Viracopos divulga vencedores do Troféu Eficiência Logística

premio V.SantosO Aeroporto Internacional de Viracopos promoveu ontem, 10/10, a 5ª edição do Prêmio Viracopos Excelência Logística. Realizado pela concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, o evento reconhece e estimula a eficiência de empresas e de sua cadeia prestadora de serviços no comércio exterior.

Neste ano, concorreram ao Prêmio Viracopos 89 empresas importadoras que figuraram no Ranking de Eficiência Logística no período avaliado (de agosto de 2016 a julho de 2017). A premiação aconteceu mais uma vez na Casa de Campo do Royal Palm Plaza, em Campinas (SP).

Em sua 5ª edição, o Prêmio se posiciona como um dos eventos mais importantes do Brasil na área de logística de cargas. A cadeia logística do deste setor já identifica na premiação uma oportunidade de ter a qualidade e a eficiência da empresa reconhecida pelo mercado.

Um dos premiados da noite, ao lado da Kostal Eletromecânica, Valdir Santos (FOTO), diretor da V. Santos, enalteceu a conquista. “Desde o início da premiação original, em 1999, buscávamos esse êxito. A premiação nada mais é do que reflexo do ótimo momento pelo qual atravessa a V.Santos. Ganhamos no desembaraço aduaneiro e também no Transporte Rodoviáro com a Asa Express. A nossa equipe está de parabéns! ”, comemorou Valdir Santos.

Em análise sobre a noite, o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich disse que “o Prêmio Viracopos Excelência Logística visa estimular o desempenho das empresas que atuam no comércio exterior, promovendo a melhoria contínua de suas atividades. Reconhecer o bom trabalho das empresas é um incentivo fundamental para melhorar a cada dia o setor de cargas no aeroporto e toda a cadeia logística”, concluiu Müssnich.

 

Confira abaixo o Resultado Completo:

Melhor Cadeia Logística – Nesta categoria são homenageados: o importador, o agente de carga, a comissária de despacho aduaneiro e o transportador rodoviário:

Categoria : Cadeia logística

Automotivo

Importador: Kostal Eletromecânica Ltda.

Agente de Carga: CEVA FREIGHT MANAGEMENT  DO BRASIL LTDA

Comissária de Despachos Aduaneiros: V.SANTOS ASSESSORIA ADUANEIRA LTDA

Transportador Rodoviário: ASA EXPRESS TRANSPORTES LTDA

 

Diversos

Importador: CISA TRADING S.A.

Agente de Carga: CEVA FREIGHT MANAGEMENT  DO BRASIL LTDA

Comissária de Despachos Aduaneiros: MARTINS DESPCHACHOS E ASSESSORIA LOGISTICA EIRELE

Transportador Rodoviário: TNT MERCURIO CARGAS E ENCOMENDAS EXPRESSAS S.A.

 

Farmacêutico

Importador: PHILIPS MEDICAL SYSTEMS LTDA

Agente de Carga: UPS SCS TRANSPORTES (BRASIL) SA

Comissária de Despachos Aduaneiros: HAIDAR TRANSPORTES E LOGISTICA LTDA

Transportador Rodoviário: HAIDAR TRANSPORTES E LOGISTICA LTDA

 

Metalmecânico

Importador: Sandvik do Brasil S.A Indústria e Comércio

Agente de Carga: DHL EXPRESS (BRAZIL)  LTDA

Comissária de Despachos Aduaneiros: HAIDAR TRANSPORTES E LOGISTICA LTDA

Transportador Rodoviário: HAIDAR TRANSPORTES E LOGISTICA LTDA

 

Regimes Especiais – Embarque Imediato TC-1

Importador: Embraer SA

Agente de Carga: PANALPINA LTDA

Comissária de Despachos Aduaneiros: Servimex Logística Ltda.

Transportador Rodoviário: TRANSPORTADORA AQUARIUN LTDA

 

Regimes Especiais – Embarque Normal TC-6

Importador: Ericsson Telecomunicações S/A

Agente de Carga: UPS SCS TRANSPORTES (BRASIL) SA

Comissária de Despachos Aduaneiros: FIORDE ASSESSORIA E DESPACHOS LTDA

Transportador Rodoviário: FIORDE TRANSPORTES E ARMAZÉNS GERAIS LTDA

 

Tecnologia

Importador: FLEXTRONICS INTERNATIONAL TECNOLOGIA LTDA

Agente de Carga: PANALPINA LTDA

Comissária de Despachos Aduaneiros: TRADEWORKS SERVIÇOS DE COMÉRCIO EXTERIOR LTDA

Transportador Rodoviário: Empresa: PROTEGE S/A PROTECAO E TRANSPORTE DE VALORES

 

Melhor Importador 2017 – EMBRAER S.A

Melhor Planta 2017 – ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES S.A.

