Confira os horários das operações de carga em Guarulhos e Viracopos no feriado de Carnaval

Programe sua liberação de acordo com a escala da ABV, GRU Airport, Sindasp, Receita Federal, IBAMA, ANVISA e MAPA.

Confira  o Horário de expediente do Feriado Carnaval, nos dois principais centros cargueiros aéreos do Brasil: Guarulhos e Viracopos (FOTO)

AEROPORTO DE GUARULHOS

RECEITA FEDERAL: Não haverá expediente nos dias 12 e 13/02
14/02 – Atendimento a partir das 14h00

ANVISA: Não haverá expediente nos dias 12 e 13/02
14/02 – Atendimento a partir das 14h00

MAPA: Plantão nos dias 12 e 13/02
14/02 – Atendimento a partir das 14h00

IBAMA: Plantão nos dias 12 e 13/02
14/02 – Atendimento a partir das 14h00

GRU AIRPORT:  Atendimento no setor liberação no dia 12/02
Plantão no dia 13/02 e 14/02 atendimento setor liberação.

AEROPORTO DE VIRACOPOS

RECEITA FEDERAL: Plantão nos dias 12 e 13/02
14/02 – Atendimento a partir das 14h00

ANVISA: Não haverá expediente nos dias 12 e 13/02
14/02 – Atendimento a partir das 14h00

MAPA: Plantão nos dias 12, 13 e 14/02 (agendamentos de cargas vivas e perecíveis)

IBAMA: Não haverá expediente nos dias 12, 13 e 14/02

Aeroportos Brasil Viracopos: Plantão nos dias 12 e 13/02
14/02 – Atendimento a partir das 14h00

A divulgação desse estudo foi feito pelo SINDASP (Sindicato dos despachantes Aduaneiros de São Paulo) que também divulgou sua programação para o feriado prolongado.

SINDASP

Sede – Avenida Paulista
Não haverá expediente nos dias 12 e 13/02
14/02 – Expediente a partir das 13h00

Guarulhos
12/02 – Plantão Sala Térreo
13/02 – Não haverá expediente
14/02 – Expediente normal na sala térreo

Campinas
12/02 – Plantão
13/02 – Não haverá expediente
14/02 – Expediente normal

Fonte: SINDASP

Qualcomm e USI assinam joint venture para fábrica de semicondutores em SP

A Qualcomm Technologies Inc., uma subsidiária da Qualcomm Incorporated, e a Universal Scientific Industrial (Shanghai) Co., Ltd. (USI), uma subsidiária da Advanced Semiconductor Engineering, Inc. (ASE), assinaram nesta segunda-feira, 5 de fevereiro, no Palácio dos Bandeirantes um acordo para a formação de uma joint venture.

A parceria tem o objetivo de construir, no Estado de São Paulo, uma fábrica de semicondutores dedicada a concepção, desenvolvimento e fabricação de módulos de componentes para smartphones e dispositivos de IoT no Brasil. O projeto envolve investimentos de cerca de R$ 600 milhões e a criação de 800 postos de trabalho. A previsão é de que a planta comece a operar em 2020.

O acordo assinado formaliza o memorando de entendimentos assinado pelas duas companhias em março de 2017 com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) e a Investe São Paulo, representando o governo do estado de São Paulo.

“Conseguimos reunir governos estadual e federal para criar um cenário bastante propício para o desenvolvimento da indústria de semicondutores no País”, afirmou o presidente da Qualcomm para a América Latina, Rafael Steinhauser. “Temos a oportunidade de alavancar o setor e criar produtos de mais valor agregado para serem utilizados com a internet das coisas”, explicou.

