RIOgaleão realiza pagamento de outorgas até 2020

O RIOgaleão acaba de realizar o segundo pagamento do acordo de reprogramação de quitação das outorgas, aprovado pelo Governo, com pagamento de mais de um bilhão de reais.

Com a modificação da composição acionária do grupo controlador do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, Riogaleão, a saúde financeira do aeroporto carioca está controlada. Esse processo foi finalizado em dezembro do ano passado. A Changi, de Cingapura (que já era uma das acionistas junto à Odebrecht – que à época comprou a parte da empresa brasileira), ficou com a totalidade das ações do sócio privado – 51% do negócio. A Infraero permaneceu com 49% do negócio.

 

OUTORGA – Em março de 2017, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação (MTPA) publicou a Portaria nº 135 que permitiu as concessionárias de aeroportos que permitia a celebração de aditivos contratuais relativos às outorgas nos contratos de parceria no setor aeroportuário. A pedido da agência reguladora, por questão de segurança jurídica, o MT enviou ao Congresso Nacional o mesmo texto em formato de medida provisória, nº 779.

Com base no documento, em agosto, também do ano passado, a diretoria da Anac aprovou o pedido do Riogaleão para alteração do contrato de concessão do aeroporto carioca. O objetivo era alterar os pagamentos das contribuições fixas anuais (outorga fixa).

Fusão de Bayer e Monsanto criará empresa com receita anual de R$ 15 bi no Brasil

Brasil será o segundo maior mercado para divisão agrícola após a fusão

A empresa fruto da combinação da Bayer e da Monsanto terá receita anual de R$ 15 bilhões no Brasil. Desse faturamento, 80% virá da divisão agrícola, disse Liam Condon, presidente da divisão Crop Science da empresa alemã.

A Bayer finalizou a compra da Monsanto por US$ 63 bilhões em 7 de junho, mas só poderá integrar a empresa quando concluir a venda de parte dos ativos para a Basf, exigência de reguladores para aprovar a operação. A expectativa é que isso ocorra em agosto.

O Brasil será o segundo maior mercado para divisão após a fusão, atrás da Basf, e o primeiro em crescimento.

Condon explicou a decisão de abandonar a marca Monsanto, que tem uma percepção ruim junto à opinião pública. “Fizemos pesquisas e a marca Bayer tem presença positiva em todos os mercados que atua. Não podemos dizer o mesmo sobre a Monsanto”, disse o executivo. Ele lembrou ainda que a própria Monsanto considerou mudar o nome no passado.

Sobre o projeto de lei em discussão no Congresso para mudar as regras de aprovação de agrotóxicos, Gerhard Bohne, diretor de operações de Crop Science no país, afirmou que Bayer defende que todos os órgãos responsáveis avaliem novos produtos, mas aprova prazos mais curtos para a aprovação de novos produtos. “Produtores têm apoiado a modernização porque há uma necessidade”, disse.

Fonte: Folha de São Paulo

Blu Logistics apresenta crescimento em 2018 e anuncia César Zanini para a área de seguros

A Blu Logistics, companhia que atua no segmento de agenciamento de cargas, divulga que, computados os resultados dos quatro primeiros meses do ano de 2018, ocupa o quarto lugar no ranking referente ao volume de carga importada por transporte marítimo de todos os trades para o Brasil. O índice é elaborado pela Datamar, consultoria que realiza análises de comércio exterior por via marítima.

 

Novo Produto: “seguros” –  Além de apontar essa posição de destaque, a Blu Logistics anunciou no mês de maio que César Zanini assumiu a gestão da área de seguros da empresa. Com mais de 20 anos de experiência no segmento de seguros e especializado em seguro de transporte desde 2000, Zanini chega para mudar a cultura da área de seguros e oferecer aos clientes um suporte diferenciado. Com uma equipe bem treinada, Zanini explica que os clientes da Blu passam a contar com uma análise técnica da operação como um todo, a fim de verificar se a cobertura está adequada, se o cliente recebeu a documentação e instruções relativas ao seguro e se todo o processo está caminhando como previsto. “Só assim evitamos surpresas no momento do sinistro”, disse o novo gestor.

Para Zanini, a parceria com a Blu é muito promissora porque o produto seguro ainda é pouco conhecido. Especialmente entre os importadores que nem sempre se dão conta dos riscos que os bens/mercadorias estão expostos no transporte da carga. “O exportador está mais consciente, mas ainda há muito potencial para crescermos na área de seguros”.

