Transportadora Rodo Import é apoiadora da 4ª Feijoada Solidária

Transportadora Rodo Import é apoiadora da 4ª Feijoada Solidária

Acontece no próximo dia 08 de JULHO, sábado, a partir das 12h40, a 4ª EDIÇÃO DA FEIJOADA SOLIDÁRIA AMIGOS SETE CHAVES.

“Será um dia e horário já marcado para curtir com os amigos e a família, e lógico, contribuíndo para a compra de cestas básicas para entidades assistenciais”, lembra Alexandre Luiz Raffi Filho, Presidente da ONG “AMIGOS SETE CHAVES”. Alexandre Luiz é também diretor da Transportadora Rodo Import, uma das patrocinadoras do evento.

Aquele buffet de feijoada à vontade, com muito samba e sertanejo acontece no Bora Sport Bar (Av. Dr. Heitor Penteado, 626 – Taquaral – Campinas-SP). O Valor é R$ 80,00 (buffet de feijoada à vontade) e todos já podem garantir convite e a camiseta clicando aqui.

Toda renda do evento será revertido em cestas básicas.

Região de Campinas lidera produção nacional de máquinas e equipamentos

A Região Administrativa (RA) de Campinas é a líder nacional na produção de máquinas e equipamentos, de acordo com estudo sobre Valor da Transformação Industrial (VTI) nacional divulgado pela Fundação Sistema de Análise de Dados (Seade). A RA representa 39,3% da fabricação de tratores, máquinas e equipamentos para agricultura, pecuária, construção civil e extração mineral do Estado de São Paulo, que responde por 51% do total nacional, segundo dados de 2020.

A liderança foi conquistada, ultrapassando a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), em virtude da expansão do setor na última década. A participação da RA de Campinas, que engloba 90 municípios, era, em 2010, de 30,8% no VTI, que é a diferença entre o Valor Bruto da Produção Industrial (VBPI) e o Custo com as Operações Industriais (COI). No mesmo período, a representatividade da RMSP caiu de 38,7% para 28,2%. O estudo da Seade aponta o aumento da participação de outras Regiões Administrativas na produção paulista, como Sorocaba, Marília e São José do Rio Preto.

De acordo com o estudo do Seade, dos sete maiores grupos produtores nacionais e estrangeiros que atuam no país, quatro têm fábricas e outras unidades na Região Administrativa de Campinas, onde produzem carregadeiras, tratores, motoniveladoras, retroescavadeiras, máquinas florestais e outros equipamentos. De cada três empregos gerados pelo setor no Estado, um está na RA de Campinas. Do total de 175.619 postos de trabalhos, a região concentra 32,8%, o que representa 57.384 vagas. É como se toda a população de uma cidade do porte de Jaguariúna trabalhasse nas fábricas de máquinas e equipamentos.

Reflexos

Além dos empregos, o setor atrai grandes investimentos. Uma multinacional concluirá este ano um investimento de R$ 600 milhões em sua fábrica de Piracicaba, onde instalou a maior linha de montagem de motoniveladoras do Brasil. “Este ciclo de investimentos de cinco anos começou em meados de 2018 com conclusão prevista em 2023. O investimento também abrange a aquisição de novos equipamentos de produção, como robôs de soldagem, a introdução de novos processos industriais e a otimização do layout da fábrica. Para melhor apoiar as operações, um novo prédio de logística está sendo construído”, detalhou o presidente da multinacional no Brasil, Carlos Alexandre Oliveira.

Exatos 60 anos após produzir o primeiro equipamento desse tipo no país, a empresa comemorou, em janeiro, a marca 300 mil máquinas de construção fabricadas no Brasil. Além de atender o mercado nacional, a planta exporta para praticamente todo o mundo. A fabricante é líder mundial de equipamentos de construção e mineração e motores a diesel e gás, com vendas que somaram US$ 51 bilhões (R$ 244,9 bilhões) em 2021.

