Loger Logística inicia nova operação de copacking para multinacional

A Loger Logística – empresa de mais de 15 anos e que se chamava Quality Logística até 2020 – acaba de estabelecer uma nova operação com uma multinacional americana que atua no mercado de pet food para a montagem de uma linha de copacking dentro da estrutura do cliente, localizada no interior de São Paulo.

A atividade de copacking consiste no processo de terceirização do embalamento de produtos. Assim, a Loger atua como copacker e oferece sua mão de obra especializada para deixar os produtos do cliente devidamente embalados e prontos para serem encaminhados para os pontos de venda.

Ricardo Silva, engenheiro de Processos da Loger Logística, explica que o maior desafio da nova operação foi alinhar o entendimento dos volumes do cliente com a expectativa de atendimento do prazo estabelecido. Para isso, a Loger desenvolveu todo o projeto para a execução das atividades, desde a elaboração do layout operacional até o dimensionamento das equipes necessárias.

“Realizamos a cronoanálise e determinamos o takt time, que mostra o ritmo necessário de produção para atender à demanda do cliente, além da análise do processo para chegar à forma mais produtiva de executar as atividades”, conta Silva. “Todo esse trabalho é necessário para que possamos dimensionar os recursos, que envolvem pessoas, equipamentos, ferramentas etc., da forma mais correta possível”.

Ao todo, 36 colaboradores da Loger foram dedicados às operações, que acontecem em três turnos, gerando inclusive contratação de mão de obra local. Todo o processo é gerenciado pelo sistema próprio de gestão da Loger, chamado e-Loger, permitindo o acompanhamento total das atividades por meio de um aplicativo exclusivo.

“Atualmente, o operador logístico conta com mais de 60 clientes e emprega mais de 800 colaboradores. São 30 mil m² de área de armazenagem própria em três centros de distribuição, além de 400 mil m² gerenciados em áreas de clientes, com 120 mil SKUs ativos em 70 operações situadas em 11 estados brasileiros”, atesta Ricardo Silva, engenheiro de Processos da Loger Logística.

TICLOG comemora 40 anos com evento de homenagem aos fundadores

O TICLOG – Terminal Industrial, Cargas e Logística de Campinas – completa quarenta anos de atividades destacando-se como o maior da América Latina no seu segmento.
A data será comemorada na próxima terça-feira, dia 27 de julho, mês em que se comemora o “Dia de São Cristóvão”, Padroeiro dos motoristas.
Com início às 9 horas, a cerimônia simbólica será realizada ao ar livre, na praça central do terminal e com transmissão pelas redes sociais do terminal.
Na programação do evento, atividades de homenagem os fundadores do TICLOG, entre elas a de entrega do Totem – símbolo do terminal. A estrutura metálica de três metros de extensão por três de altura será reinstalada no local, após passar por um processo de restauração.
A história do TICLOG, fundado com o objetivo principal de reduzir o fluxo de veículos pesados nos centros das cidades, também será tema, com a participação de antigos e atuais integrantes da diretoria responsável pela administração do terminal, que abriga hoje mais de 80 empresas dos segmentos industrial e logístico.

Serviço:
Evento: TICLOG – 40 ANOS
Data: Terça-feira, dia 27 de julho
Horário: Das 9h às 11h
Local: Praça central do TICLOG – Rua João Galvão Anderson, 977 – Nova Aparecida, Campinas

Programação:
9h00 – Café da manhã
9h30 – Cerimônia de abertura
10h00 – Homenagem aos fundadores
10h30 -Entrega do Totem
11h00 -Encerramento

Caoa Chery aumenta produção e contrata 130 funcionários em Jacareí

A Caoa Chery contratou 130 funcionários em junho para a produção da fábrica de Jacareí (SP), onde são montados os modelos Tiggo 2, Tiggo 3X, Arrizo 5 e Arrizo 6. O quadro faz parte de movimento de expansão pelo qual passa a produção na unidade, sobretudo após o lançamento do Tiggo 3X, realizado em maio.

À época Marcio Alfonso, CEO da montadora, havia afirmado que a ampliação do quadro por causa do novo modelo deveria ser de 12%, totalizando cerca de 630 funcionários na unidade. Afora a chegada do modelo, motivou também a expansão do quadro a possibilidade de exportar mais a partir de Jacareí.

A informação foi confirmada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região. Procurada por Automotive Business, a montadora, no entanto, não retornou o contato até o fechamento desta reportagem.

