Multinacional terá fábrica em Itú (SP), ao lado de Viracopos

Marca presente em mais de 155 países, com 5 fábricas espalhadas pelo globo, e uma vasta coleção dos melhores sabores do mundo disponíveis, a Monin, fabricante de soluções aromáticas para bartenders, mixologistas, chefs e baristas, anunciou nesta terça-feira (30) a construção de sua primeira fábrica na América Latina.

A nova instalação será erguida em Itu, interior de São Paulo, em um terreno próprio de 132.000m². As obras têm início em junho de 2023, e a unidade está prevista para iniciar as operações no terceiro trimestre de 2024.

Com investimentos estimados em R$350 milhões, o projeto promete gerar mais de 200 empregos diretos e cerca de 300 indiretos na primeira etapa da operação industrial, além de 450 a 500 empregos diretos nas obras das edificações industriais e administrativas. A iniciativa conta com apoio da InvestSP, a agência de promoção de investimentos do Estado, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), que assessorou a empresa em questões ambientais e de infraestrutura, inclusive nos trâmites junto a órgãos governamentais, como CETESB e ARTESP.

Com uma infraestrutura moderna que abrangerá 32.000m² de edificações, a fábrica priorizará o uso de materiais da região, além de adotar medidas para o consumo equilibrado de água e energia. A Monin também irá preservar uma área de aproximadamente 30.000m² como reserva ambiental.

Segundo Alexandre Boyer, diretor geral da empresa no Brasil, a escolha de Itu para receber a primeira unidade de negócio da Monin foi estratégica: “a cidade tem uma excelente infraestrutura, acessos rodoviários, está próxima da capital e principal centro financeiro, além de aeroportos e portos, recursos naturais, importantes fornecedores de matérias primas e os principais mercados consumidores do país. Aliado a tudo isso o fato de ser uma cidade acolhedora que proporciona qualidade de vida a seus colaboradores e parceiros”.

A empresa afirma que o projeto da fábrica também oferece versatilidade de produção e reforça o compromisso da marca com a sustentabilidade ao adotar práticas modernas de construção e preservação ambiental. O local ainda terá uma área de convivência, com o objetivo de desenvolver e capacitar a comunidade local. Essa área contará com uma célula educacional e um espaço dedicado a hortas, pomares e estudos na área.

SINDASP apresenta mais de 100 sugestões em consulta pública sobre o OEA Brasileiro

Foi encerrada no último dia 31/05, a Consulta Pública para atualização dos atos normativos que instituem o Programa OEA: Instrução Normativa RFB 1985/2020 e Portaria COANA 77/2020. O processo, aberto em 01/05, contou com 104 proposições do SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo, em contribuições da sua categoria profissional.

O objetivo do Programa OEA (Operador Econômico Autorizado) é a certificação dos intervenientes da cadeia logística que representam baixo grau de risco em suas operações em termos de segurança física da carga e em cumprimento de obrigações aduaneiras.

O Programa Brasileiro está atualizando suas regulamentações para se adequar aos Acordos de Reconhecimento Mútuo assinados pelo Brasil, com destaque para as regulamentações do CTPAT (Customs Trade Partnership Against Terrorism) americano e também pelo Marco Safe da OMA (Organização Mundial de Aduanas).

Entre outras sugestões e considerando as contribuições de diversos Associados, o SINDASP propõe temas diversos relacionados à Segurança e à Conformidade, próprios do Programa OEA. Entre eles, destaca-se a propostas de reinclusão do Despachante Aduaneiro no programa, seguindo a recomendação da OMA de fortalecer as relações entre setor público e privado, e de uma forma segura e ética. O Despachante Aduaneiro desempenha um papel crucial na implementação das medidas de segurança propostas pelo Marco Safe da OMA, garantindo a conformidade das operações de comércio exterior.

Além disso, sua especialização nas regulamentações e procedimentos aduaneiros o torna um recurso valioso para as empresas, auxiliando na interpretação das normas e minimizando os custos associados às operações de comércio exterior.

“O Despachante Aduaneiro também contribui para a identificação de riscos e vulnerabilidades nas operações de comércio exterior, fortalecendo a segurança do comércio internacional. Essa é uma das variáveis que nos capacitam para entregar essa significativa quantidade de propostas nessa consulta pública” destacou Elson Isayama, Presidente do SINDASP.  A atuação como elo de comunicação entre empresas e autoridades aduaneiras facilita o intercâmbio de informações e contribui para a eficiência das operações aduaneiras.

Fonte: Última Hora SINDASP

São José dos Campos recebe voos cargueiros e terá Feira em junho

A concessionária SJK Airport, gestora do aeroporto de São José dos Camposanunciou o início de operações cargueiras no local.

De acordo com a concessionária, os voos de carga, já iniciados neste início de junho, serão feitos a partir de Miami (EUA) até São José dos Campos duas vezes por semana.