Construindo a partir do legado e da liderança de indústria das tecnologias da Qualcomm®, o produto principal da joint venture será uma linha de módulos system in package com chipsets Qualcomm®, que incluirá em apenas um componente frequências de rádio e componentes digitais para smartphones e dispositivos de IoT (sigla em inglês para internet das coisas). Esses produtos são desenvolvidos para simplificar dramaticamente os processos de engenharia e fabricação, além de poupar custos e tempo de OEMs e fabricantes de equipamentos.  Desenvolver os componentes no Brasil pode também permitir a redução do déficit de importação de circuitos integrados ao expandir e diversificar a produção brasileira de semicondutores.

“As plataformas e soluções da Qualcomm continuam apoiando e acelerando a indústria móvel”, afirma Cristiano Amon, presidente da Qualcomm Incorporated. “A colaboração entre a Qualcomm e a USI tem como objetivo desenvolver as melhores soluções para smartphones e plataformas para sistemas de IoT, oferecendo a conectividade, segurança e acessibilidade que seus clientes precisam para criarem produtos inovadores e melhorarem a experiência do usuário”.

“A USI tem estado à frente em tecnologias de miniaturização há mais de 15 anos. Nossas conquistas e experiência nos tornam o colaborador ideal para produzir módulos multicomponentes altamente integrados para smartphones e dispositivos IoT”, comenta C.Y. Wei, presidente da USI. “A economia brasileira é a maior da América Latina e representa um grande potencial de crescimento para módulos integrados. A USI utilizará a competência tecnológica de nossa companhia, ASE, para ajudar a construir um setor de semicondutores no Brasil e na América Latina.. Estamos felizes por participar desta joint venture que pode aumentar o número de empregos locais nos próximos cinco anos”.

“A formação desta joint venture por empresas de relevância mundial representa um passo importante para a inserção do Brasil na cadeia global de semicondutores, acelerando o desenvolvimento de produtos de alta tecnologia e criando competências importantes em nosso país”, disse o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.

EMS eleva aposta em internacionalização e foca na francesa Sanofi

Maior farmacêutica do Brasil, a EMS elevou a aposta para se consolidar como multinacional de origem brasileira e avançar na Europa. Cerca de três meses depois de comprar o laboratório sérvio Galenika, a empresa do grupo NC, controlado pela família Sanchez, fez uma oferta pela unidade europeia de medicamentos genéricos da francesa Sanofi. A operação pode chegar a US$ 2,4 bilhões.

Com a potencial aquisição, a EMS ganharia musculatura no Leste Europeu, onde chegou com a compra da Galenika e a unidade da Sanofi, a Zentiva, tem forte atuação. A farmacêutica brasileira estabeleceu sua primeira base fabril fora do país a partir da aquisição do laboratório, o terceiro maior da Sérvia, e garantiu presença importante em mercados dos Balcãs e Leste Europeu. “A EMS se tornaria uma multinacional de fato”, avalia um executivo do setor.

Fundada na República Tcheca, a Zentiva passou às mãos da Sanofi em 2008, em transação que avaliou o ativo em US$ 2,6 bilhões. No processo atual de venda, o valor atribuído de US$ 2,4 bilhões corresponderia a cerca de 12 vezes o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), estimado em US$ 200 milhões. Para efeito de comparação, a EMS teve receita líquida de R$ 2,92 bilhões em 2016, com Ebitda de R$ 485 milhões.

Em nove meses até setembro, as vendas líquidas do negócio de genéricos da Sanofi, incluindo todas as regiões, alcançou € 1,34 bilhão, uma parcela pequena das vendas líquidas totais de € 26,36 bilhões da farmacêutica. Especificamente no terceiro trimestre, as vendas da área caíram 0,9%, a € 433 milhões, pressionadas pela queda de 7,1% na Europa, para € 183 milhões.

A Zentiva foi colocada à venda no fim de 2015 e, além de fundos de investimento e da EMS, atraiu a indiana Torrent, que também teria apresentado uma proposta, segundo a agência de notícias Reuters. A expectativa é a de que o negócio seja concluído ainda no primeiro semestre.