Em Jacareí também está sendo testada a produção de uma nova versão do sedã médio Arrizo 6, lançado em junho do ano passado. Já o Arrizo 5, um sedã compacto, tem sido visto com menos frequência na unidade.

Não é a primeira vez no ano que a Caoa Chery expande seus quadros. Em fevereiro anunciou a contratação de 150 funcionários para a fábrica de Anápolis (GO), onde são produzidos os SUVs Tiggo 5X, Tiggo 7 e Tiggo 8. Sob licença, também monta ali os Hyundai ix35, New Tucson, HR e HD 80.

fonte: https://www.automotivebusiness.com.br

Campinas (SP) conclui transferência e recebe produção da Pirelli de Gravataí (RS)

A transferência da produção de pneus da Pirelli de Gravataí (RS) para Campinas (SP) será concluída agora até o final de julho, informou a companhia por meio de comunicado.

Na unidade segue produção de pneus para veículos pesados da Prometeon, com quem a Pirelli dividia a estrutura produtiva desde 2017 com linha de produção de pneus para motocicletas.

A decisão, tomada em 2019, foi fruto de processo de reorganização nas unidades locais promovido pela Pirelli, que manteve ali produção por 43 anos. Segundo o sindicato dos trabalhadores do município, desde a semana passada a unidade passou a fabricar apenas os pneus para caminhões, ônibus e veículos fora de estrada.

A operação em Gravataí passou por recente expansão. No primeiro semestre foram contratados 314 trabalhadores, parte deles ex-funcionários Pirelli. Deste total, 210 funcionários foram admitidos em função do processo de ampliação da produção da Prometeon, motivado pelo aquecimento do mercado de caminhões e ônibus no país.

Houve também expansão na unidade instalada em Santo André (SP). Foram anunciadas 150 contratações para atender ao aumento da demanda de pneus da linha agro e fora de estrada.

Em 2017 o Prometeon Tyre Group comprou a divisão de pneus para veículos pesados e fora de estrada da Pirelli, que era chamada Pirelli Industrial. Com o negócio passou a controlar a produção de quatro fábricas, duas no Brasil, uma no Egito e outra na Turquia e também centros de desenvolvimento de produto. Em Gravataí a empresa produz pneus que levam a marca Pirelli sob licença.

Fonte: https://www.automotivebusiness.com.br/  

 

Pedidos crescem 100% na Unidade de Máquinas das Indústrias Romi

A Indústrias Romi, empresa barbarense do ramo de máquinas e equipamentos, viu a entrada de pedidos da Unidade de Máquinas dobrar no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

O crescimento está ligado, entre outros fatores, ao serviço de locação de máquinas, uma das apostas da empresa para fazer frente à pandemia e que tem rendido bons resultados.

Em nota divulgada à imprensa, a Indústrias Romi avaliou que esse aumento é “reflexo do ambiente muito favorável aos investimentos, da tecnologia embarcada nos nossos produtos e das novas alternativas de negócios, como, por exemplo, a locação de máquinas”.

A evolução das receitas na Unidade de Máquinas teve aumento de 153% no período, desempenho ligado à retomada dos pedidos a partir de junho de 2020 e mais recentemente do mercado externo. Com um controle das despesas operacionais, essa unidade apresentou inclusive expansão da margem operacional.

O desempenho positivo também foi observado em outros braços da empresa. Na Unidade de Fundidos e Usinados, houve crescimento de 63% na entrada de pedidos e de 102% na receita operacional.

A Unidade Burkhardt+Weber atingiu R$80,2 milhões em pedidos este ano, crescimento de 297,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado é reflexo da retomada dos projetos que haviam sido paralisados em virtude da pandemia, segundo a empresa.

Diretor-Presidente da Romi, Luiz Cassiano R. Rosolen destacou que, desde o ano passado, a companhia se preparou com pedidos de matérias-primas e componentes para atender às demandas crescentes. Ele aponta que o resultado é reflexo de um movimento favorável do mercado para investimentos.

“Essa recuperação importante no volume de negócios pode ser notada na entrada de pedidos de Máquinas Romi. O atual nível de juros, assim como o patamar cambial, estimula a indústria nacional e o país em geral a alocar uma maior parcela do capital na economia produtiva, na busca por uma maior produtividade e preservação da competitividade”, disse o empresário.

A carteira de pedidos total da Romi, ao final do segundo trimestre deste ano, apresentou crescimento de 68% em relação ao mesmo período de 2020.

“A Romi está preparada para continuar apoiando seus clientes com produtos de alta tecnologia e com prazos competitivos, adequados às necessidades do mercado”, finalizou Rosolen.