Novelis anuncia investimento em fábrica no interior de São Paulo

A Novelis Inc., líder mundial em laminados e reciclagem de alumínio, anunciou hoje um investimento de R$ 650 milhões na fábrica de Pindamonhangaba, interior de São Paulo. A expansão da principal unidade da Novelis na América do Sul beneficiará os setores de latas de bebidas e especialidades, com o aumento da capacidade de produção de chapas em 100 mil toneladas/ano e da capacidade de reciclagem em 60 mil toneladas/ano. A expansão elevará a capacidade total da fábrica de Pinda para cerca de 680 mil toneladas/ano e a de reciclagem para 450 mil toneladas/ano.

O projeto contará também com a construção de um sistema de captação de água e com a aquisição de uma área de aproximadamente de 380 mil m2 para futuras expansões.

“O investimento para aumentar a capacidade de produção e de reciclagem reforça nosso compromisso com a América do Sul e com os clientes da região”, afirma Steve Fischer, CEO Global da Novelis Inc. “Nosso foco em estabelecer uma fonte adicional de água nos ajuda a entregar nosso propósito de, juntos, criarmos um mundo sustentável”.

A empresa iniciará oficialmente as obras em fevereiro de 2019 com expectativa de conclusão em 2021. O escopo do projeto inclui aumento de capacidade de produção de placas, laminação a quente e reciclagem, além de melhorias complementares. O projeto deve gerar mais de 50 novos empregos.

“A sustentabilidade é a espinha dorsal do nosso modelo de negócio e o projeto de expansão está totalmente alinhado à essa visão”, afirma Tadeu Nardocci, presidente da Novelis América do Sul. “A fábrica de Pindamonhangaba já é o maior centro de reciclagem e laminação de alumínio da América do Sul. Com a expansão, a Novelis reforça seu compromisso com o setor, consolida sua posição de liderança no país e cria oportunidades de desenvolver soluções inovadoras em parceria com os clientes”, ressalta o executivo.

Indústria 4.0: A era da transformação digital e os impactos no Comércio Exterior

Artigo 

Artigo por Aline Valença de Amorim Vitor *

Com a globalização, multinacionais oferecem seus produtos e serviços em vários mercados do mundo e se antes os clientes compravam apenas o que estava disponível no portfólio, hoje os consumidores impõem seus desejos por um maior valor agregado, personalização e uma melhor experiência pós-venda. Além disso, querem a garantia de que práticas ambientalmente sustentáveis foram utilizadas, operações estão em compliance com as leis e políticas da empresa e que os riscos de falhas foram mitigados. A indústria brasileira está inserida neste contexto e para entregar este resultado busca se inserir nas cadeias globais de valor.

Desde a primeira revolução industrial as empresas passaram por readequações e transformações a fim de obter maior produtividade, eficiência nos processos produtivos e redução de custos. No entanto, essa evolução não refletiu na mesma velocidade nas áreas de suporte às operações. Muitos processos manuais que dependem de planilhas, e-mails, telefonemas e informações que ficam soltas, espalhadas em diversos lugares, são comuns até hoje em grandes empresas, demandando um grande esforço operacional. Porém, a era da transformação digital, também chamada de Indústria 4.0, já começou e estamos atravessando um período onde as mudanças são mais dinâmicas e aceleradas e o impacto dessa revolução será em toda cadeia de produção e demais processos envolvidos na empresa.

Considerando os dados disponíveis no MDIC, o volume de exportação cresceu 9,2% em comparação ao ano anterior (2017) e a importação 21,6% (até set/18). Além do crescimento do comércio internacional o que traz a necessidade de maiores controles, os processos envolvem uma série de exigências regulatórias que torna a operação mais sensível e exposta perante o governo.

Interpretar e acompanhar manualmente todas as exigências e mudanças legais relacionadas ao comércio internacional é algo que demanda um grande esforço, considerando que no Brasil, temos em média 33 alterações legais por mês sendo aplicadas no comércio exterior, imagine todo o trabalho para acompanhar essas mudanças e adaptar os processos, este é um dos exemplos em que a aplicação de tecnologia é a solução.

