Multilog fatura prêmio Inbrasc e projeta dobrar de tamanho até 2022

O Prêmio Inbrasc 2018, anunciou seus vencedores na noite de ontem (7) e contemplou todo o setor de Supply Chain e Compras do país. A MULTILOG venceu como o “Melhor Operador Logístico do Ano”.

Foram reconhecidos os principais líderes no mercado de Supply Chain, Logística e Compras, os projetos inovadores que mais geraram resultados nas organizações, os melhores projetos de alunos e ex-alunos do Inbrasc e os fornecedores de soluções que mais se destacaram perante seus clientes durante o ano de 2017.

Meta ousada – Depois de investir R$ 205 milhões em aquisições durante a crise, entre os anos de 2016 e 2018, a Multilog, uma das maiores operadoras logísticas do país, completa 22 anos de atividades com novos desafios: dobrar o faturamento de R$ 500 milhões (projetado para 2018) em cinco anos, chegando a R$ 1 bilhão em 2022.

Segundo o presidente, Djalma Vilela, o ritmo de consolidação das operações adquiridas da Elog no Sul, em 2016, levou a empresa a adquirir as operações da Elog no Sudeste, em março deste ano. O planejamento da companhia é maximizar o desempenho da estrutura atual, que conta com 18 unidades no Sul e Sudeste do Brasil, nos próximos dois anos. Novas aquisições estarão em pauta a partir de 2020, diz Vilela.

Desde 2016, a Multilog passou por um forte ciclo de crescimento:  deixou de ser uma empresa de logística, transporte e armazenagem com atuação apenas em Santa Catarina e 300 colaboradores, para tornar-se um dos maiores operadores logísticos do país, com 1.510 colaboradores e mais de 1,5 milhão de m2 de área alfandegada.

Djalma Vilela diz que a Multilog também está ingressando na transformação digital, e se prepara para ter um dos pilares do negócio oriundo da tecnologia com foco no e-commerce.

Estamos destinando uma parte de um armazém para o desenvolvimento de uma plataforma de coleta e entrega de mercadorias no formato digital. Os parâmetros para este serviço são coleta, entrega, agilidade e rastreabilidade, destacou Vilela.

Com informações Jornal dos Bairros (SC)

Viracopos fica na 7ª colocação entre os melhores aeroportos do mundo

Relatório foi realizado pela empresa internacional AirHelp com base em dados do primeiro trimestre deste ano.

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), ficou na 7ª colocação entre os Melhores Aeroportos do Mundo em estudo realizado pela empresa AirHelp e divulgado ontem pelo site internacional Bloomberg.

O relatório AirHelp Score 2018 classifica 72 companhias aéreas e 141 aeroportos com base no desempenho no tempo e na qualidade do serviço, bem como no sentimento dos clientes manifestado pela rede social Twitter. A AirHelp é uma empresa internacional que auxilia passageiros com pedidos de indenização por atrasos, cancelamentos ou overbooking de voos.

Esta é a sexta pesquisa anual da AirHelp, que usou dados captados do primeiro trimestre do ano para classificar as companhias aéreas internacionais e aeroportos.

“Este reconhecimento se soma a outras duas importantes conquistas deste ano pelo Aeroporto de Viracopos: a de Melhor Aeroporto de Carga do Mundo e o de Melhor Aeroporto do Brasil (pela sétima vez). O interessante é que parte do estudo considera a manifestação espontânea dos passageiros, que são o nosso foco”, disse o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich.

“O levantamento demonstra mais uma vez que Viracopos está no caminho correto, que é o de promover melhorias continuas da prestação de serviços aos nossos clientes”, disse o diretor-presidente de Viracopos, completou o diretor de Operações de Viracopos, Marcelo Mota.

