Certificação garante continuidade e ampliações das operações da maior aeronave cargueira em atividade no Brasil em Petrolina (PE)

Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (21/9) a emissão, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), da certificação operacional do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE).
A certificação atesta a capacidade operacional do terminal e seu funcionamento de acordo com os ditames de segurança e excelência estabelecidos pelos órgãos da aviação civil nacional e internacional.

A publicação do documento também viabiliza em Petrolina a continuidade e ampliações das operações da maior aeronave cargueira em atividade no Brasil, o B746-800, utilizado pela empresa Cargolux em sua frequência cargueira regular no terminal.

Este novo contexto poderá, no médio e longo prazo, estimular o aumento dos números de exportação de frutas como manga, mamão papaya, uva e outros produtos agrícolas da região, aquecendo a economia no submédio do São do Francisco em Pernambuco.

De acordo com o superintendente Moysés Barbosa da Silva Filho, esse é um passo importante para consolidar a força do Vale do São Francisco. “Estamos muito satisfeitos com a certificação. Houve um esforço de toda equipe da Infraero em parceria com a Anac para obter esse atestado”, afirma Moysés.

Ainda segundo o superintendente, estão previstos para o pico da safra – período que começa na primeira quinzena de outubro e vai até a primeira quinzena de dezembro – seis novas operações. “Fizemos um esforço grande para finalizarmos a certificação antes da alta temporada e conseguimos. Agora vamos trabalhar para viabilizar o transporte de toda a mercadoria”, concluiu o superintendente.

Planta da Hyundai em Piracicaba reduz 20% na produção do HB20 com início das atividades com o crossover Creta. Três turnos permanecem em pleno vapor

A Hyundai comemorou esta semana os cinco anos do início da produção do HB20 no território brasileiro. O hatch compacto é fabricado na planta da empresa sul-coreana em Piracicaba (SP) desde setembro de 2015 e já superou o volume de 800 mil unidades, que abasteceram o mercado nacional e também o Paraguai e o Uruguai.

O primeiro ano de produção do Hyundai HB20 contou com dois turnos e uma capacidade anual de 150 mil unidades. Um ano depois, a unidade fabril ganhou o terceiro turno, aumentando a capacidade de produção para 180 mil exemplares/anos. Desde então, o local segue com a produção em três turnos.

Nesses cinco anos, a planta de Piracicaba permaneceu operando sempre com cerca de 90% da sua capacidade, sem paradas ou redução do quadro de funcionários. Devido a isso, a Hyundai conseguiu alcançar a marca de 500 mil unidades fabricadas em agosto de 2015.

“O HB20 revolucionou o segmento de carros compactos no País ao oferecer níveis de qualidade, design e conforto muito acima do praticado cinco anos atrás, além da exclusiva garantia de cinco anos. A ótima recepção do consumidor brasileiro e o sucesso de vendas vieram instantaneamente e contribuíram para manter a produção bem próxima da capacidade total, levando a marca Hyundai a se posicionar entre as líderes nacionais”, diz Cassio Pagliarini, diretor de Marketing da Hyundai Motor Brasil.

Segundo dados da Anfavea, a Hyundai produziu 26.003 exemplares do HB20 entre setembro e dezembro de 2012. No primeiro ano completo de produção, de janeiro a dezembro de 2013, foram 166.269 unidades fabricadas, o que inclui os modelos HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Em 2014, esse volume saltou para 173.843 modelos. Já em 2015, foram 165.934 carros (com a chegada do HB20 R spec) e 147.228 em 2016.

Neste ano, a planta de Piracicaba começou a produzir o crossover compacto Creta. Com isso, os volumes disponíveis para a linha HB20 foram reduzidos em cerca de 20%, destinados ao utilitário-esportivo.

Com informações: Automotive Business

16º Happy Comex será na Movimat/Fenatran

expo1Tradicional Clube de Networking acontece no “Lounge Premium Club”, 18 de outubro, no São Paulo EXPO (foto) 

Mais uma edição do tradicional Clube de Networking Happy Comex está pronta para ser entregue. Repetindo o sucesso do ano passado, o encontro do segundo semestre será realizado em parceria com a Reed Exibithion, realizadora da Feira Movimat, que este ano acontece simultaneamente com a 21º FENATRAN – Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas, no São Paulo EXPO – Imigrantes (foto).

“A 16ª edição, dentro deste evento internacional, além de repercurtir de forma notável, também possibilitará que os importadores e exportadores de São Paulo conheçam o happy hour que vem atraindo atenções do mercado brasileiro e participantes do forte interior paulista, destaca Nilo Peralta, diretor da GPA+, organizadora do encontro.

O Happy Comex tem o apoio do CIESP Campinas e a 16ª edição conta com o Patrocínio da ELOG e do SINDASP. Um ônibus executivo estará à disposição dos convidados do interior para visita à feira e participaR Do Happy Comex, no trajeto Campinas x SP x Campinas.

Em março de 2018 o encontro semestral Happy Comex retorna ao seu palco original em Campinas, no interior de São Paulo. 

