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Habilidades, não diplomas, definem hoje os melhores talentos, afirmou CEO do LinkedIn

Em processos seletivos, é comum que recrutadores levem em consideração a universidade onde se formaram os candidatos — sobretudo para dar preferência aos que frequentaram as instituições mais renomadas. Para Jeff Weiner, CEO do LinkedIn, tal prática não faz o menor sentido. Durante uma palestra na ASU GSV Summit, o executivo defendeu o que acredita ser importante analisar na hora de contratar alguém. Segundo ele, o LinkedIn quer alguém com paixão pelo que faz, ética, perseverança, lealdade e mentalidade de crescimento (o “Growth Mindset” sobre o qual tem se falado tanto no mundo corporativo recentemente).

“Estas são qualidades que você não vê necessariamente em um diploma”, defende Weiner. “Há habilidades que tendem a ser completamente negligenciadas quando as pessoas estão examinando currículos ou perfis do LinkedIn. E, no entanto, cada vez mais, achamos que esses são os tipos de pessoas que fazem a maior diferença dentro da nossa organização.”

“Cada vez mais eu ouço esse mantra: habilidades, não diplomas. Não são habilidades que dispensam diplomas. Trata-se apenas de expandir nossa perspectiva para ir além dos diplomas.” Ou seja, três palavras que podem fazer toda a diferença no processo de contratação: habilidades, não diplomas. E faz todo o sentido.

“Nós nos orgulhávamos de no recrutamento ter uma lista incrivelmente curta de universidades, e muitas empresas do Vale do Silício costumavam fazer o mesmo”, disse Weiner. “Certamente não estamos sozinhos. Recentemente, demos uma olhada nos perfis do LinkedIn e constatamos que, entre os trabalhadores do setor de tecnologia dentro do Vale, apenas 5% deles tiveram formações não tradicionais”.

Nos últimos anos, no entanto, empresas têm percebido que existe muito talento escondido — e que muitas pessoas inteligentes e apaixonadas estão desprezando o ensino superior tradicional.

“Estamos tentando nos afastar dessa ideia de que todos na equipe de engenharia, e todos no geral, devem ter vindo de uma escola específica ou ter que ter um grau diploma”, disse Weiner. “Sim, diplomas de [ciência da computação] de escolas específicas podem te levar a encontrar um talento incrível. Mas há tanto talento para ser encontrando se as pessoas estiverem abertas buscá-los em lugares diferentes.”

PUBLICADO NA ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE em 31/12/2017

Importação de automóveis cresce 50% no 1º trimestre

A importação de automóveis cresceu 50% no primeiro trimestre de 2018, informou nesta segunda-feira (2) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Foram importados 50.876 carros de passageiro entre janeiro e março, contra 34.342 unidades no mesmo período de 2017.

Na comparação por valores, o crescimento foi ainda maior: 76%. No primeiro trimestre deste ano, a importação de automóveis somou US$ 922 milhões, contra US$ 540 milhões no mesmo período do ano passado.

“Nossa análise mostra que a principal parcela do crescimento se dá em razão do aumento das compras internas, pois a origem são países que já tem acordo automotivo como o Brasil, como Argentina e México, e que não eram objeto de alíquota adicional”, disse o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto.

A alíquota adicional a que Neto se refere era aplicada na importação de veículos vindos de fora do Mercosul ou do México, que possuem acordo comercial com o Brasil. A cobrança adicional de 30 pontos percentuais de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) estava prevista no Inovar Auto, programa cuja vigência acabou no fim do ano passado.

Segundo o secretário, do total de crescimento das importações no primeiro trimestre, 60% está relacionado a veículos produzidos em países que têm acordo automotivo com o Brasil. Outros 40%, tem como origem países que antes tinham as importações sobretaxadas.

O governo brasileiro negocia um novo regime automotivo, o Rota 2030. A expectativa inicial era de que ele fosse anunciado até o fim de fevereiro, o que não aconteceu. Mesmo com as mudanças, o IPI para estes países não deve subir para o patamar anterior, uma vez que essa política foi condenada pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Impasse sobre decreto de relicitações faz Viracopos ir à Justiça para manter concessão

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) notificou o governo para explicar em 72 horas a demora no processo de relicitação do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). O despacho é de terça-feira (27), e sucede o mandado de segurança com pedido de liminar impetrado na semana passada pela concessionária Aeroportos Brasil Viracopos (ABV), que administra o aeroporto. A concessionária pede que o governo analise o pleito de relicitação feito em julho com base na Lei 13.448, de 2017. A legislação instituiu o mecanismo de “devolução amigável” de concessões. Apesar de as solicitações para qualificar o contrato no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e instaurar o processo de relicitação terem ocorrido há oito meses, ainda não houve “decisão ou manifestação conclusiva”, diz a ação do escritório Vernalha Guimarães & Pereira Advogados.