O Valor apurou que a EMS tem olhado oportunidades no mercado de genéricos fora do país e direcionou a atenção ao mercado europeu após a aquisição da Galenika, em novembro, mediante investimentos de € 46,5 milhões. O tamanho da nova aquisição, porém, pode alavancar a farmacêutica, na avaliação de fontes da indústria.

No fim de 2016, a alavancagem financeira do laboratório estava em apenas 0,2 vez (pela relação entre dívida líquida e Ebitda), segundo cálculo do BTG Pactual. Mas poderia chegar a 7 vezes com a eventual compra na Europa, segundo uma fonte do setor. Diante disso, a percepção é a de que a EMS poderia fechar o negócio em parceria com um investidor financeiro.

No fim de novembro, a equipe de análise do BTG dedicou um extenso relatório à EMS, intitulado “Um líder de uma indústria com sólidos fundamentos”. O banco destacou o “histórico de manutenção de uma sólida estrutura de capital”, suportada pela forte geração de caixa. O prazo médio da dívida de cinco anos é visto como confortável e a necessidade de investimentos para os próximos anos era baixa.

Além disso, a geração de caixa, escreveram os analistas Matheus Chermauth e Beatriz Watanabe, “sustentou altos níveis de pagamento de dividendos sem alavancar a estrutura de capital – nos últimos três anos, a companhia distribuiu em média R$ 247 milhões por ano (cerca de 93% do lucro)”.

Com a potencial aquisição, a EMS acelera sua estratégia de internacionalização, que ganhou força a partir de 2013 com a constituição de uma empresa de inovação radical nos Estados Unidos, a Brace Pharma. Desde 2006, a empresa tem um acordo técnico-científico com o laboratório de pesquisa italiano MonteResearch.

Para executivos da indústria, farmacêutica faz sentido a líder no mercado brasileiro buscar outras regiões, num momento em que há cada vez menos novas moléculas a serem exploradas pelas fabricantes de genéricos. “Esse é um negócio medido por unidades, escala. É preciso ter tamanho. Mas o mercado europeu é diferente do brasileiro, com competidores bem maiores”, afirma uma fonte.

A israelense Teva e a Sandoz, do grupo Novartis, são grandes competidores naquele mercado.

Procurada, a Sanofi informou, em nota, que “recebeu diferentes manifestações de interesse pela aquisição do negócio de genéricos no mercado europeu”, mas não fará comentários adicionais. A EMS também informou que não vai comentar o assunto.

Com informações: Valor Econômico

Região de Campinas e Jundiaí contam com nova opção ferroviária ligando ao Porto de Santos

Em dezembro, as regiões de Jundiaí e Campinas passaram a contar com uma nova solução para exportações, importações e logística doméstica via ferrovia até o porto de Santos. Operado pela Contrail Logística, em uma área de 75 mil metros quadrados, o Terminal Intermodal de Jundiaí foi construído junto à linha férrea da MRS e terá capacidade para movimentar 70 mil TEU por ano.

O terminal está localizado em uma das regiões mais industrializadas do país: a 30 quilômetros de Campinas e a 50 quilômetros de São Paulo.  Além da possibilidade de receber e enviar cargas pelas rodovias dos Bandeirantes e Anhanguera, o terminal se conecta diretamente a uma das ferrovias mais produtivas do mundo, com uma malha de 150 quilômetros até o porto de Santos e 480 quilômetros até os portos do Rio de Janeiro. A ferrovia oferece baixo custo, previsibilidade, acesso sem filas ao porto, segurança operacional e da carga, o que reduz os custos com seguros. Além disso, o transporte ferroviário tem baixo impacto ambiental, já que uma composição ferroviária com 21 vagões transporta o equivalente a 42 caminhões.