Com informações: Assessoria de Imprensa EGCOM

 

EXPORTAÇÕES 50% MAIS RÁPIDAS

DU-E entra em vigor oficialmente nesta segunda-feira(2) já com 50% de ganhos em agilidade, afirma SINDASP

Treinamentos do SINDASP credenciaram Despachantes Aduaneiros para as novas operações

A entrada efetiva da Declaração Única de Exportação (DUE), definida pelo governo para esta próxima segunda-feira, dia 02/07/18, já chega ao mercado com grandes avanços para quem já está operando com a nova ferramenta.

Embora ainda com muitas dúvidas pelos usuários – a Receita Federal realizará uma palestra em São Paulo um dia após a entrada em vigor da nova modalidade – o SINDASP (Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo) vem observando melhoria significativa nas exportações para quem já está utilizando a nova modalidade no Portal Único. “Através de nossos associados e em contato com a FIESP, chegamos a esse número expressivo em grande avanço no burocrático comércio exterior brasileiro”, assegura Élson Isayama, Vice-Presidente do SINDASP.

Participativos, desde quando iniciou a formatação do processo até a sua implementação, um dos intervenientes que trabalham diretamente com as DU-E’s estão preparados para as novas operações. São os Despachantes Aduaneiros, representantes legais dos exportadores nas operações de desembaraço aduaneiro. Foram cerca de 25 treinamentos (15 em São Paulo e mais de 10 em todo o Brasil) realizados pelo SINDASP para esta categoria de profissionais.

Ministrado pela diretora do SINDASP, Regina Terezin, os encontros trouxeram a prática para os participantes. Terezin ressaltou a necessidade de que os Despachantes Aduaneiros sempre verifiquem os procedimentos para a utilização da DUE nos Recintos, com o transportador nacional e internacional, para não ser pego de surpresa no meio do processo. Deve ter atenção ao processo que é novo e tem alguns pontos diversos do anterior, mas é certamente mais ágil e mais preciso.

 

Início oficial – O cronograma prevê o desligamento gradual das operações nos antigos sistemas, garantindo, com isso, menor impacto na absorção das exportações pela nova DU-E. A próxima segunda-feira(2), porém, ocorrerá o desligamento do NOVOEX, data a partir da qual novas operações de exportação só poderão ser iniciadas via DU-E. Em setembro, finalmente, será desligada a DE-WEB para registros de novas declarações, ficando os sistemas logados em operação apenas para retificações e para consultas.

Sobre o SINDASP – Com quase 70 anos de existência o SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – representa a categoria responsável por 97% dos processos do Comércio Exterior  Brasileiro.

Reunião sobre frete termina sem acordo; Fux decidirá em agosto

A segunda reunião no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tabela de preços mínimos de frete, realizada nesta quinta-feira (28), terminou sem acordo. Diante do impasse, o ministro Luiz Fux, relator do caso na Corte, informou ter mantido para 27 de agosto uma audiência pública sobre o assunto, somente após a qual irá proferir uma decisão.
Segundo o presidente da Confederação Nacional de Transportes Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, os caminhoneiros fizeram uma proposta de 20% de desconto sobre o preço que consta na tabela publicada em 30 de maio pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), mas os representantes da indústria e do agronegócio não aceitaram a oferta.
Não quiseram, de certa forma, nem tomar conhecimento, eles não trouxeram uma contraproposta”, relatou Bueno após a reunião. “A categoria [caminhoneiros] está dando demonstração clara de um entendimento para que não haja necessidade de uma nova paralisação”, acrescentou. Para ele, se a tabela for revogada pelo Supremo, será jogada “gasolina no fogo”.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, afirmou ser “muito difícil” que os empresários concordem com uma tabela de preço mínimo. “O que nós queremos é uma livre negociação”, afirmou. “O empresário está sempre à disposição para negociar, discutir aquele preço que não sufoque o transportador, mas que também possibilite concorrer no mercado nacional e internacional.”
O chefe da assessoria jurídica da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), Rudy Fernandes, disse não aceitar tabela e pediu urgência para que Fux delibere sobre o assunto até amanhã (29), antes do início do recesso do Judiciário. A entidade disse estimar em 12,1% o aumento no preço da cesta básica em decorrência dos preços mínimos do frete.