A quarta revolução industrial traz uma integração de diferentes tecnologias, que garante conectividade entre todas as partes envolvidas no processo, bem como a integração entre diferentes sistemas de forma a garantir a consistência das informações e a certeza de que elas estarão disponíveis no tempo certo para a tomada de decisão, garantindo redução de papel, troca excessiva de e-mails e coleta de dados por telefone, além de manter as atualizações legais e evitar riscos de descumprimento de alguma lei ou política. E outro importante benefício dessa evolução é que os profissionais de comércio exterior que antes eram subutilizados com tarefas repetitivas, poderão ser mais analíticos e ter um papel ainda mais decisivo nas tomadas de decisões.

Novas profissões estão surgindo no mercado de trabalho, por conta destas mudanças, os profissionais precisam se capacitar em novas tecnologias e muitas vezes mudar alguns conceitos.  A área de comércio exterior passa a ser uma área estratégica nas companhias, apoiando a competitividade das empresas.

O uso de tecnologias para soluções de gestão de importação e exportação, possibilita automatizar tarefas e gerenciar os processos mais efetivos, além de garantir compliance com as mudanças legais e tributárias, como o exemplo das mudanças relacionadas ao Acordo de Facilitação do governo que tem o intuito de simplificar as operações de comércio exterior e aumentar o comércio internacional, onde podemos citar o Portal Único de Comércio Exterior que trouxe a DUE (Declaração única de exportação) e LPCO (Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos a Exportação) e agora a DUIMP (Declaração única de importação).

A utilização de regimes aduaneiros especiais, como RECOF, RECOF-SPED e Drawback, passa ser uma estratégia chave para a garantia de competitividade, pois possibilita obter incentivos diretos nas exportações que ajudam as empresas a ser mais competitivas no mercado externo. Mas, para a gestão desses regimes surge a necessidade de um controle eficiente de fluxo de caixa e das operações como um todo, tornando a tecnologia uma aliada para garantir o compliance e também uma alternativa para sair da crise interna.

Um dos grandes avanços da revolução 4.0 é a adoção da computação na nuvem (Cloud) nesses processos, que vem democratizando o acesso e velocidade de implementação de novas aplicações, já que grandes investimentos internos em hardware, software e infraestrutura já não são mais necessários. Antes a nuvem era vista como um risco de segurança, mas hoje o investimento em segurança aplicado por empresas especializadas e data centers, mostram que podem ser muito mais seguros que o modelo tradicional, além de oferecer um leque de outras tecnologias, como big data & analytics, inteligência artifical, etc, como parte do seu portfólio de soluções. Assim o investimento em TI pode ser mais focado naquilo que pode realmente transformar o negócio.

Aplicações para gestão de comércio exterior, incluindo inteligência artificial para determinação de classificação fiscal de produtos pode auxiliar empresas a reduzir o tempo gasto em atividades de classificação, além de garantir o compliance, evitar riscos de multas e outras penalidades.

Outra tecnologia como big data, permite as empresas a validação da reputação dos parceiros de negócio comerciais (clientes e fornecedores), por meio da qualidade de fontes de informações de empresas e indivíduos.

Diante dessas transformações que a Indústria 4.0 está trazendo para o mercado, este é o momento das empresas reverem os processos e se adequar a essa nova realidade, a fim de identificar pontos que precisam ser ajustados, automatizados e buscar soluções, que garantam eficiência, compliance e principalmente ajudam a mater a competitividade em um mercado tão dinâmico, pois outras empresas já estão a frente dessas mudanças e em um curto espaço de tempo as empresas que não se adequarem poderão perder espaço no mercado e as novas oportunidades que estão por vir.

*Aline Valença de Amorim Vitor
Solution Especialist
Thomson Reuters – Brasil

Embraer foi a grande vencedora e destaque da noite de premiação em Viracopos

Referência no Comércio Exterior Brasileiro, a EMBRAER tem sido convidada para operacionalizar todos os projetos-piloto do Governo Federal, neste setor. Em Viracopos, essa supremacia se materializou com a quantidade de conquistas na noite festiva, com 04 troféus.

“Reconhecer o bom trabalho das empresas é um incentivo fundamental para melhorar a cada dia o setor de cargas no aeroporto e aperfeiçoar toda a cadeia logística. Dentro desta proposta, o Prêmio Viracopos Excelência Logística visa estimular o desempenho das empresas que atuam no comércio exterior, promovendo a melhoria contínua de suas atividades”, disse o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich, sobre o evento.

Na foto, momento em que Gustavo Müssnich entrega uma das premiações para Claudenir Pelegrina, diretor de logística da EMBRAR, no flagrante do fotógrafo Ricardo Lima/Viracopos.