O terminal também reduz custos dos clientes com armazenagem de cargas, uma vez que os contêineres podem ficar na área da Contrail, liberando espaço nos estoques das indústrias. O empreendimento pode beneficiar especialmente empresas do segmento de tecnologia e eletrônicos, que têm fábricas na Zona Franca de Manaus e utilizam o serviço de cabotagem para distribuir seus produtos na região de maior consumo, a Grande São Paulo. Outras indústrias que podem ter ganhos logísticos são as que utilizam insumos importados, aproveitando o fluxo de retorno dos trens.

Qualquer tipo de carga pode ser transportada pelos trens: desde commodities agrícolas até produtos com médio e alto valores agregados. Dentro do contêiner, a carga pode passar pela rodovia, ferrovia e marítimo de uma forma bem prática. A Contrail vai operar toda a gestão do transporte feito por meio do terminal, desde o porto até a porta do cliente. E ao longo de 2018, o terminal também deve operar com cargas com origem ou destino no Rio de Janeiro, por meio da malha ferroviária da MRS. “Acreditamos que o transporte multimodal é a solução logística mais eficiente e sustentável e a melhor escolha nas operações envolvendo o porto de Santos”, diz Rodrigo Paixão, CEO da Contrail.

No modelo de atendimento da Contrail, a companhia faz a gestão entre todos os stakeholders: terminais portuários, concessionária ferroviária, operação do terminal intermodal de Jundiaí e o transporte rodoviário do terminal até a porta do cliente.

“Nosso serviço é de ‘porto a porta’ e o cliente não precisa contratar nenhum outro fornecedor para efetuar o transporte entre sua planta e o porto de Santos. Nós fazemos todo esse atendimento”, completa Paixão.

A movimentação de cargas por ferrovia no porto de Santos tem crescido significativamente: de um total de 15,1 milhões de toneladas em 2008 para 113 milhões de toneladas em 2016 (entre importação e exportação). Atualmente, a participação do modal ferroviário neste porto é 27% do volume total movimentado e deve chegar a 40% nos próximos dez anos. No primeiro semestre de 2017, o volume das ferro do porto de Santos no sentido do interior vias no porto santista cresceu 14%, no comparativo com mesmo período do ano passado. E a movimentação de contêineres é a que mais vem aumentando. Na MRS, esta modalidade deu um salto de 64% nos últimos três anos, totalizando 79 mil TEU em 2016. Neste ano, a movimentação total deve chegar a 85 mil TEU.

Este resultado é fruto dos investimentos contínuos em duplicações, melhorias na via férrea, novos terminais e desenvolvimento de material rodante. A MRS investiu R$ 450 milhões, nos últimos cinco anos, em projetos como a Segregação Leste, aquisição de locomotivas especiais para a transposição da Serra do Mar, a duplicação do trecho do Perequê a Santos, a ampliação do pátio de Santos, entre outros projetos estruturantes para a Baixada Santista.

O terminal conta com uma área total de 75 mil metros quadrados de pátio, totalmente cercado com muro e concertina. O espaço conta com um desvio ferroviário de 450 metros, que comporta a operação com trens de até 21 vagões, que transportam até 84 TEU. Também foi construída uma pista de desaceleração, que além de aumentar a segurança do trânsito na via publica reduz o impacto ao trânsito local. A área ainda conta com sistema de combate a incêndios, controle de acesso, segurança e monitoramento por circuito fechado de TV.

A primeira operação do terminal multimodal será com a LG Electronics em que a Contrail irá operar com o fluxo do porto de Santos até a unidade da GE, em Cajamar, interior de São Paulo.

“Esse é mais um investimento da empresa que beneficia o Mato Grosso do Sul e fortalece o corredor logístico do Centro-Oeste, fundamental para o crescimento das empresas que atuam na região”, afirma o presidente da Fibria, Marcelo Castelli.