Viracopos trabalha com ao menos quatro cenários caso a Justiça negue a liminar. São eles: solicitar recuperação judicial; rescindir unilateralmente o contrato; aguardar o desfecho do processo de caducidade aberto pela Anac; ou atrair um comprador. “É claro que a extinção da concessão pelo processo de caducidade da Anac é uma possibilidade, assim como a recuperação judicial, mas o que a gente pede com essa liminar é simples: a suspensão desse processo aberto pela Anac e que o governo federal se manifeste para que a gente inicie um diálogo com eles para definir o que é melhor para a concessão”, disse ao G1 o presidente da ABV, Gustavo Müssnich.

As alternativas correm paralelamente. Contudo, uma transferência acionária (solução de mercado que o próprio governo prefere) esfriou, desde que a Anac instaurou em fevereiro o processo de caducidade contra a concessionária. No pedido de liminar, a ABV solicita também a suspensão da exigência das outorgas vencidas em 2017 até que haja definição sobre o pleito de qualificação. Caso o empreendimento seja qualificado no PPI, um dos efeitos automáticos é a interrupção da caducidade.

Com um impasse sobre o decreto da lei 13.448/2017, que vai definir as regras de relicitação de concessões no transporte do país, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), se articula para manter a concessão e evitar o pedido de recuperação judicial ou a rescisão unilateral do contrato. A recuperação e a caducidade são o pior dos mundos”, completou Müssnich.

De acordo com Müssnich, além de tentar que o governo analise o pedido de relicitação, a liminar é essencial para tentar evitar que a Anac dê andamento ao processo para cassar a concessão ou execute o seguro-garantia da outorga do ano passado. De acordo com a agência, a Aeroportos Brasil deve ao governo R$ 169,2 milhões da parcela fixa e R$ 25,5 milhões da variável.

Com informações G1 e Valor

SINDASP coordenará demandas de divergências junto à ANVISA

Interessados deverão informar inoperância ao Sindicato que centralizará esforços para solução. Problemas relatados com Licenças de Importação(LI’s) serão monitorados pelo Órgão Federal

A semana que passou foi marcada por contatos entre a ANVISA(Agência de Vigilância Sanitária) e o SINDASP(Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo). Na pauta, a centralização de reclamações dos usuários quanto ao funcionamento dos processos de desembaraço de carga pelo Órgão Federal.

“A área de TI da ANVISA nos questionou sobre como estava a situação ao longo da semana, em especial se os processos que são imputados no sistema estão retornando normalmente”, explicou Élson Isayama, Vice-Presidente do SINDASP. “Percebemos alguma demora no retorno do link e a duplicidade dele. Agora queremos ter outros relatos dos demais usuários, a fim de apresentar à ANVISA um panorama dos problemas enfrentados por quem necessita a anuência do Órgão”, completa Isayama.

A ANVISA iniciou ajustes no sistema e, segundo ainda a Agência, a informação era de que não ocorreria mais duplicidade.

O SINDASP centralizará informações e repassará à ANVISA. Quem estiver com LI parada, anterior a 16/03, já pode reenviar via SISCOMEX e monitorar a caixa do Datavisa e, por fim, em algum erro, deverão informar na planilha. “Nesse momento de ajuste no PEI, se alguém tiver problemas ou informações, o SINDASP solicita que seja enviado, sob sigilo, a LI, o dossiê e o CNPJ.

Exigências serão questionadas – Outra frente de trabalho desenvolvida pelo SINDASP é a de que o Sindicato está formatando um trabalho com as absurdas exigências que estão ocorrendo desde que começaram a distribuição nacional. O SINDASP convoca todos os usuários para colaborarem com relatos de algum problema que tenham vivenciado nessa operação.

Sugere, ainda, que quem puder enviar em uma planilha, número da LI, data do protocolo, data e o tipo de exigência, que seja realmente fora do normal e que incida em perda de tempo desnecessária, envie para o SINDASP em nome da lorrane@sindaspcg.org.br .