Melhor Agente de Carga 2017 – PANALPINA LTDA

Melhor Comissária de Despacho Aduaneiro 2017 – HAIDAR TRANSPORTES E LOGISTICA LTDA

Melhor Transportador Rodoviário 2017 – HAIDAR TRANSPORTES E LOGISTICA LTDA

Melhor Companhia Aérea 2017 – LUFTHANSA CARGO AG.

Destaque Exportador – JOHNSON & JOHNSON DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS PARA SAÚDE LTDA

 

 

16º Happy Comex acontece na quarta-feira(18) no São Paulo Expo

expo1Tradicional Clube de Networking de Campinas acontece no “Lounge Premium Club” da Movimat/FENATRAN

Mais uma edição do tradicional Clube de Networking Happy Comex está pronta para ser entregue.

Repetindo o sucesso do ano passado, o encontro do segundo semestre será realizado em parceria com a Reed Exibithion, realizadora da Feira Movimat, que este ano acontece simultaneamente com a  21º FENATRAN – Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas, no São Paulo EXPO – Imigrantes (foto).

“A 16ª edição, dentro deste evento internacional, além de repercurtir de forma notável, também possibilitará que os importadores e exportadores de São Paulo conheçam o happy hour que vem atraindo atenções do mercado brasileiro e participantes do forte interior paulista, destaca Nilo Peralta, diretor da GPA+, organizadora do encontro.

O Happy Comex tem o apoio do CIESP Campinas e a 16ª edição conta com o Patrocínio da ELOG e do SINDASP. Um ônibus executivo estará à disposição dos convidados do interior para visita à feira e participar Do Happy Comex, no trajeto Campinas x SP x Campinas.

Em março de 2018 o encontro semestral Happy Comex retorna ao seu palco original em Campinas, no interior de São Paulo. 

Ficha Técnica

16º Happy Comex
Local: “Lounge Premium Club”, na entrada do credenciamento Feira Movimat (São Paulo EXPO – IMIGRANTES KM 1,5

Dia 18 de outubro 2017
Horário: das 18h às 21h

*UM ÔNIBUS EXECUTIVO ESTARÁ À DISPOSIÇÃO DOS CONVIDADOS DO INTERIOR PARA VISITA À FEIRA E PARTICIPAR DO HAPPY COMEX, NO TRAJETO CAMPINAS x SP x CAMPINAS.
Reservas e Informações: mkt@gpamais.com.br

 

 

Grupo francês inaugura este mês fábrica de R$ 60 milhões em Jundiaí

Representantes do Grupo Pochet e da MRS Logística foram recebidos nesta quinta-feira (05) pelo prefeito Luiz Fernando Machado, em um encontro para tratar das expectativas das empresas para o futuro e investimentos no Município.

Participaram o diretor-geral da Pochet, Gustavo Libanio, e o gerente de relações institucionais da MRS, José Roberto Lourenço.

No início da reunião, Libanio apresentou a fábrica construída pelo grupo francês em Jundiaí, que será inaugurada oficialmente no dia 25 de outubro com cerca de 650 funcionários.

“Somente em tecnologia para melhoria de performance de produção e do produto final foram investidos R$ 60 milhões”, informou o executivo da empresa, que há 400 anos fabrica embalagens para perfumes e outros cosméticos. “Nosso projeto para Jundiaí é a longo prazo. Chegamos para ficar”, acrescentou.

De acordo com o diretor, a fábrica tem 15 mil metros quadrados de área construída, mas o terreno dispõe de espaço para futuras ampliações. “Temos um projeto de uma horta orgânica para abastecer o nosso restaurante, que serve cerca de 700 refeições por dia”, comentou.

O executivo destacou que parte das contratações da empresa foi feita pelo Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), serviço gratuito de seleção de currículos oferecido pela Prefeitura.

Fonte: Tribuna de Jundiaí

 

Economia global continuará a crescer em 2018 e Instituições elevam estimativas para alta do PIB brasileiro no próximo ano

A economia global continuará a crescer em 2018, segundo indicadores publicados pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O organismo com sede em Paris baseou sua análise em números referentes ao mês de agosto, que apontam para um crescimento mais rápido da China, da Itália e do Brasil. Mostram ainda que os EUA devem manter o ritmo de expansão sólida dos últimos meses, assim como a zona do euro e o Japão.

