16º Happy Comex no ambiente da maior Feira de Transporte da América Latina é sucesso e parceiros ratificam interesse em renovação da ação para 2018 e 2019

Mais uma edição do tradicional Clube de Networking Happy Comex foi entregue. Repetindo o sucesso do ano passado, o encontro do segundo semestre foi realizado em parceria com a Reed Exhbitions, realizadora da Feira Movimat, que este ano aconteceu simultaneamente com a  21º FENATRAN – Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas, o maior evento do setor na América Latina. O encontro ocorreu no São Paulo EXPO – Imigrantes, local onde será realizada a Intermodal 2018.

“A 16ª edição, dentro deste evento internacional, além de repercutir de forma notável, também possibilitou que os importadores e exportadores de São Paulo tivessem contato o happy hour que vem atraindo atenções do mercado brasileiro e participantes do forte interior paulista, destaca Nilo Peralta (FOTO RECEBENDO CONVIDADOS, diretor da GPA+, organizadora do encontro.

Já na avaliação de Filippe Almeida, Sales Manager da Reed Exhbitions a parceria deve continuar. Vamos ajustar as agendas, sempre no segundo semestre, com o Happy Comex na Feira Mecânica em 2018 e na Fenatran/Movimat em 2019.

O Happy Comex tem o apoio do CIESP Campinas e a próxima edição já começa a ser preparada, voltando para Campinas(SP), no início de abril de 2018.

Convênio para aperfeiçoamento dos serviços e dos tempos de desembaraço de carga regulamenta OEA para Despachantes Aduaneiros

receita-federal-sindasp-e-fReceita Federal e Feaduaneiros assinam acordo que prevê a realização de cursos para Despachantes Aduaneiros, visando a certificação Operador Econômico Autorizado

A Receita Federal e a Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros (Feaduaneiros) assinaram no último 11 de outubro, em Brasília (DF), um convênio objetivando a realização de cursos de aperfeiçoamento profissional de despachantes aduaneiros e de ajudantes de despachantes aduaneiros.

Mediante o convênio, RFB e Feaduaneiros cooperarão para oferecer cursos cujas aprovações permitirão a certificação de ajudantes de despachantes como despachantes aduaneiros e de despachantes aduaneiros como Operadores Econômicos Autorizados (OEA), observados os demais requisitos normativos para as respectivas certificações.

Um dos participantes mais ativos na condução deste processo de pareceria – através do GTA (Grupo de Trabalho Aduaneiro) – o Presidente do SINDASP, Marco Farneze, comemorou: “Esse é um momento muito importante para a nossa categoria. A assinatura desse convênio representa uma vitória para os Despachantes Aduaneiros representados pelo SINDASP, que com isso ampliarão suas conquistas profissionais, ratificando seus conhecimentos e ampliando sua participação na representação dos Importadores e Exportadores”. Na cerimônia de assinatura, Marcos Farneze, Presidente do SINDASP, esteve ao lado de Daniel Mansano, Presidente da FEADUANEIROS e Jorge Rachid, Secretário da Receita Federal (FOTO)

Os cursos deverão ser oferecidos em plataforma eletrônica (modalidade de ensino a distância) que deverá ser disponibilizada pela Feaduaneiros, que também se encarregará das inscrições de candidatos, da contratação de instrutores e da disponibilização do material didático em meio eletrônico, dentre outras tarefas técnicas e administrativas. À Receita Federal caberá principalmente a definição do conteúdo programático dos cursos, da carga horária e das condições e exigências para a certificação de aprovação, e a supervisão técnica dos cursos.

Com o arranjo organizacional propiciado por este convênio, RFB e Feaduaneiros poderão oferecer oportunidades de capacitação mais frequentes e para uma quantidade maior de profissionais do que seria possível por meio de eventos presenciais.