FichaTécnica

16º Happy Comex
Local: “Lounge Premium Club”, na entrada do credenciamento Feira Movimat (São Paulo EXPO – IMIGRANTES

Dia 18 de outubro 2017
Horário: das 18h às 21h

*UM ÔNIBUS EXECUTIVO ESTARÁ À DISPOSIÇÃO DOS CONVIDADOS DO INTERIOR PARA VISITA À FEIRA E PARTICIPAR DO HAPPY COMEX, NO TRAJETO CAMPINAS x SP x CAMPINAS.
Reservas e Informações: (19) 3383-3555 ou (19) 9 9299-1987

Certificação OEA para Despachantes Aduaneiros será conduzida no âmbito da FEADUANEIROS

presidente capaConquista de aplicar o processo de certificação através de “Cursos de Qualificação Profissional” contou com o apoio do SINDASP e já vigora a partir da próxima avaliação, prevista para março de 2018

A FEADUANEIROS – Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros – está próxima de firmar convênio com a Receita Federal (RFB) para reimplantar os “Cursos de Qualificação Profissional para Despachantes Aduaneiros e Ajudantes”, cujas avaliações substituem o exame de qualificação técnica, hoje realizado pela ESAF – Escola Superior de Administração Fazendária – para a certificação OEA(Operador Econômico Autorizado).

A FEADUANEIROS e RFB – através da Subsecretaria de Aduana e Relações Internacionais – estão finalizando as tratativas para firmar o convênio que retoma esses cursos, visando oferecer uma padronização básica técnica e atualização de conteúdos, considerados como essenciais para a prática e o desenvolvimento de suas atividades, complementando e reforçando sua formação profissional.

Em uma das reuniões realizadas em Brasília-DF (foto), ficou definido que o projeto contemple a RFB como responsável pela coordenação institucional e pedagógica dos cursos, cujo trabalho de definições das regras e conteúdos serão feitos em conjunto com a FEADUNEIROS, que caberá, também, assumir a administração, a realização e a promoção dos cursos, com o apoio técnico logístico de seus Sindicatos Regionais.

O anúncio foi feito pelas entidades que representam os Despachantes Aduaneiros, após a reunião realizada no final de julho, em Brasília (DF), junto ao O Subsecretário de Aduana e Relações Internacionais, Dr. Ronaldo Lázaro Medina, o Subsecretário de Fiscalização, Dr. Iágaro Martins e o Coordenador da COANA, Dr. Jackson Corbari, que foram os anfitriões da audiência realizada na Secretaria da Receita Federal, na capital federal. Representantes do SINDASP, presentes no encontro, Marcos Farneze(presidente), Valdir Santos(diretor) e Daniel Mansano(FEADUANEIROS).

Estão previstos dois cursos: um para Despachantes Aduaneiros, que buscam a habilitação para OEA e outro, para Ajudantes, que visa a habilitação para Despachante Aduaneiro, cujas provas substituirão a exigência do Exame de Qualificação Técnica, hoje realizado pela ESAF.

Estes cursos serão optativos, não obrigatórios, justificando a permanência do Exame de Qualificação Técnica para quem optar por não fazê-los.

A modalidade definida para a realização dos cursos será pelo método de Ensino a Distância (EaD) para que possam cumprir as suas missões de estarem disponíveis para todos os profissionais Despachantes Aduaneiros e Ajudantes, em todo o território nacional, tendo sua implantação prevista para março de 2018.

Temer nega que decreto dos portos tenha beneficiado Rodrimar

rodrimar finalEm manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa do presidente Michel Temer afirmou que ele não cometeu qualquer irregularidade em relação ao Decreto dos Portos, que é o tema da apuração pedida pela Procuradoria. O caso é investigado em um novo inquérito na Corte instaurado nesta semana por decisão do ministro Luís Roberto Barroso, que atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo o advogado Antônio Carlos Mariz de Oliveira, que representa o presidente, Temer disse ao ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) que assinaria o decreto em poucos dias, mas “não possui conhecimento” se essa informação foi repassada a terceiros. “Antes da publicação do referido decreto houve amplo debate com o setor portuário e todos os dados são públicos e notórios, não comportando qualquer sigilo ou informação privilegiada no que tange às negociações”, disse, ainda, a defesa. Mariz diz que as alegações são “falaciosas e descabidas” e que ficou sabendo das conversas entre Loures e representantes da Rodrimar por meio da imprensa. “Tal acusação não merece prosperar pelo simples fato de que o decreto não beneficiou, em qualquer escala, a empresa Rodrimar” (FOTO).

 

O advogado argumenta que o decreto só valia para concessões iniciadas após 1993, o que não seria o caso da Rodrimar. “Portanto, mostra-se que as alegações estão contaminadas por inverdades e distorções maliciosas da realidade, visando o enfraquecimento de seu governo, a instabilidade das instituições e a própria sociedade brasileira”, conclui a defesa de Temer.

 

Planalto reage – O Palácio do Planalto afirmou, por meio de nota, na noite desta terça, que o presidente Michel Temer não teve interferência no debate envolvendo a regulamentação da exploração do setor portuário, cujo decreto, envolvido em suspeitas de irregularidades, motivou a autorização de abertura de inquérito contra o presidente nesta semana pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo o Palácio do Planalto, Temer acatou aconselhamentos técnicos, sem que houvesse “qualquer tipo de pressão política que turvasse todo esse processo”. “Ao final de inquérito autorizado hoje pelo ministro do STF Luis Roberto Barroso, ficará provado que o presidente não tem nenhum envolvimento em qualquer t tipo de irregularidade em relação ao decreto dos portos, como já ficou provado em outras apurações mencionando este setor”, afirmou a assessoria da Presidência na nota. Ainda conforme o Palácio do Planalto, o decreto que regulamentou a exploração de portos foi debatido amplamente por grupo de trabalho constituído pelo Ministério dos Transportes.

 

“Os documentos produzidos ao longo de 90 dias de trabalho são públicos, incluído gravações oficiais dos áudios das reuniões”, afirmou, ainda, a assessoria da Presidência. “Mais de 60 empresas tiveram seus processos de licitação prorrogados com as condições de investimento e modernização dos terminais e portos brasileiros”, acrescentou a nota divulgada.