Serão utilizadas aeronaves Boeing 767, da empresa aérea Latam, com capacidade para transportar até 55 toneladas de carga.

Entre os produtos que serão transportados estão equipamentos eletrônicos e insumos para a cadeia aeroespacial de São José e região.

A notícia chega exatamente às portas da FEIRA LOGVALE 2023 – Feira de Logística e Comércio Exterior da RM Vale – realizada pela Prefeitura de SJC, através da Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico. O evento será no próximo dia 15/06, na cidade.

A Feira, que chega ao seu 5º ano, substituiu um evento semelhante de 13 anos, quase homônimo, encerrado em 2014: a LOGISVALE – Feira de Logística e Comércio Exterior da RM Vale, esta última realizada pela campineira GPA+ Comunicação, de Nilo Peralta.

Eletra inaugura sua nova fábrica de ônibus 100% elétricos

A Eletra inaugurou na sexta-feira, 2, seu novo prédio industrial, próximo à Via Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP. Aquele prédio, no passado, foi a sede da Conexel. A unidade recebeu parte dos R$ 150 milhões do plano de investimentos da Eletra, que tem como meta tornar-se a maior fabricante brasileira de veículos de transporte elétricos.

Na fábrica a Eletra recebe os chassis, fabricados por Mercedes-Benz e Scania, e instala o sistema elétrico fornecido pela WEG, formado por motor elétrico, inversor e baterias. De lá o chassi vai para a fábrica da Caio Induscar em Botucatu, SP, onde é encarroçado para, finalmente, ser entregue ao cliente. Todo o processo é feito no Brasil, por empresas aqui instaladas.

“Temos que apostar em empresas brasileiras”, discursou o presidente Lula. “A concorrência vai chegar, mas temos que valorizar produtos que geram emprego e renda para o Brasil, precisamos garantir a sobrevivência da indústria brasileira.”.

Segundo Milena Romano, presidente da Eletra, a empresa é um exemplo para o que Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin, também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, chamam de neoindustrialização. “A Eletra tem engenharia nacional e fornece produtos para um transporte limpo e sustentável, com foco na descarbonização, e com toda a cadeia formada por empresas brasileiras”.

A linha da Eletra é composta por seis modelos, todos urbanos. Variam de 10 m a 21 m articulado e há, também, opção para operações em vias segregadas em BRT, com um sistema que recarrega a bateria durante o trajeto. A fábrica, de três pavimentos, tem capacidade para produzir 1,8 mil ônibus/ano, com potencial para, com a adição de um turno, subir em 50% o volume. Também lá são feitos os retrofit de caminhões, em que o motor diesel é substituído por um sistema de propulsão elétrica.

“A cadeia de ônibus elétrico tem potencial para gerar 10 mil empregos nos próximos três anos, podendo crescer para 30 mil empregos.”

Ônibus produzidos pela Eletra já estão circulando em cidades da região do Grande ABC e capitais como São Paulo, Salvador, BA, Vitória, ES, e Curitiba, PR.

Fonte: https://www.autodata.com.br

ANVISA anuncia seu Programa OEA para início de 2024

A ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – anunciou nesta quinta-feira, 25/05, durante o IX Seminário Internacional OEA – Gestão Coordenada de Fronteiras, o Programa OEA Integrado e as Operações de e-Commerce – que até o início de 2024, os fluxos de seu Programa OEA (Operador Econômicos Autorizado) estarão adequados. O anúncio foi feito por Daniel Meirelles Fernandes Pereira, Diretor da quinta Diretoria –  responsável pela Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária e pela Gerência Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados.

Daniel Pereira, que carrega experiência  Agências Reguladoras Federais na área de Transporte e Saúde, enfatizou que “O Programa OEA da ANVISA chegará exatamente para cumprir o papel do PAF (Portos Aeroportos e Fronteiras) em qualificar ainda mais o controle sanitário, sem perder movimento de negócios e das atividades diárias do setor”.

A Agência publicará, até o final do primeiro semestre, uma Consulta Pública sobre sua participação no programa OEA. “A Operacionalização do OEA é muito bem vista por todo o corpo diretivo da ANVISA. O próximo objetivo é apresentar para a Diretoria Colegiada da ANVISA e colocá-lo em Consulta Pública ainda no primeiro semestre de 2023”, acrescentou Pereira.

Após, ocorrerão os processos naturais e os pedidos das empresas de OEA. Os fluxos adequados do novo Programa devem estar prontos no início de 2024. “Já temos ideia do movimento, pois, hoje, 30 a 40 % do volume de importação da ANVISA são de empresas OEA certificadas pelo Programa da Receita Federa do Brasil”, finalizou Pereira.

O SINDASP participou do evento e dos debates, nos dias 24 e 25/05, representado pelo seu Presidente Elson Isayama e os Diretores Antonio Ferreira e Marcelo de Castro.

Fonte: Última Hora SINDASP