Melhoria nos tempos de desembaraço – A Nota da Receita Federal, publicada no site do Órgão, finaliza destacando ainda mais objetivos com a parceria. “Por meio dos cursos referidos, busca-se alcançar um nível de qualificação profissional mais elevado, com consequente melhoria da qualidade dos serviços oferecidos pelos despachantes aduaneiros e seus ajudantes aos importadores e exportadores, com reflexos positivos no cumprimento das obrigações tributárias e aduaneiras e na redução de erros e dos tempos necessários à execução dos procedimentos aduaneiros”.

Camex zera Imposto de Importação para 153 máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil

Foram publicadas na última quarta-feira(18), no Diário Oficial da União (DOU), as Resoluções Camex nº 80 e nº 81 que reduzem de 16% e 14% para zero o Imposto de Importação para bens de informática e telecomunicações e de bens de capital sem produção no Brasil. As reduções tarifárias que entram hoje em vigor, de acordo com o regime de ex-tarifário, são temporárias e as importações sem tarifas podem ser feitas até 30 de junho de 2019, de acordo com o que estabelecem as duas novas Resoluções Camex.

As empresas que solicitaram o benefício à Camex informam que os equipamentos serão utilizados em projetos que representam novos investimentos no valor de US$ 399 milhões.

Os principais setores contemplados são os de energia – geração, transmissão e distribuição (39,2%), ferroviário (20,7%) e de serviços (9,4%).  Entre os principais projetos beneficiados estão a instalação de uma rede de transmissão de alta tensão e a modernização de uma planta para aumento da capacidade de produção de energia elétrica.

O que são ex-tarifários – O regime de ex-tarifário consiste na redução temporária da alíquota do Imposto de Importação de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT), assim grafados na Tarifa Externa Comum do Mercosul (TEC), quando não houver a produção nacional equivalente. Ou seja, representa uma redução no custo do investimento e produz um efeito multiplicador de emprego e renda sobre segmentos diferenciados da economia.

Exportadores percebem melhora nos negócios com uso do Portal Único. Setor cresce 15% em setembro

Empresários brasileiros afirmam que o uso do Portal Único de Comércio Exterior, instrumento do governo que visa diminuir a burocracia nas negociações internacionais, possibilita a redução de custos e o aumento dos embarques.

É o caso de Fabrício Silva, gerente de exportações da Piraquê, companhia do setor de produtos alimentícios. “Começamos a usar o Portal há poucos meses e já vemos uma melhora. Com a padronização dos documentos, gastamos menos tempo com guias e declarações, o que reduz custos”. Segundo ele, a empresa projeta uma alta de 30% a 40% das vendas para estrangeiros em 2018. “Parte desse otimismo se deve à diminuição da burocracia.”

Entretanto, o entrevistado defende que outras medidas precisam ser tomadas para facilitar o trabalho dos exportadores. Entre elas, ele sugere a criação de um fórum de debate, que coloque em contato diferentes empresas, despachantes aduaneiros e representantes do governo.

Para Luis Sena, especialista em soluções e regimes especiais da Thomson Reuters, o Portal Único traz uma “série de melhorias” para os empresários. Entre elas, ele destaca a Declaração Única de Exportação (DUE), apresentada em março deste ano. Com o mecanismo, informações que, antes ficavam espalhadas em diversos documentos, foram reunidas em uma página eletrônica.

Na opinião dele, são necessárias mais mudanças para uma redução maior da burocracia. Entre elas, ele cita a aprovação de uma declaração única também para as importações, projeto que já está sendo estudado pelo governo.

Presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro segue a mesma linha. “O Portal Único já está nos ajudando muito, mas é preciso que suas funções continuem sendo ampliadas.” Segundo ele, o instrumento terá maior efetividade quando contar com a participação de todos os órgãos públicos que têm envolvimento nas trocas internacionais.

Nos últimos anos, o governo aumentou aos poucos as funções do Portal, que foi apresentado em 2014. Quando o trabalho estiver completo, os prazos médios das operações serão encurtados em cerca de 40%, de acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). Com isso, os prazos para trâmites de exportação seriam reduzidos de 13 para 8 dias, e os de importação, de 17 para 10 dias.

