RIOgaleão Cargo celebra primeiro cargueiro regular da Europa para o Rio de Janeiro

Na última sexta-feira recebemos o primeiro voo da Cargolux, líder entre as companhias aéreas de carga da Europa.

Toda sexta-feira o B744F da Cia. de Luxemburgo pousará por aqui, aumentando nossa movimentação de cargas em até 110 toneladas. É a primeira operação cargueira regular da Europa para o Rio de Janeiro.

Desde que assumimos a operação, estamos investindo em roadshows por todo o mundo buscando colocar o Rio na rota das maiores empresas de transporte de carga.

Da Redação

“Nova força-tarefa em março da ANVISA permanecerá até normalizar a situação em Viracopos”, afirmam ABV e Sindasp

Prefeitura de Campinas participará de reunião para fortalecer esforço contra a ANVISA em Viracopos. Encontro acontece nesta sexta-feira, 04/03, em Campinas. ABV divulga nota e Sindasp também se manifesta.

Uma reunião acontece nesta sexta-feira, 04/03, em Caminas. Desta vez, um importante aliado somará esforços para combater os atrasos da ANVISA – Agência de Vigilância Sanitária, no Aeroporto da cidade: Viracopos. O Secretário de Desenvolvimento Econômico, Samuel Rossilho, participará do encontro. A prefeitura sediou no passado um encontro para debater o Aeroporto.

O Diretor Regional do Sindasp em Campinas, Elson Isayama, informou que o mês de março vai trazer novidades. “Temos a informação de que teremos ainda esse mês nova força-tarefa com o intuito de reduzir o passivo para praticamente zero e abertura de transferência de servidores para Campinas, processo esse que ainda não temos a informação do prazo certo para que isso ocorra”, poderou Isayama.

Mesmo com a implantação de uma força-tarefa de servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o caos na liberação de cargas especiais, como medicamentos e insumos químicos, continua no Aeroporto Internacional de Viracopos. O prazo médio, divulgado recentemente e que estava em 62 dias no início de fevereiro, subiu para 68 dias e o problema está longe de ser resolvido.

Se antes o gargalo era a falta de servidores, agora o entrave é que os funcionários destacados pelo órgão para o grupo emergencial são fiscais, mas no dia a dia não atuam diretamente na liberação de cargas.

Dessa forma, os quatro servidores não teriam a agilidade necessária para dar vazão ao grande volume de mercadorias paradas nas câmaras frigoríficas e contêineres refrigerados que foram alugados pela Aeroportos Brasil Viracopos, concessionária que administra o terminal.

Para despachantes aduaneiros e importadores, o fato de a Anvisa enviar para Campinas funcionários que não são especializados em análise de cargas na área de alfândega mostra o descaso do órgão com o aeroporto, que é o maior terminal cargueiro do País.

Empresários e políticos da cidade estão mobilizados para pressionar autoridades. Entidades como o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) Campinas e a Câmara de Comércio Exterior de Campinas e Região (CCC&R) vão promover um evento nas próximas semanas para mostrar a situação crítica no aeroporto e pedir que a direção da Anvisa e o Ministério da Saúde tomem uma providência para resolver o problema que se arrasta desde o ano passado.

Em outubro de 2015, uma outra força-tarefa formada por cinco fiscais da Anvisa, em 15 dias, reduziu de 40 dias para dois dias a liberação das cargas. O atual grupo está no aeroporto desde o último dia 16 e o prazo continua acima de 60 dias. Segundo profissionais que atuam com comércio exterior, a demora estava em 62 dias no começo de fevereiro. Agora pode chegar a até 71 dias. O assessor de Assuntos Institucionais de Viracopos, Carlos Alberto Alcântara, afirmou que é inadmissível que uma carga que leva 12 horas para sair do destino e chegar por via aérea em Viracopos fique mais de 60 dias parada à espera de fiscalização da Anvisa. “A chegada da atual força-tarefa não foi suficiente para estancar a hemorragia. Em quase duas semanas, o prazo ficou estabilizado em 67 ou 68 dias. Não é possível uma demora tão grande para a liberação de cargas”, disse.

O diretor regional do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado de São Paulo (Sindasp), Elson Ferreira Isayama, afirmou que um grupo de entidades, empresários e políticos está formulando um documento para pressionar a direção da Anvisa a tomar providências que realmente acabem com o gargalo da liberação de mercadorias. “Hoje temos analise de processos que foram protocolados a 53 dias atrás, quer dizer, o tempo e extremamente elevado para uma carga no modal aéreo”, finalizou. Clique e conheça a Íntegra da Nota da ABV (Aeroportos Brasil Viracopos), informando que a nova força-tarefa só deixará o Aeroporto, após normalizar a situação.

Com informações do Correio Popular

GRU Airport anuncia novo Presidente

figueiredo gru presidenteGustavo Figueiredo assumiu a presidência do GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo no final de fevereiro. Figueiredo é formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (1997), com mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal Fluminense – UFF (2000) e MBA em Logística pelo Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração – COPPEAD-UFRJ (2001).

Em setembro de 2011, ingressou no Grupo Invepar, empresa que administra e detém participação em diversas concessões de rodovias e mobilidade urbana no Brasil e no exterior, além do GRU Airport. Na Invepar, foi gerente executivo de Novos Negócios, atuando em vários projetos do grupo na área de Infraestrutura.

Figueiredo teve papel fundamental na elaboração do projeto que venceu o leilão de concessão do Aeroporto de Guarulhos, em fevereiro de 2012, bem como na elaboração do Plano Diretor do sítio aeroportuário, documento que contempla todas as obras e melhorias previstas durante o período de concessão.