O terminal intermodal possui 7,8 mil metros quadrados de área construída e compreende escritório, armazém com capacidade para estocar 16,7 mil toneladas de celulose, oficina de empilhadeiras e plataformas de embarque da celulose. Para operar o terminal, foram criados 235 postos de trabalho, entre diretos e indiretos, considerando todo ciclo da operação do terminal. Para o escoamento da celulose da Fibria foram adquiridas 21locomotivas do modelo AC44i fabricadas pela General Electric (GE), consideradas as mais modernas do mercado e que garantem eficiência operacional, preservação ambiental e produtividade.

O pátio do terminal de Aparecida do Taboado também apresenta outro diferencial. Concebido de forma estratégica, esse espaço se destaca por sua excelência operacional, visto que opera no sistema contínuo de carregamento em pêra, ou seja, as composições entram no terminal e executam todas as operações sem a necessidade de desmembrar ou manobrar o trem. Com o início das operações da sua segunda linha de produção de celulose em Três Lagoas, em agosto, a Fibria planeja produzir neste ano 377 mil toneladas de celulose destinadas ao mercado externo. Para 2018, a previsão é de que o volume de produção atinja 1,75 milhão de toneladas de celulose por ano, passando para 1,85 milhões em 2019.

Com informações: Transporte Moderno

Boeing entrega à Turkish Airlines cargueiro 777 Freighter

O primeiro cargueiro Boeing 777 Freighter entregue à linha aérea turca tem longo alcance, de 9.070 quilômetros, e transporta 112 toneladas de carga.

A fabricante de aviões comerciais Boeing e a Turkish Airlines comemoraram a entrega do primeiro cargueiro 777 Freighter para a companhia aérea da Turquia. Este é o primeiro dos 777 Freighter encomendados pela Turkish Airlines para este ano.

“A entrega do nosso primeiro 777 Freighter é um marco em nosso negócio de carga”, afirma M. lker Ayci, presidente do Conselho e da Comissão Executiva da Turkish Airlines. “Como uma divisão proeminente da Turkish Airlines, a Turkish Cargo aumentou seus destinos de transporte de carga atendidos de 55 para 73 desde o início deste ano, atingindo o volume de aproximadamente 1 milhão de toneladas de carga, com aumento de mais de 29% em relação ao mesmo período do ano passado. É, sem dúvida, um fato notável. Estamos seguros de que esta entrega agregará valor para o contínuo crescimento de nossas operações de carga e ainda permitirá que a nossa unidade, líder de mercado, possa competir, expandire alcançar curtos e longos destinos desde o nosso hub em Istambul.”

“Estamos orgulhosos em entregar o 777 Freighter para a Turkish Airlines”, destaca Marty Bentrott, vice-presidente sênior de Vendas da Boeing do Oriente Médio, Turquia, Rússia, Ásia Central e África. “O alcance desta aeronave, combinado com a sua capacidade de carga, faz com que este avião permita à Turkish Airlines crescer de forma sustentável com o seu serviço de carga global.”

O 777 Freighter, bimotor de maior alcance do mundo, é baseado na tecnologia avançada do avião de passageiros 777-200LR (Longer Range) e pode voar 4.900  milhas náuticas (9.070 quilômetros) com uma carga útil completa de 112 toneladas.

Com sede em Istambul, a Turkish Airlines é uma das companhias aéreas de crescimento mais rápido e sustentável do mundo. Transporta mais de 60 milhões de passageiros por ano, com voos diretos para 300 destinos em 120 voo doméstico em 1933 e o primeiro voo internacional em 1947. A Turkish Airlines foi fundada em 1933, com uma frota de cinco aviões, que transportavam um total de 28 passageiros.

Hoje possui 329 aeronaves em operação. Com 170 aviões sob encomenda e ainda os que estão em período de locação que termina no final de 2023, a frota da companhia, incluindo os modelos cargo, deverá chegar a um total de 500 aeronaves, o que é um objetivo importante da Visão 2023 da República Turca (projeto de desenvolvimento da economia turca) e que coincidirá ainda com o seu centésimo aniversário naquele ano.