Os 10 melhores aeroportos de 2018 (Fonte: AirHelp)

  1. Aeroporto Internacional de Hamad, Doha (DOH)
  2. Aeroporto Internacional de Atenas, Atenas (ATH)
  3. Aeroporto Internacional de Tóquio Haneda, Tóquio (HND)
  4. Aeroporto de Colónia-Bona, Colónia, Alemanha (CGN)
  5. Singapore Changi Airport, Cingapura (SIN)
  6. Aeroporto Nagoya Chubu Centrair, Nagoya, Japão (ONG)
  7. Aeroporto Internacional de Viracopos, Campinas, Brasil (VCP)
  8. Amman Queen Alia Airport, Amã, Jordânia (AMM)
  9. Aeroporto Internacional Guararapes-Gilberto Freyre, Recife, Brasil (REC)
  10. Aeroporto Internacional de Quito, Quito, Equador (UIO)

Fonte: https://www.bloomberg.com/news/articles/2018-06-06/the-best-and-worst-airlines-and-airports-of-2018

Terminal de Carga – Viracopos foi eleito melhor aeroporto de carga do mundo no Air Cargo Excellence Awards 2018. O anúncio foi feito no mês de abril, em Nova York (EUA). A premiação é realizada pela Air Cargo World, uma das principais publicações do setor, e celebra as melhores performances na área de transporte aéreo mundial.

A avaliação é baseada na pesquisa Air Cargo Excellence, que foi criada em 2005 e é divulgada anualmente na Air Cargo World. Aeroportos e companhias aéreas de todo o mundo são reconhecidos de acordo com suas pontuações em vários fatores de desempenho.

Viracopos ficou na primeira colocação mundial na categoria de até 400.000 ton./ano. Em 2017, o Terminal de Carga de Viracopos movimentou 204,3 mil toneladas, entre exportação, importação, doméstico e curier (remessas expressas).

“Não podemos parar tudo a cada crise”, defende líder da FIESP em Congresso MPI

Luiza Trajano (Magazine Luiza), lembra gráfico de “montanha russa” do PIB à cada crise e à cada retomada desde 1980

“Não podemos parar tudo a cada crise”, disse Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp, neste início de semana, na abertura do segundo dia do 13º Congresso da Micro, Pequena e Média Indústria (MPI) da Fiesp. “Temos que acreditar que essas coisas passam. Todos nós temos a garra e a vontade de vencer”, disse, referindo-se às dificuldades geradas pela paralisação de caminhoneiros.

Apesar de todas as dificuldades, ressaltou, foi possível manter a agenda da Fiesp, do Sesi-SP e do Senai-SP, incluindo o próprio congresso e a inauguração de escolas.

“Não podemos parar. Temos que olhar sempre o futuro, administrando as dificuldades do presente”, afirmou. “O Brasil não merece estas dificuldades. Precisamos de sossego para o empreendedorismo. O Brasil precisa de paz e de equilíbrio. As sucessivas crises têm sido o nosso mundo, e é hora de sair deste clima para um de harmonia, de paz, de prosperidade, de trabalho”.

O Brasil, disse, tem o potencial para vencer as dificuldades, pela qualidade de seu povo, de seus empreendedores, de seus trabalhadores.

Foco na venda – Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, disse na abertura do 13º Congresso MPI que o que o empreendedor mais precisa é conhecimento e defendeu o trabalho conjunto para ajudá-lo a encontrar o que precisa na hora certa. “Há muita coisa boa no Brasil, mas fica cada um no seu mundinho”.

“Fui pequena, destacou”. “Sou apaixonada pelas pequenas e micro. Quem gera emprego não é a grande. É a pequena”, disse, sob aplausos. A cada momento elas precisam de coisas diferentes, afirmou.

Em sua aula magna Luiza Helena Trajano relatou o nascimento do Magazine Luiza em Franca. A ideia de sua tia 60 anos atrás foi criar empregos para sua família, explicou. O nome da loja foi escolhido pela população num concurso de rádio.

“Tem gente que adora problema”, disse. “Quando não tem, inventa um. Fui criada com cabeça de solução, e criei meus filhos assim”. Exibiu a verdadeira montanha-russa representada pelo gráfico da variação do PIB brasileiro entre 1980 e 2016, devido a crises e planos de recuperação da economia. A lição tirada delas por Luiza é que tudo tem solução.

Deu como conselho para os empreendedores a formalização, que, disse, foi muito importante no crescimento do Magazine Luiza. O segundo conselho foi não sangrar a empresa. “Falta de lucro não quebra uma empresa, mas fluxo de caixa sim”. É preciso, disse, separar as contas do empreendedor e da empresa. Fluxo de caixa tem que estar todo dia na mão, aconselhou.