Já um estudo recente da Fundação Getulio Vargas (FGV) projetou um acréscimo de US$ 23,8 bilhões para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no primeiro ano após a implementação do Portal.

Segundo Castro, o excesso de burocracia no comércio exterior é especialmente ruim para as companhias de pequeno porte. “Esse é um problema relevante para as grandes empresas, mas não costuma impedir que elas realizem as exportações, como acontece com as empresas menores.”

O presidente da AEB diz ainda que problemas de logística e infraestrutura também atrapalham o desenvolvimento do hábito de vender para outros países. “Os custos das empresas aumentam muito por causa da ausência de portos e rodovias de qualidade.”

Novidades

A atualização mais recente do Portal Único criou, no mês passado, o módulo do Drawback Isenção WEB. Segundo o Mdic, o sistema foi desenvolvido para informatizar os procedimentos de solicitação, análise, concessão e controle das operações de comércio exterior do regime de drawback, que ainda eram administradas por meio de formulários em papel.

Entre janeiro e setembro deste ano, as exportações somaram US$ 164 bilhões, um crescimento de 18,7%, em relação a igual período de 2016. Já os gastos com importações chegaram a US$ 111,325 bilhões, uma alta de 8,5%.

Exportações crescem 15,1% – As exportações brasileiras tiveram um crescimento de 15,1% em setembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já as importações cresceram 18% no período. As informações do Indicador do Comércio Exterior (Icomex) foram divulgadas hoje (17) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

Entre as três atividades econômicas pesquisadas, a principal alta no volume exportado entre setembro de 2016 e setembro deste ano foi observada na agropecuária (94,5%). As exportações da indústria extrativa cresceram 7,3% e as da indústria da transformação tiveram aumento de 5,3%.

Dentro da indústria da transformação, apenas os bens de capital tiveram queda no volume exportado (11,6%). Entre as outras quatro categorias de uso, os bens de consumo duráveis foram os que tiveram maior alta nas exportações (27,2%), seguidos pelos bens de consumo semiduráveis (10%), pelos bens intermediários (9,5%) e pelos bens de consumo não duráveis (5,5%).

Já os preços dos produtos exportados cresceram 2,7%, enquanto os preços dos importados caíram 1,5% entre setembro de 2016 e setembro deste ano.

Fonte: PROTEC e JB

Governo libera parcelamento de multas de trânsito no cartão

O ministério das Cidades divulgou as regras que permitem o parcelamento de multas de trânsito no cartão de crédito ou débito.

A resolução número 697 do Conatran (Conselho Nacional de Trânsito) prevê que os órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Trânsito poderão firmar acordos com as instituições financeiras para viabilizar o parcelamento das multas no cartão de crédito.

A resolução foi publicada nesta quarta-feira (18) no Diário Oficial da União.
O parcelamento, no entanto, não vai valer para as multas vencidas que estão na dívida ativa, em programa de cobrança administrativa e também para veículos com registro em outro Estado.

Segundo o texto da resolução, a oferta da opção de parcelamento deve seguir algumas regras que garantem segurança e transparência, como “uso de cartões de débito e crédito normalmente aceitos no mercado, sem restrição de bandeiras, e apresentar ao interessado os planos de pagamento dos débitos em aberto, possibilitando ao titular do cartão conhecer previamente os custos adicionais de cada forma de pagamento e decidir pela opção que melhor atenda às suas necessidades”, diz a resolução.

Quando o dono do carro parcelar a multa no cartão, a aprovação da operadora do cartão já libera o licenciamento do veículo e a respectiva emissão do  CRVL(Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo).

Os órgãos de trânsito que adotarem o sistema de pagamento parcelado das multas no cartão terão que enviar um relatório mensal ao Denatran.

A multa vencida, ao ser parcelada no cartão, terá o acréscimo de juros de mora pela Selic.

Fonte: R7