Receita Federal e Governo do Estado estarão em Atibaia (SP), na próxima terça-feira, 13/11, com palestras

“Fórum Atibaia de Comércio Exterior e Logística” reunirá profissionais e executivos do setor, no Alegro Hotel, às margens da Rodovia D. Pedro

 

O interior de São Paulo será palco de grandes debates sobre o comércio exterior e a logística na próxima terça-feira, dia 13 de novembro. Atibaia se encontra em posição estratégica. A cidade está distante 60 quilômetros de São Paulo, Campinas e Guarulhos e a 90 quilômetros de São José dos Campos. É cortada por importantes rodovias do Brasil – a Fernão Dias e a Dom Pedro I – e está a menos de 100 quilômetros das rodovias dos Bandeirantes, Anhanguera e Dutra. A cidade está próxima ainda dos aeroportos internacionais de Guarulhos (68 km) e Viracopos (82 km).

O Fórum Atibaia de Comércio Exterior e Logística trará grandes nomes para debater o setor para toda a Região. Além do reconhecido potencial produtor agrícola, com flores e morango, a cidade também tem se destacado pela atração de investimentos e pela implantação de indústrias e serviços na cidade. As 700 indústrias instaladas no local respondem por 1/3 do PIB do Município: R$ 5 bilhões. Grandes condomínios logísticos completam as opções para a cadeia na Região.

 

CENÁRIO 2019 – Para o Fórum são aguardados renomados nomes para discutir temas relevantes, como as novidades da Receita Federal para o Projeto OEA (Operador Econômico Autorizado), com a presença Cesar Bueno, Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil. Novidades sobre a DU-IMP e Cases de Sucesso completam os debates.

Às 1430h, um dos destaques: um SUPER PAINEL DE ENCERRAMENTO: “Atração de investimentos, desenvolvimento de negócios e promoção de exportações – Cenário 2019: expectativa para o Comércio Exterior Brasileiro”

                                

Palestrante 1: Paulo Brusqui – Economista e Coordenador do Programa de Exportação da Investe SP – Governo do Estado de São Paulo – “Atração de investimentos, desenvolvimento de negócios e promoção de exportações”

– Palestrante 2: Ângela Santos – Consultora Sênior de Comércio Exterior – Thomson Reuters – “Cenário 2019: expectativa para o Comércio Exterior Brasileiro”

O evento tem a assinatura da “GPA+ Comunicação” e o Apoio da Prefeitura de Atibaia, da Associação Comercial e Industrial (ACIA). As marcas de valor que assinam o evento são: SINDASP (Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo), AB&B, Atuali Comex, EGA Solutions, UNIFAAT e Aurora EADI.

O evento acontece nas modernas instalações do ALEGRO HOTEL (FOTO), ás margens da Rodovia D. Pedro. A entrada é franca e o estacionamento gratuito, porém as vagas são limitadas.

Mais informações: (19) 99299-1987

Inscrições por e-mail: mkt@gpamais.com.br

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Atibaia é uma das melhores cidades do Brasil para investimento

Pelo terceiro ano seguido, município entra no ranking TOP 100 da Revista Exame.

Pelo terceiro ano consecutivo a cidade está entre os melhores do país para investir em negócios, conforme ranking divulgado pela Revista Exame no último dia 25 de outubro.

Com base em estudo feito pela consultoria Urban Systems, especializada em inteligência de mercado, o periódico identificou as cidades acima de 100 mil habitantes com as condições mais propícias para investir, empreender e negociar. Com nota 10,59, Atibaia obteve a maior pontuação desde que ingressou no ranking, no ano de 2016.

Segundo o levantamento da Exame/Urban Systems, as cidades mais promissoras se concentram nas regiões Sudeste (55 localidades) e Sul do país, que representam 80% do ranking e surgem nas dez primeiras posições. Vitória (ES), com 13,80 pontos, foi a cidade mais bem avaliada em 2018.

Atibaia apresentou novo crescimento na pontuação, que foi de 7,89 em 2016 para 9,26 ano passado e 10,59 este ano, maior nota já obtida pela cidade.

O Ranking das Melhores Cidades para Fazer Negócios é um levantamento produzido anualmente pela Urban Systems para a Revista Exame. Ele acontece desde 2014, portanto esta é a quinta edição do estudo, cujo objetivo é analisar o potencial de desenvolvimento econômico das cidades, reunindo aquelas com as melhores oportunidades para se investir.