GRU Cargo aumenta novamente share de mercado da carga aérea internacional, em volume, e cresce 5% em dois anos

Após crescer 3% em 2014, aeroporto volta a aumentar fatia no ano passado em 2%. Entre 2016 e 2017 GRU terá como atrativo a “tarifa de pouso zero” para novos voos cargueiros

Para estimular novos voos cargueiros internacionais e ampliar oportunidades de novos negócios, o GRU Airport Cargo lança o “Programa de Incentivos GRU” que prevê isenção de 100% na tarifa de pouso, no período de 27 de março de 2016 a 25 de março de 2017, para operações exclusivamente cargueiras.

As empresas aéreas interessadas em aderir ao programa devem atender a requisitos mínimos de participação, como operar uma nova rota regular entre o GRU Airport e algum país da África, América do Norte, Ásia, Europa ou Oceania. As operações passíveis de incentivo deverão ocorrer somente fora dos horários de pico e possuir, no mínimo, uma frequência semanal e com regularidade mensal de 80% do previsto no Hotran.

Os interessados devem requerer o incentivo pelo e-mail incentivo@gru.com.br. É necessário encaminhar o Programa de Incentivo devidamente assinado, com toda a documentação prevista no programa. O documento pode ser solicitado por e-mail e em breve estará disponível também no site www.grucargo.com.br.

Market Share – O GRU Airport Cargo fechou o ano de 2015 com um crescimento de 2% na sua participação no mercado de carga aérea internacional. Em 2014, respondia por 36% e, no ano passado, aumentou para 38% do volume total de importações e exportações, reforçando sua posição como maior terminal de carga aérea do país. O crescimento anterior(em 2014) foi de 3% em importação e exportação de cargas, enquanto o mercado em geral naquela oportunidade apresentara queda de 3%.

A atração de novos voos cargueiros visa oferecer aos clientes que já operam em GRU Airport uma solução completa em sua logística, pois há diversos tipos de carga, cujo transporte está limitado a aviões exclusivamente cargueiros.

Clique e conheça a Íntegra da Nota da ABV (Aeroportos Brasil Viracopos).

Exportações crescem 4,6% em fevereiro, puxadas pela indústria

As exportações cresceram 4,6% em fevereiro, em comparação com o mesmo mês de 2015, interrompendo uma série de 17 meses de resultados negativos – o último crescimento das exportações havia sido no comparativo agosto de 2014 / agosto de 2013. No mês, a balança comercial registrou superávit de US$ 3 bilhões, melhor resultado para meses de fevereiro de toda a série histórica iniciada em 1989. Com esse resultado, a balança acumula saldo positivo de US$ 3,965 bilhões no ano, revertendo o déficit de US$ 6,010 bilhões registrado no primeiro bimestre de 2015.

As vendas de bens industrializados foram determinantes para o resultado. As exportações somadas de manufaturados e semimanufaturados cresceram 9,6% em relação a fevereiro do ano passado. Um destaque foram as vendas externas de veículos – que incluem ônibus, caminhões, automóveis e comerciais leves – que aumentaram 52,1%. Em fevereiro de 2016, o setor foi responsável por exportações de US$ 604 milhões, enquanto no mesmo mês do ano passado as vendas alcançaram US$ 397 milhões.

Também em unidades exportadas, o crescimento foi expressivo: 85,5%, com a evolução de 27,5 mil unidades para 51 mil (sempre comparando fevereiro de 2016 com o mesmo mês de 2015).  Segundo o diretor do Departamento de Estatística e Apoio à Exportação (Deaex) da Secex, Herlon Brandão, os principais destinos foram Argentina e México. “Esse desempenho é resultado dos acordos fechados pelo Brasil e também do atual patamar do câmbio, que favorece as exportações”, ressaltou.

Na mesma comparação, as exportações de básicos registraram queda de 0,5%. Para Brandão, houve impacto da diminuição dos preços internacionais, principalmente de commodities minerais, como minério de ferro e petróleo. Por outro lado, ele destacou o crescimento do volume das exportações de commodities agrícolas, como milho e soja, cujos embarques aumentaram 386% e 134,5%, respectivamente.

No geral, o índice quantum, que mede o volume de exportações, cresceu 30,7% no mês, enquanto os preços dos produtos exportados por empresas brasileiras caíram em média 19%.

No mês passado, as exportações totalizaram US$ 13,348 bilhões e as importações, US$ 10,305 bilhões. A corrente de comércio foi de US$ 23,652 bilhões. Os dados foram divulgados em coletiva de imprensa, realizada na sede da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Exportações – A média diária das exportações em fevereiro chegou a US$ 702,5 milhões, 4,6% acima da média verificada em fevereiro do ano passado (US$ 671,8 milhões), resultado do embarque de produtos manufaturados (US$ 5,443 bilhões), básicos (US$ 5,245 bilhões) e semimanufaturados (US$ 2,283 bilhões). Na comparação com janeiro de 2016, a média diária das exportações subiu 24,9% (US$ 562,3 milhões).

As exportações de manufaturados subiram 7,9% no mês em comparação com fevereiro de 2015. O desempenho do grupo foi puxado principalmente por tubos flexíveis de ferro e aço (531,1%), etanol (244,8%), suco de laranja congelado (83,2%), suco de laranja não congelado (81,9%), automóveis (58,3%), torneiras e válvulas (57,5%), veículos de carga (39,6%), polímeros plásticos (39,4%), açúcar refinado (35,9%), laminados planos (17,9%), pneumáticos (16,3%), máquinas para terraplanagem (10,5%) e aviões (9,3%).

No grupo de produtos semimanufaturados – alta de 14% no comparativo com fevereiro do ano passado – cresceram as vendas principalmente de açúcar em bruto (121,6%), catodos de cobre (63,2%), celulose (32,4%) e madeira serrada (22,1%).