O terceiro acerto foi fazer o ganha-ganha. Quando percebeu que o lucro no financiamento dos clientes era maior que o lucro mercantil, tornou-se sócia de uma financeira, dividindo com ela os lucros da loja, mas conseguindo crescer, disse.

Loja física não vai acabar, afirmou. Só que é preciso fazer venda online. “Não inventamos muita moda. A gente foca no que é bom para o cliente”. Disse que a equipe foi treinada por três anos, tornando possível manter uma plataforma única. A empresa tem laboratórios, desenvolvendo toda a plataforma. É uma empresa digital com calor humano, afirmou.

Atendimento e inovação são a chave para uma empresa seguir em frente. “O que faz o profissional é o conhecimento e fazer acontecer”, disse Luiza. “Para fazer acontecer, é preciso ter foco. “Não sou futurista, sou “agorista”, resolvo na hora”, afirmou, lembrando que startup também não tem grandes planos estratégicos.

A gente sempre experimenta, disse, dando como exemplo a criação em 1991, antes da disseminação da internet, de pequenas lojas virtuais, com mostruário de produtos via vídeo. “O digital para o pequeno e para o médio foi a melhor coisa que aconteceu. Queria ser pequena agora. Iria brincar com isso”.

“Foca na venda”, recomendou Luiza, exibindo vídeo de campanha com o mesmo mote criada pelo Magazine Luiza para superar a crise de 2015. Criticou a burocracia e defendeu a atuação da sociedade para levar a sua redução.

GRU Airport suspende importação de produtos perecíveis em função da greve

Em anúncio, a GRU Airport – administradora do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos divulgou nota que em função da greve dos caminhoneiros, a capacidade de armazenamento de produtos perecíveis se aproxima do final.

Com isso, a empresa recomendou a suspensão temporária da importação de produtos perecíveis de qualquer espécie para nacionalização ou trânsito aduaneiro.

Segundo ainda a Nota, não se aplicam nessa orientação importadores que tenham a garantia de transporte rodoviária até o destino final da carga.

Greve dos caminhoneiros enfraquece, porém Porto de Santos ainda contabiliza prejuízos

Sindicato estima prejuízos de mais de US$ 100 milhões somente para as companhias marítimas. Embarque de contêineres é o mais prejudicado

Após 9 dias, greve dos caminhoneiros enfraquece e abastecimento é retomado.

A greve dos caminhoneiros, iniciada na segunda-feira (21), finalmente parece estar se encaminhando para seu fim. O nono dia foi marcado pelo enfraquecimento do movimento: apesar do último relatório da Polícia Rodoviária Federal ainda contabilizar 616 pontos de concentração de caminhoneiros nas estradas, todos se encontram parados nos acostamentos ou nos pátios de combustíveis à espera de uma escolta policial. O abastecimento das cidades também está se normalizando aos poucos, com a chegada de caminhões de combustível às capitais.

Durante a tarde, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) divulgou uma nota em que afirma que a greve dos caminhoneiros foi “extraordinária”, mas que o movimento começa a sofrer um desgaste desnecessário. O documento aponta que a pauta de reivindicações – entre os itens a redução do preço do diesel e uma nova política de preços para os fretes – foi plenamente atendida pelo governo
Santos – Maior terminal portuário da América Latina, o Porto de Santos, porém, ainda está operando com sérias restrições, causando sérios prejuízos a exportadores, importadores, armadores e operadores de terminais. Os embarques de contêineres para exportação estão praticamente paralisados, e os desembarques estão próximos do limite da capacidade de armazenagem dos terminas.
Estimativa do Sindicato das Agências de Navegação Marítima de São Paulo (Sindamar), cerca de 250 mil toneladas deixaram de embarcar no porto até sexta-feira, dia 25, o equivalente a 17,86 mil contêineres, sendo os maiores volumes destinados à Europa, além de Estados Unidos e Ásia.
Com isso, muitos navios que atracaram no por nos últimos dias tiveram que zarpar com muito menos carga do que haviam programado. Os prejuízos às empresas de navegação já passam de US$ 100 milhões desde o início da greve, estima o Sindamar.