O crescimento conjunto do G20 – grupo que engloba os países mais industrializados e em desenvolvimento do mundo – foi 3,6% maior nos três meses até junho, em comparação com o mesmo período de 2016. Trata-se da expansão mais rápida desde os três primeiros meses de 2015.

Apesar da previsão otimista, a OCDE afirma que o Reino Unido e a Rússia não devem acompanhar a tendência de crescimento.

O índice para os 34 membros da OCDE ficou estável em agosto em 100,1 – números acima de 100 indicam crescimento mais forte que o normal.

Cresce estimativa do PIB – O otimismo maior que já se refletia nos ativos do mercado financeiro e levou a bolsa de valores local a consecutivos recordes parece estar chegando também às projeções macroeconômicas. Além dos analistas consultados no boletim Focus, do Banco Central, pelo menos três instituições, dos setores privado e público, revisaram para cima nos últimos dias as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) 2018 e alguns também a de 2017.

O banco Fibra, que já costuma liderar o grupo do cenário mais benigno, surpreendeu, no entanto, ao divulgar relatório ontem em que eleva a já otimista previsão de crescimento de 3,7% em 2018 para um índice ainda maior: 4,1%. Para 2017, a estimativa teve ligeira revisão: passou de 0,7% para 0,8%.

No texto, o banco afirma que a expectativa de alta superior a 4% em 2018 foi oficializada “sobretudo por conta do impacto da queda da taxa de juros real sobre a demanda agregada nos próximos trimestres”. Essa estimativa mais otimista ganhou força por fatores como a expectativa de manutenção de crescimento sincronizado entre a China e economias desenvolvidas; melhora dos índices de confiança dos “principais setores da economia”, como indústria, serviços, comércio e construção civil; desinflação maior do que esperada, beneficiando o consumo das famílias; a recuperação do mercado de crédito, após “um forte processo” de desalavancagem de famílias e empresas, e estimativas recentes, “que mostram aumento da potência da política monetária”.

Nesse último caso, o banco cita a aprovação da Taxa de Longo Prazo (TLP) e as iniciativas contidas na Agenda BC+, conjunto de medidas apresentadas pelo Banco Central.

A Instituição Fiscal Independente (IFI), por exemplo, alterou suas projeções de 0,46% para 0,7% para o PIB deste ano e de 1,96% para 2,3% para o ano que vem. Um dos motivos para a mudança, segundo o órgão ligado ao Senado, foi o crescimento de 0,2% do PIB no segundo trimestre, acima do esperado por analistas.

Essa alteração também foi feita devido ao “desempenho dos indicadores econômicos de alta frequência” no terceiro trimestre, escreve a instituição no Relatório de Acompanhamento Fiscal de outubro, divulgado ontem. Entre esses indicadores, estão as vendas do varejo ampliado, que inclui automóveis e materiais de construção, e a produção industrial. “Esses dados apontam, em conjunto, para elevação moderada da atividade produtiva (0,2%) no terceiro trimestre”, diz o texto.

Segundo a IFI, o dado negativo da produção industrial de agosto (queda de 0,8% na comparação mensal ajustada), isoladamente, não altera essa visão. Novo protagonista no processo de retomada da economia, o consumo das famílias é projetado em alta de 0,8% neste ano, com o consumo do governo (-1,7%) e investimentos (-2,8%) ainda em queda. Em 2018, os três componentes da demanda interna são estimados no azul, com destaque para os investimentos, projetado em alta de 4,5%.

Na semana passada, o Itaú já havia revisado para cima a projeção para o ano que vem, de

2,7% para 3%. A mudança nos cálculos foi feita por causa de novas estimativas para a Selic, que, segundo o banco, terminará o ciclo de queda em 6,5%, e não mais em 7% como previsto anteriormente. Para 2017, a previsão de 0,8% de expansão do PIB foi mantida.

Os analistas ouvidos pelo BC, no boletim Focus, elevaram a estimativa para 2018 pela quinta semana seguida, desta vez de 2,38% para 2,43%. Para este ano, a projeção ficou estável, em 0,7%.

Fonte: Valor Econômico

Montadoras vão investir R$ 15 bilhões no país até 2022

A alemã Mercedes-Benz anunciou nesta segunda-feira (9) que fará um investimento de R$ 2,4 bilhões em suas fábricas de caminhões e ônibus no Brasil. Não foi um movimento isolando. Desde março, oito montadoras, incluindo a Mercedes-Benz, comunicaram que vão colocar no pais quase R$ 15 bilhões até 2022.

Os investimentos representam uma reversão nos ânimos de um setor que sofreu um duro baque na crise. Entre 2013 e 2016, houve queda 42% na produção de automóveis, comerciais leves, caminhões e mais de 35 mil postos de trabalho foram fechados.