De olho na expansão da agricultura brasileira, uma empresa de Indaiatuba lançou recentemente uma nova colheitadeira. A produção nacional de grãos no ciclo 2022/23 está estimada em 312,5 milhões de toneladas, o que representa um acréscimo de 40,1 milhões de toneladas quando comparada com a temporada 2021/22. Uma alta de 15%, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O investimento feito por uma empresa desse segmento acaba refletindo em toda a cadeia e atrai outras companhias. Uma gigante sul-coreana instalou em Americana a sua primeira fábrica no Brasil, onde investiu US$ 60 milhões (R$ 288,18 milhões) e gerou 300 novos empregos. Logo após a inauguração, uma fornecedora de peças e componentes também anunciou a instalação de uma planta na cidade, onde aplicou US$ 23 milhões (R$ 110,5 milhões) e contratou 130 trabalhadores.

A expansão levou o setor a assumir a liderança nas exportações na Região Metropolitana de Campinas (RMC), que é menor que a RA, dado que é formada por 20 municípios, entre eles Indaiatuba e Americana. No acumulado de 12 meses, encerrado em maio passado, as vendas de máquinas e equipamentos ao exterior somaram US$ 402,8 milhões (R$ 1,93 bilhão), avanço de 60,16% em comparação aos US$ 250,3 milhões (R$ 1,2 bilhão) de igual período entre 2021 e 2022, aponta estudo sobre a balança comercial realizado pelo Observatório PUC-Campinas.

“Dentre as altas, destacamse os tratores, com variação de 10,80%”, destacou o economista e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, Paulo Ricardo da Silva Oliveira, responsável pelo levantamento. De acordo como o Seade, a expansão das exportações de máquinas e equipamento está relacionada aos incentivos fiscais voltados à desoneração dos investimentos na produção e às exportações de bens de capital oferecidos pelo governo federal. “Frente a esse quadro, a indústria paulista, mesmo convivendo com períodos macroeconômicos contrários ao investimento, continua liderando o setor no país”, acrescentou o órgão.

PIB

O desempenho do setor industrial é um dos responsáveis pela alta de 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) da RA de Campinas em comparação a igual período de 2022, aponta o estudo da Seade. De janeiro a março, a soma de todos os bens e serviços finais produzidos foi R$ 154,86 bilhões, contra R$ 144,45 bilhões dos três primeiros meses do ano passado. Apesar do resultado positivo, ficou abaixo da média do Estado, que foi de 2,1%.

Para o economista Paulo Ricardo Oliveira, o desempenho de Campinas pode ser explicado pela grande participação do setor industrial na economia regional, que enfrenta um período de estagnação por conta da queda de poder aquisitivo dos trabalhadores e da alta taxa de juros. Esse impacto tem se refletido, por exemplo, nas exportações da Região Metropolitana de Campinas. O estudo do Observatório da PUC aponta que a participação da RMC nas vendas ao exterior do Estado caiu. Ela foi no mês passado de 18,82%, contra 21,91% no mesmo mês de 2022.

Foi a menor taxa dos últimos 8 anos, superior apenas aos 18,59% de maio de 2015. Para o professor da PUCCampinas, essa queda não representa necessariamente uma crise na economia regional. Ele explicou que a redução ocorreu por causa do aumento da participação das commodities (produtos) agrícolas, que têm menor valor agregado, na balança comercial paulista.

Isso pode ser sentido também em relação do PIB. Proporcionalmente, o maior crescimento do Produto Interno Bruto no primeiro trimestre foi na RA de Bauru, 4,4%. A economia da região é marcada, principalmente, pela atividade agroindustrial. A RA se destaca como produtora de açúcar e álcool e conta ainda com a presença do setor de calçados, máquinas e equipamentos e papel e celulose.

No ranking das 16 Regiões Administrativas do Estado, Campinas ficou na 10ª colocação entre os PIBs que mais cresceram de janeiro a março. Isso contando que quatro tiveram queda no Produto Interno Bruto no período: Santos (-2,2%), Itapeva (-1,3%), Araçatuba (-1%) e Barretos (-0,4%). Apesar dessa colocação, a RA de Campinas se manteve na segunda posição na participação do PIB do Estado, com 20% do total. A liderança é da Região Metropolitana de São Paulo, 50,2%. A terceira posição é da Região Administrativa de São José dos Campos, com 5,6%.

Fonte: https://correio.rac.com.br

BC aumenta projeção de crescimento do PIB de 1,2% para 2%

O Banco Central (BC) elevou a projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) passou de 1,2% para 2%, em razão de “surpresas positivas em algumas atividades da indústria e do setor de serviços no primeiro trimestre, além de melhora nos prognósticos para a agricultura”. A projeção consta do Relatório de Inflação, publicação trimestral do BC, divulgado nesta quinta-feira (29).

