Dica da semana – RIYAD – Pratos que são destaques

Veja a dica da semana. Entre os pratos, destaque para as tradicionais esfihas especiais e as 14 opções do cardápio executivo, que oferecemos o dia todo nos shoppings, e de segunda a sexta (somente no almoço) na unidade do Cambuí. Em especial, a “picanha de cordeiro, salada oasis e arroz árabe”, o “charuto de repolho” e a “abobrinha recheada e kafta”, afirma André Penna, um dos sócios do local.

O endereço da Unidade Cambuí é na Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). A Unidade Galeria fica no Shopping de mesmo nome, também em Campinas.

O Riyad possui também Espaço Kids e Espaço Eventos no Cambuí. Confira!

Infraero derruba tarifas para carga trânsito no Aeroporto de São José dos Campos: descontos iniciam em 40%

foto-vale-lognewsEm concorrido evento e auditório lotado, a INFRAERO anunciou no Fórum “Desembaraça VALE”, na quarta-feira(5), em São José dos Campos, o Projeto VALE Flex, que tem nos descontos de tarifas seu principal pilar

Em concorrido evento e auditório lotado, a INFRAERO anunciou na última quarta-feira, 05/10, em São José dos Campos no Vale do Paraíba, o projeto VALE Flex, que tem nos descontos seu principal pilar.

O seleto público presente conheceu o programa de vantagens VALE Flex, que consiste em um conjunto de incentivo tarifários e operacionais que visam tornar atrativa a operação de desembaraço aduaneiro de cargas em processo de importação, no terminal de logística do Aeroporto de São José dos Campos, no Vale do Paraíba.

“Para todas as cargas nacionalizadas no TECA SJC, ocorre um desconto automático de 40%”, surpreendeu com o anúncio aos presentes, o Superintendente Nacional de Logística de Carga da Infraero, Francisco Nunes.

Outras duas modalidades também foram apresentadas: o VALE Flex Frete Zero e o VALE Flex Prime. No primeiro, a vantagem é a cobertura de todos os custos de remoção. Passa a ser uma ótima opção para cargas em trânsito aduaneiro com desconto do valor do trânsito + armazenagem na origem + desconto especial de 10%. Já o segundo, são para clientes Prime que necessariamente necessitam aderir a um programa de fidelização. Neste caso os descontos e facilidades são personalizados.

O evento DESEMBARAÇA VALE contou o apoio de entidades ligadas ao setor como o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), da Associação Brasileira de Logística (Abralog) e do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (Sindasp).

As marcas de valor que apoiaram o evento foram a West Cargo, a Atuali Comex e a DTA Cargo.

A assinatura na organização do evento levou a grife e o expertise da GPA+ Comunicação, empresa de Campinas que carrega na sua divulgação o maior network e o melhor mailing de logística e comex do Brasil.

Confira registros do Fórum “Desembaraça VALE”

Confira as fotos do Desembaraça VALE:

 

Transporte aéreo de carga cresce 3,9% no mundo em agosto, mostra IATA

A demanda global pelo transporte aéreo de carga registrou crescimento de 3,9% em agosto na comparação com mesmo mês de 2015, informou nesta quarta-feira a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), entidade que representa as 260 maiores companhias de aviação do mundo. Na mesma base de comparação, a oferta aumentou 4,1% e a taxa de ocupação em aviões cargueiros e porões de aeronaves de passageiros teve queda de 0,1 ponto percentual, para 40,8% de load factor. “Os números de agosto mostraram uma melhora na demanda pelo transporte aéreo de carga”, disse o presidente da Iata em comunicado da entidade, Alexandre Juniac. O executivo ponderou que, embora esta seja uma boa notícia, as condi dições de mercados que sustentam essa demanda são preocupantes. Ele citou a retração de 1,1% no volume do comércio mundial em julho. “E a atual retórica política global em grande parte do mundo é mais focado em protecionismo de promoção comercial”, disse Juniac.

América Latina Na América Latina, o transporte aéreo de carga teve retração de 3,3% em agosto frente a igual intervalo de 2015, o pior desempenho entre as regiões monitoradas pela Iata. A Europa cresceu 6,6% e a América do Norte avançou 5,5%. “A região da América Latina continua a ser marcada por condições econômicas e políticas fracas, particularmente o Brasil”, disse a IATA.

Reconhecimento mútuo do Operador Econômico Autorizado (OEA) está na pauta de acordo com o Japão

Acordo de patentes, céus abertos e isenção de vistos são prioridades da indústria na agenda de curto prazo com o Japão

O PPH facilita e agiliza os processo de patentes e é uma ferramenta de inovação, por atrair centros de pesquisa e desenvolvimento. Alvo de muita discussão ideológica nos últimos anos, o Brasil caminha para assinar um Acordo para o Compartilhamento de Exames de Patentes (PPH) com o Japão. Segundo a especialista em Diplomacia Empresarial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a advogada Silvia Menicucci, em 2014 – dados mais recentes-, os japoneses registraram 265.959 pedidos de patentes no próprio Japão e outros 2.229 no Brasil. No mesmo ano, os brasileiros depositaram 4.659 pedidos no Brasil e 88 no Japão. Os números absolutos mostram uma desproporção muito grande. Mas, em termos relativos, os pedidos japoneses no Brasil representam 0,83% dos pedidos totais, enquanto dos pedidos brasileiros no Japão correspondem a 1,88%. “O Brasil só tem a ganhar. O PPH facilita e agiliza os processo de patentes e é uma ferramenta de inovação, por atrair centros de pesquisa e desenvolvimento”, afirmou a especialista, durante a 19ª Reunião Conjunta do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Japão, nesta terça-feira (4), em Tóquio.

Durante o encontro, Menicucci lembrou que na Agenda Internacional da Indústria, divulgada em julho deste ano, os empresários afirmaram que, além do PPH, também querem que o Brasil discuta acordos de parceria econômica e acordo de investimento. Além disso, ainda consta na agenda o acordo para isenção de vistos. O Japão já possui acordos de isenção de vistos com 67 países, entre eles 12 latino-americanos. O Brasil, por sua vez, tem acordos com 83 países. Mas não há nenhum entre Brasil e Japão. Atualmente, o brasileiro que precisa ir para o país asiático tira o visto na modalidade single, que só dá direito a uma entrada de 15 dias e tem validade de três meses. “É preciso que ambos os países avancem na isenção de vistos lembrando que a facilitação de viagens é um tema de facilitação de comércio, então é algo que deve ser levado em conta”, explicou Menicucci.

O Brasil também espera avanços no open skies, o acordo de céus abertos, que elimina restrições de itinerários e de frequências de voos. No momento, o Brasil tem um único acordo assinado com os Estados Unidos, que ainda não está em vigor, pois está em análise no Congresso Nacional. Segundo Menicucci, os governos brasileiros e japonês devem conversar ainda neste mês de outubro sobre o tema. A expectativa é que os dois países assinem esse tratado, que possibilitará menores tarifas, maior oferta de voos, mais emprego e novos investimentos.

Outros temas da agenda do setor industrial em relação ao Japão:

– Reconhecimento mútuo de diplomas e de certificados profissionais. É uma medida importante para empresas que buscam internacionalização e querem atrair pesquisadores;

– Revisão do acordo para evitar dupla tributação;

– Acordo de reconhecimento mútuo do Operador Econômico Autorizado. Japão já possui acordos com Estados Unidos, Canadá e Nova Zelândia, além da União Europeia. O Brasil já firmou o plano de trabalho com Estados Unidos e Uruguai e mantém conversas com a Argentina.

Fonte: Investe SP