O setor automotivo brasileiro saiu de um patamar de 3,7 milhões de unidades produzidas em 2013 para 2,2 milhões em 2016. As perspectivas mais positivas são de uma recuperação tênue em 2017, com a produção indo a 2,7 milhões de unidades, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

A previsão da Mercedes é fazer os investimentos entre 2018 a 2022 para modernizar as fábricas de São Bernardo do Campo (SP) e Juiz de Fora (MG) e desenvolver novos produtos e tecnologias.

A última vez em que a empresa anunciou investimento semelhante foi em 2010, quando destinou cerca de R$ 2,5 bilhões para um período de cinco anos.

Philipp Schiemer, presidente da Mercedes no Brasil e na América Latina, apesar de ver algumas fragilidades na recuperação, projeta um cenário positivo, com vendas puxadas pelo agronegócio e pela mineração no segmento de caminhões.

“O governo adotou uma política econômica mais correta. Temos hoje uma inflação baixa, para padrões brasileiros, e juros menores. Esta tentativa de controlar a situação fiscal tem tido credibilidade no mercado. Se isso continuar, temos boas chances”, diz Schiemer.

Pablo Di Si, novo presidente da Volkswagen no Brasil, reforça a projeção. “A economia vai seguir crescendo e se observa um descolamento da política e da econômica no país”, disse ao prever, nesta segunda, que as vendas da Volkswagen no Brasil vão crescer 40% nos próximos quatro anos,

Rogelio Golfarb, vice-presidente da Anfavea, compartilha do otimismo. “O período de contração acabou e entramos em tempos de recuperação”, diz. Mas recomenda calma: “ainda é necessário cautela quanto à magnitude deste crescimento”.

 

PESADELO – A cautela se explica pelo tamanho da queda, que foi ainda mais dramática no mercado interno, onde as vendas saíram de um apogeu de 3,8 milhões de unidades em 2012 para apenas 2 milhões em 2016, redução de 46% em quatro anos. A previsão para 2017 é de 2,2 milhões de unidades vendidas no país.

O socorro veio das vendas internacionais que, depois de atingir um pico de 724 mil unidades exportadas em 2005, desceu 334 mil unidades em 2014, mas reagiu quando o câmbio ficou favorável. O esforço de exportador tem se mostrado frutífero.O setor espera fechar 2017 com 745 mil unidades vendidas para o mercado externo. Se isto acontecer, será o melhor ano na história das exportações desta indústria.

No caso da Volks, que é líder em exportações no país, o aumento da demanda argentina também deverá garantir a alta das vendas internacionais, que foi de 62% no acumulado deste ano até setembro, segundo o novo presidente Di Si.

“Precisamos melhorar a competitividade para exportar também a novos mercados emergentes, como Turquia, Egito, Chile”, diz Di Si.

 

MODERNIZAÇÃO – Os investimentos previstos no Brasil não focam uma atividade específica. A Scania anunciou R$ 2,6 bilhões em desenvolvimento de produtos e modernização da fábrica, enquanto a Toyota direcionou R$ 1 bilhão para um novo modelo na linha de passeio. GM, Volvo, Volks, Renault e MAN também soltaram planos de investimentos.

A tônica geral dos desembolsos está na modernização das linhas de produção, o que costuma enxugar empregos ou, no mínimo, não levar a novas contratações.

Na Mercedes, a tecnologia que a rodada atual de investimento vai proporcionar não deve desencadear demissões, segundo Schiemer. “Estamos ajustados no volume de funcionários. As eficiências que vamos trazer agora vão ser compensadas pela retomada do mercado. Não prevemos demissões”, diz o presidente da empresa no Brasil.

De acordo com Schiemer, serão feitas contratações, se houver necessidade.

O nível de empregos no setor saiu de 156,9 mil em 2013 para 121,2 mil em 2016. Os resultados recentes da Anfavea apontam uma retomada, com 126,3 mil vagas em setembro.

A Volkswagen Caminhões e Ônibus anunciou nesta segunda que decidiu cancelar as férias coletivas de funcionários da sua fábrica em Resende, no Rio de Janeiro, pela primeira vez em seis anos.

De acordo com o presidente da companhia para a América Latina, Roberto Cortes, a decisão foi motivada pelos sinais de retomada na demanda por veículos pesados pelo lançamento da família de modelos leves urbanos.

“A Bolsa se valorizou 77% nos últimos seis meses, o risco Brasil caiu, o real está estável e as taxas de juros à metade do que eram”, afirmou.

Fonte: Folha de S.Paulo