“A atividade econômica apresentou forte crescimento no primeiro trimestre (1,9%), superando amplamente as expectativas. O resultado repercutiu sobretudo o desempenho do setor agropecuário. Por sua vez, a evolução da demanda doméstica e dos componentes da oferta mais sensíveis ao ciclo econômico reforça a avaliação de arrefecimento da atividade econômica”, explicou o BC no relatório.

“Apesar dessa elevação, a projeção continua refletindo cenário prospectivo de desaceleração da atividade econômica em 2023, sob influência da diminuição do ritmo de crescimento global e dos impactos cumulativos da política monetária doméstica [alta da taxa básica de juros]”, alertou a autarquia.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC mantém a taxa Selic em 13,75% ao ano desde agosto do ano passado, o maior nível desde janeiro de 2017, apesar da queda da inflação e das pressões de parte do governo para redução dos juros básicos.

A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação porque a taxa causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, evitando a demanda aquecida. Os efeitos do aperto monetário são sentidos no encarecimento do crédito e na desaceleração da economia.

Setores da economia

Em 2022, a economia brasileira cresceu 2,9%, após alta de 5% em 2021 e recuo de 3,3% em 2020. O setor de serviços foi o que mais contribuiu para o crescimento do PIB no ano passado. Segundo o BC, os segmentos do setor foram severamente afetados pela pandemia da covid-19, inicialmente, mas desde então apresentam trajetórias de crescimento.

Para este ano, a projeção para o setor de serviços teve alta de 1% para 1,6%, diante do bom desempenho em algumas atividades. Entre elas, está o de transporte, “possivelmente influenciada pelo escoamento da safra de soja”, e de atividades financeiras. O BC cita ainda o comércio, que teve variação modesta mas acima da prevista, também possivelmente beneficiada pela alta na agropecuária.

Na indústria, a projeção foi elevada de 0,3% para 0,7%, com maior crescimento da indústria extrativa e da produção e distribuição de eletricidade, gás e água. Essa última atividade saiu de uma projeção de crescimento de 0,4% para 5%, beneficiada no primeiro trimestre pela reduzida participação de usinas termoelétricas na produção total de energia elétrica, o que deve continuar acontecendo ao longo do ano, em cenário de reservatórios de hidrelétricas em níveis confortáveis e da maior oferta de energia proveniente de usinas eólicas e fotovoltaicas.

“Em sentido oposto, houve redução nas estimativas para a indústria de transformação e para a construção, atividades mais sensíveis ao ciclo econômico e que recuaram mais do que o previsto no primeiro trimestre”, informou o BC.

A projeção de crescimento da agropecuária para este ano foi elevada de 7% para 10%, após recuo de 1,7% em 2022, repercutindo prognósticos favoráveis para a produção agrícola, notadamente a de soja, a da segunda safra de milho e a de cana-de-açúcar.

Fonte: Agência Brasil

Exporta Ribeirão Preto tem premiação e palestra

O Ex-Auditor Fiscal e Delegado da Receita Federal em Viracopos, Fernando de Almeida Tozzi, realizou uma palestra no “Exporta Ribeirão e Região”, realizado pela Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (SP). O Evento chega a sua 7ª edição e foi presencial no salão nobre da Sede da ACIRP.

O evento premiou empresas em três categorias que atuam com exportação. O objetivo é reconhecer e valorizar as empresas exportadoras de Ribeirão Preto e Região Administrativa 11 sabendo que o incentivo é essencial para despertar novas práticas de exportação.

“Compliance Aduaneiro: como evitar as não conformidades no Desembaraço Aduaneiro de Mercadorias” foi o tema da palestra magna ministrada pelo Ex-Auditor Fiscal da Receita Federal, Fernando de Almeida Tozzi.

Podcast aborda como minimizar prejuízos com eventuais greves, como as recentes paralisações da Receita Federal

Neste Podcast, Nilo Peralta – GPA+ Comunicação, Valdir Santos – CEO do Grupo V. Santos e Ricardo Drago, Presidente da AGESBEC, debatem como minimizar prejuízos com eventuais greves, como as recentes paralizações da Receita Federal, além de muitas outras novidades do setor.

Vale a pena conferir: