sobre o hidromel pelo resto do mundo e, com isso, ele se tornou conhecido.

A bebida assumiria, mais tarde, o status de sagrada para os vikings, guerreiros nórdicos e também abriu caminho para o surgimento da expressão lua de mel. Isso porque os casais a tomavam durante um ciclo lunar depois do casamento para gerar filhos homens. Conta-se, ainda, que no período medieval (séculos V ao XV), o hidromel era servido como forma de conter os ânimos dos frequentadores das tavernas que costumavam se exaltar.

 

Paulo Mendonça diz que o hidromel é citado em obras de autores consagrados entre os quais J.R.R. Tolkien, da saga “O Senhor dos Aneis” e J. K. Rowling, criadora de “Harry Potter”. O hidromel fabricado em Sorocaba tem 12% de teor alcoólico e se harmoniza com carnes vermelhas e queijos.

 

Paulo, André, Rafael e Sarah estão otimistas com as perspectivas do trabalho. Apostam que a receptividade ao hidromel, que já é das melhores, deverá se acentuar. Com isso, acreditam que colocarão Sorocaba na rota das fabricantes de bebidas e conseguirão fazer com que o município se torne polo e referência para a produção.

 

Quem quiser obter outras informações pode acessar o site www.beegold.com.br.

Dica da Semana – Michui de Carne

Michui de Carne – Filet mignon cortado em cubos intercalados com cebola, tomate e pimentão grelhados no espeto. Acompanha pão sírio.

Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região na hora de conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458.

O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço para eventos e Delivery. Confira!

GRU Airport se manifesta sobre cargas liberadas em atraso com greve da Receita Federal

valdir-em-altaSindasp alerta sobre prejuízos e casos que atingem 02 meses de atraso. Greve impacta até no canal verde.

A GRU Airport – Administradora do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos – divulgou um comunicado sobre o atraso na liberação das cargas.

Porém, a empresa não informa como fica a situação das cargas armazenadas, passíveis de cobrança nesta situação, ou seja, elas não receberam nenhuma tarifa diferenciada ou isenção. “Já temos casos em que as cargas chegam até dois meses de atraso na liberação. Os produtos ficam armazenados, pagando tarifas e a conta dos embarcadores e de seus representantes legais só aumentam, com altos prejuízos”, afirmou Valdir Santos (foto), diretor do SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo, sem informar, porém, o valor desses prejuízos.

Ainda segundo o Sindasp, tais atitudes continuam prejudicando toda cadeia logística do comércio exterior brasileiro. “Os Fiscais estão mais unidos, trabalham somente na terça-feira e param todas repartições, atingindo até mesmo cargas do canal verde, com reflexos na importação e na exportação”, finaliza Valdir Santos, diretor do Sindasp.

Na última avaliação, nesta semana, as cargas ainda estavam sujeitas às chuvas e demais intempéries no Aeroporto de Guarulhos, conforme noticiou na semana passada com exclusividade o LogNews.

Veja a íntegra do Documento da GRU Airport – número 18/2016:

“Como é de conhecimento geral, estamos enfrentando um período de “operação padrão” dos analistas e dos auditores fiscais da Receita Federal e todos os portos e aeroportos do País.

Consignamos que temos envidado esforços, dentro do que nos foi possível fazer, para minimizar os impactos desta “Operação Padrão” da Receita Federal no processamento das cargas em nosso terminal.

Diante disso, contamos com a compreensão da comunidade aeroportuária, especialmente dos importadores, exortadores, companhias aéreas, despachantes aduaneiros, dentre outros, quanto a possíveis atrasos na entrega da carga importada, apesar de já liberada, ou o recebimento de cargas a exportar.

Esperamos que em breve a situação seja normalizada por parte dos servidores da Receita Federal e que possamos manter o padrão de eficiência operacional que a Concessionária vem implementando ao longo de sua administração”.

Cordialmente,

Concessionária do Aeroporto de Guarulhos